20 junho 2009

Irracional


Todas as pessoas que tenho encontrado na minha vida estão contra as monstruosidades nazis, considerando-as autênticas aberrações.
Mas o que me espanta a mim é que não poucas dessas pessoas estão dispostas a votar no comunismo, quando esta ideologia política nos precipita para uma tirania toda igual àquilo que foi o nazismo (Nacional Socialismo).
Como perceber isto?
Irracional!

19 junho 2009

O discurso de Ondina Margo desprovido de adultez política

Há quase 27 anos que trabalho numa escola pública. Quem acreditaria que eu, no meu estabelecimento de ensino, nunca tirasse uma fotocópia para fim particular ou utilizasse os telefones para uma chamada pessoal?
Não estou disposto a mentir porque nem o contribuinte nem a minha consciência de criatura imperfeita me perdoariam se mentisse.
Mas será que as irregularidades que referi e de que nunca abusei me inibem de apontar o dedo ao autarca que pediu ao empreiteiro o valor de um apartamento por baixo da mesa para fazer o despacho que permitisse o último de construir até ao terceiro andar quando o PDM, inicialmente, parava no segundo?
Algumas fotocópias para meu uso pessoal ou umas chamadas inadiáveis para a minha família à custa do contribuinte estão sobre o mesmo plano onde está o custo de um apartamento? Claro que não.
O discurso de Ondina Margo é desprovido de adultez política.
O que querem estes socialistas?
FORA!

Convém ler

Convém ler "Lamas da ETAR de Alcochete - É necessário Esclarecer" em http://alcochetanidades.blogspot.com
Por Alcochete.

18 junho 2009

Ruy de Sousa Vinagre

Ruy de Sousa Vinagre foi presidente da Câmara Municipal de Alcochete nos meados do séc. XX, fase de pouca disponibilidade para o cargo da parte dos notáveis locais segundo testemunho do Eng.º Ferreira do Amaral (Pai) ao autor destas linhas.
Sem ser alcochetano, Ruy de Sousa Vinagre foi o melhor presidente camarário que Alcochete teve na segunda metade do século passado. Diríamos que este administrador, empregado bancário de profissão, revolucionou Alcochete, pois montou as bases para a rede de esgotos, distribuiu água ao domicílio, electrificou, calcetou, ajardinou, etc. Por tudo isto, muito justamente, o seu nome foi dado a uma rua em Alcochete.

A minha luta...


A minha luta opõe-se à governamentalização da nossa sociedade. Ora ao darmos o voto a partidos de esquerda (bloquistas, comunistas e socialistas), estamos a dar o contributo para essa governamentalização, isto é, estamos a liquidar os direitos das pessoas individuais cujo nome mais genérico é liberdade.

16 junho 2009

Procissão de São João Baptista


O candiato a presidente da Câmara de Alcochete que aos olhos do povo pretenda capitalizar a procissão de São João Baptista a favor dos próprios desígnios políticos seja considerado malvado e vivamente desprezado no tribunal da consciência individual.

Biblioteca Pública de Alcochete
João Marafuga

15 junho 2009

Meus amigos...

Meus amigos, alguns dos autores deste blog estão ausentes de Alcochete e eu tenho o meu PC a arranjar no técnico, razão por que a produção de textos tem sido pouca.
Brevemente, penso retornar com as minhas reflexões sobre segurança, liberdade, próximas autárquicas, etc.

Café Barrete Verde
João Marafuga

11 junho 2009

Ai as escolas!

Analisados desenvolvimentos recentes acerca da degradação da escola básica do Monte Novo, no centro da vila de Alcochete – assunto aqui abordado há alguns dias – concluo haver duas soluções provisórias que tardaram demasiado.
Embora o executivo municipal tenha o dever de manter as escolas básicas em condições de conservação e segurança e de solucionar os problemas de degradação que nelas vão surgindo, foram necessários repetidos alertas e muitos meses de espera para alguém se preocupar com o estabelecimento do Monte Novo. E só depois de denunciada a situação em público se decidiram, enfim, a mandar limpar o recinto e a tapar buracos no piso.
Já antes havia um projecto de substituição do piso do recinto desportivo, cuja adjudicação foi apressadamente levada à reunião de câmara do passado dia 9, assunto ainda hoje mal esclarecido e explicado, mormente quanto ao prazo de execução.
Oxalá me engane mas, perante o que é do conhecimento público, temo que poucas ou nenhumas melhorias existam no início do próximo ano lectivo, embora, felizmente, ele coincida com eleições.
Haverá outras ilações a extrair deste caso desagradável.
As prioridades orçamentais do município parecem despropositadas. Gasta demasiado em festas, subsídios e detalhes de efeito imediato mas escassamente na conservação e construção de infra-estruturas essenciais que dele dependem exclusivamente.
Os autarcas com funções executivas afadigam-se na elaboração e apresentação de projectos mas nenhum sabe quem irá financiar a concretização. Dantes havia foguetório quando se inaugurava obra nova, agora embandeira-se em arco com promessas.
Os novos estabelecimentos de ensino pré-escolar e básico merecem reflexão urgente e aprofundada, quer porque a capacidade das actuais infra-estruturas há muito foi excedida como porque em cinco anos houve projectos distintos e nenhum foi avante.
Num país onde nascem cada vez menos crianças e num concelho com densidade populacional concentrada em três grandes núcleos justificar-se-ão meia dúzia de pequenas escolas, pouco funcionais porque boa parte delas construída há mais de meio século?
Sem se endividar ainda mais duvido que, nos próximos três a cinco anos, o município de Alcochete consiga obter financiamento público para projectos como os dos centros escolares da Quebrada e de São Francisco. Em face das limitações orçamentais do Estado, quase só projectos intermunicipais têm sido considerados prioritários.
Talvez mais facilmente se obtenha financiamento público para empreendimentos escolares em Alcochete e Montijo se os respectivos edis se sentarem à mesa e planearem um ou dois centros escolares nos limites comuns a ambos os municípios.
Idêntico princípio de complementaridade é ainda válido para muitas outras carências, como as de espaços verdes, de parques de recreio e lazer para a juventude, de infra-estruturas desportivas, de mercados, de saúde, de vias de comunicação, etc.

