Foi ontem eleito presidente do Partido Social Democrata, o Dr. Pedro Passos Coelho, com ele uma nova esperança nasce no nosso país.
Pedro Passos Coelho é um jovem com grande experiência política, com uma nova visão do que deve ser o estado, e com um verdadeiro projecto de desenvolvimento e saída deste marasmo cinzentista que tem dominado o nosso país nestes últimos 10 anos.
Tenho a mais pura convicção que estarão para breve, grandes mudanças na política nacional, finalmente teremos à frente do maior partido da oposição um homem com coragem, dedicação e conhecimento que poderá restituir ao povo português uma verdadeira esperança no futuro!
27 março 2010
22 março 2010
Novo Jornal Local : "Alcaxete"
É com grande satisfação que testemunhei o nascimento de um novo orgão de informação local, o Jornal "Alcaxete".
Era uma grande lacuna existente no nosso concelho, e queria deixar os mais sinceros votos de muito sucesso a este novo projecto, tão necessário em Alcochete.
Espero que seja um jornal, isento, supra partidário e que tenha como finalidade a divulgação do nosso concelho.
Não tenham nunca medo de divulgar não só o que está bem, mas tenham sentido critico e principalmente que ganhem rapidamente o espaço de divulgação de todas as opiniões em Alcochete, sejam elas do regime ou não!
Um bem haja e votos de muita sorte!
19 março 2010
Seis Meses de Governação Comunista de Alcochete!
Após algum tempo de ausência, volto a este blog para fazer um balanço dos primeiros seis meses da governação comunista da CMA.
Para evitar os "slogans", da campanha eleitoral, vou apenas deixar algumas questões para reflexão:
Em que situação se encontram os projectos dos Centros Escolares da Quebrada e S. Francisco?
Onde está a Criação do Balcão Único?
O que falta para implementar o projecto "Vamos à Vila"?
E a Carta do Idoso?
E o Centro de Saude do Samouco? Para quando a sua conclusão?
E as politicas de solos que estimulem a construção de fogos a custos controlados?
Enfim, muitas mais promessas eleitorais da CDU poderiam aqui ser colocadas...
Estou hoje a escrever este balanço, para que as consciencias criticas de Alcochete não adormeçam, pois seis meses já lá vão, e não tarda muito o mandato inteiro, e mais uma vez estaremos por aí a perguntar:
"Mas afinal o que foi que os comunistas fizeram em tantos anos de governação autarquica?".
18 março 2010
SEM DONO
O mar não tem dono, é de todos nós.
Também o chão que pisamos, serve para todos!
Tal como o ar que respiramos.
É de todos, não sendo de ninguém!
As estradas servem para circular viaturas.
Também os passeios para peões em lazer!
O Vento fere nosso rosto, em dias de temporal.
Vêm e vão, não são de ninguém!Sem dono existem…
A imprudência e incompreensão de alguns.
Julgam ser verdadeiros depositário de tudo…
Sem dono, vive nossa alma, na procura do seu dono!
Sem dono, sobrevive nosso coração, na ânsia de encontrar!
Talvez lá no fundo, mesmo no fundo, encontrar uma réstia de esperança.
Esse amor sem dono como o qualificar?
Sem dono, continua nossa dor, rumando em sofrimento.
Na procura de dono, para nosso amor…
Dezembro 2009
Também o chão que pisamos, serve para todos!
Tal como o ar que respiramos.
É de todos, não sendo de ninguém!
As estradas servem para circular viaturas.
Também os passeios para peões em lazer!
O Vento fere nosso rosto, em dias de temporal.
Vêm e vão, não são de ninguém!Sem dono existem…
A imprudência e incompreensão de alguns.
Julgam ser verdadeiros depositário de tudo…
Sem dono, vive nossa alma, na procura do seu dono!
Sem dono, sobrevive nosso coração, na ânsia de encontrar!
Talvez lá no fundo, mesmo no fundo, encontrar uma réstia de esperança.
Esse amor sem dono como o qualificar?
Sem dono, continua nossa dor, rumando em sofrimento.
Na procura de dono, para nosso amor…
Dezembro 2009
15 março 2010
AQUI HÁ RATO (III)
No passado dia 26 de Fevereiro, a bancada da CDU consciente dos interesses da população que a elegeu, apresentou sob forma de moção, um texto de solidariedade com os trabalhadores da Administração Pública.Trabalhadores estes que foram transformados pela má gestão deste governo de Sócrates como o bode expiatório, sofrendo duros golpes nos seus direitos laborais e na natureza do seu vinculo de nomeação, precarizando cada vez mais as relações laborais destes trabalhadores, destruindo a sua autonomia e independência dos trabalhadores na prestação das funções sociais do Estado.Trabalhadores que se vêm confrontados com a criação de um novo sistema de avaliação de desempenho o tal (SIDAP). Que serve para abrir caminho ao mal-estar, discriminação, permissividade e á dependência dos dirigentes, impedindo os trabalhadores de carreiras justas, dignas, com progressão.A moção versava sobre isso e também da participação massiva na manifestação de 5 de Fevereiro como a greve do dia 4 de Março.Ora é de estranhar que as duas bancadas da oposição PS e PSD, tenham insurgido de tal forma a votaram contra sem qualquer discussão ou declamação de voto. Espanta-me tal atitude destes dirigentes que se dignam pela transparência e de bem-fazer politica, mas, e a imoralidade, e a ética?Este voto contra ultrapassa em larga média a moção da CDU, este voto contra que se traduz, não contra a própria CDU, mas sim, contra os legítimos interesses e anseios dos trabalhadores desta autarquia e de todos os trabalhadores da Administração Pública que se quer eficaz ao serviço das populações.Ora meus caros amigos da blogosfera, o que se passou de seguida foi incompreensível por parte da bancada do PS, talvez por desconhecerem a sua própria lei.Digo a sua própria lei, isto é, foi o governo PS que aprovou a Lei 12-A de 27 de Fevereiro então a denominada (Lei de Vínculos, Carreiras e Renumerações), esta que, dá competências ao órgão executivo camarário para decidir sobre os montantes máximos de cada um dos encargos: recrutamentos, alterações de posições remuneratórios e atribuição de prémios de desempenho.Ora ao contrário de muitas Câmaras PS e PSD, o executivo de Alcochete, optou por, no meu entender muito bem face aos vencimentos de miséria que este governo tem vindo cada vez mais a penalizar como aconteceu este ano, no congelamento dos mesmos.O executivo de maioria CDU optou então de forma justa, contemplar os 122 trabalhadores da autarquia reconhecendo o seu esforço e dedicação, sendo estes os únicos que estavam em condições de serem abrangidos pela opção gestionária.A bancada da CDU decidiu também apresentar uma moção, mas uma vez mais as bancadas do PS e PSD votaram contra, sem argumento algum!Então, não foi o PS que originou esta opção gestionária de pessoal?Ou estes senhores são como o vento, só sopram para onde querem?Se isto é fazer politica! Pois o melhor é dedicarem-se á pesca!Talvez assim os peixes fujam para não vos verem …Ao mesmo tempo os deixarem a pregar sozinhos…Por isso continuo atento, a estas atrocidades no meu concelho, onde alguns partidos fazem, dizem, mas… nada fazem para dignificarem a politica do concelho.O PS está a provar do seu próprio veneno, será que são estes senhores credíveis?Se na oposição são assim! Como seriam no poder?Façam a vossa reflexão… Pois eu já fiz a minha….Pois digo, volto a dizer, que com estes senhores! Muitos ratos vêm aí…
04 março 2010
MEU COZIDO Á PORTUGUESA
Chispe de porco, orelha levar
Enchidos e hortaliça,
Bucho e farinheira,
Este cozido não tem alheira.
Hortaliça á discrição
Cenoura e nabo entrar,
Batata também acompanhar,
Neste cozido feijão colocar.
Carne de porco uma delícia
Neste prato tradicional,
Deste cozido á portuguesa!
Para todos saborear.
Este prato lembrar
Este cozido a todos oferendar!
Março 2010
Enchidos e hortaliça,
Bucho e farinheira,
Este cozido não tem alheira.
Hortaliça á discrição
Cenoura e nabo entrar,
Batata também acompanhar,
Neste cozido feijão colocar.
Carne de porco uma delícia
Neste prato tradicional,
Deste cozido á portuguesa!
Para todos saborear.
Este prato lembrar
Este cozido a todos oferendar!
Março 2010
13 fevereiro 2010
A minha consulta pública - A praça Pública de Alcochete
Ficam aqui imagens da intenção de proposta para o Largo de São João - Tese de Mestrado em Arquitectura pela Universidade Lusófona.
É apenas uma ilustração de intenção que pode não corresponder a versão final.
