09 fevereiro 2011

A defesa da Festa Brava...sempre!


Eu sou alcochetano.
Alcochete é uma terra de toiros. É e sempre foi...eminentemente.
Compete-me defender a Festa Brava.
Mas eu em tudo gosto de impor a verdade, ainda que esta nisto e naquilo me chame à pedra.
Nem sempre eu dei a importância à Festa Brava que dou hoje. Olhava para o toiro na arena apenas com emoção e dizia de mim para mim: coitadinho do animal a ser farpeado sem dó nem piedade. Era todo um universo artístico, de dimensão quase infinita, cujas raízes se perdem na bruma do tempo, que um sentimento irracional atirava, com a maior das facilidades, para a margem do meu existir.
Havia, no entanto, qualquer coisa que me embaraçava: como é que tantos escritores, pintores, escultores, etc., através da arte peculiar de cada um, eternizavam para a posteridade passos sublimes da arte de tourear ou pegar toiros? Esses homens estavam enganados ou o enganado era eu?
Quando se dá em mim o despertar para o que realmente, em termos políticos, é direita e esquerda, verifico que é esta e os círculos desta que denigrem e atacam a Festa Brava. Simultaneamente, verifico ainda que discordar de toda a promoção feita em jornais, revistas e televisões a favor de que as pessoas se piquem e furem todas por tatuagens e piercings não é politicamente correcto.
Impõe-se então a pergunta: por quê esta sanha contra a Festa Brava? Porque os valores da Festa Brava em tudo são contrários aos projectos da esquerda manhosa e enganadora das populações.
A Festa Brava é a afirmação do indivíduo, da coragem, do esforço. Todos estes valores as esquerdas querem abafar e eliminar porque travam a progressão dos nefandos socialismos. No fundo, o que estes odeiam é a vida.
Hoje em dia, poderemos estabelecer um paralelismo lógico entre, por um lado, o aborto e a eutanásia e, por outro, a Festa Brava. Aqui estamos perante o ataque à tradição nacional, ali perante o ataque à vida. Ora ninguém pense que a tradição nacional é negócio que se separe desse outro que é a vida.
O meu nacionalismo não é coisa ruim desde que respeite os sagrados direitos de cada povo. Só o Estado-Nação poderá fazer frente aos socialismos internacionalistas que tolhem a vida. Exaltação da vida é a Festa Brava com toda a cor que a matiza, arte e movimento.

08 fevereiro 2011

APELO AO DEBATE POR ALCOCHETE

Desde que assumi responsabilidades para dar continuidade a este excelente instrumento de debate, por alguma indisponibilidade e por uma questão de procurar dar a voz a outros, tenho estado mais recatado na escrita.
Foram poucos os comentários que entendi não validar, noutros tive dúvidas.
Este blogue é virado para o debate democrático de ideias, sejam elas provenientes de que quadrante for. Há quem assim não entenda e considere que os outros (adversários) não são seres humanos para serem respeitados como tal.
O apelo aqui deixo, com o risco de rapidamente ser apelidado de algo mais intelectualmente evoluído é que todos que aqui participam e dão a dinâmica útil e necessária a este espaço, debatam Alcochete e não batam mais em quem politicamente está morto logo no inicio das suas responsabilidades politicas.
Discutamos Alcochete, para que os tempos que ai nascem não sejam tão nefastos para as gerações presentes e futuras.

Há aqui uma coisa excepcional...

Desde que decidi voltar ao blog Praia dos Moinhos depois de se apresentar para mim a evidência de que os comunistas fazem pouco de quem entra com um projecto à Câmara para construção urbanística, verifico que há aqui uma coisa excepcional. Passo a explicar: eu afirmo A, aparecendo depois toda uma série de anónimos que fazem crer ao visitante que eu nego A.
Das duas, uma: ou estes anónimos não têm capacidade para a leitura dos meus textos, ou é estratégia tão caseira como repugnante para confundir o leitor e descredibilizar a minha pessoa, embora eu duvide desta segunda hipótese porque quem escreve português primário não poderá ter malícia refinada. Em qualquer dos casos vejo mais uma razão acrescida à do anonimato para eu não lhes responder.
Resolvo deixar aqui esta nótula a fim de que os leitores dos meus textos, perante o tipo de comentários que denuncio, me dêem o benefício da dúvida e voltem à releitura desta ou daquela ideia minha que este ou aquele anónimo tenta inverter.
Obrigado a todos os visitantes que chegam aqui por bem.

07 fevereiro 2011

A defesa da Festa Brava...pela enésima vez!


Corrijam-se as palavras «a Câmara Municipal de Alcochete [CMA] não tem de tomar posição sobre a Festa Brava...» para estas: a CMA não pode tomar posição oficial sobre a Festa Brava porque o PCP também ainda não a tomou. Ou alguém pensa que os executivos camarários comunistas antepõem o que as populações querem ao que o Partido quer? Não sejamos ingénuos, por amor de Deus.
Se «à Câmara Municipal compete respeitar o passado e a memória do Concelho...», então desmunicipalize a Fundação João Gonçalves Júnior para que vejamos que a CMA executa as competências que lhe são inerentes.
Se «à Câmara Municipal compete [...] manter vivo o seu repositório identitário mais marcante e ajudar a traduzir nos vários eventos anuais realizados tudo aquilo que marca indelevelmente a idiossincrasia do alcochetano», porque faz propaganda ideológica, sobretudo na área da cultura, ao marxismo, "filosofia" patológica, à tenebrosa teoria de género que visa transformar o ser humano, ao ambientalismo que é o novo comunismo? Sim, por que faz isto...tudo feito com o dinheiro dos pagadores de impostos?
«A Câmara [...] subordina-se à Lei, não marca posição...»? O Parlamento já aprovou alguma lei na linha da igualdade de género? Não! Então por que a CMA, através da Cultura, vai predispondo subliminarmente as mentes para a recepção sem ondas dessa lei totalitária que corremos o risco de levar em cima de nós, a todos tiranizando?
A Câmara «não deve constituir factor de divisão entre os munícipes», o que é verdade, mas se todos os alcochetanos são defensores do ambiente, poucos sê-lo-ão do ambientalismo, ideologia tão comunista quanto macabra que quer transformar o homem até à completa escravização e animalização. Então por que a CMA, através da Cultura, impinge o ambientalismo, manifestamente dividindo os munícipes?
A Câmara não deve dizer que «...as corridas à portuguesa dev[a]m ser banidas, [porque] isso é coisa que extravasa o seu âmbito de acção. Isso é matéria para a sociedade civil debater e aprofundar...». Então por que a CMA não deixa a ideologia de género e o ambientalismo, males de génese marxista, ao cuidado da sociedade civil?
Finalmente, não quero saber de comunistas que «...gost[e]m bastante de tudo o que envolva toiros...». Uns fá-lo-ão por jogada eleitoralista, outros por insanável contradição, uma vez que ninguém pode, ao mesmo tempo, amar a Festa Brava e estar de bem com os inimigos desta.
Eis a minha resposta a João Pinho a quem peço pública e encarecidamente que me deixe em paz.

06 fevereiro 2011

Urge saber qual a posição da Câmara de Alcochete relativamente à Festa Brava


Não é necessária a demonstração de que Alcochete é uma terra de fortíssimas tradições taurinas desde há séculos.
Nesta conformidade, não seria despicienda, antes incontornável, a ideia de que a Câmara Municipal de Alcochete (CMA) tomasse posição clara e pública relativamente ao ataque hoje em dia perpetrado contra a Festa Brava jamais visto em Portugal.
Afinal, a CMA está a favor ou contra o fim da Festa Brava, genuína manifestação da cultura de raiz popular?
Nós precisamos de saber para sabermos com o que contamos.
Ninguém pense que o apoio da CMA às Festas do Barrete Verde e das Salinas é facto suficiente para a conclusão de que está a favor da Festa Brava, pois fá-lo por razões meramente político-eleitoralistas.
Para que a CMA prove a todos os alcochetanos que o Marafuga mente, então venha a terreiro e proclame aos quatro ventos, através de um comunicado e dos meios de comunicação social, que não é assim, que está sem reservas a favor da tourada em Portugal.
E se a CMA não o fizer, a que conclusão querem que eu chegue?

03 fevereiro 2011

La UE frena condenar la persecución religiosa: la España de Zapatero, uno de los 5 países que se oponen

La UE frena condenar la persecución religiosa: la España de Zapatero, uno de los 5 países que se oponen

A Espanha de Zapatero e o Portugal de Sócrates!...

O Guia desguia!

