20 Maio 2008

Maio de 68


Antes que termine este mês, não será descabido recordar esse movimento antiliberal que foi o Maio de 68 em França.
Uma vez que sou professor, vou recordar uma das grandes vertentes dessa dita revolução juvenil, quero dizer, o desejo de mudar a sociedade transformando a educação.
Era preciso acabar com um sistema tradicional de ensino que só podia servir para repetir usos e costumes da sociedade burguesa e capitalista, diziam aqueles milhares de jovens da minha geração.
Punha-se em causa a disciplina nas escolas, os estudantes é que deviam fazer as normas, a assistência às aulas não seria obrigatória, recusavam-se quaisquer castigos, defendia-se a permissividade, não era necessário ensinar, os jovens aprenderiam só aquilo que lhes interessasse, quando quisesserm fariam perguntas aos professores e estes limitar-se-iam a responder.
Desde o Maio de 68, a uniformidade e o igualitarismo têm inspirado as reformas educativas levadas a cabo no Ocidente. Uma uniformidade e igualitarismo garantidos pelo Estado.
Poucos são os cidadãos que questionam hoje o poder do Estado de decidir o que se há-de estudar, como os professores têm de ensinar e que valores estes devem fomentar na juventude.
Maio de 68 revoltou-se contra o capitalismo, a sociedade de consumo, a democracia burguesa, a guerra do Vietnam, etc., tópicos esquerdistas que têm presidido ao pensamento progressista destes últimos quarenta anos e que têm sido transmitidos aos jovens através da escola.
Todo o universo ideológico de Maio de 68 tem constituído um catecismo que fez paulatinamente da educação um mundo orwelliano prenhe de correcção política a sobrepor o igualitarismo intelectual sobre qualquer outro princípio, renunciando à disciplina e ao exercício da autoridade.

IGREJA


Igreja, pecadora e santa, Igreja de todos, com todos, para a salvação de todos, Igreja, defesa denodada da Cruz, união do Espírito e da carne, da carne do homem e da carne do mundo, Igreja, meu escudo, minha espada, meu fortim, por ti tudo, sem ti nada, Igreja, suporte da Cruz, a de Cristo, a realidade que não terá fim, que não se altera, que se compreende para que o homem se ordene a Ti, Deus-Pai, Criador da criatura que eu sou, a meio do caminho iludido, não me deixaste cair, em mim caí, voltei, a porta reabriu-se, eis-me aqui , no seio da mãe, da Igreja, a guarida, a segurança, o penhor da minha salvação. Amém.

19 Maio 2008

Tira teimas


No site da Câmara, através do artigo "Câmara apoia financiamento de colectividades do Concelho", ficamos a saber que a Fábrica da Igreja Paroquial da Freguesia de S. João Baptista de Alcochete foi contemplada com 3000 euros para a organização das Festas em honra do Padroeiro (24 de Junho).
Alguns católicos, menos prevenidos, congratular-se-ão com a bonomia dos autarcas, pensando eventualmente que estes homens nem são tão ruins como os pintam muitos, entre estes quiçá a minha pessoa.
Mas, à laia de tira-teimas, eu proponho que a generosa decisão dos comunistas na atribuição do subsídio à Paróquia seja testada com a exigência de que a administração local abdique de tutelar a Fundação João Gonçalves Júnior, entregando esta instituição ao controlo da Igreja.

Não sorria porque isto é sério

Se alguém quiser exemplos grotescos do excesso de urbanismo em Alcochete, pode começar pela toponímia mais recente.
Faça o favor de ler os dois últimos parágrafos desta pérola municipal.

No dia em que Diana errar a pontaria e acertar no Cupido, este grita por Apolo ou por Neptuno? E se o maiorial Júpiter acordar de mau humor, manda-se a Minerva dar-lhe com um pano encharcado?

Ridículo é o caso das Vilas do Duque. Virou gaiola de gabirus!

- Onde moras?
- Na Rua do Pato-Trombeteiro.
- Aaah! Eu morei na Rua do Maçarico. Mas depois de 12 anos a recibos verdes numa fábrica de calças, ganhei experiência e mudei-me para a Rua do Alfaiate.
- Sabes quem mora na Rua da Águia-Pesqueira?
- Não.
- É aquela Águia-Sapeira que anda enrolada com o Borelho de segunda a sexta e com o Pilrito ao sábado e domingo.

Por Júpiter ajude a travar isto!
Só encontro uma explicação para tamanho disparate: sintomas de cansaço, de excesso de problemas insolúveis e desrespeito por um bando de deprimidos e de defuntos.

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14 Maio 2008

Importam-se de esclarecer?

Prefiro não comentar isto, que menciona Alcochete.
Mas tomei boa nota.

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Para apontar na agenda de Agosto

Esta nota é para apontar na agenda e o Sapo e o Google citarem: de 8 a 13 de Agosto, em Alcochete, Festas do Barrete Verde e das Salinas.
A organização é do Aposento do Barrete Verde.
Olá! Olé!


