Escrevi isto a 28 de Novembro de 2005 – 28 dias após a instalação do novo executivo municipal – e ainda hoje espero resposta.
O apoio popular é a base do poder e esse apoio só se mantém se houver diálogo com os cidadãos. O poder é por definição solitário, mas não pode nem deve afastar-se dos eleitores.
O apoio popular é o capital mais importante do governante, mas só se mantém se houver comunicação e diálogo permanentes com os cidadãos.
Ao longo do mandato não houve diálogo – nem oposição que o exigisse – mas apenas propaganda.
31 agosto 2009
30 agosto 2009
Golpe de calor
Bebam muita água e cuidem-se, pela vossa saúde!
A temperatura máxima em Alcochete deverá hoje (domingo) rondar os 37 graus centígrados – se não me engano a mais alta do ano!
Especial atenção à hidratação de crianças e idosos dependentes.
A temperatura máxima em Alcochete deverá hoje (domingo) rondar os 37 graus centígrados – se não me engano a mais alta do ano!
Especial atenção à hidratação de crianças e idosos dependentes.
O poder suja as mãos
«Nenhum político escapa a isto: o poder suja as mãos. [...]. A hipótese é confiar os golpes de mão - mas sem se enganar - a quem mostrar prazer e capacidade para isso. Não faltam candidatos. Mas não se pense que, desse modo, o político se esquiva às responsabilidades: ele é responsável pelo que faz e também pelo que fazem em seu nome e no seu interesse, quer tenha quer não tenha conhecimento disso. Por vezes, tem dificuldades em admiti-lo mas, na maior parte dos casos, acomoda-se. A vida de quem tem o poder está cheia destes escolhos. Os jogos do dinheiro, os ajustes de contas por vezes violentos, os complôs, as calúnias, os compromissos mais variados, as mentiras, correspondem a outras tantas torpezas» (Edouard Balladur).
29 agosto 2009
Petição "Inserção dos Ferros de Mola"
Está a decorrer uma petição online que pede a implementação dos "ferros de mola" nas corridas de toiros em Portugal.
Devido ao aumento de acidentes provocados aos forcados pelos ferros compridos, para protecção dos mesmos, estamos a pedir a quem concordar a inserção dos ferros de mola a fim de acautelar acidentes provocados pela madeira dos ferros actuais.
Posteriormente esta pedição será enviada para a IGAC (inspecção geral das actividades culturais).
Se estiver interessado siga o seguinte link: http://www.peticao.com.pt/ferros-de-mola
Devido ao aumento de acidentes provocados aos forcados pelos ferros compridos, para protecção dos mesmos, estamos a pedir a quem concordar a inserção dos ferros de mola a fim de acautelar acidentes provocados pela madeira dos ferros actuais.
Posteriormente esta pedição será enviada para a IGAC (inspecção geral das actividades culturais).
Se estiver interessado siga o seguinte link: http://www.peticao.com.pt/ferros-de-mola
Luis Franco e a CDU aumentaram a Água em Alcochete
Em junho de 2008, a facturação do consumo doméstico de água em Alcochete passou a ser feito mensalmente, até aqui era de dois em dois meses.
Este facto só por si não constituiria notícia, mas, adjacente a este, e após delicada verificação de todas as facturas do ano, concluí que, devido à facturação mensal das taxas de saneamento e residuos sólidos, a factura ficou mais cara em cerca de 50%.
A título de exemplo, um utente que pagava 12 euros de dois em dois meses passou a pagar os mesmos 12 euros mensalmente (em média).
Para juntar a esta situação, ainda veio mais uma taxa por "imposição legal", a chamada taxa de recursos hídricos.
Desta forma, só posso tirar uma conclusão, a CDU aumentou a Água em Alcochete.
O que têm os candidatos à Câmara Municipal a dizer sobre esta situação?
Este facto só por si não constituiria notícia, mas, adjacente a este, e após delicada verificação de todas as facturas do ano, concluí que, devido à facturação mensal das taxas de saneamento e residuos sólidos, a factura ficou mais cara em cerca de 50%.