Abro este meu texto, definindo o que quero dizer quando emprego o termo pluralizado socialismos. Por estes, eu entendo comunismo e socialismo.
Desta feita, vou tentar sensibilizar as pessoas para as estratégias subliminares que são utilizadas para a lenta mas firme transmutação dos códigos culturais de sempre e socialização do nosso País. A fim de conseguir minimamente este objectivo, meu objecto de análise é o "Guia de Eventos"/Fevereiro 2011.
Dando de barato a história do Yoga, pág. 14 à direita, do canhenho em foco, o que primeiro chama a minha atenção é o encontro intergeracional que se realizará na Biblioteca de Alcochete no dia dos namorados, pág. 15.
O mais perigoso deste chamado evento é que as pessoas vêem a imagem e lêem a pequena informação como se vissem e lessem o que de mais inocente há no mundo. Ora as coisas não são bem assim. Tudo isto é ideologismo, quero dizer, tudo isto é o discurso da falsidade.
Na verdade, desde as Culturas Clássicas e ao longo do decurso da Civilização Ocidental sempre se teve por muito salutar que os mais novos escutassem os mais velhos e aprendessem com a experiência destes. Mas vive na mais completa ingenuidade quem eventualmente pense que esta iniciativa da Câmara comunista para o dia 14 de Fevereiro recupera o melhor espírito do mundo antigo ou o limpo ensinamento cristão.
Este encontro intergeracional publicitado pelo "Guia de Eventos" do mês em curso é uma ante-câmara que vai preparando mentalmente as pessoas para o programa ideológico dos socialismos e é defendido pelos intelectuais de esquerda na generalidade, urge saber, que a troca de experiências entre gerações poderá ascender ao sexo intergeracional. Este mesmo foi o tema de Amor de D. Perlimplim com Belisa em seu Jardim, peça de teatro do dramaturgo espanhol e socialista Frederico Garcia Lorca representada no Fórum Cultural de Alcochete há menos de dois anos.
Na pág. 16 do canhenho de propaganda camarária, dita cultural, volta-se ao dia dos namorados. Quando o texto que lá se pode ler deveria celebrar o amor, verificamos que esta palavra não aparece nem sequer uma vez e deparamo-nos com o medo, a negação do amor. O que se foca é «...uma alta incidência de violência física entre os jovens, bem como uma elevada agressividade física e verbal entre namorados adolescentes». Que se pretenderá inculcar na cabeça dos jovens? Que o namoro é um perigo? Que o casamento natural não vale a pena? Que o melhor é o concubinato? E é isto "educação para a sexualidade"? Isto para mim é educação para a destruição de uma sociedade. Não tenho dúvidas.
O canhenho, na pág. 23, acaba com as recomendações de leitura que a Biblioteca de Alcochete sugere para este mês. Todas estão sob a égide da ideologia ambientalista, o novo comunismo. Veja-se os títulos: A Árvore Generosa; Um Lugar Mágico ou como Salvar a Natureza; O Verde, Preto no Branco. Esta lógica é logo anunciada pela capa toda verde do "Guia de Eventos": duas mãos encostadas de palmas para cima, um pouco de terra negra e uma plantinha ao centro, sugerindo todo este conjunto um vaso...
Com a capa articulam-se os conteúdos da pág. 14 à esquerda, cujo título é: "Plantar Alcochete". Por baixo da foto lê-se: "Em prol de um Concelho mais verde, junte-se à Câmara Municipal e venha Plantar Alcochete».
Deixem-se da mentira e, se querem verdadeiramente plantar Alcochete, deixem trabalhar quem quer trabalhar, não nos roubem e desapareçam.

01 fevereiro 2011

Falam estes comunistas de mobilidade...

Eu tenho medo, muito medo, dos comunistas e de entrar na Câmara Municipal de Alcochete. Todo aquele espaço compartimentado e penumbroso mais me parece um edifício de exéquias à morte. Morte não é só morrer, ser metido num caixão e ir para baixo de terra. Morte é também a descapitalização que esta Câmara faz às pessoas das classes médias porque estas são invejadas pelo comunismo, sanha ideológica esta que não pode ver ninguém a trabalhar e a fazer pela vida e a singrar e a ser livre.
Falam estes comunistas de mobilidade sem que sejam capazes de ir além da física. Estavam eles preocupados com a minha mobilidade na casa de banho da casa que vou construir! Mas que gente é esta? O que é que eles querem? Não terão medo de fazer pouco do outro? Ou pensarão que o comunismo já nos reduziu nesta terra de Alcochete ao completo amorfismo? Não vêem que eu já tenho 60 anos de idade? Que já fiz tudo na vida que tinha a fazer? Que já criei o meu filho?
E a mobilidade social? Faz-se a disparar taxas às pessoas até ao estrangulamento para as fazer parar e, inclusive, regredir na vida?
Eu tenho medo, muito medo, dos comunistas e de entrar na Câmara Municipal de Alcochete. Todo aquele espaço compartimentado e penumbroso mais me parece um edifício de exéquias à morte. Morte não é só morrer, ser metido num caixão e ir para baixo de terra. Morte é também a descapitalização que esta Câmara faz às pessoas...

28 janeiro 2011

Praia dos Moinhos: Pinhal do Concelho

Praia dos Moinhos: Pinhal do Concelho

A edição de hoje (28-01-2011) do Jornal do Montijo fala de um protesto popular contra as estradas do Pinhal do Concelho.
Vejam o que eu escrevi neste blog sobre o mesmo tema a 25-03-2006, era Luís Franco Presidente da Câmara Municipal de Alcochete havia pouco tempo.
Estamos perante o completo desprezo desta câmara comunista devotado aos munícipes.

27 janeiro 2011

Um mosaico da saga com a CMA sobre o meu processo para construção de uma casa

No dia 13-12-2010 recebi uma carta da Câmara Municipal de Alcochete (CMA), dizendo o conteúdo da mesma que o meu projecto fora aprovado e que eu poderia requerer a emissão do respectivo alvará de construção cuja taxa de licenciamento era de 3.182,77 euros (sensivelmente 640 contos em moeda antiga).
Considerando eu que a taxa exigida pela licença de construção era excessiva, apresentei no dia 22-12-2010 uma reclamação ao Exmo Sr. Presidente da CMA, dizendo-me várias pessoas que este tipo de pedidos, na maior parte dos casos, costuma ser atendido. De facto, a casa que vou construir é na zona histórica da vila, a menos de 40 metros da Igreja Matriz, com todas as infra-estruturas existentes no terreno, conservando eu a mesmíssima fachada que lá está há, pelo menos, 100 anos.
No dia 24-01-2011, mais de um mês depois da minha reclamação, é expedida para mim pela CMA uma carta com dois conteúdos distintos.
Reza o primeiro assim: «Na sequência da reclamação registada nos nossos serviços sob a referência de 10/12/23 - 15237 apresentada por V. Exa a qual mereceu a nossa melhor atenção, informo que após análise da mesma se conclui, nos termos da informação técnica que junto se anexa, pela manutenção do valor de [...] 3.182, 77 [euros], respeitante à taxa devida pela licença de execução da operação urbanística supra referenciada» sic.
Segue-se assinatura bem identificada.
«...[...]Os termos da informação técnica que junto [foi] anexa...», isto é, o segundo conteúdo reza assim: «Decorrente da reclamação anexa [referência à minha reclamação], o que provocou a revisão dos cálculos, confirmam-se os valores indicados; as taxas foram calculadas nos termos da regulamentação em vigor e de acordo com orientação superior; por falta de enquadramento, as isenções e reduções referentes às taxas urbanísticas previstas no n.º 10 do Regulamento e Tabela de Taxas não são aplicáveis» sic.
Assinatura ilegível de um técnico.
A pergunta que faço é a seguinte: isto merece o nome de uma informação técnica?
O montante 3.182,77 euros resulta do somatório de várias parcelas, cada uma destas relacionada com os ditames da regulamentação em vigor. Por que não me é feito o descritivo sub lege, como penso merecer na minha qualidade de cidadão e munícipe, das taxas aplicáveis ao meu pedido de licença de construção?
Os amigos que têm acompanhado desde o início todo este meu caso com a CMA aconselharam a desembaraçar-me desta instituição que manifestamente despreza o munícipe e a seguir em frente com a minha vida. Foi o que achei por bem fazer, embora eu me veja perseguido pela CMA. Por que razão? Por ser cristão-católico assumido e tomar a defesa da Igreja? Por ser anti-comunista declarado e público? Por ser Presidente da Comissão Política do CDS-PP/Alcochete?
Talvez, mais brevemente do que muitos pensam, tudo isto ficará muito claro para todos.

23 janeiro 2011

22 janeiro 2011

A Farda do Forcado


Dedico este texto ao grande forcado alcochetano António José Pinto.
Será que a partir da farda do forcado - jaqueta, barrete, cinta, etc. - eu posso catapultar-me para a defesa da Festa Brava? É que nós temos que continuar neste afã de nos questionarmos por que razão esta é tão insanamente atacada nestes tempos.
Mas antes de entrar propriamente no meu texto de natureza ensaística, eu devo apressar-me a declarar, assegurando a inteligibilidade do mesmo, que vejo na revolução o mal e na contra-revolução o bem.
Nesta conformidade, posso avançar já com a ideia de que há uma incompatibilidade doutrinária entre a revolução e qualquer farda.
A farda, pela sua simples presença, afirma implicitamente algumas verdades, embora genéricas, de índole contra-revolucionária.
De facto, o forcado dá-nos a lição de que existem valores que importam mais que a própria vida e pelos quais se deve morrer. Ora isto é contrário à mentalidade socialista (lato sensu), toda feita de horror ao risco e à dor, de idolatrização da segurança e de supremo apego à vida terrena.
Por outro lado, a forcadagem é defensora de uma moral por estar totalmente fundada sobre ideias de honra, de força posta ao serviço do bem e dirigida contra o mal.
O que acabo de dizer é mais uma achega para vermos as razões que levam a revolução a atacar tão desordenadamente a Festa Brava, inserindo-se esta no universo contra-revolucionário por travar a progressão dos socialismos.