Lançamento de romance inspirado em factos locais

No próximo dia 20 será apresentado, na Biblioteca Municipal de Alcochete, o romance «Flor de Sal», da autoria de Arlindo Mota, inspirado em factos ocorridos localmente, nos anos 30 do século passado, quando o então presidente da câmara acusou o chefe da secretaria municipal de “infracções de carácter político”.
Em 1939, Francisco Leite da Cunha, presidente da Câmara Municipal de Alcochete, acusava Pinto Ferreira, então chefe de secretaria, de comportamentos graves, o que lhe valeu o levantamento, por parte do Governador Civil, de um processo disciplinar “por infracção de carácter político”.
É com base nessa preciosa fonte histórica que o autor desenvolve o romance “Flor de Sal”, onde tece uma construção ficcional que vai muito para além do episódio quase anónimo das desavenças de um chefe de secretaria com os poderosos da vila e membros influentes da União Nacional.
Que o leitor tenha a paciência e a perspicácia para entender que, sob o pano de fundo político, o que mais interessa ao autor é conseguir transmitir a força das relações sociais num período circunscrito da nossa história não muito distante, centrado num amor proibido que cresce por entre as areias do pecado e da intriga política.

Holodomor


Foi através de uma senhora ucraniana que trabalhou na minha casa que tomei conhecimento do Holodomor, genocídio deliberado levado a cabo contra o povo e a cultura ucranianos por Estaline. Este comunista assassino ordenou que em 1932-1933 só se semeasse milho nos vastos e férteis campos da Ucrania. Mais de 7 milhões de ucranianos foram exterminados pela fome, tantos como quase a população actual de Portugal.

10 junho 2009

Formatação do cidadão


A política para o ambiente, o clima, os direitos dos animais que são antecâmara para os direitos das plantas, o ataque à festa de toiros, a horta ecológica, o poupar água, o parar de fumar, a selecção gratuita do lixo, a recolha de óleo alimentar usado, etc., etc., etc., tudo isto visa a formatação do cidadão para a construção da sociedade socialista (lato sensu).
Os intelectuais de todas as esquerdas combatem encarniçadamente o Cristianismo, mas eles sabem que não se pode justificar um plano concreto através de uma convicção racional senão pela aceitação de uma fé.
Falo da fé ambiental, vértice de um cone de revolução que almeja a transmutação de todos os valores que fizeram a civilização ocidental judaico-cristã.
Se alguém quiser entrar comigo em debate pautado pela honestidade intelectual sobre esta matéria, estou ao dispor.

09 junho 2009

O cio do poder para o estupro de todos

Há uma estratégia nova a circular de boca em boca cá no burgo para poupar politicamente Luís Franco: este autarca até nem é mau, embora esteja mal acompanhado. Depois diz-se: as hipóteses de António Maduro são escassas e Borges da Silva é um ilustre desconhecido. Por fim remata-se: mal por mal...que continue Luís Franco.
O que muitas pessoas não sabem é que para os comunistas pouco importa que o candidato da foice e martelo seja fulano, sicrano ou beltrano desde que arrebanhe votos e não seja obstáculo à luta por uma sociedade socialista. Mas esta é possível sem o Estado autoritário? Claro que não!
Quando falo assim para as pessoas, verifico que, embora timidamente, lança-se a ideia de que é preferível a segurança à liberdade. Mas há segurança verdadeira que venha por mão de comunistas? Não, meus amigos, não há!
Por mão de comunistas o que vem é o cio do poder para o estupro de todos.

08 junho 2009

O Cartão do Cidadão = Cartão da Confusão!






Ontem, dia 7 de junho de 2009, foi com enorme satisfação e dever cívico que integrei a composição da Assembleia de Voto nº7 da Freguesia de Alcochete situada na Escola Primária do Valbom.



Como todos sabemos, Alcochete, é um concelho com bastantes novos moradores, que ao pedirem a emissão do novo Cartão do Cidadão ficaram automaticamente recenseados no nosso concelho.




Cabia, no meu entender, à Autarquia fazer uma verdadeira campanha de sensibilização, sobre como iria funcionar o novo cartão e como saber o seu número de eleitor.



Além dos novos moradores, há ainda os casos dos alcochetanos que mudaram de residência dentro do concelho, e pediram o novo Cartão do Cidadão, havendo por esse motivo alteração de local de voto.



Desde cedo, começámos a verificar que muitos eleitores, se apresentavam apenas com o Cartão do Cidadão para votar, o que para a votação se torna impossível, uma vez que nos cadernos eleitorais apenas consta o número de eleitor, e esse número não consta no novo Cartão do cidadão.



As soluções apresentadas pelo manual das eleições passavam por: a consulta de um site na internet, o envio de um sms ou a deslocação à Junta de Freguesia.



Ora, numas eleições marcadas pela abstenção, em que a grande maioria dos portugueses nem se estiveram para deslocar às urnas, os que se apresentam ainda têm que passar por todas estas confusões, o resultado seria que muitos deles desistiriam de se preocupar e elevar ainda mais os índices de abstenção.



Por sorte, 2 dos membros da minha assembleia de voto, levaram os seus computadores pessoais com ligação à Internet, e com todo o espírito cívico, disponibilizaram-nos ao serviço da comunidade, e montámos ali mesmo na assembleia de voto um serviço de informações que ajudou a fornecer o número de eleitor a mais de 100 pessoas durante o dia.



Pergunto-me a mim mesmo, será que todas essas pessoas teriam ido ou á Junta de Freguesia, ou gastado dinheiro a mandar um sms, ou teriam ido a casa consultar a internet e depois teriam voltado para votar?



Eu acho que pelo menos metade não teria voltado.






07 junho 2009

Censura ao executivo municipal

Não quero deixar de censurar o executivo municipal de Alcochete por atitudes incoerentes nas eleições europeias realizadas neste domingo, marcadas pelo alheamento de mais de metade dos eleitores inscritos no concelho (61,61%).
Enquanto por todo o lado se combate um dos piores vícios da democracia nacional e europeia – a abstenção – os detentores do poder de representação política no município tiveram atitudes reprováveis.
Numas eleições em que, conforme referi aqui há meses, havia 670 novos eleitores recenseados no concelho sobretudo devido às alterações havidas por força da introdução do Cartão do Cidadão, além de não terem fornecido qualquer informação escrita aos eleitores (excepto os editais do costume previstos na lei) também ignoraram as referências ao assunto no sítio do municipio na Internet.
Aliás, o executivo da câmara nunca se dignou sequer a mandar fazer o que neste blogue se explicara há mais de dois meses: como confirmar o local do recenseamento eleitoral via SMS e Internet.
Diferente foi a atitude de executivos autárquicos de dezenas e dezenas de municípios, uns mais próximos (como Palmela, Sines, Mafra e Lourinhã) e outros um pouco mais distantes (casos de Arraiolos, Porto de Mós, Serpa, Matosinhos, Gondomar, Cinfães, Tavira e Ponta Delgada), que deram aos respectivos eleitores amplas pistas para facilitar o cumprimento do dever cívico.
Lamento a dualidade de critérios do nosso executivo municipal, que ignorou o mais importante mas sobre o final da campanha eleitoral ou mesmo depois dela – e este foi o caso da área onde resido – não teve pejo em promover ampla distribuição domiciliária do boletim de propaganda «InAlcochete», datado de Maio, cujo director é o próprio presidente da Câmara Municipal, do qual se publicam seis imagens entre as 16 que ilustram o panfleto.
Dedica-se amplo espaço à habitual propaganda pacóvia mas nem uma linha foi reservada ao acto eleitoral, o que menos justifica a coincidência da distribuição com a data das eleições.