A título de exemplo, um utente que pagava 12 euros de dois em dois meses passou a pagar os mesmos 12 euros mensalmente (em média).
Para juntar a esta situação, ainda veio mais uma taxa por "imposição legal", a chamada taxa de recursos hídricos.
Desta forma, só posso tirar uma conclusão, a CDU aumentou a Água em Alcochete.
O que têm os candidatos à Câmara Municipal a dizer sobre esta situação?
Um protesto
Há 30 anos, quando ensaiei os primeiros passos dentro da política, organizar campanhas eleitorais era um trabalho diabólico. O fax dava os primeiros e incipientes passos, o meio de comunicação mais expedito era o telex, os telefones eram raros e funcionavam irregularmente, a TV resumia-se a um canal que mal cobria o país e poucas alternativas existiam para mobilizar, esclarecer e informar os eleitores sem ser através da Imprensa, da Rádio, dos cartazes e de toneladas de papel impresso distribuído em mão e porta-a-porta.
Foram tempos verdadeiramente heróicos porque, não obstante as imensas barreiras para nos abeirarmos dos eleitores, a afluência às urnas era esmagadora.
Estamos a menos de mês e meio de eleições locais e havendo telefones celulares, Internet, blogues e redes sociais – os meios de comunicação preferenciais de praticamente toda a população activa – se bem repararmos localmente a campanha ainda se resume a alguns cartazes com frases escolhidas a dedo.
As listas de candidatura estão judicialmente validadas desde ontem mas são inteiramente desconhecidas, os programas eleitorais continuam fechados a sete chaves, não haverá tempo sequer para conhecer as caras dos candidatos quanto mais para digerir programas de fio a pavio, não há uma única ideia consistente e mobilizadora e toda a gente embrenhada na política local parece continuar em férias.
A pobreza da comunicação é confrangedora e temo que o resultado final de tudo isto seja péssimo para a democracia. A abstenção não beneficia ninguém e tenho como seguro que haverá acusações mútuas se se concluir ter sido a maior de sempre.
Esta gente parou no tempo? Ignora que 45% da população tem acesso à Internet a partir de casa e que quase 75% o faz no trabalho? Que a audiência de um simples blogue local colectivo se mede por centenas de acessos diários? Que toda a gente tem telefone celular (e muita mais de um)? Que as formas de comunicação mais rápidas e expeditas são hoje inteiramente gratuitas e basta uma pessoa para as gerir?
Por muitas razões gostaria de poder recomendar, até à exaustão, que ninguém ficasse em casa no dia das eleições locais. Mas como poderei fazê-lo se eu próprio, que me considero dos mais atentos e informados, continuo à deriva e com vontade de depositar na urna um voto de protesto?
Foram tempos verdadeiramente heróicos porque, não obstante as imensas barreiras para nos abeirarmos dos eleitores, a afluência às urnas era esmagadora.
Estamos a menos de mês e meio de eleições locais e havendo telefones celulares, Internet, blogues e redes sociais – os meios de comunicação preferenciais de praticamente toda a população activa – se bem repararmos localmente a campanha ainda se resume a alguns cartazes com frases escolhidas a dedo.
As listas de candidatura estão judicialmente validadas desde ontem mas são inteiramente desconhecidas, os programas eleitorais continuam fechados a sete chaves, não haverá tempo sequer para conhecer as caras dos candidatos quanto mais para digerir programas de fio a pavio, não há uma única ideia consistente e mobilizadora e toda a gente embrenhada na política local parece continuar em férias.
A pobreza da comunicação é confrangedora e temo que o resultado final de tudo isto seja péssimo para a democracia. A abstenção não beneficia ninguém e tenho como seguro que haverá acusações mútuas se se concluir ter sido a maior de sempre.
Esta gente parou no tempo? Ignora que 45% da população tem acesso à Internet a partir de casa e que quase 75% o faz no trabalho? Que a audiência de um simples blogue local colectivo se mede por centenas de acessos diários? Que toda a gente tem telefone celular (e muita mais de um)? Que as formas de comunicação mais rápidas e expeditas são hoje inteiramente gratuitas e basta uma pessoa para as gerir?