Não vou me alongar na caracterização da proposta porque o meu objectivo aqui é apenas testar a imagem ao publico (espero que os indices de popularidade do blog ainda estejam alto, embora eu note alguma quebra de participação)
As únicas duas explicações que vou dar são que, a estátua do Padre Cruz está centrada, o que parece evidente, e o que está a frente da Igreja é um palco para espectáculos, um palco com estrutura hidráulica (permite subir 1 ou 2 metros se necessário, substitui o palco que costumam montar sempre para as festividades). O poço ? O poço... está em standby.
Fica uma planta e um perfil, e posso responder a questões que forem colocadas. Carregar para aumentar.

É apenas uma ilustração de intenção que pode não corresponder a versão final.
Não vou me alongar na caracterização da proposta porque o meu objectivo aqui é apenas testar a imagem ao publico (espero que os indices de popularidade do blog ainda estejam alto, embora eu note alguma quebra de participação)
As únicas duas explicações que vou dar são que, a estátua do Padre Cruz está centrada, o que parece evidente, e o que está a frente da Igreja é um palco para espectáculos, um palco com estrutura hidráulica (permite subir 1 ou 2 metros se necessário, substitui o palco que costumam montar sempre para as festividades). O poço ? O poço... está em standby.
Fica uma planta e um perfil, e posso responder a questões que forem colocadas. Carregar para aumentar.

09 fevereiro 2010
Ainda a Feira d'Alcochete, do Cavalo, do Fado e do Forcado…e a Cercima
A Feira d'Alcochete, do Cavalo, do Fado e do Forcado, realizada nos dias 21 a 24 de Maio de 2009, teve como novidade preconizada pela nova organização do certame, o pagamento de ingressos que, conforme divulgado na imprensa em Maio de 2009, revertia a sua receita a favor da Cercima – Cooperativa para Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas do Montijo e Alcochete. Isto mesmo comprova-se nas citações proferidas pelo Sr. Vereador da Câmara Municipal de Alcochete, Dr. Paulo Machado, na comunicação social, senão vejamos:
- A entrada no certame implica a aquisição do bilhete solidário no valor de €1,5 ou €2, se for adquirido durante o dia ou à noite, respectivamente que reverterá a favor da CERCIMA para a construção de um lar residencial – Casa dos Duques. (Fonte: Gabinete de Comunicação e Imagem da Câmara Municipal de Alcochete, in sitio da internet do Município)
- Pela primeira vez, terá se pagar a entrada na feira. “Tratam-se de ingressos solidários porque o lucro reverte a favor da construção do Lar residencial Casa dos Duques da Cercima”, explica Paulo Machado. A Cercima é uma Instituição Particular de Solidariedade Social local, do Montijo e Alcochete, e está neste momento a angariar fundos para a construção de um lar para pessoas com deficiência mas autónomos, na freguesia de São Francisco, em Alcochete. “Entendemos que esta seria uma forma das pessoas se associarem directamente a esta causa” sublinha o vereador da cultura. (In Jornal de Alcochete, 06/05/2009)
- A Feira d'Alcochete... do Cavalo, do Fado e do Forcado, realizada entre os passados dias 21 e 24 na Fábrica do Alumínio, foi um sucesso e atingiu as expectativas em termos de visitantes, cerca de 23 mil, apesar da entrada ser paga. (…) O grande número de expositores e os espectáculos de qualidade levaram as pessoas a pagar de bom grado os bilhetes de entrada (apenas de dois euros), cujas verbas revertem a favor da Cercima. (In Jornal de Alcochete, 26/05/2009).
Na Assembleia Municipal de Alcochete realizada no passado dia 21 de Dezembro, a bancada do Partido Socialista, perante tão prolongado silêncio sobre o assunto em questão, abordou o Executivo Municipal sobre qual o montante que tinha sido apurado para a Cercima e se o mesmo já tinha sido entregue. O Vereador Paulo Machado informou a Assembleia, que o montante a entregar à Cercima seria de 1.400,00€ (!!), correspondentes a 10% do total das entradas pagas no recinto da feira e que o mesmo ainda não tinha sido entregue, pois as contas apenas foram finalizadas em Outubro.
Ironicamente, ainda se pasmou com tamanho interesse dos deputados socialistas no assunto em causa, alegando que a organização da respectiva Feira é composta por pessoas de bem.
A Bancada do PS reconhece a idoneidade de todos os intervenientes na organização da respectiva Feira, o que acontece é que provavelmente nem todos os elementos da organização teriam conhecimento ou a consciência das propensas promessas do Senhor Vereador face à criação de ingressos de entrada na Feira e o fim a que os mesmos se destinavam. Entendemos nós que, perante o que foi prometido e o que “ainda” se pretende cumprir, não é mais do que uma nítida falta de respeito, não só por quem pagou o seu ingresso julgando que o mesmo tinha um destino e acabou por ter outro, mas sobretudo uma enormíssima falta de consideração pela Cercima. Também não conseguimos entender como irá a Cercima receber apenas 1.400,00€ quando se registaram 23 mil entradas e atendendo a tudo o que foi dito na imprensa face ao valor dos ingressos.
Nós ainda acreditamos que fazer politica é algo superior a estas atitudes. Agora cada um que retire as suas ilações deste lamentável episódio que em nada abona o verdadeiro sentido da cidadania.
Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
bancadapsalcochete@gmail.com
- A entrada no certame implica a aquisição do bilhete solidário no valor de €1,5 ou €2, se for adquirido durante o dia ou à noite, respectivamente que reverterá a favor da CERCIMA para a construção de um lar residencial – Casa dos Duques. (Fonte: Gabinete de Comunicação e Imagem da Câmara Municipal de Alcochete, in sitio da internet do Município)
- Pela primeira vez, terá se pagar a entrada na feira. “Tratam-se de ingressos solidários porque o lucro reverte a favor da construção do Lar residencial Casa dos Duques da Cercima”, explica Paulo Machado. A Cercima é uma Instituição Particular de Solidariedade Social local, do Montijo e Alcochete, e está neste momento a angariar fundos para a construção de um lar para pessoas com deficiência mas autónomos, na freguesia de São Francisco, em Alcochete. “Entendemos que esta seria uma forma das pessoas se associarem directamente a esta causa” sublinha o vereador da cultura. (In Jornal de Alcochete, 06/05/2009)
- A Feira d'Alcochete... do Cavalo, do Fado e do Forcado, realizada entre os passados dias 21 e 24 na Fábrica do Alumínio, foi um sucesso e atingiu as expectativas em termos de visitantes, cerca de 23 mil, apesar da entrada ser paga. (…) O grande número de expositores e os espectáculos de qualidade levaram as pessoas a pagar de bom grado os bilhetes de entrada (apenas de dois euros), cujas verbas revertem a favor da Cercima. (In Jornal de Alcochete, 26/05/2009).
Na Assembleia Municipal de Alcochete realizada no passado dia 21 de Dezembro, a bancada do Partido Socialista, perante tão prolongado silêncio sobre o assunto em questão, abordou o Executivo Municipal sobre qual o montante que tinha sido apurado para a Cercima e se o mesmo já tinha sido entregue. O Vereador Paulo Machado informou a Assembleia, que o montante a entregar à Cercima seria de 1.400,00€ (!!), correspondentes a 10% do total das entradas pagas no recinto da feira e que o mesmo ainda não tinha sido entregue, pois as contas apenas foram finalizadas em Outubro.
Ironicamente, ainda se pasmou com tamanho interesse dos deputados socialistas no assunto em causa, alegando que a organização da respectiva Feira é composta por pessoas de bem.
A Bancada do PS reconhece a idoneidade de todos os intervenientes na organização da respectiva Feira, o que acontece é que provavelmente nem todos os elementos da organização teriam conhecimento ou a consciência das propensas promessas do Senhor Vereador face à criação de ingressos de entrada na Feira e o fim a que os mesmos se destinavam. Entendemos nós que, perante o que foi prometido e o que “ainda” se pretende cumprir, não é mais do que uma nítida falta de respeito, não só por quem pagou o seu ingresso julgando que o mesmo tinha um destino e acabou por ter outro, mas sobretudo uma enormíssima falta de consideração pela Cercima. Também não conseguimos entender como irá a Cercima receber apenas 1.400,00€ quando se registaram 23 mil entradas e atendendo a tudo o que foi dito na imprensa face ao valor dos ingressos.
Nós ainda acreditamos que fazer politica é algo superior a estas atitudes. Agora cada um que retire as suas ilações deste lamentável episódio que em nada abona o verdadeiro sentido da cidadania.
Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
bancadapsalcochete@gmail.com
08 fevereiro 2010
AQUI Á RATO II
Na passada sexta-feira dia 5 de Fevereiro de 2010, recebi em minha casa como normalmente acontece todas as semanas o Jornal do Montijo, para meu espanto, deparei-me com um artigo de opinião de um deputado da Assembleia Municipal de Alcochete da bancada do partido Socialista.
