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09 outubro 2009

Apelo à concentração de votos!

Gostaria de apelar aos 732 munícipes que votaram CDS nas últimas eleições Legislativas para que concentrem os vossos votos na candidatura de Jorge Borges da Silva do PSD, pois é um candidato com ideias novas, força de intervenção e verdadeira vontade em se candidatar e trabalhar por Alcochete, ao contrário do candidato centrista José Vaz e Gala que apenas concorre às eleições em Alcochete para agradar aos senhores do Largo do Caldas.
Entendo que só a concentração dos votos do PSD e do CDS poderão dar uma verdadeira força de impulsão a Alcochete que Borges da Silva personifica e pretende implementar em Alcochete!
O meu muito obrigado!

14 setembro 2009

O CDS-PP não existe no distrito de Setúbal!

Sugiro a leitura de um artigo de opinião publicado por Paulo Soares no diário digital "Rostos.pt", onde se atesta a inoperância e ineficácia do CDS-PP no distrito de Setúbal e em Alcochete em particular.

Deixo aqui o link directo: http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=110949&mostra=2

20 agosto 2009

Análise sintética às listas de candidatos

Tendo feito uma leitura rápida nos documentos expostos no Tribunal do Montijo e respeitantes aos candidatos autárquicos dos diversos partidos, extraí as seguintes conclusões:
Câmara Muncipal de Alcochete:
1. O CDS-PP apresenta um único morador/recenseado de Alcohcete em 10 candidatos (7+3);
2. A CDU em 14 candidatos apresenta 6 independentes;
3. No PS não foi possivel destrinçar quem são os independentes e um não está recenseado em Alcochete;
4. No PSD em 10 candidatos, 6 são independentes e 2 estão recenseados no Montijo;
5. No BE em 10 candidatos, 1 é recenseado no Montijo e 2 em Fernão Ferro. Não foi possivel distinguir quem são os independentes.


Assembleia Municipal:
1. O BE apresenta 25 candidatos, dos quais quatro são suplentes (pode ter sido lapso de leitura, parece-me que a lista tem de ser rectificada). Dos 25 candidatos, 9 não estão recenseados em Alcochete.
2. No PS em 35 candidatos não foi possivel descortinar quem são os independentes e não foi vislumbrado quem são os não recenseados em Alcochete.
3. A CDU em cerca quarenta candidatos, apresenta 16 independentes.
4. O CDS-PP em 28 candidatos só um mora em Alcochete o mesmo que vai na lista da CMA, aliás há vários cruzamentos de nomes. Também não é possivel distinguir quem são os independentes.
5. No PSD em 28 candidatos, 19 são independentes e 13 não estão recenseados em Alcochete.

Estas informações permitirão fazer as leituras possiveis da credibilidade de algumas condidaturas e do trabalho que deveria ter sido feito ou terá sido conseguido a montante do acto eleitoral. Umas eleições preparam-se com quatro anos de antecedência, é essa a missão dos partidos e a responsabilidade dos dirigentes partidários.

Importa também realçar alguns factos os quais têm interesse de leitura política:
A. Há alguns cruzamentos de nomes nas diversas listas de cada partido, mas o mais relevante é o de Jorge Giro apresentar-se como candidato à CMA e em lugar de destaque de igual modo à AM. Será isto fraqueza da CDU ou o sinal politico por parte do PCP que apoia o acto vergonhoso da agressão?
B. O CDS-PP não se apresenta a votos às Assembleias de Freguesia, voltou aos anos oitenta/noventa!
C. O BE apresenta-se a votos às Assembleias de Freguesia, salvo algum lapso ocorre pela primeira vez.
D. A documentação entregue pelo PS e que corresponde à que foi exposta não é clara e transparente para fazer qualquer tipo de análise desta natureza.
E. No caso do PSD constata-se o elevado número de independentes e não recenseados em Alcochete, não se vislumbrando nas listas um elevado número de tradicionais integrantes destas listas. A única excepção a esta norma, verifica-se na AF do Samouco onde os recenseados/moradores na Freguesia faz o pleno, demonstrativo de algum trabalho politico.

19 agosto 2009

Novidade para um condómino

Acabo de descobrir que José Luis Vaz e Gala é cabeça-de-lista do CDS à Câmara Municipal de Alcochete. O candidato à Assembleia Municipal é Miguel Roquete.

17 outubro 2007

Trágica ingenuidade política

Há gente a pensar que o partido comunista é uma organização política como outra qualquer. Assim, por exemplo, à frente das câmaras, os comunistas tentariam apenas administrar os concelhos, provando, tanto quanto possível, que são capazes de melhores práticas de gestão que os adversários. Nada mais falso.
Olhemos para o PSD e o CDS. Estes partidos têm programas muito diferentes. O primeiro é mais pragmático, logo mais flexibilizado para acordos com a esquerda; o segundo é mais doutrinário, logo mais conservador no que toca a princípios e valores. Mas um e outro defendem a dignidade da pessoa humana, a construção da sociedade livre, o Estado de direito democrático, etc.
Os comunistas são internacionalistas, revolucionários iguais em qualquer parte do mundo por força do marxismo, ideologia que os comanda.
Nesta conformidade, todas as Alcochetes nas mãos de comunistas não passam de meio para alcançar o fim da História, isto é, o fim da luta de classes e a instauração da paz perpétua.
O advento desta nova ordem mundial só é impedido por todos os Marafugas deste mundo defensores de uma moral caduca.
Mas qual é a minha moral?
Em primeiro lugar, a minha moral é o respeito que devo a mim e ao outro. Isto não quer dizer que nunca tenha caído em falta perante o próximo.
Em segundo lugar, a minha moral de homem ocidental ordena-me que defenda a Fé Cristã, a família, os direitos individuais, a livre expressão, ensino e iniciativa, a propriedade privada e respectiva transmissão a descendentes, etc. Tudo isto, quer queiramos admitir ou não, é posto em causa com o nosso voto aos inofensivos comunistas. Ou alguém pensa que estes consideram o Manifesto Comunista (1848) de Karl Marx e Friedrich Engels um documento datado? Só por trágica ingenuidade política poderíamos pensar uma coisa dessas.

06 abril 2006

Defender hoje a liberdade

É extraordinário que quando se fala, desde já, na união do PSD e CDS em Alcochete para as próximas eleições autárquicas, haja sempre alguém da própria área da direita política a opinar que ainda é prematuro reflectir sobre tal matéria.
Quem pensa assim só poderá estar a esconder inconfessado interesse próprio, sem se aperceber que vai dando a mãozinha aos comunistas.
A única maneira de se convencer o povo sobre a seriedade de um projecto é começar a trabalhar nele quanto antes. Ou haverá por aí gente a pensar que é a três meses das eleições que as coisas se resolvem? Pessoas que pensam assim não servem ao bem comum, razão por que fariam melhor deixar trabalhar quem pensa que já é tarde para amanhã.
A posição que energicamente estou aqui a tomar é ditada pela responsabilidade que todos nós temos perante o futuro dos nossos filhos e netos. Não são estes que têm que forjar para o dia de amanhã a própria liberdade. Esta tem que ser defendida hoje por nós.