31 maio 2011

Diz Não à Abstenção!

No próximo Domingo, realizam-se Eleições para a Assembleia da Republica, de onde sairá o próximo Governo de Portugal.
Além deste objectivo principal, são também eleições para julgar o trabalho do Governo cessante do Eng.º Sócrates, e neste sentido, teremos também a hipótese de demonstrar o que achamos, sentimos e sofremos com esta "Des"Governação Socialista, e portanto não posso nem sequer supor uma reeleição do Sr. Engº.
O Partido Socialista tem um eleitorado fixo de cerca de 30% dos Eleitores, ou seja, aqueles que votam sempre no PS, nem que ele seja liderado por "um Burro com um chapéu de palha e uma bandeira do PS", além destes temos os subsidio-dependentes, os "computador-o-dependentes", e os amigalhaços dos tachinhos, e aqueles que dependem dos contractos chorudos feitos com certas Empresas que são lideradas por Ex. Ministros das Obras Públicas.
No próximo Domingo, qualquer voto que fica em casa é um voto no PS, pois o deles já está garantido ou até mesmo "comprado".
Dia 5 vai votar, vota em consciência, mas não te abstenhas, pois a abstenção favorece quem te andou a "Gamar" durante mais de 6 anos!
Eu, como muita gente que costuma passar pelo "Praia dos Moinhos" sabe, sou Social Democrata,
conheço pessoalmente o Dr. Pedro Passos Coelho, e acredito sinceramente que a contrario de todos os políticos do nosso espectro politico, está isento de vícios governativos e sem dividas a "Lobbies" e "Compadrios", e tem o verdadeiro projecto de futuro para o nosso País, portanto tem o meu voto, mas o teu quem decide és tu, e NÃO DEIXES QUE DECIDAM POR TI, PORTANTO DIA 5 VAI VOTAR

É PRECISO MUDAR PORTUGAL: PSD

Os portugueses nesta campanha eleitoral interessaram-se de uma forma nunca antes vivida, pelos debates entre os candidatos e nomeadamente o que colocou frente a frente: Pedro Passos Coelho e o actual Primeiro-Ministro.
Portugal, estava num rumo de aproximação à média europeia até meados da década de noventa, desde então o ritmo baixou e degradou-se por completo nos últimos seis anos. Não seria surpresa para ninguém se muita coisa no país funcionasse de forma justa e perfeita.
Se a justiça fosse eficaz e eficiente como se deseja numa sociedade moderna; há políticos que já não tinham palco para actuar: ora é o caso Freeport, ora é o caso dos submarinos, ora é o caso das famosas Pandur, ora é o caso Portucale, ora é o caso Moderna, ora é o caso Beira e muitos outros.
Ao invés há políticos que representam e serão uma força para as futuras gerações de exemplo e de serviço à causa pública, porque muito novos souberam renunciar a certos privilégios e apesar de instalados na vida resolveram abdicar desse status e lutar por mudar o rumo de Portugal.
Nos dias que faltam para colocar o voto, exorto os que tiverem o sentido cívico elevado a lerem o programa eleitoral do PSD. Este representa uma mudança em muitos domínios desde a educação, à economia, passando pela segurança, pela justiça, continuando pela cultura, emprego, defesa nacional e saúde, entre muitas outras áreas da governação.
Se ao fim de trinta anos de democracia constatamos que muitos erros foram cometidos e muitas politicas têm que ser alteradas, esta é a oportunidade para MUDAR. É urgente e necessária uma maioria esmagadora por parte do PSD, porque não pode ficar condicionado apesar poder cooperar com um partido, que em tempos combateu a corrupção, depois de tantos casos referidos, esqueceu esse combate, defendeu os combatentes e deixo-os cair no ridículo, agora defende a agricultura como forma de enganar os portugueses.
Só um PSD forte e coeso, com um discurso novo e moderno, liderado por um futuro e grande Estadista fará Portugal sair do beco em que se encontra e reencontrar a sua rota no Mundo.