Por muitas razões gostaria de poder recomendar, até à exaustão, que ninguém ficasse em casa no dia das eleições locais. Mas como poderei fazê-lo se eu próprio, que me considero dos mais atentos e informados, continuo à deriva e com vontade de depositar na urna um voto de protesto?
28 agosto 2009
Alcochete melhor
. Impedir acréscimo de urbanização para a Praia dos Moinhos.
. Remover da Praia dos Moinhos o estaleiro dos holandeses.
. Levantar a estátua ao Bombeiro.
. Destruir as retretes do Rossio.
. Deslocar a estátua do Salineiro para local mais consentâneo.
. Dignificar a estátua ao forcado.
. Melhorar o acesso da vila ao Freeport.
. Desmunicipalizar a Fundação João Gonçalves Júnior.
. Desincentivar a dependência do associativismo de subsídios.
. Apoiar a cultura de raiz popular.
. Criar a Universidade da Terceira Idade.
. Pôr o Fórum Cultural ao serviço da universalidade, novidade e questionabilidade.
. Remover da Praia dos Moinhos o estaleiro dos holandeses.
. Levantar a estátua ao Bombeiro.
. Destruir as retretes do Rossio.
. Deslocar a estátua do Salineiro para local mais consentâneo.
. Dignificar a estátua ao forcado.
. Melhorar o acesso da vila ao Freeport.
. Desmunicipalizar a Fundação João Gonçalves Júnior.
. Desincentivar a dependência do associativismo de subsídios.
. Apoiar a cultura de raiz popular.
. Conceber um órgão digno de informação aos munícipes.
. Rever criteriosamente a toponímia.. Criar a Universidade da Terceira Idade.
. Pôr o Fórum Cultural ao serviço da universalidade, novidade e questionabilidade.
Mensagem
Venho por este meio solicitar que libertem um pouco do vosso precioso tempo para ouvir a mensagem que se agrega no link que passo a indicar de imediato.
Sublinho que se trata da 1ª.entrevista do género e que decorreu de forma meramente informal.
Ora queiram ouvir...
Sublinho que se trata da 1ª.entrevista do género e que decorreu de forma meramente informal.
Ora queiram ouvir...
http://www.setubalnarede.pt/content/index.php?action=detailFo&rec=1902
27 agosto 2009
Boa memória (1)
Vai para quatro anos – quando este blogue tinha dois ou três leitores diários – editei um texto no qual chamava a atenção para a degradação dos centros históricos de Samouco e Alcochete e para um exemplo dado pelo município de Évora.
Agora – quando este blogue tem centenas de visitantes diários – vale a pena chamar a atenção para algo que escrevi... 18 dias após a tomada de posse dos actuais autarcas.
Volvidos 45 meses chegamos à época de balanços políticos e é bom reflectir nas inúmeras oportunidades perdidas.
Uma das oportunidades perdidas prende-se também com o edifício que serviu de ilustração a esse texto, o qual, embora desde 1992 esteja classificado como de interesse arquitectónico municipal, já por duas vezes esteve para ser destruído. E, em face do abandono a que continua votado, qualquer dia acabará mesmo por ruir definitivamente.
Da primeira vez (em 2004) salvei esse imóvel do camartelo com uma simples chamada de atenção ao então presidente da câmara. Presumo que da segunda vez (em 2006) também, porque reagi violentamente com novo texto aqui publicado. Vale a pena voltar a ele e reparar ainda nos comentários então suscitados.
O edifício em causa situa-se na Rua Ciprião de Figueiredo, n.ºs 38 a 44, em Alcochete, e o seu estado actual está bem à vista de quem não for cego.
Para quem não conhece, trata-se da artéria onde se situa a sede do Clube de Caçadores. Quem desce a Av.ª da Revolução, vindo da Escola EB 2,3 El-Rei D. Manuel I, é a terceira artéria à esquerda. Em sentido oposto é a segunda à direita.