P.S. - Alguns dias depois, o presidente da Direcção do Aposento do Barrete Verde acrescenta ao acima publicado o comentário que abaixo transcrevo por justificar destaque:

O Aposento do Barrete Verde de Alcochete, hoje e como sempre está prestes a tornar público o programa que compõe a 67ª Edição das Festas do Barrete Verde e das Salinas. Podemos prometer esforço, dedicação e sobretudo amor a esta terra que nos viu nascer e que nos acompanha nas nossas vidas. Julgamos que em cada canto do mundo onde exista um alcochetano, ficará orgulhoso do programa que iremos apresentar.

Esperem por mais novidades muito em breve!
Um abraço,

Retribuo o abraço a Fernando Pinto, naturalmente, reconhecendo quanta incompreensão é hoje necessário vencer e quão difícil se vai tornando demonstrar dedicação e amor a Alcochete e respeito aos alcochetanos.

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Dou comigo a pensar...

Bom Deus, dou comigo a pensar que só neste blog tenho centenas de horas dadas a esta minha terra de Alcochete sem receber um único cêntimo, antes com prejuízo do meu bolso e da minha família.
Por vezes temos que ser desbocados e dizer o que nos vai na alma para nos livrarmos do sufoco: o mês ainda não vai a meio, mas quantos na Câmara, no fim do corrente, não receberão ordenadões sem um décimo da produção por mim feita até agora.
Alguns imbecis, quando isto lêem, dão pulos para os ares, considerando que desnudo a minha face oculta, incrédulos do meu protesto de que me estou nas tintas para o(a) incompetente que ganha bem e mal faz (terão eles e elas consciência de que a rir-me e a escrever empreguei um quiasmo?).
O meu problema é que isto tudo está às avessas, facto que eu já vejo há muitos anos, mas de que só há poucos descobri as causas, o que me dá tranquilidade espiritual para escrever com a lucidez reconhecida por todos.
Alguns dirão que acordei tarde, mas eu penso que os que pensam assim continuam a dormir.

Eliminação da liberdade por processos democráticos?


Um edil merecedor deste nome à frente dos destinos de um concelho não aumenta a despesa, maximizando o volume de emprego na Câmara.
Por outro lado, esse edil abstém-se de dar toda a sorte de benesses às colectividades sem quaisquer obrigações relevantes para a comunidade.
Os autarcas de Alcochete, comunistas e socialistas, nos últimos anos, empregaram larguíssimas dezenas de pessoas e têm subsidiado as colectividades de forma que só uma grande dose de boa vontade evitará a desconfiança do munícipe.
Eu cá pergunto: não estamos perante a eliminação imperceptível da liberdade por processos democráticos à escala municipal?
Eu sei que a sobreposição do Estado à sociedade ameaça a liberdade.
E qual o efeito da sobreposição da administração local às populações?

13 Maio 2008

Brado


Amigos, a Civilização Ocidental, isto é, toda a obra física e intelectual de gerações e gerações de antepassados nossos, está a ser posta em causa como nunca o foi ao longo de dois mil anos de História.
O ataque à religião dos nossos pais e avós, à família, à liberdade individual, à propriedade privada, etc., por um lado; a legalização de drogas, a liberalização sexual, a alienação da juventude, etc., por outro, confrontam-nos com o fim de um mundo e começo de outro que abolirá o homem.
Por toda a parte o que se verifica é a cedência do Ocidente sem que se vejam respostas concretas em defesa do legado dos nossos maiores.
Proponho uma ideia que será de todos os homens e mulheres preocupados: o surgir de um movimento em Alcochete que através da inteligência se bata pelos princípios e valores que fizeram o que somos.
Não precisamos de praças públicas para nos reunirmos aos magotes nem de salas de sumptuosos palácios.
Sentados à mesa do café, a subir ou a descer uma rua ao lado de um amigo, na Internet, etc., damos testemunho do imperativo das nossas consciências.
A convicção de que o homem é criado para qualquer coisa de mais alto e que o respeito pelo outro é absoluto será a plataforma que guiará a nossa palavra.

11 Maio 2008

Truques da China


Militares da China comunista preparam-se para trocar os seus uniformes por vestes de monges tibetanos.
E esta, camaradas?
Se clicarem na imagem, vê-la-ão em tamanho muito maior.