28 maio 2011

2010 – Odisseia em Alcochete

Na última Sessão Ordinária da Assembleia Municipal de Alcochete fomos confrontados, entre outros assuntos, com o Relatório de Gestão e Contas de exercício da Câmara Municipal, referente ao ano de 2010. Confesso que acalentava esperanças e acreditava sobretudo que os resultados constantes nos documentos inerentes a tal matéria nos pudessem conduzir a um exercício mental longo e intenso proveniente do investimento e execução que este executivo autárquico pudesse ter efectuado, nada mais errado….
Senão vejamos:
Face ao ano anterior, os denominados Impostos Indirectos registaram uma diminuição de 37,91%, relativamente ao valor orçamentado registou-se um desvio negativo de 85,30% que se deve fundamentalmente à descida verificada na cobrança do Imposto de Loteamento e Obras, que apresenta um decréscimo de 34,98% relativamente a 2009, no entanto e comparando com o valor orçamentado registou-se um desvio negativo de 89,17%. Este cenário agravou-se ainda mais perante a recessão do mercado imobiliário e consequente crise ao nível do sector da construção civil. Em Dezembro ultimo, aquando da discussão com vista à Aprovação do Orçamento para 2011, os deputados da bancada do Partido Socialista alertaram para este facto, contudo os responsáveis pela gestão camarária ignoraram esse apelo e mantiveram a previsão, para o ano em curso, de um milhão de euros em obras e loteamentos quando em 2010 apenas executaram cerca de 160.000€. O mesmo acontece em relação às receitas, se atentarmos na taxa de execução da receita, que se situa nos 67,66%, comprovamos que a mesma se encontra manifestamente abaixo do orçamentado.
Da vasta documentação a que tivemos acesso, deparo-me com a dificuldade de encontrar um ponto de equilíbrio que me permita aferir de modo objectivo, claro e conciso uma doutrina que identifique uma avaliação de gestão equilibrada e que se traduza na qualidade de vida dos munícipes. No entanto, não posso deixar de referir alguns dados que me parecem de todo pertinentes e do ponto de vista da análise bastante importante. Assim e no capitulo da receita regista-se na edilidade um acréscimo de 5,74%, continuando a merecer especial destaque o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis), que cresceu 26,15% neste exercício.
No que concerne à despesa, registe-se como positivo, algum esforço na contenção das despesas correntes, contudo, não tenhamos dúvidas e ilusões. É necessário maior empenho, é elementar em nome da consolidação e sustentabilidade das finanças municipais, adquirir uma postura mais rigorosa e pragmática na gestão dos dinheiros públicos redefinindo prioridades em prol dos interesses supremos da população.
Todavia existem outras preocupações e inquietações, que de modo global todos devemos reflectir e estou a referir-me ao endividamento a curto, médio e longo prazo.
A divida a curto prazo, em termos percentuais, aumentou cerca de 14% desde 2007, são cerca de 4 milhões de euros. Mais preocupante é a divida a médio e longo prazo, só o endividamento às Instituições de Crédito já ultrapassa os 4 milhões e 800 mil euros e em 3 anos teve um abismal aumento de 82%. O total da divida a terceiros aumentou em 43% em 3 anos e situa-se praticamente nos 9 milhões de euros. Registe-se também que 27,19% das actividades do município são financiadas por capitais alheios.
Um dos indicadores de maior relevo de uma boa gestão, é a taxa de execução do PPI (Plano Plurianual de Investimentos) e de facto em 2010, o elenco CDU proporciona-nos uns sofríveis 24,31%, o que evidencia que os orçamentos camarários da CDU são instrumentos irrealistas. É obvio que tratando-se de um Plano Plurianual existem eventualmente obras que apenas estarão prontas no ano subsequente, mas se considerarmos que em 2009 a taxa de execução foi de 32% e em 2008 de 27%, começa a ser confrangedor o facto de os investimentos nunca mais estarem concluídos.
No entanto, é pertinente verificar que apesar da drástica subida do valor total da dívida, a mesma não acompanha de modo algum o investimento efectuado. Torna-se cada vez mais frustrante verificar que todos os anos são elaborados orçamentos acima dos 7 milhões de euros, para depois nos confrontarmos com uma parca realidade bem mais diferente.
No que concerne aos indicadores estruturais, aproximamo-nos, sobretudo, da realidade da nossa autarquia. Aqui verificamos que as despesas com o pessoal cresceram mais de 2,6% de 2007 para 2010, representando actualmente 51,76% da despesa total, ao passo que o montante investido se cifra nuns meros 17,68%, o que traduz um decréscimo de 11,16% em relação ao ano precedente.
É especialmente neste capítulo que se verifica a incapacidade da edilidade em realizar obra e as suas respectivas causas.
Infelizmente para o concelho de Alcochete e suas populações, o ano de 2010 foi mais um ano perdido.
Tenho consciência de que todos merecemos mais.
Não basta que Alcochete seja uma terra de encantos e emoções, é preciso que a sua população se sinta encantada, mas parece-me a mim que face ao exposto, vivemos mais emocionalmente os desencantos do que propriamente as emoções.