Resultados finais de Alcochete (2)

Primeira análise à votação global no concelho

- Relativamente às eleições europeias de 2004 aumentou em 1648 o número de eleitores inscritos, mas os votantes praticamente estagnaram (apenas +1,03%);

- Abstenção global no concelho: 61,61%;

- PCP-PEV ganha, localmente, as eleições europeias de 2009 com mais 5 votos que o PS;

- PCP-PEV teve mais167 votos que em 2004 e o PS menos 616 (PS foi agora o partido mais penalizado);

- PPD/PSD posiciona-se em 3.º lugar com 747 votos;

- BE ascende ao 4.º lugar com 623 votos, mais 316 que em 2004 (BE é o partido mais favorecido nestas eleições);

- CDS-PP foi o 5.º partido mais votado, com 369 votos.

- Nas eleições europeias de 2004, PPD/PSD e CDS-PP concorreram coligados e obtiveram 617 votos. A soma de hoje em ambos os partidos é de 1116 votos, mais 499 que há cinco anos;

- Significativo o aumento de votos brancos e nulos, relativamente a 2004. Brancos agora 299, há cinco anos 100. Nulos: em 2004 foram 44 e agora 91;

- Em São Francisco houve nítida vitória do PS, com mais 33 votos que PCP-PEV. Esta coligação perde 10 votos em relação a 2004 e o PS perde 30 votos;

- PPD/PSD fica em 3.º lugar na freguesia e o CDS-PP é 5.º. A soma da votação de ambos (123) excede largamente o resultado de 204, quando alcançaram 48 votos;

- BE foi o 3.º partido mais votado em S. Francisco, com mais 34 votos que em 2004;

- Na freguesia de S. Francisco também aumentou muito o número de votos brancos. Agora foram 32 e em 2004 apenas 3;

- Quanto a Samouco, PCP-PEV ganha com larga vantagem mas recebe somente mais 23 votos que em 2004;

- PS perde quase metade dos votos relativamente a 2004, passando de 428 para apenas 244 agora;

- BE sobe muito em Samouco, alcançando 125 votos contra apenas 59 em 2004;

- PPD/PSD é o 3.º partido mais votado em Samouco e CDS-PP o 5.º. A soma dos votos de ambos nestas eleições supera em 80 votos a de 2004;

- Claro aumento de votos brancos e nulos em Samouco. Brancos agora foram 68 e em 2004 apenas 20. Nulos agora houve 24 e há cinco anos apenas 13;

- Na freguesia de Alcochete as eleições foram ganhas pelo PS, com 763 votos, menos 402 que em 2005;

- PCP-PEV fica na segunda posição na freguesia de Alcochete, com 729 votos, mais 154 que em 2005;

- PPD/PSD é a 3.ª força mais votada na freguesia da sede do concelho, com 519 votos, sendo o CDS-PP a 5.ª com 259 votos. A soma de ambos os partidos é bem superior à de 2005, quando a coligação não foi além de 434 votos;

- BE é a 4.ª força mais votada na freguesia de Alcochete, com 444 votos, mais 216 que nas eleições europeias de 2005;

- Na freguesia de Alcochete verificou-se o maior aumento de votos brancos e nulos. Brancos houve agora 199 e em 2005 apenas 77. Nulos registaram-se agora 62 e há cinco anos apenas 25;

- Conclusão global rápida em relação a todo o concelho: PS perde votos para a esquerda e para a direita. BE mais que duplica a votação em eleições europeias;

- Quando faltava revelar os resultados de uma única freguesia em todo o país, a afluência às urnas em Alcochete era ligeiramente superior à média nacional. A afluência local às urnas também superou um pouco a média registada no distrito.

Resultados finais de Alcochete

Eleições europeias 2009

Resultados finais no concelho de Alcochete


Resultados finais na freguesia de São Francisco



Resultados finais na freguesia de Samouco


Resultados finais na freguesia de Alcochete


Assim vai a votação

Uma amostragem de três mesas de voto em Alcochete (zona ocidental da vila) indicava que às 11h00 tinham exercido o seu direito entre 9,2% e 9,9% dos eleitores aí inscritos.
Observação directa no local, realizada poucos minutos antes das 12h00, indiciava que os eleitores das três mesas chegavam à média de dois por minuto.
A experiência de Alcochete diz-me que a afluência é sempre superior no período da tarde.
Às 12h00 a afluência média nacional às urnas era de 11,84% e a afluência europeia – em países onde o acto decorre em simultâneo – era de 9,31%.


P.S. - Peço a quem exerça o seu direito de voto nas freguesias de Alcochete, Samouco e São Francisco que me ajude a actualizar os valores. Nos quadros negros das salas de aula estão, normalmente, afixados os números respeitantes à afluência das horas precedentes.

06 junho 2009

Leituras para as férias grandes (4)


Diz Joseph Ratzinger (Papa Bento XVI) de Hans Urs von Balthasar: «Posso afirmar que a sua vida foi uma busca genuína da verdade, que ele compreendia como uma busca da verdadeira vida. Procurou os vestígios da presença de Deus e da sua verdade em toda a parte: na filosofia, na literatura, nas religiões, chegando sempre a interromper aqueles circuitos que muitas vezes fazem a razão prisioneira de si e abrindo-se aos espaços do infinito».

Leia Hans Urs von Balthasar, Só o Amor É Digno de Fé, Assírio & Alvim, Lisboa, 2008.

É preciso...

É preciso ler o texto de Luís Proença "Culto da personalidade em véspera de eleições..." em http://alcochetanidades.blogspot.com/
Por Alcochete.

05 junho 2009

Mercado na escola do Monte Novo

As compras deste fim-de-semana são no mercadinho da escola do Monte Novo (falei dela aqui)! Já abriu!
Faça uma visita! É por uma boa causa!