Agora – quando este blogue tem centenas de visitantes diários – vale a pena chamar a atenção para algo que escrevi... 18 dias após a tomada de posse dos actuais autarcas.
Volvidos 45 meses chegamos à época de balanços políticos e é bom reflectir nas inúmeras oportunidades perdidas.
Uma das oportunidades perdidas prende-se também com o edifício que serviu de ilustração a esse texto, o qual, embora desde 1992 esteja classificado como de interesse arquitectónico municipal, já por duas vezes esteve para ser destruído. E, em face do abandono a que continua votado, qualquer dia acabará mesmo por ruir definitivamente.
Da primeira vez (em 2004) salvei esse imóvel do camartelo com uma simples chamada de atenção ao então presidente da câmara. Presumo que da segunda vez (em 2006) também, porque reagi violentamente com novo texto aqui publicado. Vale a pena voltar a ele e reparar ainda nos comentários então suscitados.
O edifício em causa situa-se na Rua Ciprião de Figueiredo, n.ºs 38 a 44, em Alcochete, e o seu estado actual está bem à vista de quem não for cego.
Para quem não conhece, trata-se da artéria onde se situa a sede do Clube de Caçadores. Quem desce a Av.ª da Revolução, vindo da Escola EB 2,3 El-Rei D. Manuel I, é a terceira artéria à esquerda. Em sentido oposto é a segunda à direita.
Perguntas aos candidatos à presidência da Câmara (3)
Espero que qualquer dos candidatos disponha de uma síntese orientadora em termos políticos que permita respostas pertinentes às minhas perguntas, todos eles dando fé aos eleitores da interiorização de um desígnio para Alcochete.
i) Em relação à orla ribeirinha, especialmente à Praia dos Moinhos, urge saber qual é a posição dos candidatos à presidência da Câmara de Alcochete, uma vez que existe toda uma gama de projectos para subtrair definitivamente esta praia fluvial às populações.
ii) Aqui tão pertinho de nós, sempre foi um facto com pergaminhos históricos a tendência hegemónica do Montijo sobre Alcochete. Há pessoas que chegam a falar e a escrever da inevitabilidade de a nossa terra perder a liberdade autonómica. Sobre esta matéria, os candidatos à presidência da Câmara que opinariam?
iii) Hoje, Alcochete é uma manta de retalhos de todas as cores. Além dos autóctones e dos novos moradores, há imigrantes de vários países do Leste Europeu, de África, do Brasil, etc. Ora eu penso que é possível defender a alcochetanidade e os imigrantes. Que políticas têm os candidatos à presidência da Câmara para os muitos imigrantes estabelecidos em Alcochete?
iv) Numa Humanidade cada vez mais unificada que faz de todos vizinhos de todos, eu gostava de saber quais os projectos dos candidactos à presidência da Câmara para a afirmação do papel de Alcochete em contexto tão novo e diversificado.
i) Em relação à orla ribeirinha, especialmente à Praia dos Moinhos, urge saber qual é a posição dos candidatos à presidência da Câmara de Alcochete, uma vez que existe toda uma gama de projectos para subtrair definitivamente esta praia fluvial às populações.
ii) Aqui tão pertinho de nós, sempre foi um facto com pergaminhos históricos a tendência hegemónica do Montijo sobre Alcochete. Há pessoas que chegam a falar e a escrever da inevitabilidade de a nossa terra perder a liberdade autonómica. Sobre esta matéria, os candidatos à presidência da Câmara que opinariam?
iii) Hoje, Alcochete é uma manta de retalhos de todas as cores. Além dos autóctones e dos novos moradores, há imigrantes de vários países do Leste Europeu, de África, do Brasil, etc. Ora eu penso que é possível defender a alcochetanidade e os imigrantes. Que políticas têm os candidatos à presidência da Câmara para os muitos imigrantes estabelecidos em Alcochete?
iv) Numa Humanidade cada vez mais unificada que faz de todos vizinhos de todos, eu gostava de saber quais os projectos dos candidactos à presidência da Câmara para a afirmação do papel de Alcochete em contexto tão novo e diversificado.