20 janeiro 2011

Outra vez a defesa da Festa Brava


A Festa Brava insere-se num universo conservador, a Deus graças.

Ex abrupto, a pergunta que se coloca é esta: como é que é possível alguém reclamar-se de afición pelos toiros e ao mesmo tempo esteja dominado pelo espírito revolucionário? Estas pessoas, ao fim e ao cabo, são mais perigosas que os inimigos declarados da Festa Brava, porque, objectivamente, combatem esta dentro das suas próprias tronqueiras.

Ora as astúcias dos inimigos da Festa Brava teriam, sem dúvida, menos sucesso se não lhes estendessem a mão um grande número dos que se dizem aficionados. Estes - como disse em cima - são mais perigosos que os inimigos declarados, não só porque os secundam nas diatribes insanas, como também, sob uma aparência de integridade, incitam imprudentes e enganam pessoas honestas que se insurgiriam coerentemente contra o erro que é o ataque à Festa Brava.

Eis por que estes pseudo-aficionados dividem os espíritos, rompem a unidade e debilitam as forças que seria necessário reunir contra o inimigo.

18 janeiro 2011

Lição de Vida!

Caros condóminos e leitores atentos,

Permitam-me que reparta com todos vós este VERDADEIRO exemplo de vida.

Pensem nisto!

Fernando Pinto
Deputado Municipal Partido Socialista

bancadapsalcochete@gmail.com

A marxização do ensino em Portugal


Sustentava entre colegas que o principal cancro do Ensino em Portugal circunscreve-se à elevação do aluno a centro do Sistema Educativo, estabelecendo eu um paralelismo entre esta trágica mudança do pós 25 de Abril e a divinização do homem desde o humanismo antropocêntrico.
Logo me foi dito de rompão que os grandes humanistas eram cristãos.
É verdade. Na afirmação de que os humanistas do séc. XVI eram cristãos não há novidade, mas há a distinção de que Dante (1265-1321) abre A Divina Comédia com a noção de pecado ("Nel mezzo del cammin di nostra vita/mi ritrovai per una selva oscura,/ché la diritta via era smarrita.") e Camões (1525?-1580), logo no primeiro verso de Os Lusíadas ("As armas e os barões assinalados") coloca o homem (barões), qual titã, no centro do decassílabo a receber o acento predominante.
Cristão e católico era Tomás Morus (1478-1535) que não deixou de dar com A Utopia uma mãozinha à ideologia utópica de Karl Marx (1818-1883), uma vez que um e outro, representantes dos Ícaros e Prometeus de todos os espaços e tempos, não contaram com o pecado original (criminalidade hereditária) para a arquitectura das ilhas de sonho que apresentaram à Humanidade.
Ora o que vemos é que o ensino em Portugal caminha paulatina mas firmemente para a marxização dos conteúdos: prioridade do praticismo sobre o conhecimento, da acção sobre a moral, do quantitativo sobre o qualitativo...tudo resultando na destruição do ser.
Em conclusão, o humanismo antropocêntrico de quinhentos não queria subjectivamente este homem apenas horizontal do séc XXI, mas objectivamente contribuiu, e muito, para o mundo que hoje nos cerca e faz sofrer.

16 janeiro 2011

Estes homens são homens?


De que princípios e valores os meus detractores - quer nas ruas de Alcochete quer aqui neste blog - estão revestidos?
Quem na rua deu visibilidade ao ataque ao meu filho, vai ter que se justificar em Tribunal. Mas como é que eu me posso defender dos anónimos cobardes neste blog?
Dizem-me que a Polícia Judiciária poderá resolver estes casos de ofensas anónimas na Internet. Será que me obrigarão a enveredar por esse caminho?
Uma vez que encontram dificuldades no ataque à minha pessoa, decidem cevar-se no meu filho. Estes homens são homens?
O meu filho responde pelas opções e posições do pai no seio da sociedade?
Não julguem que com este fait divers me desviam um milímetro dos reais problemas de Alcochete: marxização dos eventos culturais, transmutação subliminar dos valores dos nossos pais e avós, aumento dos funcionários da Câmara, novo Centro de Saúde do Samouco que não funciona, promessas ao povo alcochetano que são mero espectáculo, desprezo pela resolução dos problemas do munícipe, marasmo em Alcochete neste séc. XXI, etc.
Não me desviarão nem um milímetro.

14 janeiro 2011

Sou anti-comunista e reaccionário

Comentando um comentário de anónimo que envolve a minha pessoa, devo aqui deixar claro o seguinte: se alguém sabe, de verdade, que eu ao longo da minha vida fiz e/ou disse qualquer coisa que me torna indigno como homem e professor dos filhos dos outros, saia do anonimato e escarrapache tudo neste blog, referindo o quando, o onde e a quem fiz e/ou disse qualquer coisa que me torna indigno como homem e professor dos filhos dos outros.
Eu não estou a insinuar que não tenho pecados, porque, se estivesse a insinuar que não tenho pecados, toda a minha estrutura mental ruiria por terra. Eu tenho pecados e de todos eles me arrependo, mas há pecados e pecados.
Quanto às acusações de que sou anti-comunista e reaccionário, é evidente que sou anti-comunista tal como sou anti-fascista, uma vez que comunismo e fascismo têm de comum o partido único, a polícia política, o culto do chefe, a censura, o corte das liberdades individuais, o peso pesado do Estado sobre a sociedade, etc., e sou reaccionário no sentido de que reajo ao comunismo, isto é, faço o exercício da reacção contra o comunismo, o que considero um dever impreterível do homem-homem.

13 janeiro 2011

Da categoria feminista de género ao conceito de mobilidade.


Quase não há nenhuma publicação da Câmara que não nos confronte com a palavra género. Esta é uma das palavras do politicamente correcto. Artigo sobre o feminismo que a dispense é para deitar ao caixote do lixo.

Mas saberão os piratas do politicamente correcto o que é a categoria de género, mesmo quando empregam esta palavra? Eu fiz os seminários de um Mestrado em Estudos sobre as Mulheres (Universidade Aberta) e sei que a apreensão do sentido desta categoria não é facil.

Por género entende-se as práticas de educação para o menino e para a menina. Por outras palavras, as múltiplas culturas da Humanidade desde que esta é Humanidade atribuem papéis aos meninos que em várias vertentes se distinguem dos que são atribuídos às meninas.

Ora eu pergunto: se o menino e a menina são diferentes, não será natural que os pais tenham discursos também diferentes para o que é diferente?

Por exemplo, quaisquer pais nunca direccionarão o discurso para a maternidade se falam com rebentos varões.

Mas ao fim e ao cabo, o que é afinal o género? O género mais não é do que a diferença de poder entre homens e mulheres. O que se pretende saber é: quem tem poder sobre quem? Para iludir esta questão, impõe-se a igualdade de género através de uma legislação que faz tábua rasa do que há de mais sagrado no ser humano, nomeadamente a identidade.

E quando se houve falar da luta contra a discriminação de género, saiba-se que, no fundo, se fala da igualdade de género, esta responsável por uma espécie de indiferenciação entre masculino e feminino. A partir daqui, cada um(a), qual célula estaminal com poder de escolha sobre si próprio(a), decide a orientação sexual que quer: heterossexualidade (passando esta a estar démodé), homossexualidade, bissexualidade, transexualidade, etc., etc., etc.

Em conclusão, género é uma categoria que extrai a sua carga conceptual do marxismo e ameaça empurrar-nos para a pior das escravidões alguma vez sofrida por homens e mulheres à face da terra.

Outra palavra do politicamente correcto à qual não teríamos o direito de nos furtarmos é mobilidade.

Quando leio estes textos escritos por gente sem alma na imprensa local, vem-me à cabeça a ideia de que estas esquerdas querem substituir liberdade por mobilidade.

Mas o que é esta mobilidade?

Esta mobilidade é a deslocação física de pessoas e coisas sob condições - dizem - sustentáveis (forçosamente tenho que embarcar nos clichés da tribo para não parecer um extraterrestre).

E então a mobilidade cívica, política, ética, moral, cultural, religiosa, espiritual, etc.?

Onde está a mobilidade cívica de um autarca que ofende gratuitamente um jovem por este pretender dar de beber a uma cadelinha num bebedouro público em vez de aproveitar a ocorrência para o exercício pedagógico do civismo?

Onde está a mobilidade política, ética e moral de uma câmara que quase exige tomar conhecimento prévio dos conteúdos de um jornal sob ameaça implícita de bloquear o envio dos próprios materiais de informação e publicidade para esse órgão de comunicação?

Onde está a mobilidade cultural de uma câmara que politiza os eventos culturais e abafa a cultura de raiz popular? Por que razão a Câmara Municipal de Alcochete não toma posição explícita sobre a Festa Brava, quando esta hoje sofre ataques como nunca os houve em Portugal?