Apelo de cidadão

Chega ao fim a primeira de três campanhas eleitorais marcadas para este ano. Não deixa saudades e da Europa pouco se falou.
Domingo realizar-se-á o sufrágio e apelo aos meus concidadãos para que cumpram esse dever.
Votem como ou na organização política que entenderem mas não voltem costas à democracia. Se o povo se demite o túnel ficará mais longo e a luz ao fundo menos intensa.
Abstenção elevada será sempre o pior resultado. Não muda nada, nem no presente nem no futuro.
Sempre considerei arriscado votar em branco e, mal por mal, antes anular o boletim de voto.
Excluindo a indiferença e o protesto, há muito por onde escolher. O boletim de voto tem os símbolos de 12 partidos e uma coligação.

Vá votar, por favor! Mais vale gastar 15 minutos para exprimir o que pensa do que endossar esse poder a outros.

Domingo à noite, logo que o apuramento de Alcochete, Samouco e São Francisco esteja concluído, publicarei aqui os respectivos resultados finais e comentários.

Desejo, sinceramente, que a abstenção local seja inferior às médias regional e nacional. Contribua para isso, por favor!



04 junho 2009

Leituras para as férias grandes (3)


«É necessário reabrir o inquérito livre e aberto sobre os fundamentos da liberdade do Ocidente, redescobrindo a conversação entre a filosofia política clássica e a tradição judaico-cristã, entre Atenas, Roma e Jerusalém, que em boa verdade inspiram e sustentam as modernas domocracias liberais».

Leia Robert P. George, Choque de Ortodoxias, Tenacitas, Coimbra, 2008.

Vá até lá!

Vá até a http://alcochetanidades.blogspot.com e leia o artigo de Luís Proença "Escola do Monte Novo - ASAE processa Câmara Municipal de Alcochete".

Culpa morre solteira

Pode ter passado despercebido ao(à) leitor(a) deste blogue um curioso e esclarecedor artigo de António Fonseca Ferreira, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT), publicado na edição do passado domingo do «Diário de Notícias» e cuja versão integral pode ser consultada através desta hiperligação.
O texto deixa-me perplexo porque o autor desempenha o cargo há mais de uma década (desde 16 de Março de 1998, poucos dias antes da inauguração da ponte Vasco da Gama) e a CCDR é "o mais abrangente organismo da administração desconcentrada do Estado, com a primordial atribuição de promover a integração entre desenvolvimento regional e local, ordenamento do território e ambiente" e, por outro lado, constitui uma importante alavanca de concertação entre a administração central e a administração local, tendo como principais atribuições:
"- Contribuir para a definição das bases gerais da política de desenvolvimento regional no âmbito da política de desenvolvimento económico e social do País;
- Executar, avaliar e fiscalizar, ao nível regional, as políticas de ambiente, de conservação da natureza, de ordenamento do território e de cidades;
- Garantir a elaboração, acompanhamento e avaliação dos instrumentos de gestão territorial;
- Coordenar os serviços desconcentrados de âmbito regional;
- Assegurar o cumprimento das responsabilidades de gestão, no âmbito da política de coesão da União Europeia em Portugal;
- Dinamizar a cooperação inter-regional e transfronteiriça;
- Apoiar tecnicamente as autarquias locais e as suas associações, em articulação com a Direcção-Geral das Autarquias Locais".

O que acima transcrevi consta dos estatutos da comissão e qualquer pessoa sensata pensará que a CCDRLVT e o seu director dispõem dos meios legais para travar excessos, de evitar a duplicação de equipamentos, o desperdício de recursos e de impor dimensão intermunicipal a projectos de autarcas impreparados ou mal-intencionados.
Mas as pessoas sensatas estão erradas porque, ao fim de onze anos de mandato, o presidente da comissão enjeita partilhar responsabilidades. Endossa a culpa aos autarcas e à fragmentação administrativa do território, embora a maioria dos projectos careça de parecer vinculativo dos serviços tutelados pelo articulista.
Não perderei tempo a discutir agora a questão da divisão administrativa do País, classificada pelo autor como demasiado fragmentada e para a qual preconiza profunda reforma. Conheço essa tese e sobre ela muito haverá a debater nos próximos tempos – nomeadamente em Alcochete – porque antes de haver novo aeroporto o arco ribeirinho a Sul do Tejo pode ficar reduzido a dois municípios.
Finalmente, os quatro derradeiros parágrafos do artigo do presidente da CCDRLVT ficam à consideração dos líderes partidários em Alcochete. Presumo justificarem reflexão porque nenhum dos candidatos já conhecidos me parece corresponder ao perfil sugerido e, portanto, para sermos bem servidos melhor seria convidar o autor a candidatar-se à edilidade de Alcochete.

03 junho 2009

Leituras para as férias grandes (2)



«Por toda a parte surgiu o homem-massa, um tipo de homem feito à pressa, montado apenas sobre umas quantas abstracções e que, por isso mesmo, é idêntico de uma ponta à outra da Europa. Ao homem-massa se deve o triste aspecto de monotonia asfixiante que a vida vai tomando em todo o continente. Este homem-massa é o homem previamente esvaziado da sua própria história, sem entranhas de passado e, por isso mesmo, dócil a todas as disciplinas chamadas internacionais [divórcio, feminismo, gayzismo, abortismo, eutanásia, ambientalismo, direitos dos animais e plantas, globalismo, etc.]».

Leia Ortega y Gasset, A Rebelião das Massas, Relógio d'Água, Lisboa, s/d.

O sistema é irrelevante?

O mais importante em política tem a ver com os direitos e as condições que as pessoas de uma dada sociedade podem desfrutar. Todavia, esta asserção não nos deve levar a pensar que o sistema é irrelevante para a consecução dos referidos direitos e condições.
Assim, num sistema de inspiração marxista, o direito à propriedade privada está ameaçado sob a forma de impostos cada vez mais pesados. Ora sem o direito à propriedade privada eu penso que estão atacados esses direitos maiores que são os direitos à liberdade e à vida.
O exemplo que vou dar é de trazer por casa, mas insere-se bem na lógica e práxis de toda a economia de mercado: quem fez uma sementeira de batatas e cebolas e teve boas colheitas, se é um agricultor livre, troca os seus bens pelos de outro agricultor que tivesse semeado repolhos e cenouras porque o primeiro não pode viver só de batatas e cebolas nem o segundo só de repolhos e cenouras.
Em conclusão, urge denunciar comunismos e socialismos porque, progressiva e compulsoriamente, transformam a propriedade privada em coisa pública, limitando e até pondo fim à iniciativa individual, à liberdade e à própria vida.

02 junho 2009

Leituras para as férias grandes (1)


«[...] No entanto, a necessidade do direito natural é tão evidente hoje como foi durante séculos e até milénios. Rejeitar o direito natural é equivalente a dizer que todo o direito é positivo, e isso significa que o direito é determinado exclusivamente pelos legisladores e pelos tribunais dos diversos países. Ora é evidente que faz sentido, e que por vezes é mesmo necessário, falar de leis injustas ou de decisões injustas [...]».
Leia Strauss, Leo, Direito Natural e História, Edições 70, Lisboa, 2009.