26 agosto 2009
Recado
O condómino Zeferino Boal publica no seu blogue pessoal alguns documentos relevantes sobre a história política em Alcochete entre 2000 e 2005.
Perguntas aos Candidatos à Câmara Municipal (2)
Estas são algumas das perguntas que gostaria de colocar aos cinco candidatos a presidente da nossa Câmara Municipal:
1. O que pretende fazer para implementar uma verdadeira política de Turismo no nosso Concelho?
2. O que acha da atribuição de incentivos fiscais à Fixação de Empresas no Concelho, e que Áreas de negócio devem ser apoiadas?
3. Qual a sua Política relativa ao Apoio ao Associativismo no concelho, e em que moldes apoiará as nossas associações?
4. O que pensa do último aumento da factura da água? Nas minhas contas o aumento foi de mais de 50 %.
1. O que pretende fazer para implementar uma verdadeira política de Turismo no nosso Concelho?
2. O que acha da atribuição de incentivos fiscais à Fixação de Empresas no Concelho, e que Áreas de negócio devem ser apoiadas?
3. Qual a sua Política relativa ao Apoio ao Associativismo no concelho, e em que moldes apoiará as nossas associações?
4. O que pensa do último aumento da factura da água? Nas minhas contas o aumento foi de mais de 50 %.
25 agosto 2009
Perguntas a candidatos à presidência da câmara
Sou o primeiro condómino deste blogue a apresentar um questionário aos cinco candidatos à presidência da Câmara Municipal de Alcochete.
Propositadamente não abarquei todos os assuntos que tinha em mente e por isso recomendo aos restantes condóminos que sigam o exemplo e apresentem também as suas perguntas.
Qualquer candidato(a), usando endereço e nome reconhecíveis, poderá enviar-me as suas respostas ao questionário directamente por e-mail ou através da caixa de comentários. Em qualquer dos casos, as respostas serão publicadas em textos autónomos devidamente referenciados e sem validação de comentários.
Os comentários com perguntas concretas serão guardados e reproduzir-se-á deles o essencial, de modo a terem as devidas respostas se os(a) candidatos(a) assim o entenderem.
a) Pode esclarecer os eleitores acerca da real situação financeira do Município de Alcochete? Qual o saldo final das contas de 2008? Quais as receitas e despesas mensais nos primeiros seis meses do ano corrente? A quanto ascendem os empréstimos bancários não liquidados? Qual o tempo médio actual para liquidar facturas de fornecedores? Qual o montante das horas extraordinárias por pagar ao pessoal?
b) Que soluções concretas apresenta e em que prazo se compromete a resolver as carências gritantes de infantários acessíveis a todas as classes sociais em todas as freguesias?
c) Os estabelecimentos de ensino básico têm a lotação largamente excedida, são acanhados e geralmente sem condições adequadas para as crianças. Que soluções planeou, como serão financiadas e em que prazo se compromete a concretizá-las?
d) Em todo o concelho há enorme carência de amplos espaços de recreio e lazer. Que soluções propõe, como pensa financiá-las e em que prazo se compromete a concretizar o(s) projecto(s)?
e) É sabido que, sobretudo devido à crise económica, a Câmara Municipal de Alcochete regista significativa quebra de receitas. Que medidas concretas pensa tomar, do lado da despesa, para que haja fundos disponíveis destinados a investimento?
f) Se for eleito(a) para presidir à Câmara Municipal de Alcochete manterá a Fundação João Gonçalves Júnior na esfera municipal?
g) Que soluções concretas apresenta para resolver a desertificação humana, o encerramento do comércio tradicional e a degradação de edifícios nos centros históricos de Samouco e Alcochete?
h) Em Alcochete, Samouco e São Francisco estamos bem longe de ter comunidades humanas atentas, coesas e solidárias. Que medidas concretas propõe e em que prazo se compromete a concretizá-las?
i) Não há, nem nunca houve, relações estreitas e efectivas entre a maioria do tecido empresarial e as autarquias de Alcochete. Quais os seus objectivos nesse âmbito, como e quando pensa concretizá-los?
j) O desemprego no concelho tende a transformar-se em mais um sério problema social. De que forma pensa contribuir para as indispensáveis soluções?