Assunto que me intrigou pelo seu conteúdo, ainda não terminou as interpolações sobre a referida Organização da Feira do Cavalo, Fado e do Forcado, onde as entradas seriam pagas e as receitas revertiam para a Cercima.
Ora, como é público, este assunto está debatido e mais que debatido pela executivo da Câmara Municipal de Alcochete. O próprio deputado que agora vem uma vez mais a terreno defender que algo está mal.
Como munícipe atento que ando ao que se passa no meu concelho, não podia ficar indiferente a mais esta situação incoerente da parte deste deputado.
O mesmo senhor, como todos os outros está na posse da correcta informação de todo o processo resultante do mesmo evento. Aliás, qualquer município do concelho pode visitar a página da autarquia onde está publicado tudo sobre este assunto, também o mesmo, já fora discutido e esclarecido em Assembleia Municipal, sendo que este deputado ficou comedido no seu lugar.
Por isso a meu espanto que ao fim de algum tempo uma vez mais este assunto venha de novo ao de cima, assim sendo tenho duas leituras a este assunto:
1º - Ou o senhor em questão está esquecido ou desfasado do tempo nesta matéria, ou será que algo mais o move para continuar a bater na mesma tecla?
2º - Será que não existe mais assuntos para que sejam expressas naquele espaço de artigo de opinião?
No entanto, algumas afirmações caluniosas ficam em aberto, quando o mesmo deputado afirma que os restantes elementos da direcção não sabiam do que se estava a passar. Quanto a esta questão tenho uma simples resposta.
O que faz um director duma colectividade?
Dá o nome, para depois aparecer nas festas, comer e beber…
È claro que não se trata deste tipo de directores, onde a sua idoneidade está para além de tudo mais, por este motivo é uma tremenda falta de respeito o referido artigo, onde envolve pessoas e instituições públicas e privadas em nome de algo que não se justifica ou seja, desacreditar quem foi eleito maioritariamente pelo povo deste concelho.
Para terminar, transcrevo os últimos parágrafos do referido artigo.
Retirem vós, as vossas ilações…
(Nós ainda acreditamos que fazer política é algo superior a estas atitudes.
Agora cada um que retire as suas ilações deste lamentável episódio que em nada abona o verdadeiro sentido da cidadania.)
In: Deputado Municipal independente eleito pelo PS
07 fevereiro 2010
Luta de quem Trabalha pela Dignidade
Nos tempos que vivemos, convicto das grandes dificuldades que globalmente assolam o sistema financeiro. Em Portugal, os funcionários públicos têm vindo a ser o parente pobre do sistema governamental, deste Oásis país para muitos...
O poder politico que desde a alguns anos a esta parte, sejam eles da direita P.S.D ou da direita P.S...
O sistema vocacional serve para transmitir para a opinião pública que, os funcionários públicos são o podre da nação, os malandros, os chulos e mal de todos os males nos gastos da finanças públicas.
Ora, qualquer pessoa menos letrados percebe o que se tem passado, desde a última legislatura liderada pelo actual 1º Ministro José Sócrates, os funcionários públicos deste país têm vindo a ser perseguidos, explorados, espezinhados, mal-tratados, roubados nos seus direitos conquistados no passado. Tudo serve para travar os aumentos (congelar), no final de cada mês...
Onde estes senhores têm governado de forma autoritária e de relevo arrogante.
2010, ano, uma vez mais, estes trabalhadores sentem na pele o sofrimento das grandes investidas que estes senhores uma vez mais afrontam quem de alguma forma tratam da imagem do país por essas autarquias locais.com o congelamento dos salários este governo que diz ser para baixar as despesas públicas, ora isto não passa duma autentica palhaçada política, porque vejamos!
Sem aumentos de salários dos trabalhadores porque será que o governo prepara-se para aumentar e, mais 3,7% nas despesas que cada membro do governo pode gastar cada mês...
Renovar a frota automóvel dos senhor que contribuem para o atulhamento do país...
Festas e mais festas, jantaradas, edifícios públicos onde as rendas tem custos de milhões ao ano sem que estejam a ser habitadas, para além dos contratos megalómanas de aquisição de materiais de guerra, onde como sempre o aparelho de estado é sempre lesado em milhões de Euros, sem que ninguém nada faça...
Então, porque será os funcionários públicos a pagar sempre a factura?
Quem pode ajudar mas minhas perguntas?
Certo não existem respostas deste governo!
A aliança há direita entre o P.S.D, C.D.S e governo, com as chamadas de atenção do próprio Presidente da República que chama até si o rebanho para perfilarem ideias ditatoriais, que diz ser em prol do país... ora, ora, que mais por aí vem?
Ainda falta as verbas para a região da Madeira, onde o Joãozinho quer mais milhões para gastar (esbanjar), nas negociatas etc,etc...
Este ano, a luta não pode parar, os trabalhadores têm que ir para a rua manifestarem-se vivamente contra todas as leis que querem impor ao trabalhadores da Administração pública.
Os meios de comunicação social já tentam alvitrar, através deste ou aquele politico, empresário que, lançam uma nova alternativa em que os trabalhadores... em prol do desenvolvimento de produtividade e competitividade reduzirem os salários de quem tudo têm pago... sempre...
Porque será que estes senhores não baixam as suas mordomias, e reduzem os seus salários?Porque será que todo o poder político não reduz também os seus benefícios mensais?
Porque se gasta tanto dinheiro em ministérios sem que estes sirvam para algo?
Ora, cego é aquele que não quer ver...Se o governo apostar no aumento de salários, colocar os desempregados nas empresas que necessitem de trabalhadores, já que têm que pagar o subsidio de desemprego...
Tudo junto, algumas lacunas seriam viáveis para além de encontrar formas eficazes de acabar com as falências fraudulentas das enumeras empresas que fecham portas...
Caros trabalhadores deste país, façamos uma profunda reflexão, deixamos-nos de politiquice em abono da causa de quem trabalha...
Esta é a minha reflexão... qual será a sua...
Só com luta é que isto vai!
Se vai...
O poder politico que desde a alguns anos a esta parte, sejam eles da direita P.S.D ou da direita P.S...
O sistema vocacional serve para transmitir para a opinião pública que, os funcionários públicos são o podre da nação, os malandros, os chulos e mal de todos os males nos gastos da finanças públicas.
Ora, qualquer pessoa menos letrados percebe o que se tem passado, desde a última legislatura liderada pelo actual 1º Ministro José Sócrates, os funcionários públicos deste país têm vindo a ser perseguidos, explorados, espezinhados, mal-tratados, roubados nos seus direitos conquistados no passado. Tudo serve para travar os aumentos (congelar), no final de cada mês...
Onde estes senhores têm governado de forma autoritária e de relevo arrogante.
2010, ano, uma vez mais, estes trabalhadores sentem na pele o sofrimento das grandes investidas que estes senhores uma vez mais afrontam quem de alguma forma tratam da imagem do país por essas autarquias locais.com o congelamento dos salários este governo que diz ser para baixar as despesas públicas, ora isto não passa duma autentica palhaçada política, porque vejamos!
Sem aumentos de salários dos trabalhadores porque será que o governo prepara-se para aumentar e, mais 3,7% nas despesas que cada membro do governo pode gastar cada mês...
Renovar a frota automóvel dos senhor que contribuem para o atulhamento do país...
Festas e mais festas, jantaradas, edifícios públicos onde as rendas tem custos de milhões ao ano sem que estejam a ser habitadas, para além dos contratos megalómanas de aquisição de materiais de guerra, onde como sempre o aparelho de estado é sempre lesado em milhões de Euros, sem que ninguém nada faça...
Então, porque será os funcionários públicos a pagar sempre a factura?
Quem pode ajudar mas minhas perguntas?
Certo não existem respostas deste governo!
A aliança há direita entre o P.S.D, C.D.S e governo, com as chamadas de atenção do próprio Presidente da República que chama até si o rebanho para perfilarem ideias ditatoriais, que diz ser em prol do país... ora, ora, que mais por aí vem?
Ainda falta as verbas para a região da Madeira, onde o Joãozinho quer mais milhões para gastar (esbanjar), nas negociatas etc,etc...
Este ano, a luta não pode parar, os trabalhadores têm que ir para a rua manifestarem-se vivamente contra todas as leis que querem impor ao trabalhadores da Administração pública.
Os meios de comunicação social já tentam alvitrar, através deste ou aquele politico, empresário que, lançam uma nova alternativa em que os trabalhadores... em prol do desenvolvimento de produtividade e competitividade reduzirem os salários de quem tudo têm pago... sempre...