Fernando Pinto
Deputado Municipal do PS
bancadapsalcochete@gmail.com

26 maio 2011

24 maio 2011

Convite

Olá a todos os condóminos deste espaço de debate pluripartidário, estou de volta ao fim de muitos meses de ausência, em virtude dos projectos que estavam a decorrer.
Contudo, venho também informar a todos os moradores residentes e visitantes que,
No dia 3 de Junho no salão Nobre da Junta de Freguesia de Alcochete, irei efectuar o lançamento do meu 2º livro de poesia com o título “ SENTIMENTOS & EMOÇÕES”, decorrerá pelas 18.30, desde já convido a todos a estarem presentes.

Um abraço

Melo

A sede do CDS-PP/Alcochete


Aparece porque este espaço é para ti

23 maio 2011

CAMPANHA ELEITORAL

Após a análise do primeiro dia de campanha eleitoral uma conclusão pode ser extraída a vitória do PSD vai ser clara, porque representa ruptura e inovação e novos rostos na politica portuguesa.
Se dúvidas houvessem, bastaria estar atento ao facto de que quer o PS, quer o CDS-PP resolveram escolher como alvo o PSD. Será o facto de ambos os lideres precisarem da imunidade parlamentar?

21 maio 2011

Actividades do CDS-PP/Alcochete



No dia 20 de Maio/2011, a partir das 15h30, o eurodeputado pelo CDS-PP Diogo Feio e Nuno Magalhães, deputado com assento na Assembleia da República pelo mesmo Partido, visitaram a Escola Secundária de Alcochete e o Agrupamento Vertical de Escolas de Alcochete.

Na Escola Secundária, os deputados foram recebidos pelo Subdirector, Professor Carlos Romão, que fez o histórico da jovem instituição e respondeu às perguntas dos parlamentares relativas ao corpo docente, às ofertas profissionais, a problemáticas de natureza social, à segurança, etc.

Depois desta troca de impressões, o Professor Carlos Romão guiou Diogo Feio e Nuno Magalhães pelas diversas áreas do estabelecimento de ensino, apresentando vários professores, alunos e funcionários aos deputados.

Por fim, já na sede do Agrupamento Vertical, os anfitriões foram a Professora Augusta Alves e o Professor Avelino Pinto, respectivamente Directora e Subdirector do mesmo Agrupamento, cuja realidade é muito complexa em termos do número excessivo de alunos, de salas de aulas super-lotadas, de disciplina, etc.

Por volta das 17h00, esta missão do CDS-PP à maior zona escolar do Concelho estava cumprida. Feitas as despedidas, Diogo Feio e Nuno Magalhães seguiram para o norte do País e a Comissão Política do CDS-PP/Alcochete reuniu-se no "Cantinho do Estudante" para tomar café, descontrair e opinar sobre todos os factos acabados de ocorrer.

18 maio 2011

" De Çamoquo a Samouco Sua História Suas Gentes"

" De Çamoquo a Samouco Sua História Suas Gentes" é um livro que o escritor José António dos Santos Pinheirinho publicou, há cinco anos atrás, em 2006. É um livro sobre o Samouco. Desde os seus primórdios até aos princípios do séc XXI.
Foi posto no mercado por exclusiva iniciativa do autor, sem quaisquer apoios ou editora que promovesse o seu lançamento.
É, em minha opinião, uma monografia de grande fôlego. Exigiu tempo, dedicação e empenho. Porventura, a mais completa obra que foi publicada sobre a terra até ao momento. A minha terra mas também a terra adoptiva deste autor.
José António dos Santos Pinheirinho é um filho adoptivo do Samouco. Aqui não nasceu mas muito tempo viveu. Desde muito novo. Onde tem familiares e onde lhe morreram familiares.
Estudioso, metódico e persistente, conhece melhor que ninguém a nossa querida vila, até há pouco aldeia. Um lugar com estilo bem marcado e identidade própria. Com identidade própria porquanto o "samouqueiro", pela sua própria natureza, é diferente do "alcochetano". Apesar de habitarem o mesmo concelho. O "samouqueiro" é menos individualista, mais permeável à inclusão de outras culturas e com um maior sentimento de partilha. Com tradições agrícolas mais vincadas e com mais conhecimento daquilo que o estuário do Tejo pode oferecer no domínio da pesca. Contudo, o "alcochetano" terá também as suas qualidades. Outras qualidades.
De qualquer modo, são indeléveis as diferenças entre os dois, as quais vêm dos tempos da restauração do concelho ocorrida em 15Jan1898. Data a partir da qual foi sempre notória uma subalternização do Samouco em relação a Alcochete...lendo o livro ou outra historiografia disponível percebe-se melhor porquê.