Transporte de passageiros: "Forte desaceleração" nos aeroportos nacionais

O transporte de passageiros nos aeroportos portugueses "sofreu uma forte desaceleração" no primeiro trimestre de 2009, em termos homólogos, com o movimento de aeronaves a cair 5,9 por cento e o número de pessoas transportadas a descer 10,9 por cento, para 4,9 milhões de passageiros, indicou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Os aeroportos de Faro e de Ponta Delgada, na ilha açoriana de São Miguel, foram aqueles que registaram maiores quebras no movimento de passageiros, apresentando descidas, respectivamente, de 17,8 por cento e de 13,8 por cento.Lisboa, que representa a maior fatia do tráfego de transporte aéreo em Portugal, também registou uma descida significativa durante os primeiros três meses de 2009: menos 10,8 por cento nos passageiros transportados.Já o aeroporto portuense Sá Carneiro sofreu uma redução de 8,3 por cento nos embarques e desembarques, enquanto que na Madeira a descida foi de 11,8 por cento.


Será que faz sentido continuar a apostar no novo aeroporto?

Ideias ou Idiotices?: A crise e os subsídios

Ideias ou Idiotices?: A crise e os subsídios

01 junho 2009

Critérios de gestão discutíveis

Hoje é o Dia Mundial da Criança e agradeço a quem me forneceu matéria para assinalar a data.


Pouca noção temos da verdadeira realidade local – excepto o que o pombal da
boataria amplifica – e o dia-a-dia continua marcado por festança e foguetório enquanto a democracia vai gangrenando com problemas iludidos ou varridos para debaixo do tapete.
Conforme há dias assinalei aqui, recentemente, para golpadas
de propaganda eleitoral e promoção de vaidades pessoais, queimaram-se em quatro dias os impostos anuais cobrados a mais de meia centena de esforçados alcochetanos.
Mas porque as crianças não votam, a poucas centenas de metros de
distância são tratadas com desdém e descuidam-se pequenas reparações que deveriam merecer atenção ingente e urgente.
Através de
alguém que presumo ligado à Associação de Pais e Encarregados de Educação dos Alunos da Escola do 1.º Ciclo do Ensino Básico (EB1) N.º 1 de Alcochete – vulgo escola do Monte Novo, situada entre as artérias da Repartição de Finanças e da estação dos CTT, no centro da vila – acabo de receber a seguinte colecção de imagens que, com profunda mágoa, deixo à consideração geral.



Isto deveria ser um bebedouro!





Fui à escola do Monte Novo e confirmo que as imagens são actuais e correspondem à realidade. O panorama brada aos céus e dizem-me durar há demasiado tempo.
Restam ainda cinco semanas de aulas no presente ano lectivo e da câmara alguém respondeu aos pais preocupados estarem em preparação obras de remodelação do piso, que decorrerão durante as férias estivais.

Até lá nada há a fazer para remediar estes e outros problemas? Crianças de seis a nove anos de idade podem, diariamente, continuar a correr riscos?
Gastaram-se 45.000€ numa feira eleitoral pimba e não há sequer uma fracção disso para cuidar da integridade, da segurança e da qualidade de vida de nossos filhos e netos?

Desafio-o(a) a si, leitor(a), a interrogar directamente os seus representantes eleitos no executivo da autarquia, já que a mim e aos autores deste blogue, em geral, apenas respondem jagunços embuçados, acima dos quais paira um poder receoso e enclausurado em torre de marfim, sem dignidade nem coragem para fornecer explicações e apresentar desculpas ao povo de que depende.
Desafio-o(a) também, leitor(a), a oferecer os seus préstimos à associação de pais da escola do Monte Novo, a qual deverá solicitar à autarquia autorização para que um grupo de cidadãos se disponha a fazer depressa o que aquela ignorou durante demasiado tempo.
Pouco ou nada percebo de construção civil mas depressa aprenderei a colar ladrilhos e a associação pode também contar comigo para o que for preciso.
A este poder opaco, que resume o essencial da vida do município à festança e à distribuição de um bodo quinzenal suportadas pela gamela dos nossos impostos, deve cobrar-se o mau uso da representação política.
Um município não é uma pia misericórdia de futilidades e o nosso, cuja origem se perde na poeira dos tempos, para valer a pena terá de ser dignificado com actos e gestos administrativos cuja dimensão humana sobreleve a promoção pessoal de alguns figurões.

31 maio 2009

Alcochete correu e suou

Um vídeo das provas de atletismo «Alcochete a Correr», realizadas neste domingo e cuja manhã foi particularmente quente.
Participaram marchantes e atletas de todas as idades, alguns com poucos meses de vida.
O vídeo foi realizado por um amador e é alheio à organização.



Manifestação pública da Fé


Esta é a nossa querida terra de Alcochete em manifestação pública da Fé.
Enquanto for assim será a liberdade. Quando deixar de ser assim será a escravidão. Na verdade, em artigos especializados e obras literárias de intelectuais de esquerda damo-nos conta do ódio a manifestações culturais de raiz popular como a tourada e a procissão, a primeira porque é a saga da coragem e esforço, valores individuais que o marxismo não digere; a segunda porque a Fé se manifesta na rua. Um bando de idiotas pode fazer o que quer em público, mas um cristão não pode expressar simbolicamente aos olhos de todos a caminhada da salvação.

30 maio 2009

Leia...

Leia o artigo "Atrasar o futuro de Alcochete...confissões de incompetência" de Luís Proença em http://alcochetanidades.blogspot.com
Por Alcochete.

Obrigado guardiões do Ambiente!