09 Maio 2008

Essa patranha da igualdade de género


O género (gender), categoria sociológica, é o comportamento considerado conveniente para os membros de cada sexo.
Por exemplo, uma menina é mais reprimida pela mãe relativamente a todos os cuidados a ter com a postura do corpo do que um irmão com pouca diferença de idade.
Quando eu andava, nos anos cinquenta, na instrução primária, lembro-me que os textinhos do livro de leitura orientavam as meninas para donas de casa, quando muito professoras de crianças dos seis aos dez anos, por contraste com os rapazes que queriam ser aviadores, médicos, lavradores, etc.
Então, a igualdade de género, bandeira das esquerdas, visaria esbater a assimetria económica entre homens e mulheres e combater a exclusão destas do poder e demais centros de decisão. Mas seríamos muito ingénuos se apenas víssemos isto na igualdade de género.
Alguém já ouviu alguma formação partidária de ideologia marxista defender as liberdades individuais?
Meus amigos, a igualdade de género quer fazer tábua rasa do que é individual a favor do colectivo.
Com a minha individualidade tolhida, que poderei trocar com o outro? Eis como, no fundo, nos deparamos com a família e destruição desta.
Homem e mulher são iguais porque são pessoas. Com efeito, não há pessoa mais pessoa que outra. Mas cada ser humano tem a sua própria individualidade porque é único e irrepetível. O que nos compete é que nos complementemos nas individualidades. O homem precisa da mulher e esta daquele para a ressurreição dos corações.

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Restrições à construção até 25kms do aeroporto

A notícia está aqui no DN e corresponde, quase rigorosamente, ao que previra há algum tempo neste blogue.
No anel de restrições à construção, por causa do novo aeroporto, está contemplado o concelho de Alcochete.
O território deste município não abrange nem um metro quadrado do actual campo de tiro, mas será o mais afectado (ou privilegiado, depende dos pontos de vista...) pelas restrições ambientais impostas pela nova infra-estrutura.
Nos próximos tempos – meses, anos – lerão e escutarão reclamações e lamentos a autarcas locais.
Outra gente começará, em breve, a lamentar haver a forte probabilidade de possuir terrenos na vizinhança do novo aeroporto.
Agora a decisão final depende apenas de Bruxelas, a menos que... para o ano venha outro governo que meta o processo na gaveta. Não seria a primeira vez.

Se vier o aeroporto os que têm casa perto lamentar-se-ão, também, mas só lá para 2017.
Essa é outra história que, a seu tempo, ocupará os títulos dos jornais.

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Regra, mercado e liberdade

Eu passei boa parte da minha juventude numa congregação religiosa, a Pia Sociedade de São Paulo (Apelação).
Lá havia horas para rezar, estudar, trabalhar, comer, brincar, dormir, levantar, etc.
Lá havia também regra (regula), mas nós não entendíamos que esta restringisse a vida da comunidade, antes que era condicio sine qua non para a liberdade.
Permitam-me que mude ex abrupto de assunto, mudança que não será gratuita.
Eu sou um defensor intransigente do mercado livre, mas convicto de que não entro em contradição comigo próprio, defendo também alguma acção reguladora do Estado, o que lhe compete por força da tributação exercida sobre todos os cidadãos.
O consumidor tem o direito de se defender do lucro elevado e pouco legítimo (especulação) sobre os bens e mais sobre os que são essenciais. Nesta empresa precisa da equilibrada intervenção do Estado para disciplinar o mercado, não para o tolher.
Evidentemente que o intervencionismo do Estado, em abono dos sectores mais frágeis da sociedade, se deve reduzir ao que for imprescindível porque é a economia de mercado que garante a propriedade e a liberdade ao indivíduo.

08 Maio 2008

Algumas certezas

Para além de montanhas de dúvidas, eu tenho algumas certezas absolutas, quais sejam a ideia de Deus, do respeito devido a mim próprio e ao outro, etc.
Quando falo de Deus, é do Pai de Jesus Cristo que falo; quando falo do respeito devido a mim, é da minha dignidade que falo; quando falo do respeito devido ao outro, é dos direitos do outro que falo.
Disse e repito que o respeito devido ao outro é absoluto, mas esta asserção indiscutível para mim não me obriga a tomar café à mesma mesa com políticos corruptos e quaiquer outros trapaceiros da sociedade, uma vez que eu faço questão em reivindicar o meu direito à preferência.
Por ouras palavras, quero dizer que não posso estar de bem com todos porque a dimensão moral é tábua rasa para alguns.
Esta posição não invalida a minha absoluta convicção na defesa de direitos iguais para amigos e adversários.

07 Maio 2008

A chance para a direita em Alcochete


É sabido que esta Câmara não fez nada que realmente se possa ver desde que está no poder há dois anos e meio.
O PS local está dividido e desacreditado. Muitos socialistas, entre votar comunista e numa lista bem organizada de direita, preferirão esta segunda hipótese.
Se a direita alcochetana tiver a coragem de escolher um homem sério em torno do qual se agreguem as vontades, terá fortes possibilidades de conseguir um bom resultado nas próximas eleições autárquicas.
Sim, um homem sério, capaz de ouvir as pessoas e uni-las em torno de grandes causas para que o Concelho de Alcochete suba ao patamar desejado pelas suas populações.
Para tanto, esse homem não poderá ser mais do mesmo porque isso vomitamos nós das bocas para fora todos os dias.
Ele largará o gabinete, descerá as escadas dos Paços do Concelho, sairá para a rua e auscultará o sentir de cada munícipe para que, depois, de volta à cadeira do poder, o despacho seja a execução das aspirações do povo.
Ao fim de cada mês este homem sério recebe do erário público o que a lei estipula e recusa determinantemente servir-se do cargo para proventos particulares porque o que o move é o espírito de estrito serviço à comunidade.
Eis o perfil do próximo presidente de Câmara que queremos para Alcochete porque assim, sim.