Onde está a mobilidade do respeito devido à religião por parte de uma câmara que não desmunicipaliza a Fundação João Gonçalves Júnior, quando a fundadora, D.ª Mariana Gonçalves, colocou a sua doação sob a égide da Igreja Católica?

Onde está a mobilidade espiritual da câmara se esta é comunista e se o comunismo nega o Transcendente? Ou haverá uma espiritualidade intramundana como a que defende o ambientalismo? Que querem? Reduzir a mobilidade ao passeio da carne? NUNCA!

12 janeiro 2011

Nota de Impresa do PSD de Alcochete






NOTA DE IMPRENSA

Na sequência da Sessão Pública de Câmara realizada no passado dia 9 do corrente mês, na qual foi discutido e aprovado por maioria o Orçamento, o Plano Plurianual de Investimentos e as Grandes Opções do Plano (GOP”s) do Município para o ano de 2011, a Secção Concelhia do Partido Social Democrata / Alcochete vem, por este meio, trazer ao conhecimento público algumas das medidas, que considera pertinentes, para inclusão naqueles documentos e que, ao abrigo do Estatuto de Oposição e a convite do seu Presidente, teve ocasião de apresentar em oportunidade ao executivo autárquico.
Para o efeito, de realçar, desde logo, nas Funções Sociais a área prioritária da Educação. Devido às prementes e crescentes necessidades do concelho no que concerne à questão da Educação, torna-se, aos dias de hoje, consensual e evidente que, em especial no âmbito do 1º ciclo do ensino básico, o parque escolar em Alcochete se encontra em ruptura, não só pela má qualidade e deterioração dos equipamentos existentes como pela insuficiência das instalações, quer para a actividade lectiva quer para as actividades de enriquecimento curricular.
Assim, com vista a dar resposta no curto prazo a este estado de coisas, para além da construção do centro escolar de S. Francisco, assinala-se ser imperioso incluir nas (GOP’s) de 2011 a construção do centro escolar da Quebrada Norte, projecto que constituía prioridade do executivo e que agora se vê uma vez mais adiado para os anos seguintes.
Pelo que, face a esta situação e à inércia do executivo CDU em atacar tão sensível questão com a celeridade que se impõe, o PSD propôs o imediato arranque deste projecto para 2011.
Importa referir ainda que, nesta área, o PSD considera também ser indispensável incluir nas (GOP’s) do próximo ano, a ampliação e remodelação da escola da Restauração cujas instalações carecem de uma intervenção urgente, vindo assim, desta forma, ao encontro daquilo que a comunidade escolar vem exigindo há já algum tempo.
Por outro lado, no domínio das Funções económicas, com vista ao investimento e criação de emprego, o PSD entende que terá de ser adoptada nos próximos anos uma politica substancialmente diversa daquela que vem sendo seguida pelo executivo, introduzindo-se um sentido profundamente inovador e acabando-se com o seu carácter eminentemente despesista.

Nesse sentido, propôs-se o seguinte:



1. Criar um gabinete "Via Verde Empresário", a funcionar junto ao Gabinete de Apoio ao Munícipe, igualmente a criar, ou, em alternativa, na dependência do Sector de Empreendedorismo e Inovação/Divisão das Actividades Económicas e Turismo, para acompanhamento e apoio aos processos de prospecção, instalação e licenciamento de empresas no concelho.
2. A possibilidade de utilização do instrumento fiscal da autarquia como agente potenciador da captação de investimento privado, dirigido a empresas ou actividades estratégicas, aplicando-se nomeadamente as seguintes medidas:
a) Isentar do pagamento da derrama pelo período de três anos de actividade as novas empresas que se instalem;
b) Isentar do pagamento da derrama por um período de dois anos as empresas que, a partir de determinado ano, aumentem em mais 25% os postos de trabalho em permanência;
c) Isentar de taxas municipais as novas empresas que se instalem com mais de 20 postos de trabalho em permanência.

Por último, julga-se conveniente esclarecer toda a opinião pública local que, sendo o Orçamento e as Grandes Opções do Plano da total e inteira responsabilidade do executivo CDU em funções, foi, contudo, preocupação do PSD apresentar as medidas atrás enunciadas, as quais, embora propostas num quadro muito abreviado, visam, mesmo assim, contribuir de alguma forma para a melhoria da qualidade de vida da população de Alcochete e alavancar a economia local, tão carenciada está de um forte impulso dinamizador, capaz de a fazer sair do marasmo em que actualmente se encontra.

Alcochete, 28 de Dezembro de 2010

O Presidente da Comissão Política

Luiz Branco Batista



11 janeiro 2011

O Orçamento do Engano!

Foram aprovados na última Assembleia Municipal realizada em 21/12/2010, pela maioria CDU, as Grandes Opções do Plano (PPI e AMR’s) para os anos 2011/2014 e o Orçamento para 2011. O contexto económico e financeiro, as dificuldades e a própria situação política, que se vive actualmente em Portugal e um pouco por toda a Europa e pelo Mundo, cuja tendência de evolução para o presente ano é de agravamento, exige a todos os responsáveis políticos uma gestão de grande contenção de gastos e um esforço de criação de sistemas de apoios aos mais desfavorecidos. Ou seja, uma atitude de elevada consciência social em que a coesão seja a mola impulsionadora de toda a acção dos poderes políticos, em ambiente de elevada escassez de recursos.
Seria, deste modo, de esperar uma contenção no orçamento, assim como, mais apoios sociais. Puro engano! O orçamento aumentou cerca de 370.000€ (1,8%) e nem um cêntimo para Realojamento de Famílias ou Comparticipação a Famílias no âmbito do Programa de Recuperação de Imóveis Degradados e a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens viu a sua verba reduzida em mais de 170%.
Mas já lá vamos. Antes, para que se entenda bem do que vamos falar a seguir, vou recuar cerca de um ano, à Assembleia de apresentação do Orçamento para 2010. Aí, o Sr. Presidente da Câmara definiu as principais linhas políticas para o ano que agora findou. A saber: criação do Gabinete de Apoio ao Munícipe – Balcão Único (não executado); Construção dos Centros Escolares (o de S. Francisco está em construção e o da Quebrada terá os projectos concluídos durante este ano); Ampliação da Escola da Restauração (não executado); Candidatura à regeneração da Frente Ribeirinha de Alcochete (aprovada); Construção de um Reservatório de água no Samouco (não executado); Construção do Complexo Desportivo e de Lazer do Valbom (concluído); Ampliação do canil/gatil (não executado). Ou seja, orçamenta-se e publicita-se muito e faz-se pouco.
Mas voltemos a 2011 e comecemos por olhar para os valores da Receita: como é possível que em tempo de crise e de austeridade e quando o PCP “apregoa aos sete ventos” que o Orçamento de Estado, entretanto aprovado na Assembleia da República, vai levar o país à recessão, este executivo preveja receber mais 20% de Derrama? Quer dizer, o país, por um determinado período de tempo, vai entrar numa fase de contracção do seu ciclo económico, mas as empresas do concelho vão ter mais lucros tributáveis! Isto é coerente? E com a crise da construção que é do conhecimento público, será realístico prever receber 1 milhão de euros em obras e loteamentos? Em 2009, apenas foi executado cerca de 250.000€ e embora não hajam dados de 2010, não me parece que, de facto, tenha melhorado. Da mesma forma, como se pode prever um aumento das receitas de IMT na ordem dos 8%? Será que as transacções de imóveis vão aumentar num período de crise? E mais alguns exemplos, que me parecem claramente empolados: Ocupação de via pública: cerca de + 2800% (8.487€ em 2010 e 250.000€ previstos para 2011!); Publicidade: + 1300% (17.593€ previstos para 2010 e 250.000€ para 2011); Ramais, ligações e colocação de contadores: +20%, se praticamente não existem obras novas, como se justifica este aumento?)
Mas deixemos agora de lado a receita e olhemos para a Despesa. E aqui, caros munícipes, mais uma grande surpresa: as Despesas Correntes do Município aumentaram! Quando ninguém esperava que tal acontecesse, eis que aumentaram 3%! Ou seja, as despesas “fixas” da máquina municipal engordaram, em vez de perder peso e diminuir. As despesas com o pessoal diminuíram, fruto dos cortes salariais impostos pelo orçamento de estado, mas dentro destas, só mesmo as remunerações diminuíram, porque os Abonos variáveis ou eventuais aumentaram 30%, sendo que as despesas com a Segurança Social tiveram um incremento de 11%. Quanto à rubrica de Aquisição de bens e serviços cresceu 22%, com especial destaque para os Combustíveis e lubrificantes – novo aumento, desta feita de 3%, totalizando 276.973€ (em 2 anos esta rubrica aumentou 46%!), Limpeza e higiene que subiu 65%, 100.000€ para Comunicações, mais de 40.000€ para Publicidade (panfletos, outdoors, etc…) e ainda os Juros e Outros Encargos tiveram um aumento de 60%. No meio de tudo isto, os Bombeiros Voluntários de Alcochete recebem os mesmos 35.000€ de apoio ao seu funcionamento…
Debrucemo-nos, finalmente, nas Grandes Opções do Plano, que são compostas pelo Plano Plurianual de Investimentos e as Actividades Mais Relevantes. Ou seja, define o investimento no município para o ano de 2011. Aqui, a grande relevância de investimento vai para a Construção do Centro Escolar de S. Francisco e para o Programa de Regeneração da Frente Ribeirinha de Alcochete, dois projectos de vital importância para o Concelho. No entanto, existem outros investimentos, alguns que até já estavam previstos para 2010 e voltam a figurar nas Grandes Opções do Plano com a projecção da sua realização para o presente ano, como, por exemplo, a Recuperação do Campo de Jogos Exterior da Escola E.B.2,3 El Rei D.Manuel I, a elaboração da carta da REN, entre outros; ou então foram adiados, tal como a criação do Espaço do Empresário e Empreendorismo que estava prevista para o presente ano, mas foi estendida para 2012, como se não fizesse falta estimular o emprego em Alcochete. Contudo, registe-se a incongruência de algumas acções previstas para 2010, que não foram realizadas e que agora surgem em concretização para este ano de 2011 e para outros anos subsequentes, com aumentos francamente consideráveis. Senão, vejamos: Construção do Reservatório Apoiado no Samouco, em 2010 custaria 367.500€. Em 2011 está previsto investimento de 28.798€ e em 2012 de 480.251€, o que totalizará mais de 500.000€, cerca de +38%! Ou, por exemplo, a Construção do Canil/Gatil, que em 2010 tinha estimado um investimento de 75.000€ e em 2011 custará 98.649€, ou seja, cerca de mais 30%.
Em conclusão, mais uma vez, o executivo não conseguiu reduzir a despesa corrente autárquica, descobrindo receitas num oásis em perfeita mutação. Na procriação destas falsas expectativas, empola-se o Orçamento, mesmo convictos de que não vão cumprir com a maior parte dos investimentos orçamentados. No fim, cá estaremos à espera das justificações habituais.

Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
bancadapsalcochete@gmail.com

Mais depressa que se pensa isto pode acontecer em Portugal.



O deputado federal Jair Bolsonaro mostra o que o Partido dos Trabalhadores (PT) e respectiva militância gayzista oferecem a uma nação maioritariamente cristã: a doutrinação escolar das crianças, incentivando-as às práticas do homossexualismo. Um crime grotesco realizado à escala nacional.
Sabe-se que as crianças ainda não estão maduras sexualmente e que uma formação normal, uma vida psicológica sem traumas e desprovida de influências nefastas torná-las-ão logicamente adultos heterossexuais.
Mas os comunistas e progressistas em geral não querem saber nada disso. Pretendem, quais deuses fossem, redesenhar a moralidade e o comportamento humano de acordo com premissas totalitárias, passando por cima da família e pisando os factos mais elementares da natureza humana.

09 janeiro 2011

Um dia com Cavaco Silva


Encontrei-me, pelas 10h30, dia 08-01-2011, com o sr. Luís Batista, Presidente do PSD/Alcochete, no Largo do Poço. Depois de tomarmos café na Londres, partimos para o Montijo.
No Montijo, frente ao Cinema Teatro Joaquim d'Almeida, juntei-me ao sr. António Carapinha, companheiro mais pontual que eu, cumprimentei o Dr. Manuel Almeida e vi o sr. Bento Ferreira, Presidente do CDS-PP/Montijo. No conjunto, penso que estava ali mais de uma centena de pessoas. A maioria do pessoal seria do PSD/Montijo, mas também se viam sociais-democratas de Alcochete.
Cavaco Silva chegou já depois das 11h00. Na comitiva vinha também o deputado centrista da Assembleia da República e Presidente da Distrital Nuno Magalhães com quem falámos.
Quando a maioria dos apoiantes presentes de Cavaco Silva já tinha cumprimentado o candidato, o António e eu fomo-nos posicionando para ver se também o cumprimentávamos, o que sucedeu, recebendo eu, além do aperto de mão, duas palmadinhas no ombro dadas pelo Presidente da República com aquela familiaridade de quem já me conhecesse. Mas é claro que eu nunca tinha sido visto alguma vez por Cavaco Silva. Quando este era primeiro ministro, a redacção do Jornal "Echo d'Alcochete" recebeu um cartão de congratulações dirigido ao director daquele mensário que era eu. Custa-me, no entanto, presumir que em tão poucos segundos o candidato em campanha estabelecesse alguma relação com factos de um passado já tão distante.
Depois, António e eu seguimos para Setúbal. O tema da conversa foi o sr. Bento Ferreira, pessoa que identifico, mas com a qual nunca tive o prazer de falar na minha vida.
Chegados ao Pavilhão Antoine Velge localizado no Estádio do Vitória de Setúbal, já lá estava muita gente. Não tivemos dificuldade em escolher a nossa mesa. Bem eu queria lançar o meu olhar de observador atento e discreto a todos os pontos daquele amplo espaço se tal privilégio me fosse concedido por tanta força de histórias do meu companheiro António. Mesmo assim, não me passou despercebida a chegada do General Ramalho Eanes. Eu fiz questão em cumprimentar um homem verdadeiramente merecedor deste nome como poucos houve depois do 25 de Abril.
Finalmente, chegou o candidato Cavaco Silva, verdadeiro delírio com toda aquela música por Portugal e bandeiras agitadas no ar.
Seguiram-se os discursos. Primeiro o do mandatário distrital da candidatura, homem inflamado, proferindo aqui, acolá e além frases estruturalmente de esquerda, sem eu saber ao certo se por deficiência política ou se por estratégia, inclinando-me para a segunda hipótese. A seguir, subiu ao palco o candidato Cavaco Silva a Presidente da República cujo discurso foi o de um verdadeiro líder e homem de Estado.
Vem o almoço que paguei: havia bom vinho, tinto e branco, o caldo quentinho estava uma delícia, trouxeram os pratos - arroz de pato e bacalhau com natas - sobremesa e café.
E agora o regresso e a cadeia de histórias do meu companheiro António até casa.
Valeu a pena.

Marxização da cultura em Alcochete

A Gramática é um universo feito de regra.
Ora o ódio à Gramática é o ódio à liberdade. Na verdade, sem regra não há pensamento rigoroso e sem este não há liberdade. Eis por que quanto mais regra mais liberdade.
Quando uma criança fala, é com a lógica aristotélica que fala, pois lógica gramatical e filosófica são uma só.
Destruir a Gramática é destruir os alicerces de uma civilização, exactamente o que visa o marxismo, ideologia pneumopatológica do comunismo porque receia os conceitos filosóficos por sofrer de logofobia.
Quando falamos de regra, do que estamos a falar? Estamos a falar de ordem que, inexoravelmente, vem antes e é condição sine qua non da liberdade.
Mas a ordem não é um produto do real, porque se tal admitíssemos, estávamos a criar os pressupostos para a afirmação de que Deus, a Ordem Suprema, é produto do real. Isto é o que defende o marxismo porque não reconhece a ordem do logos na constituição do ser. Este é destruído para escancarar as portas à revolução encarada como a única realidade: "...novos modos de dizer a realidade a partir de uma nova gramática" sic.
Carregar na imagem para ver melhor.

06 janeiro 2011

Cavaco veta o diploma de simplificação de mudança de sexo - Sol


Cavaco veta o diploma de simplificação de mudança de sexo - Sol

Eis do que se entretêm bloquistas, comunistas, verdes, socialistas e até gente do PSD.

O Grupo de Forcados Feminino de Benavente


Já não me recordo onde, mas posso garantir que em tempos defendi a integração de mulheres em grupos de forcados.

Como de costume, todos se riram de mim...quando eu sei que a primeira reacção do ignorante é rir.

O que me diziam era que os seios impedem as mulheres de pegar toiros, pensando eu cá comigo que o par de bolas que os homens também têm não os inibe de pegar toiros.

Por sugestão de José Alberto Terras, visitei o blog http://aficionadosdamoita06.blogspot.com/, deparando-me com uma cena muito para lá do que eu tinha pensado há anos: o Grupo de Forcados Feminino de Benavente.

Hoje, elas pegam novilhos cujo tamanho já mete respeito; amanhã, certamente, aventurar-se-ão aos toiros, estando nós conscientes de que, sejam pegadores ou pegadoras, é sempre a epopeia da coragem e esforço que se canta.


05 janeiro 2011

Sou...


Se não fosse patriota, entraria em contradição sempre que denuncio o comunismo; não me assumo monárquico, mas não me repugnaria nada uma monarquia constitucional; sou aficionado porque descobri que a Festa Brava é um travão ao avanço do comunismo; sou conservador no sentido de que defendo a mudança como meio e não como fim.

04 janeiro 2011

De Marx e Engels a Alcochete


O Manifesto Comunista (1848) de Karl Marx e Friedrich Engels começa assim: «A história de todas as sociedades até ao momento presente é a história das lutas de classes».

Meus amigos, vamos à verdade, pois só com esta eu me entendo. Tempos já lá vão que me levaram atrás desta cantilena repugnante, tempos esses que correspondem aos mais negros da minha vida.

Aquelas palavras de Marx e Engels expressam talvez a maior idiotice que recaiu sobre a humanidade desde que esta é humanidade.