Este livro é uma exaltação ao Samouco. Um catálogo de emoções. Um trabalho de apoteose e encanto. Nele se descreve a sua origem, aquilo que são as suas tradições, cultura e modo de vida da população. Aborda a sua evolução histórica. Faz um registo detalhado sobre as suas principais referências caracterizadoras e marcos identitários. Fala da Igreja Matriz, da Capela de Conceição dos Matos, das suas antigas quintas, das Festas Populares, etc. Evoca "samouqueiros" ilustres que ao longo do tempo se foram destacando e cujas biografias apresenta com elevado rigor factual. Enfim, é uma obra que enche a "alma dos samouqueiros", que nos faz gostar da nossa terra e que, em meu entendimento, todo o concelho devia conhecer. Até para melhor perceber o que esta vila é...
Mas José António Pinheirinho vai mais longe. Antecedendo o prefácio, o autor agradece a todos quantos lhe confidenciaram experiências passadas e conhecimentos específicos, contribuindo assim para que o livro se tornasse uma realidade. Por ali passam os nomes de muitos homens e mulheres que são e foram o exemplo "vivo" do que é ser "samouqueiro". Revelador de uma enorme acutilância crítica na observação daquilo que constitui a idiossincrasia da nossa gente.
Da mesma forma que, no posfácio, agarrando no período da sua infância e juventude, pinta com palavras "os quadros" do que era, na altura, a vida dos "putos e jovens", seus conterrâneos, no Samouco. Em homenagem aos amigos e companheiros, com quem teve a felicidade de partilhar aqueles tempos.
É comovente fazer a leitura daquelas seis páginas. Nelas se expressa o significado do que representa a verdadeira amizade, a pura generosidade e a efectiva solidariedade entre quem vive lado a lado.
Neste último capítulo do livro estão integralmente retratadas duas décadas de vida da nossa terra. Desde meados dos anos cinquenta até ao tempo da Revolução de Abril.

Trouxe este livro à colação, não apenas pela sua indiscutível qualidade literária, mas também pelo carácter genuíno e verdadeiro (saudosista mesmo) do que nele se descreve. Aqui está a história do Samouco e suas gentes. Especialmente a história da última metade do séc XX, a qual o autor também viveu.
Por isso, falar deste livro, constituía para mim um imperativo ético. Pela sua importância, pertinência e actualidade. Para dar conhecer a todo o concelho esta grande obra e para dizer a todos a honra que é ter nascido "samouqueiro".
Por último, torna-se difícil exprimir qualquer sentimento de gratidão ao autor. É inefável o que sinto sobre "De Çamoquo a Samouco Sua História Suas Gentes".
Devem todos lê-lo!...
Como "samouqueiro", trago simplesmente o meu obrigado a José António dos Santos Pinheirinho.


PENSAMENTO

Ordinariamente todos os ministros são inteligentes, escrevem bem, discursam com cortesia e pura dicção, vão a faustosas inaugurações e são excelentes convivas. Porém, são nulos a resolver crises. Não têm a austeridade, nem a concepção, nem o instinto político, nem a experiência que faz o estadista. É assim, que há muito tempo em Portugal são regidos os destinos políticos. Política de acaso, política de compadrio, política de expediente. País governado ao acaso, governado por vaidades e por interesses, por especulação e corrupção, por privilégio e influência de camarilha, será possível conservar a sua independência?”

Quando foi escrito?

1867

Onde?

“O Distrito de Évora”

E por quem?

Eça de Queiroz

13 maio 2011

Acções do CDS-PP/Alcochete no dia 7 de Maio




No dia 7 de Maio, com a presença de Mariana Ribeiro Ferreira, Vice-Presidente do CDS-PP, a Concelhia do CDS-PP/Alcochete esteve no Centro Paroquial de Alcochete a inteirar-se de toda a orgânica de funcionamento do Grupo Sócio-Caritativo.
A sensibilização às inúmeras actividades do Grupo Sócio-Caritativo a favor dos mais necessitados foi levada a cabo por Domingos Sousa, Maria da Graça Santinho e Joaquim Pereira, membros do mesmo Grupo.
Entretanto, alguns dos elementos do CDS-PP local estavam na Câmara Municipal de Alcochete a assistir à Sessão Solene em homenagem a José Samuel Lupi pelo seu octogésimo aniversário e que incluiu a inauguração de um busto a este grande cavaleiro tauromáquico no largo António dos Santos Jorge, tio-avô do homenageado.
Acabámos todos por nos encontrar no Jardim do Coreto onde decorria uma feira de produtos da terra, dando-nos oportunidade de falar com alguns agricultores do Concelho.
Seguiu-se o almoço, e, para finalizar as acções de Sábado passado, já na sede do CDS-PP/Alcochete, ocorreu uma conversa muito produtiva sobre problemáticas autárquicas orientada por Mariana Ribeiro Ferreira.

10 maio 2011