05 Maio 2008

Alcochete a correr


Chamo a atenção para o sítio na Internet Alcochete a Correr, respeitante a uma prova de atletismo a realizar no dia 1 de Junho próximo.
Parece-me saudável que empresários com preocupações sociais e ambientais tenham boas ideias, dêem as mãos e, com apoio de entidades várias e autarquias locais, ajudem Alcochete a atrair atenções.
Infelizmente, porém, na significativa lista de organizadores e patrocinadores (nada menos de 25) descubro poucas empresas de Alcochete. Por onde andam? Não foram contactadas? Não se interessam por estas coisas?

Espero que, pelo menos, muito pessoal dessas empresas compareça na linha de partida e, envergando camisolas identificativas, demonstre que nem todas as 1.300 empresas do concelho se alhearam da iniciativa.
Também aguardo a oportunidade de observar a vitalidade do movimento associativo no concelho. Tanto quanto suponho esta é, em muitos anos, a primeira oportunidade de se evidenciar colectivamente.
Alcochete a Correr parece-me uma boa acção da sociedade civil. Cito da apresentação do sítio: "...empresas com preocupações sociais e ambientais, directa ou indirectamente ligadas ao fenómeno desportivo, pensaram desenvolver em Alcochete uma prova popular de atletismo. Pensaram e… puseram mãos à obra!"
Fizeram bem e alinharei na iniciativa com todo o prazer.

Corra a inscrever-se até ao dia 25, leve a família toda e amigos também. Os miúdos até nem pagam e os mais velhos também não.
Caminhar em Alcochete com sapatilhas, calções, t-shirt e máquina fotográfica não acontece todos os dias. Que diabo, são só 5kms!
Não escrevo "correr" porque a prova alternativa de 10kms é só para homens e mulheres de barba rija! Quem fizer de lebre até vai à China...
Pensei dar uma pequena ajuda à festa e convidar o pessoal da prova de 5kms a enviar-me fotografias para publicação neste blogue.
Gostava de organizar uma espécie de concurso de fotografia e oferecer algumas coisas em troca. Convoco para o júri, publicamente, todos os condóminos deste blogue, cujos nomes constam da coluna à esquerda.
Mas atenção: ainda não tenho prémios!
Há por aí alguém, ou alguma empresa, disponível para brindar os fotógrafos amadores mais perspicazes com uns chouriços, automóveis, garrafões de tinto, viagens, um porco, máquinas fotográficas, sacos de batatas ou um andar?


P.S. – Até pensei mandar reproduzir essas imagens em papel e organizar uma exposição algures. Mas achei que seria pedir demais, porque custa dinheiro e implica meter umas cunhas para arranjar espaço adequado ao evento.
Cunhas a quem? Aos do costume, obviamente!

Não acredito em bruxas mas cá vai a dica: será que, milagrosamente, há por aí alguém com qualquer coisa mais no bolso que cotão e/ou disponível para meter umas cunhas no sítio do costume?

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04 Maio 2008

A ementa das esquerdas


Ontem, Sábado, 3 de Maio de 2008, ao mesmo tempo que em Lisboa meio milhar de pessoas se manifestou numa marcha do Largo do Rato ao Camões pela legalização da marijuana com o apoio do Bloco de Esquerda, no Fórum Cultural de Alcochete realizou-se uma conferência sobre transexualidade promovida pela autarquia.
Pessoas que me lêem perguntar-se-ão, eventualmente, o que uma coisa tem a ver com a outra, começando desde aqui o ganho de todos aqueles que nos querem enganar.
Meus amigos, vocês não estão a ver que a droga, o feminismo, o aborto, o gayzismo, a mudança de sexo, etc., viraram bandeiras das esquerdas?
Tudo o que sirva para pôr em causa os alicerces civilizacionais antigos de dois mil anos, nomeadamente a família, é aproveitado pelas esquerdas a favor da nova ordem mundial a cobrir toda a face da terra.
Não poucas pessoas boas pensam que outros, como eu, nos opomos às mudanças por força de um conservadorismo empedernido, defendendo que os sinais da nova era convivem com os princípios e valores dos nossos antepassados.
Esta forma de encarar as coisas é trágica, pois o marxismo, "filosofia" comum a todas as esquerdas, não poderá triunfar se os pilares que sustentam a Civilização Ocidental judaico-cristã se mantiverem de pé.
Resta-me dizer o seguinte: enquanto que não estranho o elo que une aqueles manifestantes pela legalização de drogas ditas leves ao Bloco de Esquerda, pois a base desta formação partidária é, genericamente, tecido urbano da classe média, descreio da sintonia entre transexualidade e as bases do Partido Comunista, forjadas entre operários de oficinas e fábricas e, sobretudo, populações pobres da Margem Sul, Península de Setúbal e Alentejo.