Dentro de alguns dias apresentarei o questionário destinado aos candidatos a presidente da assembleia municipal e, posteriormente, aos candidatos a presidente das assembleias de freguesia.
Propositadamente não abarquei todos os assuntos que tinha em mente e por isso recomendo aos restantes condóminos que sigam o exemplo e apresentem também as suas perguntas.
Qualquer candidato(a), usando endereço e nome reconhecíveis, poderá enviar-me as suas respostas ao questionário directamente por e-mail ou através da caixa de comentários. Em qualquer dos casos, as respostas serão publicadas em textos autónomos devidamente referenciados e sem validação de comentários.
Os comentários com perguntas concretas serão guardados e reproduzir-se-á deles o essencial, de modo a terem as devidas respostas se os(a) candidatos(a) assim o entenderem.
a) Pode esclarecer os eleitores acerca da real situação financeira do Município de Alcochete? Qual o saldo final das contas de 2008? Quais as receitas e despesas mensais nos primeiros seis meses do ano corrente? A quanto ascendem os empréstimos bancários não liquidados? Qual o tempo médio actual para liquidar facturas de fornecedores? Qual o montante das horas extraordinárias por pagar ao pessoal?
b) Que soluções concretas apresenta e em que prazo se compromete a resolver as carências gritantes de infantários acessíveis a todas as classes sociais em todas as freguesias?
c) Os estabelecimentos de ensino básico têm a lotação largamente excedida, são acanhados e geralmente sem condições adequadas para as crianças. Que soluções planeou, como serão financiadas e em que prazo se compromete a concretizá-las?
d) Em todo o concelho há enorme carência de amplos espaços de recreio e lazer. Que soluções propõe, como pensa financiá-las e em que prazo se compromete a concretizar o(s) projecto(s)?
e) É sabido que, sobretudo devido à crise económica, a Câmara Municipal de Alcochete regista significativa quebra de receitas. Que medidas concretas pensa tomar, do lado da despesa, para que haja fundos disponíveis destinados a investimento?
f) Se for eleito(a) para presidir à Câmara Municipal de Alcochete manterá a Fundação João Gonçalves Júnior na esfera municipal?
g) Que soluções concretas apresenta para resolver a desertificação humana, o encerramento do comércio tradicional e a degradação de edifícios nos centros históricos de Samouco e Alcochete?
h) Em Alcochete, Samouco e São Francisco estamos bem longe de ter comunidades humanas atentas, coesas e solidárias. Que medidas concretas propõe e em que prazo se compromete a concretizá-las?
i) Não há, nem nunca houve, relações estreitas e efectivas entre a maioria do tecido empresarial e as autarquias de Alcochete. Quais os seus objectivos nesse âmbito, como e quando pensa concretizá-los?
j) O desemprego no concelho tende a transformar-se em mais um sério problema social. De que forma pensa contribuir para as indispensáveis soluções?
Dentro de alguns dias apresentarei o questionário destinado aos candidatos a presidente da assembleia municipal e, posteriormente, aos candidatos a presidente das assembleias de freguesia.
Não presta...
Não presta quem anda na política e não supera o medo.
NOTA: "Quod scripsi, scripsi!".
Vamos todos apoiar o desafio de Zeferino Boal no post imediatamente anterior.
NOTA: "Quod scripsi, scripsi!".
Vamos todos apoiar o desafio de Zeferino Boal no post imediatamente anterior.
DEBATE EM ALCOCHETE
Pela análise que tem ocorrido dos diversos textos e comentários neste espaço sugere-me fazer um desafio, com um humilde contributo.
A crítica do silêncio de ideias e debate é extensiva a todos os responsáveis políticos.
Este é um espaço virado para a Alcochete na sua essência, de certeza que existem outros.
Aqui as leituras abundam, mas as intervenções dos responsáveis políticos são poucas.