Imaginemos que Aristóteles ressuscitava e que a primeira coisa que lhe davam a ler era aquele primeiro parágrafo de O Manifesto Comunista. Ao Estagirita dar-lhe-ia logo um colapso e cairia de novo na tumba.

Mas por que perdemos a capacidade de recuar às causas das coisas?

A expansão do Império Romano que teve a ver com as lutas de classes? Nem estas tiveram alguma coisa a ver com a Reconquista Cristã cuja causa foi o alargamento do território e a dilatação da Fé Cristã.

Eis também por que, quando se defende que Alcochete é terra fundada pelos Romanos, postergamos a nossa História para a bruma dos tempos, obliterando o inimigo estrutural, o árabe, contra o qual nos levantámos como nação independente.

03 janeiro 2011

Da Fundação da Nacionalidade a Alcochete

A Fundação da Nacionalidade firmou-se na luta contra o inimigo estrutural que era o árabe, vulgarmente conhecido por mouro, do Latim maurus, escuro.
Tomados aos mouros por D. Afonso Henriques os castelos de Lisboa (1147) e Palmela (1148), Alcochete cai na posse dos cristãos.
Aqui cabe uma pergunta: Alcochete teria sido terra moçárabe, isto é, terra de cristãos submetidos aos árabes? Nada sobre isto nos diz a tradição. O que esta nos diz é que Alcochete foi fundada pelos árabes. Ora, pelos estudos que fiz, sei que não há nenhuma tradição absolutamente gratuita.
Costumava dizer o professor Francisco Leite da Cunha, a plenos pulmões, que a Igreja Matriz de Alcohete se erguia sobre uma antiga mesquita árabe, prática habitual por parte dos grupos da reconquista cristã: os vencedores, para selar a posse das terras, destruíam o templo dos vencidos e sobre a mesma área sagrada erguiam o próprio templo.
Passei o dia deste último Natal em Silves, sendo-me dito por amigos que a Sé desta cidade algarvia foi construída sobre uma mesquita.
Então, por que razão há pessoas em Alcochete, nomeadamente o sr. Miguel Boieiro, a defender que Alcochete é uma terra fundada pelos Romanos? Na minha visão das coisas, o posicionamento dessas pessoas almeja varrer da memória colectiva a luta que nos opôs aos árabes, nos agregou e levantou do chão como nação.
Assim, com uma subtileza que tem o condão de passar por inocente, o assumido comunista Miguel Boieiro dá o contributo para o esbatimento do patriotismo a favor do internacionalismo totalitário.

02 janeiro 2011

Imprensa árabe chama 'massacre' ao ataque na igreja de Alexandria - Sol

Imprensa árabe chama 'massacre' ao ataque na igreja de Alexandria - Sol

Ainda sobre a aliança estratégica das esquerdas e Islamismo

O Islamismo não é contrário à propriedade privada porque defende o mercado livre. Todos sabemos que este não existe sem aquela.
O que o Islamismo quer é submeter o mundo à Sharia, a lei islâmica.
O crente do Islão crê que tem acesso directo ao Absoluto. Esta crença, atenuada no Cristianismo pela fé no Mediador Jesus Cristo, reflecte-se na própria conduta do fiel a Alá, propenso à posição absoluta face a todas as dimensões da vida.
Esta mundividência, dada ao homem pelo Islão, posiciona-se na onda dos totalitarismos tão prezados por não poucos parasitas do capitalismo, caso de megacapitalistas ou, talvez melhor dito, metacapitalistas que vêem nos socialismos, tendo a aquiescência destes, o instrumento ideal para a consecução e execução dos planos mais macabros que hoje pesam sobre as cabeças dos homens e mulheres de todo o mundo.
Evidentemente que para quebrar o capitalismo normal (sujeito a normas), urge desfalcar os consumidores porque são estes que dão vida àquele, razão por que é defendida a redução drástica da população mundial, estando toda a liberalização sexual, por mais incrível que pareça à primeira vista, a favor dessa mesma redução.
Por outro lado, a admissão do mercado livre por parte da lei islâmica vai submeter-se à liberdade da Sharia que não é igual à liberdade do mundo cristão. Assim, poderá haver mercado, mas não aquele, que hoje, entre nós, é uma garantia de direitos individuais.
Se o destino da Humanidade fosse este, voltaríamos, mutatis mutandis, à Idade Média, isto é, ao domínio de alguns senhores sobre os servos que bastassem.
Não vou apresentar a vasta bibliografia, parte da qual possuo, que sustenta todas estas ideias. São autores de todo o mundo, homens do mais alto gabarito intelectual, espalhados pelas universidades dos cinco continentes.
No entanto, não resisto a informar que um dos grandes sábios que mais contribuiu para despertar a minha consciência política foi Eric Voegelin.

31 dezembro 2010

Bom Ano

Despeço-me deste ano despedindo-me na participação neste blog.

É cada vez mais um instrumento político, e não tem nada haver com o que foi no inicio e no qual não me revejo, sendo que englobo aqui também neste "inicio" o antecessor deste blog, o tágides.

Preferia que fosse um espaço para debater outros temas que não apenas as querelas do poder local. Transformo este desabafo em desejo para 2011, que este espaço encontre forma de debater mais outros temas importantes.

Desejo a todos um óptimo 2011.

30 dezembro 2010

A esquerda no mundo é só uma

A esquerda no mundo é só uma. Nós podemos pluralizar e dizer as esquerdas, mas a estrutura mais básica destas é só uma, a marxista.
Em Portugal, os partidos que representam a esquerda com assento na Assembleia da República são o BE, o PCP, o PS e até franjas consideráveis do PSD. Quando estes partidos deixam passar legislação que lese a sociedade, estão a prestar serviço ao ideário de esquerda.
As esquerdas, hoje em dia, mantêm uma aliança estratégica, não expressa, com o islamismo - vertente política do Islão - contra a Civilização Ocidental Judaico Cristã. Mas o que significa afirmar isto? Significa, logicamente, que as esquerdas não estão de mãos limpas face ao terrorismo. Até parece que já estou a ouvir gente a perguntar-me: os nossos autarcazitos andam por aí a deitar bombas? Não! Os nossos autarcazitos não andam por aí a deitar bombas, mas inserem-se na onda cuja crista satura de violência para submeter o mundo a Alá (Allah) ou acabar com o capitalismo normal e regredir à era pré-industrial. Este projecto de lesa-humanidade obriga à redução drástica da população mundial, razão por que as esquerdas de toda a parte apoiam, por exemplo, legislação a favor do aborto e homossexualismo, este e aquele condenados quase absolutamente pela Sharia, a lei islâmica. Mas nada disto interessa ao actual estádio de transformação do homem e do mundo.

29 dezembro 2010

Movimento Associativo de Pais (MAP) no Concelho de Alcochete

Recebi do Sr. Henrique Infante da Câmara o seguinte texto que passo a reproduzir na integra, aproveitando também para lhe deixar públicamente os meus parabens pelo seu excelente trabalho no movimento assiciativo de pais em Alcochete:
"Num ano em que tanto se falou no nosso Concelho do Movimento Associativo de Pais por via da eleição dos primeiros Órgãos Sociais da FAPEECA (Federação das Associações de Pais e Encarregados de Educação do Concelho de Alcochete) no início de 2010,eis senão quando me deparo em pleno Natal sem que houvesse por parte da nossa digníssima Federação qualquer manifestação/evento que tivesse como objectivo a confraternização entre as várias APEE’s do Concelho, os alunos e seus Enc.Educação, os docentes e não docentes que laboram nas nossas Escolas, enfim, toda a Comunidade Educativa.
Comentarão uns, para quê Festas?!...
Dirão outros, que bom podermos estar juntos a assistir a um bom espectáculo, gratuito ainda para mais (em época de crise sabe sempre bem!) e confraternizarmos um pouco!!!
Pois bem, foi nessa perspectiva que a APEE da Escola Secundária de Alcochete, composta por uma excelente equipa de E.E. e liderada por mim, Henrique Infante da Câmara, neste momento a funcionar como Comissão Administrativa, pois infelizmente (ou talvez não !...) ainda não se apresentaram a eleições 11 Pais corajosos com vontade de dar continuidade a este projecto por nós iniciado quase à três anos, que mais uma vez realizámos o nosso Festival de Natal (já vamos no 3º ! ) onde ,para além de proporcionarmos um são convívio entre toda a Comunidade Educativa que teve o privilégio de se deslocar ao Forúm Cultural de Alcochete no passado dia 14 de Dezembro, temos ainda o enorme prazer de levar a palco alguns grandes artistas completamente desconhecidos da nossa população e de lhes publicitarmos os seus trabalhos, pois é também essa a forma de lhes agradecermos, em virtude de todos eles actuarem generosamente.
E foi mais um êxito este evento por nós organizado, com o auditório do Forúm a registar um número de entradas a rondar as 180 pessoas, apesar da intempérie que se verificou nesse dia.
Algo diferente de outros eventos ,realizados por outras APEE’s ( Federação incluída ) onde 3 ou 4 dezenas de “amigos e seus familiares” se juntam para assar e comer um porquito dentro de uma Escola pública…
Ah, já me esquecia de dizer que infelizmente nenhum elemento dos O. Sociais da Fapeeca teve oportunidade de se deslocar ao referido evento, patrocinado por uma das suas Associadas, nem tão pouco se dignaram agradecer o convite que lhes foi endereçado ou ainda justificar a ausência, mas tais actos também já vão sendo usuais, portanto…
Entretanto ,como tenho vários filhos e com idades diversificadas e estando também a fazer parte dos O.Sociais da APEE-Valbom ,realizámos também este ano, pela 1ª vez ,uma Festa de Natal ,que decorreu no passado dia 10 de Dezembro ,no auditório da Casa do Povo e ... MAIS UM ÊXITO ESTRONDOSO, com sala completamente cheia (+- 170 pessoas ) e todos a adorarem o espectáculo.
QUE ME DESCULPEM OS MEUS “ INIMIGOS DE ESTIMAÇÃO “ MAS ,INFELIZMENTE PARA ELES ,ESTES DOIS EVENTOS FORAM ,EFECTIVAMENTE, DOIS ÊXITOS !
Os meus Parabéns, também, para todos os novos Pais que compõem os O. Sociais da APEE-Valbom !
Ah, também aqui a nossa digníssima Federação não se fez representar…
Talvez ainda andem muito ocupados/as com os projectos das CAF’s e AEC’s, (que tantas falhas têm tido! ) pois foi a única “ocupação “ que tiveram desde que assumiram funções, infelizmente ,também ,a “reboque “ de outros.
Como tantas vezes tenho dito,não basta querer...é preciso saber e ter tempo disponível para um bom desempenho dentro do MAP.
É preciso também que se ponham de lado as “cores políticas” dentro das APEE’s e que se deixe trabalhar quem quer trabalhar em prol duma causa tão nobre quanto esta que nos move.Só assim poderemos tentar proporcionar aos nossos jovens uma EDUCAÇÃO DE EXCELÊNCIA.
A TODOS DESEJO UM ÓPTIMO 2011 !"