03 Maio 2008

É mentira!


Na sessão solene das comemorações do 25 de Abril levada a cabo pela Assembleia Municipal de Alcochete, Luís Franco disse que «...esta é a oportunidade de celebrarmos, de forma viva, digna e grandiosa, um dos mais altos valores que Abril nos deu: a liberdade» (Jornal do Montijo, 2 de Maio de 2008).
As perguntas que faço são as seguintes: quando o Presidente da Câmara, chegado ao poder por mão dos comunistas, fala de liberdade, de qual é que ele rigorosamente está a falar? Será na dos Gulags de ontem e de hoje?
Discorro assim porque a moção Por um Tibete livre foi chumbada com os votos contra do PCP na Assembleia Municipal no passado dia 23 de Abril de 2008.
Então como é, sr. Presidente?
É mentira!

02 Maio 2008

Metonímia e alienação


Quando o alienado afirma que ser de direita é ser fascista está a recorrer, sem que tenha a mínima consciência das próprias palavras, a um processo metonímico.
Metonímia (gr. meta, mudança; ónyma, nome), para ser simultaneamente simples e rigoroso, é uma figura de retórica que emprega um nome por outro. Por exemplo, na frase "dá-me um porto", o nome da bebida está pelo do lugar de origem.
A origem do fascismo a partir de 1919 em Itália (exaltação e sacralização da Nação considerada o valor supremo na ordem política) deve procurar-se na urgência do combate ao comunismo.
As ideias fascistas definem-se pela rejeição do liberalismo tradiconal, pela condenação das instituições e das práticas da democracia parlamentar assente nos vários partidos, pela abolição das liberdades individuais, etc. Assim, o fascismo aparece como recusa sistemática à ordem política, económica e social que tinha sido progressivamente instaurada ao longo do séc. XIX na maior parte das sociedades ocidentais.
Vê-se então que o fascismo atacava o comunismo com armas iguais às deste, pois as doutrinas do primeiro e as práticas do segundo tinham de comum a vontade de instaurar um Estado forte cuja autoridade prevalecesse sobre os direitos e liberdades das pessoas.
Aqui chegado, pergunto: o que é que isto tudo tem a ver com a direita política? Obviamente que nada.
Logo, na asserção 'ser de direita é ser fascista' há uma manifesta mudança de nome que visa abolir a realidade cujo estatuto passa para a própria figura de estilo, impor a confusão, instalar o medo, dominar pela alienação.

29 Abril 2008

Terapia de choque

Futuros candidatos aos órgãos do município de Alcochete têm dois sérios problemas entre mãos: a câmara não poderá continuar a ser o motor do emprego no concelho, nem o cofre privilegiado do movimento associativo.
A menos que prossiga a "betonização" do pouco que resta do território, as receitas do município tenderão a diminuir.
Já aqui demonstrei que, no final do mandato anterior, 48% do orçamento anual do município dependia das receitas de construção, 40% das comparticipações do Estado e cerca de 12% eram receitas próprias.
Sendo público e notório que, desde então, as receitas da construção são menores, a comparticipação do Estado tem sido progressivamente reduzida e novas responsabilidades financeiras continuam a ser transferidas para os municípios sem as contrapartidas necessárias, é inevitável que a situação presente seja de grande aperto financeiro.
Não antevejo que os actuais membros do executivo municipal estejam dispostos ou sejam capazes de dar a volta ao problema e todas as suas intenções conhecidas incidem no desenvolvimento da construção habitacional, real ou disfarçada de projectos turísticos.
Em face das pouco lisonjeiras perspectivas económicas nacionais e internacionais a médio prazo, a que se soma o brutal aumento de preços dos bens de primeira necessidade, parece-me urgente estudar terapia de choque para as despesas do município: redução progressiva do pessoal e apoio circunscrito a colectividades imprescindíveis à segurança, protecção civil e solidariedade social.
Paralelamente, para empregar mais população residente o território urbanizável deve ser ocupado por sedes de empresas.
A racionalização de serviços municipais indispensáveis, como o abastecimento de água, a recolha de resíduos, a limpeza urbana e a conservação de espaços verdes, também me parece urgente. Além do mais porque, sem debate nem consulta à população, nos últimos anos tomaram-se decisões que ultrapassam largamente a duração do mandato.
Resta ainda, enfim, encontrar soluções para aumentar as receitas próprias, porque com 88% do orçamento dependente do exterior a autonomia municipal dos alcochetanos parece-me estar em risco.