No entanto todos já confirmaram entrevistas em órgãos de comunicação social do distrito.
Faço aqui um outro desafio a todos intervenientes e aos candidatos à Presidência da Câmara, depois poderá ser alargada a outros candidatos autárquicos: estão disponíveis para participarem num debate a cinco?
Disponibilizo-me para colaborar na organização do mesmo.
A crítica do silêncio de ideias e debate é extensiva a todos os responsáveis políticos.
Este é um espaço virado para a Alcochete na sua essência, de certeza que existem outros.
Aqui as leituras abundam, mas as intervenções dos responsáveis políticos são poucas.
No entanto todos já confirmaram entrevistas em órgãos de comunicação social do distrito.
Faço aqui um outro desafio a todos intervenientes e aos candidatos à Presidência da Câmara, depois poderá ser alargada a outros candidatos autárquicos: estão disponíveis para participarem num debate a cinco?
Disponibilizo-me para colaborar na organização do mesmo.
24 agosto 2009
Discussão dos programas políticos
A natureza humana é fascinante.
Não pondo em causa a gravidade que é dois candidatos políticos andarem à pancada, verifica-se que o discurso político se centra nesse acto isolado (espero eu).
Deixou-se de se debater ideias/projectos. Afinal onde vamos votar? No partido que alberga candidatos com punhos fortes ou no partido que apresenta um projecto de desenvolvimento credível?
Parece que nos estamos a afastar do essencial, ou será que não há projectos/programas a partilhar e a discutir?
Não pondo em causa a gravidade que é dois candidatos políticos andarem à pancada, verifica-se que o discurso político se centra nesse acto isolado (espero eu).
Deixou-se de se debater ideias/projectos. Afinal onde vamos votar? No partido que alberga candidatos com punhos fortes ou no partido que apresenta um projecto de desenvolvimento credível?
Parece que nos estamos a afastar do essencial, ou será que não há projectos/programas a partilhar e a discutir?
23 agosto 2009
Duas perguntas que merecem resposta
Meus amigos, a brutal agressão de Jorge Giro a Luís Proença vem-me à cabeça todos os dias. Nos três últimos, eu reflecti sobre este triste caso por terras desse norte de Portugal.
Em nome do homem, eu não posso contribuir para que este caso caia no aparente esquecimento. Na verdade, eu não posso fazer pouco de mim próprio.
Como já disse noutro lugar deste blog, os candidatos comunista e socialista, pelo menos que eu saiba, ainda não tomaram posição pública sobre a brutal agressão do candidato comunista à vereação da Câmara contra o candidato à presidência da Assembleia Municipal pelo PSD. Sei que isto é gravíssimo, pois a atitude daqueles candidatos à presidência da Câmara de Alcochete é a negação do sentido da política no que esta tem de mais nobre.
Luís Franco e António Maduro respeitam a dignidade do exercício dos cargos públicos aos quais se candidam e todos aqueles que querem defender a causa pública?
Ou será que por Luís Proença ser de fora, o caso não merece mais conversa?
São só duas perguntas que penso, estou convicto, que merecem resposta.
NOTA: o ocorrido entre Jorge Giro e Luís Proença é de raiz política. Se o problema não se resolver politicamente com a justeza que reclama, eu concluirei que em Alcochete não existe liberdade política, noção de dignidade humana nem respeito pelas pessoas.
Em nome do homem, eu não posso contribuir para que este caso caia no aparente esquecimento. Na verdade, eu não posso fazer pouco de mim próprio.
Como já disse noutro lugar deste blog, os candidatos comunista e socialista, pelo menos que eu saiba, ainda não tomaram posição pública sobre a brutal agressão do candidato comunista à vereação da Câmara contra o candidato à presidência da Assembleia Municipal pelo PSD. Sei que isto é gravíssimo, pois a atitude daqueles candidatos à presidência da Câmara de Alcochete é a negação do sentido da política no que esta tem de mais nobre.
Luís Franco e António Maduro respeitam a dignidade do exercício dos cargos públicos aos quais se candidam e todos aqueles que querem defender a causa pública?