Porque será que estes senhores não baixam as suas mordomias, e reduzem os seus salários?Porque será que todo o poder político não reduz também os seus benefícios mensais?
Porque se gasta tanto dinheiro em ministérios sem que estes sirvam para algo?
Ora, cego é aquele que não quer ver...Se o governo apostar no aumento de salários, colocar os desempregados nas empresas que necessitem de trabalhadores, já que têm que pagar o subsidio de desemprego...
Tudo junto, algumas lacunas seriam viáveis para além de encontrar formas eficazes de acabar com as falências fraudulentas das enumeras empresas que fecham portas...
Caros trabalhadores deste país, façamos uma profunda reflexão, deixamos-nos de politiquice em abono da causa de quem trabalha...
Esta é a minha reflexão... qual será a sua...
Só com luta é que isto vai!
Se vai...
06 fevereiro 2010
Ainda a Feira d'Alcochete, do Cavalo, do Fado e do Forcado…e a Cercima
A Feira d'Alcochete, do Cavalo, do Fado e do Forcado, realizada nos dias 21 a 24 de Maio de 2009, teve como novidade preconizada pela nova organização do certame, o pagamento de ingressos que, conforme divulgado na imprensa em Maio de 2009, revertia a sua receita a favor da Cercima – Cooperativa para Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas do Montijo e Alcochete. Isto mesmo comprova-se nas citações proferidas pelo Sr. Vereador da Câmara Municipal de Alcochete, Dr. Paulo Machado, na comunicação social, senão vejamos:
- A entrada no certame implica a aquisição do bilhete solidário no valor de €1,5 ou €2, se for adquirido durante o dia ou à noite, respectivamente que reverterá a favor da CERCIMA para a construção de um lar residencial – Casa dos Duques. (Fonte: Gabinete de Comunicação e Imagem da Câmara Municipal de Alcochete, in sitio da internet do Município)
- Pela primeira vez, terá se pagar a entrada na feira. “Tratam-se de ingressos solidários porque o lucro reverte a favor da construção do Lar residencial Casa dos Duques da Cercima”, explica Paulo Machado. A Cercima é uma Instituição Particular de Solidariedade Social local, do Montijo e Alcochete, e está neste momento a angariar fundos para a construção de um lar para pessoas com deficiência mas autónomos, na freguesia de São Francisco, em Alcochete. “Entendemos que esta seria uma forma das pessoas se associarem directamente a esta causa” sublinha o vereador da cultura. (In Jornal de Alcochete, 06/05/2009)
- A Feira d'Alcochete... do Cavalo, do Fado e do Forcado, realizada entre os passados dias 21 e 24 na Fábrica do Alumínio, foi um sucesso e atingiu as expectativas em termos de visitantes, cerca de 23 mil, apesar da entrada ser paga. (…) O grande número de expositores e os espectáculos de qualidade levaram as pessoas a pagar de bom grado os bilhetes de entrada (apenas de dois euros), cujas verbas revertem a favor da Cercima. (In Jornal de Alcochete, 26/05/2009).
Na Assembleia Municipal de Alcochete realizada no passado dia 21 de Dezembro, a bancada do Partido Socialista, perante tão prolongado silêncio sobre o assunto em questão, abordou o Executivo Municipal sobre qual o montante que tinha sido apurado para a Cercima e se o mesmo já tinha sido entregue. O Vereador Paulo Machado informou a Assembleia, que o montante a entregar à Cercima seria de 1.400,00€ (!!), correspondentes a 10% do total das entradas pagas no recinto da feira e que o mesmo ainda não tinha sido entregue, pois as contas apenas foram finalizadas em Outubro.
Ironicamente, ainda se pasmou com tamanho interesse dos deputados socialistas no assunto em causa, alegando que a organização da respectiva Feira é composta por pessoas de bem.
A Bancada do PS reconhece a idoneidade de todos os intervenientes na organização da respectiva Feira, o que acontece é que provavelmente nem todos os elementos da organização teriam conhecimento ou a consciência das propensas promessas do Senhor Vereador face à criação de ingressos de entrada na Feira e o fim a que os mesmos se destinavam. Entendemos nós que, perante o que foi prometido e o que “ainda” se pretende cumprir, não é mais do que uma nítida falta de respeito, não só por quem pagou o seu ingresso julgando que o mesmo tinha um destino e acabou por ter outro, mas sobretudo uma enormíssima falta de consideração pela Cercima. Também não conseguimos entender como irá a Cercima receber apenas 1.400,00€ quando se registaram 23 mil entradas e atendendo a tudo o que foi dito na imprensa face ao valor dos ingressos.
Nós ainda acreditamos que fazer politica é algo superior a estas atitudes. Agora cada um que retire as suas ilações deste lamentável episódio que em nada abona o verdadeiro sentido da cidadania.
Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
bancadapsalcochete@gmail.com
- A entrada no certame implica a aquisição do bilhete solidário no valor de €1,5 ou €2, se for adquirido durante o dia ou à noite, respectivamente que reverterá a favor da CERCIMA para a construção de um lar residencial – Casa dos Duques. (Fonte: Gabinete de Comunicação e Imagem da Câmara Municipal de Alcochete, in sitio da internet do Município)
- Pela primeira vez, terá se pagar a entrada na feira. “Tratam-se de ingressos solidários porque o lucro reverte a favor da construção do Lar residencial Casa dos Duques da Cercima”, explica Paulo Machado. A Cercima é uma Instituição Particular de Solidariedade Social local, do Montijo e Alcochete, e está neste momento a angariar fundos para a construção de um lar para pessoas com deficiência mas autónomos, na freguesia de São Francisco, em Alcochete. “Entendemos que esta seria uma forma das pessoas se associarem directamente a esta causa” sublinha o vereador da cultura. (In Jornal de Alcochete, 06/05/2009)
- A Feira d'Alcochete... do Cavalo, do Fado e do Forcado, realizada entre os passados dias 21 e 24 na Fábrica do Alumínio, foi um sucesso e atingiu as expectativas em termos de visitantes, cerca de 23 mil, apesar da entrada ser paga. (…) O grande número de expositores e os espectáculos de qualidade levaram as pessoas a pagar de bom grado os bilhetes de entrada (apenas de dois euros), cujas verbas revertem a favor da Cercima. (In Jornal de Alcochete, 26/05/2009).
Na Assembleia Municipal de Alcochete realizada no passado dia 21 de Dezembro, a bancada do Partido Socialista, perante tão prolongado silêncio sobre o assunto em questão, abordou o Executivo Municipal sobre qual o montante que tinha sido apurado para a Cercima e se o mesmo já tinha sido entregue. O Vereador Paulo Machado informou a Assembleia, que o montante a entregar à Cercima seria de 1.400,00€ (!!), correspondentes a 10% do total das entradas pagas no recinto da feira e que o mesmo ainda não tinha sido entregue, pois as contas apenas foram finalizadas em Outubro.
Ironicamente, ainda se pasmou com tamanho interesse dos deputados socialistas no assunto em causa, alegando que a organização da respectiva Feira é composta por pessoas de bem.
A Bancada do PS reconhece a idoneidade de todos os intervenientes na organização da respectiva Feira, o que acontece é que provavelmente nem todos os elementos da organização teriam conhecimento ou a consciência das propensas promessas do Senhor Vereador face à criação de ingressos de entrada na Feira e o fim a que os mesmos se destinavam. Entendemos nós que, perante o que foi prometido e o que “ainda” se pretende cumprir, não é mais do que uma nítida falta de respeito, não só por quem pagou o seu ingresso julgando que o mesmo tinha um destino e acabou por ter outro, mas sobretudo uma enormíssima falta de consideração pela Cercima. Também não conseguimos entender como irá a Cercima receber apenas 1.400,00€ quando se registaram 23 mil entradas e atendendo a tudo o que foi dito na imprensa face ao valor dos ingressos.
Nós ainda acreditamos que fazer politica é algo superior a estas atitudes. Agora cada um que retire as suas ilações deste lamentável episódio que em nada abona o verdadeiro sentido da cidadania.
Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
bancadapsalcochete@gmail.com
17 janeiro 2010
Uma pequena Reflexão
Nem sempre o que parece é...
nem basta parecer para ser...
Digamos que, é muito mais fácil desviar as atenções do essencial, que dizer a verdade.
Este reporta o antigo artigo publicado pelo deputado da Assembleia Municipal da bancada do PS, para além de inúmeras inverdades, também foi utilizado um estudo que aquele organismo efectuou no concelho de Setúbal e não em Alcochete (ver texto mais a baixo).
Algumas perguntas ficarão no ar:
Será que tudo vale em prol da desacreditação popular?
Onde se utilizam formas não credíveis para atacar quem gere o concelho!
Os actos são para quem os pratica... ou talvez não...