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28 Abril 2008

José Saramago e a tourada


A tourada, lídima manifestação de cultura popular, é abjectamente denegrida em Memorial do Convento de José Saramago porque a festa de toiros tem implícita uma antropologia que se opõe à do marxismo.
Leia-se, por exemplo, esta passagem: «Estão as bancadas e os terrados formigando de povo, reservadamente acomodadas as pessoas principais, e as majestades e altezas miram das janelas do paço, por enquanto ainda andam os aguadores a aguar a praça, oitenta homens vestidos à mourisca, com as armas do Senado de Lisboa bordadas nas opas que trazem vestidas, impacienta-se o povinho que quer ver sair os touros, já se foram embora as danças, e agora retiraram-se os aguadores, ficou o terreiro um brinco, cheirando a terra molhada, parece que o mundo se acabou agora mesmo de criar, esperem-lhe pela pancada, não tardam aí o sangue e a urina, e as bostas dos touros, e os benicos dos cavalos, e se algum homem se borrar de medo oxalá o amparem as bragas, para não fazer má figura diante do povo de Lisboa e de D. João V» (Saramago, José, Memorial do Convento, Círculo de Leitores, Lisboa, 1984).
Muitos leitores, levados pela máxima de que gostos são gostos, encolhem os ombros e concluem que Saramago não gosta de touradas, direito que lhe assiste.
O problema é de longe muito mais profundo.
O comunismo, sem que o pareça, despreza a cultura de raiz popular, uma vez que esta, por força dos valores intrínsecos que a estruturam (ideia de uma Força superior à do homem, hierarquização, mais regra para mais liberdade, etc.), é obstáculo à progressão marxista, retardando o advento da justiça e paz perpétuas. Esta ideia está tão arreigada nos totalitarismos que matar milhões e milhões de pessoas em nome da utopia almejada é apenas um incómodo de percurso.

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27 Abril 2008

O professor responde ao aluno


As perguntas do aluno: a) Não acha que a universalidade do pensamento humano poderá ser maior que os sistemas já inventados? b) Acha que a História já acabou?

Em resposta ao que me perguntas, é claro para mim que «...a universalidade do pensamento humano...» inclui «...os sistemas já inventados». Por outras palavras, a tradição só merece este nome se for parideira incansável da renovação e esta só o é verdadeiramente se se alicerçar naquela.
Em síntese, se se separar tradição da renovação, uma e outra viram nada; se se unirem, reganham-se.
Esta minha resposta é a aplicação de que sistema cognitivo ou, dito de outro modo, qual o sistema cognitivo que está na base da minha resposta? É o significado da Cruz de Cristo: união da verticalidade e da horizontalidade, da Transcendência e da imanência, do Espírito e da carne, do Infinito e do finito, da Eternidade e do tempo...
Por exemplo, se te renderes apenas e só ao tempo, abolindo a dimensão espiritual, cais na mais crassa idolatria. Mas não penses que podes escolher a dimensão espiritual em desfavor do tempo ou abraçar este e desprezar aquela. Para viveres o equilíbrio dos dois mundos, só na união.
Portanto, eu não estou contra a horizontalidade, a imanência, a carne, o finito, o tempo, etc., mas, sim, contra que o homem vire costas a Algo maior do que ele para lá dele. Ora este "Algo" é uma Presença que impregna tudo sem se diluir em nada.
Da exposição deste sistema aberto do homem e do mundo que ergue o sentido da Cruz em metodologia para a reflexão, desço para a tua segunda pergunta.
A História não acabou, não acabará, porque o homem é uma criatura imperfeita como todas as criaturas. O homem apenas pode ambicionar ser cada vez melhor, o que só é possível se se ordenar a Deus.
O desprezo pela categoria teológica pecado original (criminalidade hereditária) faz 'pensar' ao marxismo, herdeiro de todo o lixo da Era Moderna, que o homem pode arrebatar de Deus o Paraíso Perdido e instaurá-lo na terra quando acabar a luta de classes, isto é, quando acabar a História.
Como é que um ser imperfeito pode instaurar o reino da felicidade perpétua?
Claro que o homem vai resolvendo problemas, mas resolver um problema é subir para um patamar superior donde se avistarão outros. Aqui não há fatalismo nenhum mas humildade para o reconhecimento e aceitação da condição humana. Não foi o homem quem fez a Criação, mas esta conta com a colaboração do homem para a subida da escada no cimo da qual está Deus. A recusa d'Este, o Princípio de Ordem Superior, resvalará inexoravelmente para a superbia que escravizará e animalizará o homem.
NOTA: segundo o que leio na tua última missiva, continuas a não perceber nada do que te disse! É assim mesmo que eu te devo falar porque o politicamente correcto é crime. Ouviste?
Vê as coisas em termos de união, caso contrário, serás vítima da abstracção, leitmotiv para o extermínio de milhões e milhões de seres humanos.
Por exemplo, os valores Deus, Pátria e Família são bons, mas se desligados da realidade, viram armas mortíferas tal como viraram entre nós durante a treva fascista.
Por outro lado, a incapacidade para ir além do sistema fechado que é o calhau gera também grandes matanças, o que aconteceu em nome dessa outra abstracção dita igualdade no universo comunista.
«...O agir humano recebe a sua norma do divino» (Brague, Rémi, A Lei de Deus, Instituto Piaget, Lisboa, 2008). Portanto, há uma aliança que é a encarnação do Sentido na carne do homem.
Para ti, há um sentido no homem, no mundo, no universo ou não? Se a tua resposta for afirmativa como dificilmente não poderá deixar de ser, então não terás problemas intelectuais em incorporar a Encarnação no teu universo pensamental. Ora quem está com o sentido da Encarnação está com o sentido da Cruz.
Quando falo da Cruz, falo de Cristo, a estrutura da realidade.