Informa-nos esta notícia que o secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, emitiu ontem despacho desfavorável aos dois projectos imobiliários previstos para as antigas secas de bacalhau situadas na Praia dos Moinhos, em Alcochete.
Abordei o assunto aqui, há alguns meses, sob a forma de carta aberta e como cidadão estou grato ao presidente da CCDRLVT e àquele membro do governo por terem agido em prol da preservação ambiental da terra que habitamos e amamos.
Lendo, atentamente, o texto da notícia e o meu apelo de 13 de Janeiro fácil será concluir que os argumentos são semelhantes.
Concordo ser necessário requalificar as antigas secas de bacalhau em Alcochete, mas discordo que a receita a aplicar seja a do costume: betonização desenfreada. A nossa beira-rio é uma jóia paisagística de incalculável valor e temos de preservá-la, doa a quem doer e custe o que custar.
Repito o que escrevi há cinco meses: a arquitectura não pode impor-se à Natureza. Cabe-lhe adequar e racionalizar os projectos visando o equilíbrio de recursos e a sustentabilidade, sob pena de induzir efeitos profundamente negativos no meio aquático, no solo e na atmosfera.
Entretanto, como voltámos a estar à beira de eleições, espero que jamais se repita o sucedido em 2001 com o licenciamento da catedral de consumo. Ela também teve um primeiro despacho negativo mas, passadas as eleições, com alterações pouco significativas acabaria por ser aprovada.
Pior cego é o que não quer ver a desertificação comercial hoje ali indisfarçável e os problemas sociais inerentes, devido a um clamoroso erro de concepção arquitectónica de muito difícil solução sem obras dispendiosas.
Pelo sim, pelo não, muito gostaria que, acerca dos empreendimentos imobiliários da Praia dos Moinhos, ficasse desde já esclarecido o pensamento dos partidos e dos candidatos locais às eleições autárquicas, porquanto a responsabilidade principal perante os residentes será sempre dos seus representantes nos órgãos executivo e deliberativo do município.
Estou saturado de escutar discursos bem intencionados na oposição e acções contraditórias após a chegada ao poder. Ao menos uma vez haja a coragem de clarificar as coisas e de assumir compromissos para o futuro, independentemente da cadeira ocupada!

28 maio 2009

Junho, o 1º da criança e o resto do Padroeiro


Mês de Junho, o 1º da criança e o resto do Padroeiro da Freguesia de Alcochete, São João Baptista.

Aviso à navegação

Estou na expectativa de saber o que pensam as oposições deste rol de promessas.
O que eu penso resume-se num provérbio português:
"Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, não enganam o mundo".

27 maio 2009

Alcochete a correr domingo de manhã


Domingo, pela fresquinha, lá nos encontraremos todos no passeio entre a catedral de consumo e a catedral de consumo, com passagem pelo centro da vila.
Caso continue o tempo quente, proteja-se bem do sol e beba muita água.
Os retardatários ainda podem inscrever-se seguindo a hiperligação com o símbolo acima e visível na coluna à esquerda desta página. Todavia, será preferível irem directamente à loja da prova na Freeport, onde poderão tratar de tudo de uma só vez, diariamente, das 10h às 22h.

Candidato PS à Câmara de Alcochete

Quando a edição de hoje (27-05-09) do Jornal de Alcochete pergunta ao Comandante António Maduro «o que poderão os socialistas trazer de novo para um concelho com tradição de esquerda», este candidato a presidente da CMA responde: «Eu sou do Partido Socialista, mas tenho muitas dúvidas se haverá no Partido Comunista alguém de esquerda como eu. Assumo, dentro do próprio PS, que sou um homem de esquerda, tenho concessões de esquerda porque ainda mantenho aquela teoria que a esquerda é mais humana. Não quero com isto estar a dizer que a direita não é humana, porque às vezes os meios são diferentes para atingir os mesmos fins. Mas o princípio do humanismo vem sempre referido na esquerda. Uma esquerda democrática, real, que se saiba impor e que tem como objectivo principal, além da criação de riqueza, um trabalho colectivo.» sic.
Esperto nunca fui. Também NÃO HÁ PROVAS de que sou a pessoa mais inteligente a escrever neste blog. Já fiz a minha leitura atenta às palavras de António Maduro. Faça você a sua!

25 maio 2009

O Verdadeiro rosto do regime comunista de Alcochete

Na qualidade de autor do blogue Alcochetanidades estou a ser vitima de uma campanha brutal de difamação em Alcochete e na própria internet.
Efectivamente , um anónimo que se identifica como ALCOCHETEAFFICCION pôs a circular na internet o seguinte texto a meu respeito:

«Meus amigos, no momento que vos envio esta mensagem, ainda decorre a 16ª Feira do Cavalo, do Fado e do Forcado, realizada como de costume em Alcochete.Certamente, triste, cabisbaixo e enraivecido com o sucesso e dimensão que esta Feira está a alcançar, um tal de LUIS PROENÇA, vem agora a terreno afirmar que a verba despendida á entrada (2 euros) não é para a CERCIMA! Grande lata a deste gajo, que após dizer tanto mal da nossa Feira, teve a pouca vergonha e a ousadia de lá pôr os presuntos! Para este badameco, até podemos ir à OVIBEJA pagar 8 euros, podemos ir à MONTIAGRI pagar 5 euros, mas pagar 2 euros para ajudar a CERCIMA é que não pode ser…. Oxalá que ele nunca venha a necessitar dos serviços daquela Instituição! Aliás, com todo o respeito que os utentes da CERCIMA me merecem, existem lá doentes com mais tino e mais equilíbrio mental que este LUIS PROENÇA!Nós, os Alcochetanos, não nos vamos esquecer das afirmações dementes deste politico desequilibrado! A própria CERCIMA, por todo o respeito que nos merece por todo o trabalho desenvolvido em prol das crianças e adultos dos Concelhos de Montijo e Alcochete, também, estou certo que não esquecerá, e deveria vir a público agradecer de forma institucional, toda a ajuda que a Feira de Alcochete deu à CERCIMA!E não é a primeira vez que alguém com grandes responsabilidades ligado ao PSD (Partido Social Democrata) vem a público tentar denegrir o bom nome dos responsáveis, trabalhadores e utentes da CERCIMA. Já aconteceu no Montijo, agora acontece em Alcochete!Ligado ao PSD??? Sim! Porque este LUIS PROENÇA é candidato pelo PSD à Assembleia Municipal de Alcochete, nas próximas eleições autárquicas que ocorrerão em Outubro! Não esqueçam este facto!Se este gajo tivesse o nosso voto, estávamos todos f_ _ _ _ _ s!PASSEM ESTA MENSAGEM A TODOS OS VOSSOS AMIGOS!
VIVA ALCOCHETE! VIVA A NOSSA FEIRA! VIVAM AS NOSSAS TRADIÇÕES!»

Publico aqui o texto porque o mesmo é um exemplo evidente do que é o verdadeiro rosto do comunismo quando alguém se atreve a questionar os seu «modus operandi».

Publico aqui o texto como bandeira da minha satisfação porque esta reacção é a prova de que estou a fazer mossa na fachada do regime comunista de Alcochete

Boa tarde!


Velho provérbio português: "Amor e fé nas obras se vê".


Nota-Imagem do interior da igreja de São Brás (Samouco)

24 maio 2009

«Os ricos, os proprietários das fábricas...»