Há algum tempo também a trás, o mesmo deputado referia que, nos concelhos onde o PS venceu o numero de eleitos eram menores que em Alcochete, por isso não justificava o aumento de mais um eleito a tempo inteiro.
Logo, resta-me dizer que, este mesmo deputado ficou aquém da real verdade...
È de salientar que, este Partido politico não gosta de dividir o poder com ninguém...
Basta para isso estarmos todos atentos à politica praticada pelo poder central...
Como munícipe deste concelho e porque sou uma pessoa atenta ao que se faz, desagrada-me que as forças vivas do mesmo não saibam construir em vez de destruir.
Os bons políticos são aqueles que independentemente da sua cor politica contribuem pela positiva, pela terra ou país...
Deixo aqui a minha reflexão, no início de um novo ano espero que possamos todos juntos contribuir para o melhor desenvolvimento deste cantinho à beira-mar.
A todos cumprimentos Alcochetanos.
nem basta parecer para ser...
Digamos que, é muito mais fácil desviar as atenções do essencial, que dizer a verdade.
Este reporta o antigo artigo publicado pelo deputado da Assembleia Municipal da bancada do PS, para além de inúmeras inverdades, também foi utilizado um estudo que aquele organismo efectuou no concelho de Setúbal e não em Alcochete (ver texto mais a baixo).
Algumas perguntas ficarão no ar:
Será que tudo vale em prol da desacreditação popular?
Onde se utilizam formas não credíveis para atacar quem gere o concelho!
Os actos são para quem os pratica... ou talvez não...
Há algum tempo também a trás, o mesmo deputado referia que, nos concelhos onde o PS venceu o numero de eleitos eram menores que em Alcochete, por isso não justificava o aumento de mais um eleito a tempo inteiro.
Logo, resta-me dizer que, este mesmo deputado ficou aquém da real verdade...
È de salientar que, este Partido politico não gosta de dividir o poder com ninguém...
Basta para isso estarmos todos atentos à politica praticada pelo poder central...
Como munícipe deste concelho e porque sou uma pessoa atenta ao que se faz, desagrada-me que as forças vivas do mesmo não saibam construir em vez de destruir.
Os bons políticos são aqueles que independentemente da sua cor politica contribuem pela positiva, pela terra ou país...
Deixo aqui a minha reflexão, no início de um novo ano espero que possamos todos juntos contribuir para o melhor desenvolvimento deste cantinho à beira-mar.
A todos cumprimentos Alcochetanos.
16 janeiro 2010
Existe luz…ao fundo do túnel!
Findado que está o ano de 2009 pressuponho que o mesmo não vai deixar saudades a muita gente. A crise económica que abalou o mundo fez-se sentir de forma abrupta em vários pontos do globo, em alguns casos de forma catastrófica, noutros nem por isso. No entanto em países de pequena dimensão, como aliás é o nosso, é natural que as nossas fragilidades demonstrem toda a sua impotência para contornarem com flexibilidade e de forma mais breve toda esta conjuntura com repercussões em mais um ou dois anos de franca recuperação.
Se quisermos analisar este cenário a uma escala bastante reduzida e de forma pormenorizada, atentemos no próprio exemplo do concelho de Alcochete. Um concelho onde o emprego não abunda, a larga maioria dos jovens é obrigado a recorrer à outra margem do Tejo para desenvolverem a sua actividade profissional muitas das vezes com baixas remunerações. Algumas pequenas empresas sedeadas no nosso concelho já possuem sérias dificuldades em assumirem o compromisso junto dos seu empregados no que concerne ao pagamento dos seus salários, outras empresas onde habitualmente os funcionários de forma a serem um pouco mais compensados refugiavam-se nas horas extraordinárias, devidamente justificadas, agora nem essas fazem parte do vocabulário das entidades empregadoras. Tudo isto reflecte-se no nosso comércio local, onde cada vez mais, voltamos ao tempo do “aponte aí, faz favor, pagarei no final do mês”…e depois sabe Deus as dificuldades existentes para se cumprir com o prometido.
De facto, temos de assumir o quão difícil se apresenta toda esta conjuntura sócio-económica, no entanto e até porque sempre fomos um povo aventureiro, destemido, buscando para lá da linha do horizonte outras descobertas, outras mais valias, importa que ao abandonarmos o ano de 2009, possamos retirar várias ilações que nos ajudem a enfrentar o futuro e mormente o ano de 2010 com destreza, confiança e sobretudo com uma renovada esperança e coragem de que é possível conseguirmos gerar mais e melhores condições de vivência permitindo obter uma diversificada qualidade de vida.
A Plataforma Logística do Poceirão e o novo Aeroporto, assim como outros investimentos públicos a serem efectuados na margem sul são muito bem acolhidos, no entanto não nos podemos esquecer do quanto é delicada esta “pérola” onde estamos inseridos, no que concerne a aspectos ambientais de ordenamento do território. Estes investimentos são geradores de emprego e riqueza, abrindo naturalmente as portas do futuro para que possamos todos, sem excepção, ter uma vida mais saudável. O novo Plano Regional do Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa (PROTAML) que deve estar pronto no início de Janeiro pode ser a grande oportunidade para a península de Setúbal. Espero e desejo que no nosso município haja capacidade de implementação dos planos indicativos para os aplicar e integrar nos planos directores municipais. É fundamental que haja articulação entre a revisão do Plano Director Municipal (PDM) e a alteração do PROT. Estou convicto que a serem cumpridos vários pressupostos e a coabitarem neste processo coordenações eficazes e sobretudo interesse público na defesa do concelho e da sua população, então conseguiremos vislumbrar luz…ao fundo do túnel.
Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
Se quisermos analisar este cenário a uma escala bastante reduzida e de forma pormenorizada, atentemos no próprio exemplo do concelho de Alcochete. Um concelho onde o emprego não abunda, a larga maioria dos jovens é obrigado a recorrer à outra margem do Tejo para desenvolverem a sua actividade profissional muitas das vezes com baixas remunerações. Algumas pequenas empresas sedeadas no nosso concelho já possuem sérias dificuldades em assumirem o compromisso junto dos seu empregados no que concerne ao pagamento dos seus salários, outras empresas onde habitualmente os funcionários de forma a serem um pouco mais compensados refugiavam-se nas horas extraordinárias, devidamente justificadas, agora nem essas fazem parte do vocabulário das entidades empregadoras. Tudo isto reflecte-se no nosso comércio local, onde cada vez mais, voltamos ao tempo do “aponte aí, faz favor, pagarei no final do mês”…e depois sabe Deus as dificuldades existentes para se cumprir com o prometido.
De facto, temos de assumir o quão difícil se apresenta toda esta conjuntura sócio-económica, no entanto e até porque sempre fomos um povo aventureiro, destemido, buscando para lá da linha do horizonte outras descobertas, outras mais valias, importa que ao abandonarmos o ano de 2009, possamos retirar várias ilações que nos ajudem a enfrentar o futuro e mormente o ano de 2010 com destreza, confiança e sobretudo com uma renovada esperança e coragem de que é possível conseguirmos gerar mais e melhores condições de vivência permitindo obter uma diversificada qualidade de vida.
A Plataforma Logística do Poceirão e o novo Aeroporto, assim como outros investimentos públicos a serem efectuados na margem sul são muito bem acolhidos, no entanto não nos podemos esquecer do quanto é delicada esta “pérola” onde estamos inseridos, no que concerne a aspectos ambientais de ordenamento do território. Estes investimentos são geradores de emprego e riqueza, abrindo naturalmente as portas do futuro para que possamos todos, sem excepção, ter uma vida mais saudável. O novo Plano Regional do Ordenamento do Território da Área Metropolitana de Lisboa (PROTAML) que deve estar pronto no início de Janeiro pode ser a grande oportunidade para a península de Setúbal. Espero e desejo que no nosso município haja capacidade de implementação dos planos indicativos para os aplicar e integrar nos planos directores municipais. É fundamental que haja articulação entre a revisão do Plano Director Municipal (PDM) e a alteração do PROT. Estou convicto que a serem cumpridos vários pressupostos e a coabitarem neste processo coordenações eficazes e sobretudo interesse público na defesa do concelho e da sua população, então conseguiremos vislumbrar luz…ao fundo do túnel.
Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
01 janeiro 2010
NOVA DÉCADA
O hábito faz com que todos neste inicio do ano façamos desejos e promessas individuais e colectivas, mensagens partilhadas, mas noutros casos ficam no íntimo de cada um.
Uma vontade partilho, de que cada cidadão do Mundo tenha a argúcia, o conhecimento e a luz que o conduza para uma oportunidade de polir a pedra que está dentro de si.
