Os resultados eleitorais foram claros, o povo decidiu em consciência e, quero desde já, dar os meus mais sinceros parabéns a Luís Franco e toda a sua equipa.
Têm agora mais um mandato para concretizar as propostas que fizeram há quatro anos. Neste mandato que agora se inicia, já não há lugar a desculpas como “tivemos que equilibrar as contas da câmara municipal” nem mesmo para o “estamos a estudar” ou o “temos que projectar”, a partir de hoje é tempo de agir, agir e resolver os graves problemas que temos em Alcochete.
Gostaria agora de fazer uma pequena análise sobre o que no meu entender foram as causas destes resultados eleitorais:
Em primeiro, a erosão interna dos partidos da oposição, o PS passou quatro anos a olhar para o umbigo, em lutas internas, que em nada dignificaram a actividade deste partido, quer na Assembleia Municipal, quer na Câmara Municipal, onde dispunham de três vereadores, que não apresentaram em todo o mandato uma única proposta para Alcochete.
Por outro lado, António Maduro, chega à campanha tarde, com um projecto com algumas lacunas, quer na forma, quer no conteúdo. O PS perde em larga escala, muito por sua culpa e sua inactividade. Aprendam com os erros do passado, façam uma oposição construtiva, apresentem um projecto político consistente, defendam-no durante quatro anos e talvez ai tenham alguma hipótese de voltar ao poder.
O PSD, mostrou alguma regeneração e força de vontade no ultimo ano e meio, com o seu candidato Jorge Borges da Silva, a denunciar alguns erros da gestão CDU, e a apresentar algumas ideias novas para Alcochete, ideias essas que acabaram por ser adoptadas por todos os programas eleitorais dos vários partidos.
No entanto, há que dizer claramente que o PSD, no total do concelho, não sobe a sua votação, portanto não consegue cativar o voto dos novos moradores, apenas conseguindo manter o seu eleitorado tradicional, à excepção de Nelson Constantino que consegue ser eleito para a Assembleia de Freguesia do Samouco (facto que não acontecia há 12 anos), o que demonstra que o trabalho realizado por este social democrata tem vindo a ter resultados.
No meu entender, a ausência do Dr. Luís Proença, da lista à Assembleia Municipal, foi mais um aspecto negativo desta campanha Social Democrata, não foi bem explicada pelos responsáveis do PSD, não existiu uma verdadeira clarificação dos acontecimentos deixando por isso a CDU e Jorge Giro na mó de cima.
Agora urge aos dois partidos da oposição com acento na Assembleia Municipal, fazer uma oposição forte, correcta e construtiva, não se limitando apenas a votar tudo contra, mas ir paulatinamente apresentando propostas para a resolução das graves carências do concelho de Alcochete.
Devem ainda, PS e PSD reflectir urgentemente sobre as estratégias seguidas, dirigentes e projectos que têm para o futuro, mas sejam rápidos nessa reflexão, pois o tempo urge e vêm ai decisões importantíssimas para as próximas gerações de Alcochetanos.
Gostaria ainda de deixar o meu voto de solidariedade para com Arnaldo Fonseca Bastos, deixando já um pedido para que adie por mais algum tempo a sua merecida reforma, Alcochete continua a necessitar de pessoas como ele.
Têm agora mais um mandato para concretizar as propostas que fizeram há quatro anos. Neste mandato que agora se inicia, já não há lugar a desculpas como “tivemos que equilibrar as contas da câmara municipal” nem mesmo para o “estamos a estudar” ou o “temos que projectar”, a partir de hoje é tempo de agir, agir e resolver os graves problemas que temos em Alcochete.
Gostaria agora de fazer uma pequena análise sobre o que no meu entender foram as causas destes resultados eleitorais:
Em primeiro, a erosão interna dos partidos da oposição, o PS passou quatro anos a olhar para o umbigo, em lutas internas, que em nada dignificaram a actividade deste partido, quer na Assembleia Municipal, quer na Câmara Municipal, onde dispunham de três vereadores, que não apresentaram em todo o mandato uma única proposta para Alcochete.
Por outro lado, António Maduro, chega à campanha tarde, com um projecto com algumas lacunas, quer na forma, quer no conteúdo. O PS perde em larga escala, muito por sua culpa e sua inactividade. Aprendam com os erros do passado, façam uma oposição construtiva, apresentem um projecto político consistente, defendam-no durante quatro anos e talvez ai tenham alguma hipótese de voltar ao poder.
O PSD, mostrou alguma regeneração e força de vontade no ultimo ano e meio, com o seu candidato Jorge Borges da Silva, a denunciar alguns erros da gestão CDU, e a apresentar algumas ideias novas para Alcochete, ideias essas que acabaram por ser adoptadas por todos os programas eleitorais dos vários partidos.
No entanto, há que dizer claramente que o PSD, no total do concelho, não sobe a sua votação, portanto não consegue cativar o voto dos novos moradores, apenas conseguindo manter o seu eleitorado tradicional, à excepção de Nelson Constantino que consegue ser eleito para a Assembleia de Freguesia do Samouco (facto que não acontecia há 12 anos), o que demonstra que o trabalho realizado por este social democrata tem vindo a ter resultados.
No meu entender, a ausência do Dr. Luís Proença, da lista à Assembleia Municipal, foi mais um aspecto negativo desta campanha Social Democrata, não foi bem explicada pelos responsáveis do PSD, não existiu uma verdadeira clarificação dos acontecimentos deixando por isso a CDU e Jorge Giro na mó de cima.
Agora urge aos dois partidos da oposição com acento na Assembleia Municipal, fazer uma oposição forte, correcta e construtiva, não se limitando apenas a votar tudo contra, mas ir paulatinamente apresentando propostas para a resolução das graves carências do concelho de Alcochete.
Devem ainda, PS e PSD reflectir urgentemente sobre as estratégias seguidas, dirigentes e projectos que têm para o futuro, mas sejam rápidos nessa reflexão, pois o tempo urge e vêm ai decisões importantíssimas para as próximas gerações de Alcochetanos.
Gostaria ainda de deixar o meu voto de solidariedade para com Arnaldo Fonseca Bastos, deixando já um pedido para que adie por mais algum tempo a sua merecida reforma, Alcochete continua a necessitar de pessoas como ele.