«Os ricos, os proprietários das fábricas que já estão em operação, não têm um interesse específico na manutenção do mercado livre. Embora não desejem que suas fortunas sejam confiscadas ou expropriadas, são favoráveis a medidas que os protejam de novos competidores. Aqueles que defendem a livre iniciativa e o livre mercado não defendem os interesses dos que são ricos hoje. Ao contrário, querem que seja aberta a possibilidade para homens desconhecidos - os empresários de amanhã - usarem sua habilidade e engenho, proporcionando, desta forma, uma vida mais agradável para as gerações vindouras. Querem que se mantenha aberto o caminho para maior progresso económico. São eles que formam a verdadeira vanguarda do progresso» (Ludwig von Mises, Acção Humana).
Contra o espírito das palavras de Ludwig von Mises (1881-1973), economista da escola austríaca, estão mancomunados megacapitalistas, comunistas e todos os esquerdistas em geral, ambientalistas, etc.

Bom dia! (2)


Velho ditado português: "De boas intenções está o inferno cheio".

Feira do Cavalo de Alcochete...cheira a esturro

Com a devida vénia ao Praia dos Moinhos , convido os seus visitantes a visitarem o Alcochetanidades http://alcochetanidades.blogspot.com/
para se inteirarem de algo curioso relativo à Feira do Cavalo de Alcochete deste ano.

22 maio 2009

Bom dia!


Velho ditado português: "O barulho não faz bem e o bem não faz barulho".

19 maio 2009

Borda fora, comunagam...

Borda fora, comunagem,
Ilusão do povinho
A viver a miragem
De livrar o caminho!

Comunagem nada livra,
Antes prende para sempre.
Este aviso que te sirva
De sinal que te lembre.

Sobe acima do penedo,
Mira a tua liberdade,
Em capacho vira o medo,
Tu abraça a verdade.

E livre de toda a peia,
Corre afoito pelo vale,
Deste e de outro rompe a teia,
Todos juntos contra o mal.

Municipalismo de outrora (20): chefe da secretaria afastado


À época dos factos relatados no texto
os Paços do Concelho situavam-se
neste edifício do Largo da República.


Na reunião da vereação da câmara de 23 de Agosto de 1939 é denunciada uma inexplicável omissão do ex-chefe da secretaria do município, o qual não cobrara aos comerciantes, quatro anos antes, o adicional de imposto indirecto sobre o vinho, receita que pertencia ao Estado e da qual a autarquia deveria prestar contas.
Nessa sessão camarária é mencionada a recomendação do novo chefe da secretaria, segundo o qual era urgente obter das instâncias competentes o saneamento da situação criada pela suspensão dos processos de execução fiscal movidos contra devedores do imposto do vinho, no segundo semestre de 1935, porque a manutenção do "statu quo" acarretaria responsabilidades para o município.
O presidente informa ter diligenciado, junto da Direcção-Geral da Administração Pública e Civil, para que se reconhecesse a situação criada, por força dos graves inconvenientes que adviriam para os interessados e a própria câmara, se se prosseguisse com os referidos processos.
Segundo o presidente Francisco Leite da Cunha, o director-geral prometera-lhe relevar a responsabilidade da câmara relativamente à inobservância dos prazos estipulados no Código de Execuções Fiscais.
Na sessão de 30 de Setembro de 1939 é o vereador Manuel Marques Sena que dita para a acta que, "tendo em consideração a responsabilidade que à câmara cabe na paralisação dos processos de execução fiscal relativos à questão do imposto de consumo de vinho do 2.º semestre de 1935, proponho que sejam tomadas todas as medidas para resolução rápida deste assunto".
Este imbróglio – que se arrastará durante quase seis anos subsequentes – culminaria no princípio de 1941. Na acta de 1 de Fevereiro consta o relato de uma decisão judicial acerca do auto levantado ao então chefe da secretaria da câmara, que não cobrara o adicional aos impostos indirectos de alguns comerciantes.
A câmara movera um processo a esse ex-funcionário, com a intenção de o obrigar a pagar os impostos em falta, sendo o caso abordado, várias vezes, em reuniões da edilidade. Mas só então o Contencioso das Contribuições e Impostos decide julgar o processo insubsistente, absolvendo o chefe da secretaria de arcar com a responsabiliade pecuniária. No entanto, como se tratava de dinheiro de imposto devido ao Estado, o contencioso fiscal não isenta a câmara de pagar esse adicional.
Em face do acórdão, a edilidade considera que seria "desprestígio para o município impor a 936 contribuintes pagamentos que variavam entre $10 e 2$00", propondo que o ministro do Interior autorizasse a própria câmara a pagar os 903$60 em falta nos cofres do Estado. Tempos depois o ministro do Interior recusaria também a proposta e a câmara ver-se-á forçada a cobrar essa importância aos contribuintes.


(continua)

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17 maio 2009

"O capitalismo anticapitalista"

Leiamos, para bem dos nossos filhos e netos, "O capitalismo anticapitalista" de Olavo de Carvalho em http://www.olavodecarvalho.org/semana/090513dc.html

Lembrete para hoje, amanhã e depois

Quem quiser enfrentar comunistas tem que ter o rabo solto.

16 maio 2009

O rei vai nu


Estruturas partidárias locais são objecto de acusações abjectas; a administração do município sobrepõe-se sem pudor às iniciativas dos particulares...e tudo vai bem...quero dizer...tudo vai mal porque o rei vai nu.
Vivo na esperança de um dia o povo ver que estes comunistas desfilam em camisa e soltar contra eles a gargalhada geral.

14 maio 2009

Indignação

Há pouco mais de um ano revelei neste blogue que, segundo dados estatísticos de 2005, cada residente contribuía anualmente com a significativa verba de 776€ (cerca de 155 contos em moeda antiga) para as receitas da autarquia.
São mais de 2€ diários de colecta por cidadão, embora dificilmente se vislumbrem os benefícios reais desse esforço individual e jamais algum eleito se julgasse no dever de apresentar justificações.
Contudo, a crer num comentário publicado em texto inserido mais abaixo, Fernando Pinto revela que a autarquia concedeu um subsídio de 40.000€ à Feira do Cavalo, a realizar durante quatro dias da próxima semana.
Fernando Pinto não é anónimo (trata-se do ex-presidente da Direcção do Aposento do Barrete Verde) e acredito que terá colhido a informação em boa fonte, mas é-me impossível confirmar ou negar tal verba porque, até à presente data, nenhuma informação oficial ou oficiosa de órgãos autárquicos mencionou o montante do subsídio atribuído.
Portanto, até prova em contrário confio na palavra de Fernando Pinto e como cidadão atento e contribuinte com direito à indignação não quero deixar de lavrar o meu enérgico protesto por o executivo camarário ter decidido que, em apenas quatro dias, se queimarão numa manifestação sem relevância económica, social ou cultural os impostos anuais liquidados à autarquia por mais de 50 alcochetanos.
Isto não é cumprir o desígnio constitucional que justifica a existência de autarquias locais. Isto é desperdício inaceitável e tanto mais indecente quanto ocorre numa época de incerteza, em que todos enfrentamos dificuldades!