Se tal acontecer, estou convicto de que teremos menos fome, menos miséria, diminui a corrupção, os governantes mentirosos serão substituídos. Ou seja, caminhamos para uma nova oportunidade de vida e não cairemos no abismo concerteza.
Uma vontade partilho, de que cada cidadão do Mundo tenha a argúcia, o conhecimento e a luz que o conduza para uma oportunidade de polir a pedra que está dentro de si.
Se tal acontecer, estou convicto de que teremos menos fome, menos miséria, diminui a corrupção, os governantes mentirosos serão substituídos. Ou seja, caminhamos para uma nova oportunidade de vida e não cairemos no abismo concerteza.
23 dezembro 2009
18 dezembro 2009
Nem todas as estrelas …são brilhantes!
Confesso que a Quadra que atravessamos irradia em mim um sentimento repleto de emoção, de alegria, de jubilo mas simultaneamente de reflexão e de preocupação. Felizmente que me vejo rodeado de família e amigos, felizmente que na minha mesa não falta o essencial das iguarias que o Natal nos proporciona, felizmente que tenho sempre alguém que se lembra de mim e que me surpreende.
No entanto esta propensa realidade construída em muitos lares da nossa sociedade não se verifica de forma global. Quantas famílias do Concelho de Alcochete vivem isoladas, abandonadas sem uma companhia para desfrutarem da alegria desta Quadra Natalícia? Quantas famílias existem no nosso Concelho que não reúnem as condições mínimas de habitação para comemorarem o nascimento de Jesus Cristo? Quantas famílias existem no nosso Concelho que não possuem uma típica mesa gastronómica desta altura do ano? Quantas famílias do nosso Concelho gostariam de satisfazer os seus mais pequenotes com uma simples prendinha e que de facto não conseguem concretizar esse tão humilde sonho?
Podereis equacionar a minha retórica mas creiam que esta realidade ainda existe, e nalguns casos concretos com uma descrição significativamente pior do que aquela que aqui descrevo, no entanto os políticos da nossa Praça continuam é preocupados com outros valores…descurando completamente os valores humanos, os princípios básicos da vida, as condições elementares da sobrevivência.
Se analisarmos o Anuário Estatístico de 2008 da Região de Lisboa que entretanto acaba por ser divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) podemos verificar e comprovar como evoluímos, ou não, de como se corrigiram processos e do que está ou não está a ser bem elaborado. E preparem-se porque no que concerne ao Concelho de Alcochete, existem vários dados que me deixam bastante preocupado. Se a questão do ordenamento do território já é o nosso “calcanhar de Aquiles”, outros valores se erguem mais alto, nomeadamente as questões ambientais, onde de acordo com o INE, em 2006/2007 Alcochete era um dos piores municípios da península de Setúbal e da Grande Lisboa em termos de indicadores ambientais. O sistema público de abastecimento de água serve apenas 88% da população, somente 76% dispõe de sistemas de drenagem de águas residuais e da ETAR beneficiam apenas 77% dos residentes.
O dia 25 de Dezembro, independentemente das condições de vida de cada família consta literalmente no calendário de cada uma delas, contudo no Concelho de Alcochete ainda cerca de 2000 pessoas consomem água de poços, 3900 não têm esgotos domésticos e perto de 3700 dependem de fossas sépticas. Estes são alguns bens básicos para além de outros enumerados pelo Anuário aqui referido que nos deixam numa posição bastante fragilizada comparativamente a outros Concelhos.
O executivo deste Concelho conhece as pessoas, ou pelo menos deveria conhecer, de forma a trabalhar para elas, escutando os seus problemas, as suas preocupações e fundamentalmente a encontrar soluções para melhorar significativamente a vida destas pessoas, destas famílias. Em primeiro lugar deveriam estar as pessoas, eu sou dessa opinião.
Na noite de Natal, saia à rua e olhe para o céu, procure a estrela guia. Na imensidão dessa pintura magistral que é o céu, uma estrela vai brilhar.
Este é o seu Natal, quiçá diferente do meu, mas preencho o meu coração de pedidos de uma vida melhor para todos, sem excepção. Nem todas as estrelas são brilhantes, mas espero que a sua ilumine toda a sua vida.
Feliz Natal!!
No entanto esta propensa realidade construída em muitos lares da nossa sociedade não se verifica de forma global. Quantas famílias do Concelho de Alcochete vivem isoladas, abandonadas sem uma companhia para desfrutarem da alegria desta Quadra Natalícia? Quantas famílias existem no nosso Concelho que não reúnem as condições mínimas de habitação para comemorarem o nascimento de Jesus Cristo? Quantas famílias existem no nosso Concelho que não possuem uma típica mesa gastronómica desta altura do ano? Quantas famílias do nosso Concelho gostariam de satisfazer os seus mais pequenotes com uma simples prendinha e que de facto não conseguem concretizar esse tão humilde sonho?
Podereis equacionar a minha retórica mas creiam que esta realidade ainda existe, e nalguns casos concretos com uma descrição significativamente pior do que aquela que aqui descrevo, no entanto os políticos da nossa Praça continuam é preocupados com outros valores…descurando completamente os valores humanos, os princípios básicos da vida, as condições elementares da sobrevivência.
Se analisarmos o Anuário Estatístico de 2008 da Região de Lisboa que entretanto acaba por ser divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) podemos verificar e comprovar como evoluímos, ou não, de como se corrigiram processos e do que está ou não está a ser bem elaborado. E preparem-se porque no que concerne ao Concelho de Alcochete, existem vários dados que me deixam bastante preocupado. Se a questão do ordenamento do território já é o nosso “calcanhar de Aquiles”, outros valores se erguem mais alto, nomeadamente as questões ambientais, onde de acordo com o INE, em 2006/2007 Alcochete era um dos piores municípios da península de Setúbal e da Grande Lisboa em termos de indicadores ambientais. O sistema público de abastecimento de água serve apenas 88% da população, somente 76% dispõe de sistemas de drenagem de águas residuais e da ETAR beneficiam apenas 77% dos residentes.
O dia 25 de Dezembro, independentemente das condições de vida de cada família consta literalmente no calendário de cada uma delas, contudo no Concelho de Alcochete ainda cerca de 2000 pessoas consomem água de poços, 3900 não têm esgotos domésticos e perto de 3700 dependem de fossas sépticas. Estes são alguns bens básicos para além de outros enumerados pelo Anuário aqui referido que nos deixam numa posição bastante fragilizada comparativamente a outros Concelhos.
O executivo deste Concelho conhece as pessoas, ou pelo menos deveria conhecer, de forma a trabalhar para elas, escutando os seus problemas, as suas preocupações e fundamentalmente a encontrar soluções para melhorar significativamente a vida destas pessoas, destas famílias. Em primeiro lugar deveriam estar as pessoas, eu sou dessa opinião.
Na noite de Natal, saia à rua e olhe para o céu, procure a estrela guia. Na imensidão dessa pintura magistral que é o céu, uma estrela vai brilhar.
Este é o seu Natal, quiçá diferente do meu, mas preencho o meu coração de pedidos de uma vida melhor para todos, sem excepção. Nem todas as estrelas são brilhantes, mas espero que a sua ilumine toda a sua vida.
Feliz Natal!!
08 dezembro 2009
Aqui hà Rato...(I)
Há dias, em pequena cavaqueira com alguns amigos, como acontece frequentemente,
onde falamos de muita coisa, inclusive politica global.
Dado momento, um dos presentes mencionou sobre um facto que,
a maior parte dos consumidores, talvez nunca tenham reparado nessa pequena,
mas grande situação que todos os meses somos confrontados.
É claro que falo da facturação que é enviada mensalmente pela EDP,
à primeira vista, todo parece normal, nada se vislumbra de errado.
Mas sim, existe algo de bastante errado principalmente para quem possui
serviços de televisão por cabo, independentemente das operadoras que se encontram
no mercado.Também até aqui, não parece haver (aqui há rato), mas, vejamos:
Consta nas facturas enviadas todos os meses pela EDP aos consumidores uma taxa (contribuição audiovisual no valor de 1,75€ acrescido de 5% de IVA),
logo quem possua um serviço de televisão por cabo, esta esteja a pagar o mesmo
serviço dos (4) canais nacionais que a EDP (ESTADO) nos cobra, sendo que,
o consumidor, tenha de pagar este serviço duas vezes.
Disse duas vezes!
Não errei, caro leitor tomou nota?
Duas vezes em facturas diferentes!
Caro leitor, vasta multiplicar este custo vezes 12 meses desde o ano que aderiu
há operadora por cabo.
Logo chegá à mesma conclusão final, de quanto o estado nos têm roubado
descaradamente sem que ninguém nada faça.
No entanto, não acho justo como consumidor estar a pagar um serviço duas vezes.