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24 Abril 2008

O 25 de Abril e Alcochete


O 25 de Abril foi uma revolução?
Eu conheço algumas revoluções na História do Ocidente, quais sejam a nova concepção do tempo, da liberdade, do corpo, etc., trazidas pelo Cristianismo no dealbar da escravião (império Romano) para a servidão (Idade Média).
Agora o tempo é o caminho, a liberdade é empresa do homem, o corpo é para a ressurreição (espiritualização da carne).
Outras revoluções no decurso da nossa Civilização foram a passagem da visão teocêntrica para a antropocêntrica, dentro desta o Iluminismo, os grandes meios de transporte e comunicação, recentemente a electrónica, etc.
O 25 de Abril trouxe a mudança ao povo Português? Antes de responder a esta pergunta, nada melhor do que analisar o que se passa na comunidade alcochetana, um microcosmos típico de todo o Portugal.
Vemos que a Câmara comunista não cumpre as promessas eleitorais, nomeadamente a da criação do Conselho Municipal, espécie de senado interdisciplinar cujas deliberações se ergueriam em referência para os órgãos autárquicos.
Vemos que os autarcas não descem ao encontro do pulsar das populações, vivendo de costas para estas e considerando um grande passo em frente a deslocação das reuniões camarárias para edifícios das Juntas de Freguesia e outros lugares do Concelho.
Vemos que não há interactividade dos eleitos com os munícipes através das novas tecnologias, nomeadamente a Internet.
Vemos, finalmente, que o site da Câmara é um monturo de informação neutra que causa verdadeira repugnância a qualquer internauta exigente.
Onde está a mudança de mentalidades na nossa terra?
O 25 de Abril foi uma revolução?

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23 Abril 2008

É tarde, muito tarde

A ano e meio das eleições locais e prevendo os mais lúcidos uma abstenção superior a 50% na maioria dos meios urbanos, surgem promessas do sindicato dos presidentes de câmara.
É tarde para, através de orçamentos participativos, atendimentos públicos, reuniões de câmara e assembleias municipais descentralizadas, visitas temáticas e o melhoramento das acessibilidades de comunicação com os presidentes e a vereação, se conseguir que os cidadãos sejam mais interventivos e a tendência para o alheamento se inverta.
Para não ir mais longe, Alcochete é um bom caso de estudo. Com quase tudo o que esse sindicato sugere os cidadãos afastaram-se ainda mais.
Os eleitores não são parvos e detestam sentir-se iludidos e manipulados.
Quem quiser resolver o problema só tem um caminho a seguir: desde o primeiro dia de mandato informar, esclarecer e explicar propostas, decisões e políticas autárquicas, usando apropriadamente os meios informativos próprios e os controlados pela autarquia.
Enquanto os autarcas forem opacos em relação aos seus eleitores, não esclarecerem voluntariamente decisões com reflexos na qualidade de vida da comunidade, omitirem informação relevante e menosprezarem o papel da oposição, gozarão de imensa liberdade de acção mas pagarão o preço amargo do desprezo pelos cidadãos.
Como tantas vezes escrevi aqui, ao longo dos dois anos e meio de existência deste blogue, para futuros candidatos o sinal distintivo da diferença deve ser dado muito antes das eleições.
O momento ideal não é seis meses antes da ida às urnas mas no início do mandato anterior ao da candidatura.

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22 Abril 2008

Os dinheiros públicos ou o alimento das esquerdas


A melhor forma de desferir o golpe de misericórdia ao associativismo é injectá-lo de dinheiros públicos.
Está bom de ver que se o dinheiro vem da Câmara, a tendência é para a desaceleração do dinamismo associativo até ao definhamento do mesmo.
Mas por que razão isto acontece?
Tal como um Governo de esquerda se sobrepõe à Sociedade, assim uma gestão municipal de esquerda se sobrepõe às comunidades, menorizando-as para mais facilmente as controlar.
Portanto, a atribuição de generosos subsídios às colectividades não tem nada de apolítico, uma vez que a ida às urnas é sempre a oportunidade azada para o eleitor dar provas de gratidão, ainda que troque a vida por uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma.