Henrique Infante da Câmara
(Comissão Admistrativa da APEE-ESA)

Aliança e ameaça do islamismo-esquerdismo


Daniel Pipes (num motor de busca veja quem é), em http://www.midiaamais.com.br, através do artigo "O novo inimigo da esquerda: Império", referindo-se à obra de Ernest Sternberg Purifying the World: What the New Radical Ideology Stands For, começa por dizer o seguinte: «Nós sabemos o que Marx, Lenin, Stalin e Mao queriam (controle estatal de tudo) e como eles alcançaram essa meta (totalitarismo brutal); mas o que seus sucessores de hoje desejam e como eles esperam consegui-lo?» [...].
Mais à frente dá-nos a noção do que é Império para os novos esquerdistas: «...um suposto monólito global que domina, explora e oprime o mundo» [...]. E prossegue umas linhas abaixo: «O Império alcança isso por meio do liberalismo económico, militarismo, corporações multinacionais, mídia corporativa e tecnologias de vigilância. E porque o capitalismo causa milhões de mortes que um sistema não-capitalista eliminaria, é também culpado de assassinato em massa».
Denunciada a inversão do real levada a cabo pelos novos esquerdistas, o discurso de Daniel Pipes continua: «Os Estados Unidos, obviamente, são o Grande Satã...»[...], promotores do próprio terrorismo de que são alvo. E como que por antítese, «...Israel é o Pequeno Satã, servindo como o aliado sinistro do Império...» [...], sem ser preterida a pergunta se Israel se levanta em mestre do mesmo Império.
Ora é aqui que chego ao parágrafo de Daniel Pipes que me levou a este pequeno esforço: «Para confrontar os recursos superiores do Império, a esquerda precisa se aliar com qualquer outro que se opõe a ele - notadamente os islamistas. Os objectivos dos islamistas contradizem os da esquerda, mas isso não importa desde que os islamistas ajudem a combater o Império eles têm uma posição valiosa na coalizão» sic.
O que Daniel Pipes diz no resto do seu artigo já não interessa sobremaneira para ilustrar a minha afirmação, feita aqui neste blog, de que há uma aliança estratégica entre as esquerdas e o islamismo contra a Civilização Ocidental Juadaico-Cristã. Mas se, mesmo assim, persistirem dúvidas, leia-se do mesmo Daniel Pipes "Aliança Ameaçadora [dos islamistas-esquerdistas]" em http://pt.danielpipes.org/5724/alianca-ameacadora-dos-islamistas-esquerdistas e cada leitor retire as suas próprias conclusões.

Nota: este conceito de "Império" vem dos intelectuais de esquerda Michael Hardt e António Negri por meio de uma obra muito lida e discutida um pouco por todo o mundo, cujo título é mesmo Império da Editora Livros do Brasil.

O Ocidente Islamizado


«[...] A desilusão com o comunismo soviético e chinês produziu o imediato retorno aos motes do iluminismo francês, com a nova divinização da ciência e a mais virulenta campanha anti-religiosa de todos os tempos, subsidiada por verbas milionárias, fortemente amparada pela indústria do show business (O Código da Vinci, O Corpo, e agora O Túmulo de Jesus), abrilhantada por ídolos pop da divulgação científica como Richard Dawkins, Daniel Dennet e Sam Harris e coroada por uma sucessão impressionante de legislações repressivas promovidas directamente pelos organismos internacionais e voltados contra a expressão pública da Fé. Injectada num ambiente previamente preparado pelo politicamente correcto, e coincidindo no tempo com a nova onda de anti-semitismo europeu e com a matança generalizada de cristãos nos países islâmicos e comunistas, a campanha dá um passo enorme no sentido da extinção do legado civilizacional judaico-cristão e na instauração mundial da social-democracia laica, o prémio de consolação dado pela elite globalista à esquerda mundial pelo fracasso do comunismo russo-chinês. Ora, a absoluta incapacidade da social-democracia laica de resistir à invasão cultural islâmica já está mais do que demonstrada na prática. [...]» (A partir daqui, o autor, o filósofo Olavo de Carvalho, em http://www.olavodecarvalho.org refere importante bibliografia que eu resolvo não transcrever).

28 dezembro 2010

Austrian MP Ewald Stadler adresses Turkish Ambassador with Eng Subs




O deputado austríaco Ewald Stadler diz ao embaixador turco em seu País o que todo o cidadão ocidental deveria dizer a quem, em nome do multiculturalismo (defendido pelas esquerdas), faz vista grossa à sanha islamofascista. Esta, através do terrorismo e da estratégia imigratória e demográfica (também defendidas pelas esquerdas), visa impor a Sharia (lei islâmica) nas democracias capitalistas estabelecidas sobre padrões culturais e morais judaico-cristãos.

27 dezembro 2010

Os comunistas só param quando destruírem tudo

Desde o tempo do Tágides e por este blog fora sempre disse que os comunistas só parariam quando destruíssem tudo.
Claro que eu sei que os comunistas nunca param e a ideia de que os comunistas passarão a destruir a própria destruição quando não tiverem mais nada para destruir é paródia que não é assim tão gratuita como parece.
Entre nós, veja-se o que os comunistas fizeram no Moisém. O que lá se vê não é um crime urbanístico que destrói a frente ribeirinha de Alcochete? Então pergunto: como é que agora nos vêm falar da Regeneração da Frente Ribeirinha de Alcochete?
Por favor, não façam pouco das pessoas.
Os comunistas só param quando destruírem tudo. O que lhes está no sangue é a transformação do mundo. Transformar o mundo é revolucionar o mundo, é levar a revolução a tudo o que é cidade, vila, aldeia, lugar no mundo.
Em Alcochete nunhum lugar ficará como dantes. Há que transformá-lo, revolucioná-lo para que alcochetano nenhum se venha a identificar com ele, logo para que alcochetano nenhum o defenda, deixe andar, fique apático, até que todos sejam dominados.
Porra! Deixem em paz o património urbanístico herdado dos nossos avós e tentem minorar as situações infra-humanas vividas em muitos lugares do Concelho. Isto não vos agrada, ó hábeis defensores dos trabalhadores?!

26 dezembro 2010

Da megalomania do Governo PS à da Câmara de Alcochete

Os tiques dos socialismos podem mudar de amplitude, mas estruturalmente são sempre os mesmos.
Não há dinheiro para Justiça, Educação, Saúde, etc., mas há projectos megalómanos por parte deste Governo socialista, caso, por exemplo, do Comboio de Alta Velocidade.
À escala do nosso Concelho, os autarcas comunistas reduziram a megalomania do Train à Grande Vitesse (TGV) à Regeneração Urbana de Alcochete (RUA).
Na rua estamos todos nós, sem dinheiro para mandar cantar um cego que aqueça a nossa alma!
Não seria muito mais do agrado das populações que os comunistas pusessem o novo Centro de Saúde do Samouco a funcionar condignamente e renunciassem a esta propaganda rasteira e sem freio para alienação de muitas consciências?

23 dezembro 2010

NATAL

À minha familia;
Aos meus Irmãos e Irmãs;
A meus Manos;
A meus Amigos e Amigas;
Aos meus adversários e competidores;
Aos meus colaboradores, cooperantes, colaboradores e clientes;
Aos meus companheiros e camaradas (militares);

Nesta quadra todos renovamos a esperança numa Nova Ordem, numa nova luz que nos ilumine. Crentes ou não, acreditamos num ano melhor para o Mundo em geral e em particular para os países pelos quais tenho enorme dedicação.
Continuo acreditar numa Humanidade com seres mais perfeitos e com os conhecimentos que respeitem o outro que está ao lado.