Será que (Aqui há Rato), tem o dever de alertar a todos os consumidores para
o simples facto de que estamos a ser enganados, esta é mais uma estratégia
do actual governo (PS), que, fora na sua anterior legislatura que impôs esta nova taxa de exploração a todos os portugueses.
(Aqui há Rato), recorda a todos os leitores e comuns cidadãos deste país se,
já esqueceram o que acontecia antes da revolução de Abril.
Onde até os simples isqueiros a petróleo, onde os seus utilizadores tinham
de pagar uma licença de uso, que não cumpria estava sujeito a multa,
aquando fosse apanhado no seu uso ou simplesmente denunciado.
Por isso também (Aqui há rato), pretende chamar a atenção para que este assunto
seja denunciado nos termos de consumidor, para que a EDP não tenha tantos
milhões de lucros uma vez mais há custa de uma lei anti-democrata que fere a
liberdade dos seus consumidores, onde o (ESTADO PORTUGUÊS) corrobora
pela mesma diapasão contra os contribuintes.
Este assunto é sem dúvida mais um dos muitos atropelos à dignidade dos cidadãos
que (Aqui há Rato), não deixará cair em saco roto…
onde falamos de muita coisa, inclusive politica global.
Dado momento, um dos presentes mencionou sobre um facto que,
a maior parte dos consumidores, talvez nunca tenham reparado nessa pequena,
mas grande situação que todos os meses somos confrontados.
É claro que falo da facturação que é enviada mensalmente pela EDP,
à primeira vista, todo parece normal, nada se vislumbra de errado.
Mas sim, existe algo de bastante errado principalmente para quem possui
serviços de televisão por cabo, independentemente das operadoras que se encontram
no mercado.Também até aqui, não parece haver (aqui há rato), mas, vejamos:
Consta nas facturas enviadas todos os meses pela EDP aos consumidores uma taxa (contribuição audiovisual no valor de 1,75€ acrescido de 5% de IVA),
logo quem possua um serviço de televisão por cabo, esta esteja a pagar o mesmo
serviço dos (4) canais nacionais que a EDP (ESTADO) nos cobra, sendo que,
o consumidor, tenha de pagar este serviço duas vezes.
Disse duas vezes!
Não errei, caro leitor tomou nota?
Duas vezes em facturas diferentes!
Caro leitor, vasta multiplicar este custo vezes 12 meses desde o ano que aderiu
há operadora por cabo.
Logo chegá à mesma conclusão final, de quanto o estado nos têm roubado
descaradamente sem que ninguém nada faça.
No entanto, não acho justo como consumidor estar a pagar um serviço duas vezes.
Será que (Aqui há Rato), tem o dever de alertar a todos os consumidores para
o simples facto de que estamos a ser enganados, esta é mais uma estratégia
do actual governo (PS), que, fora na sua anterior legislatura que impôs esta nova taxa de exploração a todos os portugueses.
(Aqui há Rato), recorda a todos os leitores e comuns cidadãos deste país se,
já esqueceram o que acontecia antes da revolução de Abril.
Onde até os simples isqueiros a petróleo, onde os seus utilizadores tinham
de pagar uma licença de uso, que não cumpria estava sujeito a multa,
aquando fosse apanhado no seu uso ou simplesmente denunciado.
Por isso também (Aqui há rato), pretende chamar a atenção para que este assunto
seja denunciado nos termos de consumidor, para que a EDP não tenha tantos
milhões de lucros uma vez mais há custa de uma lei anti-democrata que fere a
liberdade dos seus consumidores, onde o (ESTADO PORTUGUÊS) corrobora
pela mesma diapasão contra os contribuintes.
Este assunto é sem dúvida mais um dos muitos atropelos à dignidade dos cidadãos
que (Aqui há Rato), não deixará cair em saco roto…
06 dezembro 2009
A Todos os Visitantes
Gostaria de informar os leitores deste blog sobre um novo projecto relacionado com as localidades de Portugal.
Trata-se de uma Enciclopédia on-line, escrita em colaboração pelos seus leitores.
O site, que se intitula Memória Portuguesa, usa o conceito Wiki, que permite a qualquer pessoa criar ou editar artigos existentes, melhorando a informação neles contida.
Além disso, é possível introduzir comentários em cada artigo, promovendo assim o debate entre os utilizadores.
http://www.memoriaportuguesa.com/ouhttp://terrasdeportugal.wikidot.com/
Será dada especial relevância às memórias dos cidadãos, para que sejam preservadas tradições antigas, recordações de infância, ofícios, cantares, folclore e outras manifestações culturais.
Para podermos enriquecer os artigos de cada povoação com a informação correcta, nada melhor do que recorrer às autarquias ou a movimentos de cidadãos que se esforçam por promover as suas respectivas regiões.
Estamos a solicitar a utilização de texto dos sites das Câmaras, Juntas de Freguesia e sites e blogs particulares, colocando a devida referência à fonte de origem.
Assim, gostaríamos de contar com o vosso apoio, permitindo-nos usar eventual informação pertinente e sugerir que divulguem esta iniciativa junto dos familiares, amigos e conterrâneos da vossa localidade.
Será que poderiam incluir um link para a enciclopédia no vosso site ou blog?
Ficaremos a aguardar a vossa visita!Cumprimentos,Wikinetwww.memoriaportuguesa.com
Trata-se de uma Enciclopédia on-line, escrita em colaboração pelos seus leitores.
O site, que se intitula Memória Portuguesa, usa o conceito Wiki, que permite a qualquer pessoa criar ou editar artigos existentes, melhorando a informação neles contida.
Além disso, é possível introduzir comentários em cada artigo, promovendo assim o debate entre os utilizadores.
http://www.memoriaportuguesa.com/ouhttp://terrasdeportugal.wikidot.com/
Será dada especial relevância às memórias dos cidadãos, para que sejam preservadas tradições antigas, recordações de infância, ofícios, cantares, folclore e outras manifestações culturais.
Para podermos enriquecer os artigos de cada povoação com a informação correcta, nada melhor do que recorrer às autarquias ou a movimentos de cidadãos que se esforçam por promover as suas respectivas regiões.
Estamos a solicitar a utilização de texto dos sites das Câmaras, Juntas de Freguesia e sites e blogs particulares, colocando a devida referência à fonte de origem.
Assim, gostaríamos de contar com o vosso apoio, permitindo-nos usar eventual informação pertinente e sugerir que divulguem esta iniciativa junto dos familiares, amigos e conterrâneos da vossa localidade.
Será que poderiam incluir um link para a enciclopédia no vosso site ou blog?
Ficaremos a aguardar a vossa visita!Cumprimentos,Wikinetwww.memoriaportuguesa.com
05 dezembro 2009
Lei Anti-Democracia
A recente lei, que o governo do então 1º Ministro José Sócrates, quando detinha maioria absoluta, fez passar no Parlamento da Assembleia da República votando assim favoravelmente à restrição dos mandatos dos presidentes de Câmara e Juntas de Freguesia.
Sendo que essa mesma restrição fosse de três mandatos consecutivos. Esta lei está longe de consensos tanto por parte dos eleitos do mesmo partido político (PS), como também de todos os outros, sendo que põem em causa a própria democracia local.
Independentemente das ideologias partidárias, os autarcas eleitos deste país afirmam que não é justo esta restrição, até porque, o povo sabe que vai vota naquela pessoa.Ora o que não acontece com os escolhidos para governar, em que é escolhido o partido, mais o 1º Ministro, os outros, ninguém os elegeu...
Outras vozes se levantam no que respeita a outros cargos de cariz político. Os deputados da Assembleia da República, os governos regionais da Madeira e dos Açores.
Existe lacunas na lei lá isso existem, pelo que mencionei, entre muitas outras dúvidas de pleno direito, como cidadão, eu questiono, senão vejamos:
Porque razão só os presidentes de Câmara e Junta de Freguesia?
Porque razão, passam anos e anos seguidos na Assembleia da República os mesmos deputados?Qual o limite de mandato de um 1º Ministro?
Se o povo elege um determinado partido e seu secretário, é porque tem alguma legitimidade para governar independentemente de ter ou não maioria absoluta ou relativa para desempenhar ao qual fora eleito.
Então onde está a restrição de mandatos aos governos regionais?Pois, se calhar a prepotência e arrogância alheadas ao próprio egoismo, leva que nada façam para isto mudar.
Está na hora de todas as bancadas parlamentares levarem este assunto de novo a debate na Assembleia.Será que todos têm interesses comuns que este caso fique assim?
Ou será porque, os governos tenham medo, receios dos autarcas deste país terem mais força que a própria estrutura governamental?
Ou será que estes sejam mais competentes perante tanta incompetência dos vários ministérios governamentais?
Posto isto, julgo entender que, é tempo de algo fazer neste país, pelo menos que todos os políticos estejam perante a lei em igualdade de direitos.