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O Governo PS de Direita?


Por toda a parte há pessoas que consideram de direita o Governo Sócrates. Esta opinião generalizada causa em mim um verdadeiro asco porque a direita sobrepõe a sociedade ao Governo, exactamente o contrário do que é feito por todos estes socialistas nos ministérios.
Então não é verdade que o Governo Sócrates, desde a governamentalização da própria banca privada até à regulamentação do piercing, se tem intrometido em tudo? Ora isto é esquerda, pois esta antepõe o Governo à sociedade.
Para mim, a ideia disseminada de que o Governo Sócrates é de direita parte de uma central de comando cujo nome é Partido Comunista. Para este, a seara socialista é o campo fronteiriço mais propício ao saque de potenciais eleitores. Como, desde a propaganda estalinista, a direita é vítima de uma mistificação tenebrosa porque identificada com os interesses do capitalismo sem que neste se distinga o liberal do monopolista, milhares de pessoas desinformadas concluem que o partido verdadeiramente de esquerda é o comunista, quando, afinal, este mata e o socialista esfola.

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19 Abril 2008

Jornais conservadores


A visão conservadora do homem e do mundo defende a Civilização Ocidental, isto é, o Cristianismo, a tradição, a liberdade individual, a família, a economia de mercado, a propriedade privada, o direito de herança, etc.
A visão conservadora do homem e do mundo opõe-se ao aborto salvo casos excepcionais, à eutanásia, ao divórcio indiscriminado, ao feminismo avesso à individualidade do ser humano, ao casamento gay ainda que admita uma figura jurídica que resguarde os interesses do companheirismo homossexual, ao transgénero, etc.
A visão conservadora do homem e do mundo defende a mudança.
A ideia de que as políticas conservadoras são avessas a mudanças é inculcada pelas esquerdas nas cabeças das pessoas.
Para o conservador muda-se sempre que a realidade sócio-política o aconselhe, quero dizer, para o conservador a mudança não é um fim mas um meio.
O que acabo de dizer justifica a sugestão de alguns meios de comunicação electrónicos liberais (sentido europeu) e conservadores.

http://www.libertaddigital.com
http://www.lefigaro.fr

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Das chuvas a Alcochete


As chuvas deste ano fazem-me lembrar que em Alcochete há projectos para recuperar ao rio espaço para a ampliação de vias, vale dar um exemplo, o caso da marginal do Rossio.
Sabemos que se os trabalhos desta envergadura não assentarem na mais rigorosa ciência com muito respeito pela natureza, as consequências podem ser catastróficas e incluir perdas de vidas humanas.
Muitas vezes o Tejo - a História Local o atesta - traz surpresas que não se compadecerão com incompetência humana se o empreendimento dos homens não estiver adequado à realidade.
Ora em Alcochete obras desajustadas à realidade são useiras e vezeiras, cite-se o caso dos crimes levados a cabo pelos comunistas no Moisém e Praia dos Moinhos.
Alcochete tem sido uma terra sofrida desde há décadas até agora porque desde ontem até hoje sempre apareceram homens à frente da gestão concelhia que colocaram os interesses próprios ou de grupo por cima dos interesses das populações.

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18 Abril 2008

Expliquem-se, por favor

Uma vez que principiou a campanha eleitoral e os interessados nela não devem perder a oportunidade de abordar matérias relevantes, solicito aos dirigentes partidários da oposição (PS e PSD) e/ou aos respectivos eleitos locais que, na primeira oportunidade e no local que entenderem conveniente, esclareçam o sentido do seu voto nos órgãos próprios do Município de Alcochete acerca deste assunto, as verdadeiras razões da inexistência de unanimidade regional acerca da associação e que vantagens e inconvenientes existem para os residentes locais?

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17 Abril 2008

Balanço e balança


Sensivelmente dois anos e meio depois da criação do Praia dos Moinhos, este atinge hoje 40.000 acessos, o que dá uma média superior a 1300 por mês.
Admitindo que os colaboradores permanentes deste meio de comunicação acessam o mesmo entre 300 a 400 vezes por mês, restam 1000 entradas que poderão ser de centenas de visitantes, constatação que, em termos do Concelho de Alcochete, não é despicienda.
Claro que quem está no poder sabe fazer estas contas, só aparentemente desvalorizando a importância deste blog no contexto do nosso município.
O descontrolo de vários comentários de fontes diversas é prova de que a partir daqui se pode fazer uma desmistificação bem conseguida das políticas comunistas para esta terra de Alcochete.
Pela parte que me cabe, eu sei o que tenho a fazer dentro de um espírito de missão que é serviço à comunidade.
De facto, aqui não há meio termo: ou sirvo a comunidade ou sirvo o meu umbigo. Como não posso julgar-me a mim próprio, deixo o veredicto de tal julgamento para os outros.

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16 Abril 2008

João Marafuga a Jorge Giro


Jorge