Sem excepção, a todos desejo um Feliz e Santo Natal e um Ano Novo muito próspero



Os melhores cumprimentos


Zeferino Boal

Bom Natal e Ano Novo


Para todos os autores deste blog e visitantes um bom Natal e Ano Novo.

A unir-nos está o facto de sermos todos filhos do mesmo Pai, verdade verdadinha a ser relembrada a todos os esquecidos.

O Natal é o Menino Jesus que é Deus para nos salvar o ser.

22 dezembro 2010

João Marafuga a João Pinho


Não tenho receio nenhum que discorde de mim. Deve fazê-lo. Sempre desconfiei das pessoas que sistematicamente concordam comigo.
Aos meus alunos eu pedia-lhes que discordassem de mim. E não poucos o faziam com cabeça, tronco e membros.
O que me preocupa é o facto de as pessoas não reconhecerem rostos quando parecia ser um dever que os reconhecessem.
Há um desfasamento na nossa comunicação que era pressuposto não haver. Para quê estar aqui com falsas modéstias?
Sei auto-avaliar-me, razão por que sei possuir um grau de consciencialização política acima do de João Pinho. Desculpe, mas eu repito, não sou de falsas modéstias.
O que me custa aguentar é o seguinte: como é que o João Pinho não dá provas de saber avaliar com justeza o João Marafuga? É que eu partia do princípio de que o meu amigo seria capaz de se habilitar a essa avaliação.
Quando eu olho para um rosto asseado, eu logo penso que esse rosto também é capaz de ver algum asseio no meu, o que pode suscitar aproximação: pares cum paribus facilime congregantur. Ora isto connosco não se está a verificar.
Mas por que motivo o meu amigo fala no medo? Que raio vem a ser isso?
"Tom acentuadamente intimidatório"? Qual a razão? Por falar sem papas na língua como se vê neste próprio texto? Quando deixar de falar sem papas na língua deixarei de ser o Marafuga. Eu sou o Marafuga!
O João Pinho nunca falou uma única vez comigo na vida e já me aconselha? E acha que por eu falar assim não sou humilde? Eu sei que a humildade é a verdade e que a humilhação é a mentira.
Com toda a responsabilidade que recai sobre o homem, o cristão, o professor que sou, digo ao João Pinho que ideologicamente o meu amigo é uma confusão. Por exemplo, vê virtualidades no marxismo, quando este é a "filosofia" do comunismo que matou milhões e milhões de pessoas.
"Todos em conjunto" com socialistas e comunistas? Nunca, nem mesmo no Natal.
Finalmente, fico grato por me desejar a generosidade do Menino Jesus que é Deus para nos salvar o ser.

Bruxelas: Comunismo e nazismo não são a mesma coisa - Sol

Bruxelas: Comunismo e nazismo não são a mesma coisa - Sol

O sorriso da estrela!

Não se pretende aqui efectuar um balanço de 2010 no entanto todos reconhecemos as adversidades que o Pais atravessa, dificultando naturalmente a vida de inúmeras famílias. Vivemos um período de austeridade, que nos condiciona em todas as facetas da vida mas fundamentalmente no capítulo financeiro.
Apesar da conjuntura socioeconómica, as famílias, uma vez mais, numa autêntica “ginástica” financeira repleta de patriotismo, vão dificilmente contornando os obstáculos e fazendo a sua vida muito condicionada aos problemas já referidos. Deste modo o ano chega praticamente ao fim e com ele surge a mais bela Quadra do Ano.
O Natal é motivo de emoção, de desfrutar desse momento tão belo e nobre como seja o nascimento de Jesus Cristo. Contudo e simultaneamente, é tempo de reflexão, e face aos motivos que iniciaram este meu périplo, quiçá de consternação e sobretudo preocupação.
Numa noite sublime, única, como é a noite de Natal, já pensaram quantas famílias no nosso concelho vão estar sós, abandonadas?
Quantas famílias no nosso concelho não possuem uma habitação digna?
Quantas famílias no nosso concelho não podem usufruir da tradicional ceia de Natal, sendo certo que muitas delas passam inclusivamente fome, até porque não duvidem, existe fome no nosso concelho?
Quantas crianças no nosso concelho gostariam de receber uma prendinha na noite de Natal e para elas esta noite será uma igual a tantas outras já vividas?
Podereis equacionar a minha retórica mas creiam que esta realidade existe, e nalguns casos concretos com uma descrição significativamente pior do que aquela que aqui refiro, no entanto os políticos da nossa Praça continuam preocupados com outros valores…descurando completamente os valores humanos, os princípios básicos da vida, as condições elementares da sobrevivência no Concelho. Diminuem-se as habitações sociais, diminuem-se as preocupações com o encerramento do espaço da Cruz Vermelha Portuguesa em Alcochete, onde através de colaboradores voluntários se desenvolviam várias acções sociais, alegam-se competências, atribuem-se responsabilidades ao dito “poder central”, mas ter atitude, exercer iniciativa, dinamizar projectos, acompanhar ideias de solidariedade sem querer assumir o protagonismo da acção, isso ao que parece não é política. Provavelmente não gera votos, mas esta é a política que eu sei desenvolver, é a política que pratico, pois para mim, as pessoas estarão sempre em primeiro lugar!
E existe tanto, mas tanto por fazer pelas pessoas, basta consultarmos o Instituto Nacional de Estatística, Alcochete é um dos piores municípios da península de Setúbal e da Grande Lisboa em termos de indicadores ambientais. O sistema público de abastecimento de água serve apenas 88% da população, somente 76% dispõe de sistemas de drenagem de águas residuais e da ETAR beneficiam apenas 77% dos residentes. Ainda são cerca de 2.000 pessoas a consumir água de poços em detrimento da água da rede pública.
Estes são alguns bens básicos que associados a outros aqui não referidos deixam-nos numa posição bastante fragilizada comparativamente a outros Concelhos. As pessoas, a população necessita que lhes sejam dadas condições de vida. Não podemos ignorar ou fazer de conta que está tudo bem, não…não está, e se para uns Alcochete é terra de encantos e emoções, creiam que para muitas das nossas famílias esse oásis ainda não foi encontrado.
Reflictam sobre isto, conversem em família, no restaurante, nas associações ou colectividades, nos cafés, na rua, conversem…pelo menos ergam a vossa voz e manifestem a vossa preocupação perante a passividade e a inoperância com que estes problemas tendem a ser resolvidos.
Agora, chegados à noite de Natal, faço votos que na imensidão dessa pintura magistral designada por céu, exista uma estrela que sorria para si.
Nesta noite abençoada, preencho o meu coração de pedidos de uma vida melhor para todos.
Não percam a esperança, acreditem que existe sempre alguém, que de uma forma ou de outra, estará sempre convosco.
Neste Tempo de Paz e Amor, importa repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo o que a cerca.
É tempo de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança renovada e que mora dentro dos nossos corações.
É tempo de entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui ou pelo cargo que ocupa.

Que sejamos justos, enfim, para merecermos as bênçãos de todos os céus.

Feliz Natal!


Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
bancadapsalcochete@gmail.com

20 dezembro 2010

Palavras bonitas que cobrem a degeneração

Vá ao blog http://blog.miguelvaledealmeida.net , leia o artigo "Serviço cívico" e veja como palavras tão bonitas cobrem a degeneração.
Claro que me vão chamar homofóbico, embora eu não consiga perceber que o seja por estar contra o "casamento" homossexual.
Brevemente, nótulas como esta num jornal ou num blog poderão levar os seus autores à barra dos tribunais.
É este o Portugal que agora temos por mão de socialistas, comunistas e bloquistas.

Degeneração Urbana de Alcochete

Na publicação de propaganda camarária "Regeneração Urbana de Alcochete" fala-se de estacionamento a propósito da requalificação do Miradouro Amália Rodrigues; da Rua do Norte e Largo da Misericórdia; da Avenida D. Manuel I; da Rua Chão do Conde e Rua Carlos Manuel Rodrigues Francisco; da Rua João de Deus e Rua do Catalão; do Largo Coronel Ramos da Costa e Largo João da Horta, mas certamente que estes autarcas não pretendem inculcar-nos a ideia de que as requalificações em causa resolverão os problemas do estacionamento automóvel.
Por mais que se requalifique e ainda que haja alguma recuperação de espaço, tais factos não suprirão as dificuldades crescentes de parquear automóveis em Alcochete.
Desde o tempo do Tágides e ao longo de todo este blog, várias pessoas, eu incluído, têm sugerido a criação de alguns parques de estacionamento periféricos à vila, solução que se nos afigura mais económica e salubre que as tenebrosas cavernas modernas, ideia que nunca teve a mínima receptividade por parte da Câmara.
Fecho este meu texto, desejando vivamente que a "Regeneração Urbana de Alcochete" não se vire na degeneração desta nossa querida vila de Alcochete.

Abono de família: CDS-PP, Bloco e PCP tentam travar cortes - Sol

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