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13 julho 2008

Remendos


1. Há pouco mais de dois anos, neste texto e com a imagem que ao lado reproduzo, chamava a atenção para brechas visíveis em canteiros do Largo Barão de Samora Correia e da Av. D. Manuel I, porque "mentes brilhantes" resolveram plantar neles palmeiras em vez de arbustos e flores.
Como, ao contrário dos canteiros, as palmeiras crescem e engrossam, o resultado estava à vista.

Só hoje reparei que, em canteiros da Av. D. Manuel I, ao invés de mandar retirar as palmeiras de locais impróprios, alguém decidiu remendar as brechas com cimento.
A coisa parece-me equivalente a aplicar uns fundilhos numas calças rotas, mas crise é crise e, assim, aquilo dá menos nas vistas.

2. O parque infantil do Rossio, reinaugurado na passada sexta-feira, está inacabado e desrespeita a legislação aplicável a este tipo de equipamentos. E se não retirarem depressa aquele "focinho" ao "touro", tenho como seguro que, mais dia, menos dia, haverá uma criança com a cabeça aberta.
Lá diz o ditado popular: "as porcas apressadas têm os filhos marrecos"!

3. Os sistemas de rega automáticos, existentes na maioria dos espaços públicos do concelho, permitem reduzir gastos com mão-de-obra e água. Certo? Errado, a menos que haja manutenção regular.
Na Rua Manuel Gomes da Mestra, na Alameda do Tejo e no Largo Marquês de Soydos notei existirem sistemas de rega a desperdiçar água.
Só eu reparo nisto? Não há manutenção preventiva?

20 novembro 2007

Reciclar mais em Alcochete

Tenho para mim que quaisquer campanhas visando a reciclagem de resíduos domésticos alcançarão maior sucesso se os cidadãos em geral se aperceberem dos benefícios directos locais das mesmas.
Para isso é necessário que as entidades directa ou indirectamente envolvidas no processo – com destaque para o município – demonstrem canalizar para projectos específicos as receitas geradas.
Não me parece ser o caso desta campanha, a julgar pelas localidades dos beneficiários.
Descreio que a esmagadora maioria dos alcochetanos continuasse insensível ao fenómeno se lhe demonstrassem que, mercê da sua participação na reciclagem de embalagens, de papel e cartão, de vidro, de monos domésticos e de inertes da construção, o dinheiro daí resultante permitiu melhorar os parques infantis A, B e C, adquirir novas árvores plantadas nos locais X, Y e Z, etc., etc.
Também escrevera sobre isto em Março do ano passado. Não me arrependo e a sugestão mantém-se.

23 fevereiro 2007

Números interessantes (2)


As imagens acima (click sobre elas para ver ampliação) demonstram a evolução da população residente em Alcochete, por grandes grupos de idades, em 1997 e 2004.
Quadro e gráfico evidenciam que os maiores aumentos populacionais se verificaram nos extremos, havendo hoje muito mais crianças (61,2%) e terceira idade (60,2%). É também significativo o aumento de 55,6% na população entre os 25 e os 64 anos.
Pelo contrário, na faixa etária dos 15 aos 24 anos a variação foi mínima (5%).


Se estes números fossem tidos em conta na definição de estratégias e no planeamento da acção municipal – porque os autarcas, como qualquer cidadão interessado, têm acesso a eles um ano depois no sítio do Instituto Nacional de Estatística – seriam notórias preocupações com o crescimento populacional nos grupos extremos, pelo menos.
Mas não houve acções tendentes a melhorar o bem-estar das crianças. Basta recordar o péssimo estado da maioria dos parques infantis (apenas o de São Francisco respeita as normas legais), a inexistência de um local amplo e aprazível para o lazer em família e a escassez de espaço e de condições nos estabelecimentos de ensino pré-primário e do 1.º ciclo.
Tal como não se vislumbram preocupações com os mais velhos, embora sejam também um grupo etário extremamente vulnerável e carente. Por isso são frequentadores assíduos dos centros de saúde, nem sempre por doença mas porque os médicos são os únicos que ainda lhes dedicam alguma atenção.
A propósito do acima mencionado local amplo e aprazível para o lazer em família, vem-me à memória que, há cerca três anos, tive na mão o plano de pormenor de um parque urbano a erguer, em Alcochete, numa área próxima dos três supermercados.
Viram por aí sinais da construção iminente desse parque?

Também li, há ano e meio, num programa eleitoral qualquer, esta promessa: "construir a 1ª fase do Parque-Jardim Municipal de Alcochete".
Recorda-se se a promessa era de quem ganhou as eleições?

Mexa-se, para bem da sua qualidade de vida!

04 janeiro 2007

Parques infantis: agora percebo

Admirava-me que a maioria dos parques infantis de Alcochete continuasse a funcionar à margem da lei.
Esta notícia esclarece as minhas dúvidas.
Nem por isso deixarei de verberar quem desrespeita o direito das crianças brincarem em segurança, porque neste
município a população com menos de 14 anos aumentou quase 50% entre 1997 e 2004.

20 março 2006

Parabéns à junta de São Francisco


Escrevi aqui, há dias, que todos os parques infantis existentes no concelho não cumprem as normas legais para esse tipo de equipamentos.
Lamento ter sido injusto em relação a um caso e peço desculpa por isso. Há um novo parque infantil modelar, aparentemente construído pela junta de freguesia local na Urbanização de São Francisco.
Considero exemplar o parque de jogos e recreio «Os Traquinas», cuja abertura não vi noticiada, pelo menos, no sítio da câmara na Internet.
Em todo o caso, tenho algumas dúvidas acerca dos tacos de madeira colocados no solo, a dividir os brinquedos do parque, por me parecer que impedem a mobilidade de crianças de tenra idade.
Ainda assim, parabéns à Junta de Freguesia de São Francisco!

02 março 2006

Atenção aos eucaliptos (reformulado)


Pelo terceiro dia continuo a chamar a atenção para problemas na área da Av.ª D. Manuel I, em Alcochete.
Hoje refiro uns eucaliptos altos que, num qualquer dia de vento forte, podem vir abaixo. É que nem sempre as árvores morrem de pé. Por vezes inclinam-se demasiado e tombam. Quando isto acontece podem causar danos. O porte destes velhos eucaliptos faz temer estragos apreciáveis. A câmara tem seguro contra todos os riscos?
Dos vários eucaliptos que separam a avenida do restaurante e do centro náutico Alfoz, uns quatro parecem-me em risco. Pelo menos o respectivo centro de gravidade está razoavelmente deslocado.
Nunca reparara que o de maior porte ocupa parte da faixa de circulação automóvel num parque de estacionamento muito frequentado, cujo piso está ondulado por causa das raízes.
Recordo-me que, há mais de um ano, o então vereador Miguel Boieiro chamara a atenção do executivo camarário para este caso, por lhe parecer tratar-se da árvore em pior estado (ver imagem exemplificativa).
Comungo desse ponto de vista e não descortino a justificação para este eucalipto continuar a desafiar a lei da gravidade. Até cair?
O melhor é cortar todos os eucaliptos e, se possível, vendê-los para fabricar pasta de papel. Assim nem tudo se perderá e evitam-se problemas resultantes de eventuais danos físicos e patrimoniais.
Substituam-nos por árvores ornamentais de maior interesse. Mas nunca por aquelas palmeiras pindéricas que por aí abundam.