Ou será que não?
Que uns penalizem a vontade popular, que pretendam ver respeitadas as sua vontades nas localidades...
Porquê, estas restrições de mandatos aos autarcas?
Façamos uma pequena reflexão!
Esta é a minha!Qual será a sua?
Sendo que essa mesma restrição fosse de três mandatos consecutivos. Esta lei está longe de consensos tanto por parte dos eleitos do mesmo partido político (PS), como também de todos os outros, sendo que põem em causa a própria democracia local.
Independentemente das ideologias partidárias, os autarcas eleitos deste país afirmam que não é justo esta restrição, até porque, o povo sabe que vai vota naquela pessoa.Ora o que não acontece com os escolhidos para governar, em que é escolhido o partido, mais o 1º Ministro, os outros, ninguém os elegeu...
Outras vozes se levantam no que respeita a outros cargos de cariz político. Os deputados da Assembleia da República, os governos regionais da Madeira e dos Açores.
Existe lacunas na lei lá isso existem, pelo que mencionei, entre muitas outras dúvidas de pleno direito, como cidadão, eu questiono, senão vejamos:
Porque razão só os presidentes de Câmara e Junta de Freguesia?
Porque razão, passam anos e anos seguidos na Assembleia da República os mesmos deputados?Qual o limite de mandato de um 1º Ministro?
Se o povo elege um determinado partido e seu secretário, é porque tem alguma legitimidade para governar independentemente de ter ou não maioria absoluta ou relativa para desempenhar ao qual fora eleito.
Então onde está a restrição de mandatos aos governos regionais?Pois, se calhar a prepotência e arrogância alheadas ao próprio egoismo, leva que nada façam para isto mudar.
Está na hora de todas as bancadas parlamentares levarem este assunto de novo a debate na Assembleia.Será que todos têm interesses comuns que este caso fique assim?
Ou será porque, os governos tenham medo, receios dos autarcas deste país terem mais força que a própria estrutura governamental?
Ou será que estes sejam mais competentes perante tanta incompetência dos vários ministérios governamentais?
Posto isto, julgo entender que, é tempo de algo fazer neste país, pelo menos que todos os políticos estejam perante a lei em igualdade de direitos.
Ou será que não?
Que uns penalizem a vontade popular, que pretendam ver respeitadas as sua vontades nas localidades...
Porquê, estas restrições de mandatos aos autarcas?
Façamos uma pequena reflexão!
Esta é a minha!Qual será a sua?
25 novembro 2009
O outro lado do telhado!
No desenvolvimento do meu artigo de opinião aqui publicado e entretanto designado por “Quando se começa a construir…pelo telhado!” cumpre-me complementar a respectiva informação analisando a questão quiçá…pelo outro lado do telhado. O grupo municipal do PS votou nesta proposta em concreto contra pelos seguintes motivos:
1) Questionamos o Executivo CDU sobre que tipo de negócio iria ser efectuado com a passagem desta parcela de terreno público para domínio privado, se permuta, venda ou outro. O Sr. Presidente da edilidade respondeu que ainda não tinha sido negociado, seria após a aprovação da desafectação…
2) Questionamos se foram verificados os requisitos constantes da Lei 12/2004 de 30 Março, que estabelece o regime de autorização a que estão sujeitas a instalação e a modificação de estabelecimentos de comércio a retalho e de comércio por grosso em livre serviço e a instalação de conjuntos comerciais, nomeadamente se foi feito um estudo de circulação e estacionamento, dado que do lado Este do lote de terreno existe o Centro de Saúde, uma zona já de si congestionada em termo de estacionamento, e do lado Oeste está previsto um arruamento a culminar numa praceta, ainda por executar, onde os locais de estacionamento nos parecem muito escassos para servir os lotes de habitação, novos e existentes e um supermercado de 800m2. O (Dr.) Luís Franco após tentar ultrapassar esta questão contornando-a sem responder, e após a nossa insistência remeteu a questão para o Chefe da Divisão de Urbanismo, que entretanto estava presente na Assembleia, que disse que esse e outros estudos iriam ser feitos após a desafectação para ver da viabilidade da implantação do supermercado…Não foi convincente, denotando imensas preocupações na resposta dada e notou-se literalmente que não estava ciente do que deveria responder…Enfim, primeiro damos o terreno aos privados e depois vamos ver se é viável…
3) Apesar do aumento da área de implantação e consequentemente da área de construção, existe um decréscimo no nº de fogos a construir, de 24 no total dos 3 lotes inicialmente previstos, passamos para 15 na presente proposta. Ou seja, com um aumento da área de construção conseguido com a anexação da zona de domínio público, perde-se em nº de fogos.
4) Apresentamos um estudo da Deco/Proteste que visitou 551 lojas em todo o País. Em Setembro último a revista da defesa dos consumidores analisou mais de 70 mil preços e concluímos que 3 dos supermercados existentes em Alcochete (Lidl não é incluído no estudo) são mais baratos que a Pluricoop. O Intermarche 7%, o Minipreço 6% e o Pingo Doce 2%. O Presidente de Câmara respondeu que os preços são muito voláteis, hoje estão altos, amanhã baixos e que não sabia qual a credibilidade do referido estudo (da DECO!!!). Miguel Boieiro, o Presidente da Assembleia Municipal, declarou-se então um apaixonado do cooperativismo… É assim que vamos apoiar os mais desfavorecidos…as famílias mais carenciadas.
5) Mais, acrescentamos que, ao contrário do que foi defendido pelo executivo, esta não era a única solução, pois acreditamos que com a crise que existe na construção civil, decerto que existiriam empresas dispostas a construir os lotes apenas para habitação e tornar viável a sua venda a custos controlados.Todos estes pontos de vista foram escritos sob a forma de declaração de voto.
E assim se foram mais 250m2 de domínio público!
1) Questionamos o Executivo CDU sobre que tipo de negócio iria ser efectuado com a passagem desta parcela de terreno público para domínio privado, se permuta, venda ou outro. O Sr. Presidente da edilidade respondeu que ainda não tinha sido negociado, seria após a aprovação da desafectação…
2) Questionamos se foram verificados os requisitos constantes da Lei 12/2004 de 30 Março, que estabelece o regime de autorização a que estão sujeitas a instalação e a modificação de estabelecimentos de comércio a retalho e de comércio por grosso em livre serviço e a instalação de conjuntos comerciais, nomeadamente se foi feito um estudo de circulação e estacionamento, dado que do lado Este do lote de terreno existe o Centro de Saúde, uma zona já de si congestionada em termo de estacionamento, e do lado Oeste está previsto um arruamento a culminar numa praceta, ainda por executar, onde os locais de estacionamento nos parecem muito escassos para servir os lotes de habitação, novos e existentes e um supermercado de 800m2. O (Dr.) Luís Franco após tentar ultrapassar esta questão contornando-a sem responder, e após a nossa insistência remeteu a questão para o Chefe da Divisão de Urbanismo, que entretanto estava presente na Assembleia, que disse que esse e outros estudos iriam ser feitos após a desafectação para ver da viabilidade da implantação do supermercado…Não foi convincente, denotando imensas preocupações na resposta dada e notou-se literalmente que não estava ciente do que deveria responder…Enfim, primeiro damos o terreno aos privados e depois vamos ver se é viável…
3) Apesar do aumento da área de implantação e consequentemente da área de construção, existe um decréscimo no nº de fogos a construir, de 24 no total dos 3 lotes inicialmente previstos, passamos para 15 na presente proposta. Ou seja, com um aumento da área de construção conseguido com a anexação da zona de domínio público, perde-se em nº de fogos.
4) Apresentamos um estudo da Deco/Proteste que visitou 551 lojas em todo o País. Em Setembro último a revista da defesa dos consumidores analisou mais de 70 mil preços e concluímos que 3 dos supermercados existentes em Alcochete (Lidl não é incluído no estudo) são mais baratos que a Pluricoop. O Intermarche 7%, o Minipreço 6% e o Pingo Doce 2%. O Presidente de Câmara respondeu que os preços são muito voláteis, hoje estão altos, amanhã baixos e que não sabia qual a credibilidade do referido estudo (da DECO!!!). Miguel Boieiro, o Presidente da Assembleia Municipal, declarou-se então um apaixonado do cooperativismo… É assim que vamos apoiar os mais desfavorecidos…as famílias mais carenciadas.
5) Mais, acrescentamos que, ao contrário do que foi defendido pelo executivo, esta não era a única solução, pois acreditamos que com a crise que existe na construção civil, decerto que existiriam empresas dispostas a construir os lotes apenas para habitação e tornar viável a sua venda a custos controlados.Todos estes pontos de vista foram escritos sob a forma de declaração de voto.
E assim se foram mais 250m2 de domínio público!
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