Ou será que por Luís Proença ser de fora, o caso não merece mais conversa?
São só duas perguntas que penso, estou convicto, que merecem resposta.
NOTA: o ocorrido entre Jorge Giro e Luís Proença é de raiz política. Se o problema não se resolver politicamente com a justeza que reclama, eu concluirei que em Alcochete não existe liberdade política, noção de dignidade humana nem respeito pelas pessoas.
Reflexão política
Ainda não li em lado nenhum, uma explicação ou interpretação sobre uma questão tão visível nas listas da CDU. Como tal, expresso algumas reflexões para quem saiba e/ou tenha a coragem de explicar aos eleitores: por que razão um tradicional elemento na Vereação da CDU e actual número dois na Câmara Municipal é "chutado" para nº 2 da Assembleia Municipal? E vou ainda mais longe, como se compreende ter sido substituído pelo actual nº 4, José Luis Alfélua. Outra situação percebo e deriva da Lei das quotas relegar para nº 4 o actual nº 3, Paulo Machado.
Mas, o que deveria ser explicado aos eleitores com clareza e transparência é a exclusão na lista de candidatos a vereador do actual nº 2.
Não venham com a história da renovação, porque então não apresentavam o "velho dinossauro" Álvaro Costa na lista de candidatos a vereador.
Será que algo se relaciona com a boa ou má gestão das obras que estiveram sobre a sua responsabilidade durante este mandato.
Há outros ruídos que afirmam que se o António Luís tivesse sido Vereador executivo no anterior mandato de maioria socialista não destoava nada nos pontos de contacto.
Qual o fundamento de todas estas reflexões?
E o que dirão os responsáveis políticos de outras candidaturas que continuam a gerir o silêncio total?
Mas, o que deveria ser explicado aos eleitores com clareza e transparência é a exclusão na lista de candidatos a vereador do actual nº 2.
Não venham com a história da renovação, porque então não apresentavam o "velho dinossauro" Álvaro Costa na lista de candidatos a vereador.
Será que algo se relaciona com a boa ou má gestão das obras que estiveram sobre a sua responsabilidade durante este mandato.
Há outros ruídos que afirmam que se o António Luís tivesse sido Vereador executivo no anterior mandato de maioria socialista não destoava nada nos pontos de contacto.
Qual o fundamento de todas estas reflexões?
E o que dirão os responsáveis políticos de outras candidaturas que continuam a gerir o silêncio total?
22 agosto 2009
Desemprego e problemas sociais
A propósito de desemprego e dos problemas sociais inerentes mas ocultos, recomendo a leitura desta notícia do «Expresso» na segunda parte da qual é descrito o caso de uma senhora de Alcochete, cuja filha terá sido preterida num infantário porque a mãe estava desempregada.
Estava a ler a notícia e lembrei-me que, em meados dos anos 50 do século passado, uma benfeitora alcochetana decidiu criar uma instituição para minorar casos sociais como o descrito.
Essa instituição denomina-se Fundação João Gonçalves Júnior e sobre ela já muito se escreveu neste blogue, nomeadamente aqui, aqui e aqui.
Estava a ler a notícia e lembrei-me que, em meados dos anos 50 do século passado, uma benfeitora alcochetana decidiu criar uma instituição para minorar casos sociais como o descrito.
Essa instituição denomina-se Fundação João Gonçalves Júnior e sobre ela já muito se escreveu neste blogue, nomeadamente aqui, aqui e aqui.
21 agosto 2009
Desemprego a subir, a subir!

O gráfico acima apresenta os dados do desemprego em Alcochete, durante o ano corrente e até ao mês anterior.
Em termos numéricos, o ano principiou com 497 desempregados, que no mês passado tinham aumentado em quase uma centena: 590.
Desde Outubro do ano passado que o número de desempregados continua em crescendo.
Em Setembro de 2007 registou-se o número mais baixo dos últimos quatro anos (360 desempregados), valor que menos de dois anos passados subiu mais de 63%.
Para comparar os dados de Julho com os de períodos anteriores consultar este e este textos.
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