13 maio 2009

O estado da comunicação social em Alcochete

Porque acho revelante e pedida a devida vénia ao Praia dos Moinhos , dou um saltinho até aqui para sugerir uma consulta a:

http://alcochetanidades.blogspot.com/2009/05/jvc-cuspir-para-o-ar-da-mau-resultado.html

Ali se esclarece quem é o JVC a que alude o Prof.João Marafuga no texto anterior e a que F.Bastos já fez referência no seu comentário a esse texto.

São situações que não podem passar despercebidas a quem se interessa pelo estado de coisas em Alcochete.

"Arruaceiros ou cowboys engatatões"?

O Jornal de Alcochete, na sua edição de 13 de Maio de 2009, num artigo sob o título "Credibilidade" assinado por um tal de JVC, insinua haver «...arruaceiros ou cowboys engatatões...» que se candidatam aos órgãos autárquicos em Alcochete.
Bom, este texto vale 0 (zero).
Não vou aqui armar-me em santinho e negar que nunca fiz uma insinuação ao longo de trinta anos a escrever em órgãos de comunicação tradicionais e electrónicos, mas eu sempre dei o rosto através do meu nome civil, podendo eventuais lesados reclamar de mim explicações públicas ou recorrer aos tribunais.
Quem é JVC?
E quem são os ditos cujos?
A resposta a estas perguntas deve, inclusive, ser exigida, por todos os candidatos, uma vez que, doravante, perante tal suspeição, nenhum escapa na mente dos eleitores.

12 maio 2009

"Alerta, disse, estai que o vento cresce..."

Meus amigos, o País vai estar em campanha eleitoral quase até ao fim do ano.
Eu não sou homem - nem devo sê-lo - para ficar indiferente a tudo que se passa a meu redor.
Nesta conformidade, torno a chamar a atenção de todos para o blog
http://alcochetanidades.blogspot.com/ , uma vez que este órgão electrónico de comunicação apresenta textos que manifestamente podem concorrer para o esclarecimento da opinião pública.
Aguns pontos de vista importantes me afastam de Luís Proença, mas este facto não é peso tão pesado que me leve a ignorar o esforço do meu adversário "por Alcochete" e a faltar à honestidade intelectual comigo e com ele.

10 maio 2009

Educação e cultura


«E sabemos que se a educação pode fomentar e melhorar ou não a cultura, pode com certeza adulterá-la e degradá-la. Pois, não há dúvida de que, em nosso impulso precipitado para educar a todos, estamos baixando nossos padrões; abandonando mais e mais o estudo daqueles assuntos pelos quais é transmitido o essencial de nossa cultura, daquela parte que é transmissível pela educação; destruindo nossos antigos edifícios para preparar o terreno onde os nómadas bárbaros do futuro acamparão com suas caravanas mecanizadas» (T. S. Eliot).

08 maio 2009

Diferença entre um liberal e um socialista


«O liberal é humilde. Reconhece que o mundo e a vida são complicados. A única coisa de que tem certeza é que a incerteza requer a liberdade para que a verdade seja descoberta por um processo de concorrência e debate que não tem fim. O socialista, por sua vez, acha que a vida e o mundo são facilmente compeensíveis; sabe de tudo e quer impor a estreiteza de sua experiência, ou seja, sua ignorância e arrogância, aos seus concidadãos» (Raymond Aron).

06 maio 2009

Municipalismo de outrora (19): câmara fixa impostos indirectos

No período abrangido pela minha consulta a actas municipais do período 1938/1945, a câmara cobrava impostos indirectos aos comerciantes sobre a venda de bens essenciais, do petróleo à carne, passando por hortícolas, cereais, bebidas alcoólicas e peixe.
Os critérios de taxação eram definidos pela própria vereação, caso a caso, baseada em parecer prévio do fiscal camarário.

Em finais de 1938 o presidente da câmara faz aprovar uma proposta para que os retalhistas de víveres de Samouco paguem os seus impostos por avença, directamente na secretaria da câmara, sendo a respectiva taxa idêntica à dos congéneres de Alcochete. A partir de então o cobrador de impostos de Samouco passaria a ter uma remuneração correspondente a metade do valor das receitas geradas. A câmara possuía cobradores de impostos em ambas as freguesias.
Em 1938 o fiscal de Alcochete tinha de vencimento 550$00 e o de Samouco 145$80. Devido à crise económica originada pela guerra – que levaria ao encerramento de inúmeros estabelecimentos comerciais e à consequente suspensão da cobrança de impostos indirectos, como veremos mais adiante – em 1942 o fiscal de Alcochete ganhava somente 500$00.
Da acta da sessão de 20 de Julho de 1940 depreende-se que o papel do fiscal e cobrador de impostos era relevante na colecta de receitas, pois dela consta a seguinte proposta do presidente: "verificando-se que Ana de Jesus Guerra e Rosa Pereira, ambas da vila, estão avençadas por quantia muito inferior à que o Código Administrativo estabelece, tendo a fiscalização informado que aquelas contribuintes vendem por mês, respectivamente, 58 kgs de carnes verdes e fumadas ao preço de 6$00/kg, delibera a câmara elevar a avença mensal da primeira para 9$00 e à segunda para 14$40".
Numa acta de Janeiro de 1939, aparece o que se supõe ser a lista completa dos comerciantes então existentes no concelho, bem como o valor das respectivas avenças.
Nas duas únicas freguesias então existentes – São João Baptista de Alcochete e São Brás de Samouco – pagavam avenças 48 comerciantes de carne e 40 de petróleo. Alguns vendiam ambos os produtos.
Os impostos eram normalmente pagos por avença mensal, mas alguns comerciantes faziam-no também "ao manifesto", dependendo do que solicitavam à câmara através de requerimento.
Em 1938/39 os principais comerciantes requeriam o pagamento "ao manifesto" e o maior dos avençados – Estabelecimentos Silva & Companhia – liquidava 91$20 mensais.

Ainda em Janeiro de 1939, uma das actas reproduz a tabela da "estiva camarária", que se depreende corresponder a uma taxa que os comerciantes pagavam ao município pelo transporte de bens.
As taxas permitem conhecer a cotação relativa de cada produto no mercado comercial:

Azeite 6$00 por litro
Batata $70/kg
Centeio 9$00/alqueire
Cera em rama 120$/arroba
Cortiça 15$00/arroba
Farinha 50$00/tonelada
Fava 1$00/litro
Mel 5$00/kg
Gado suíno 80$00/arroba
Rama de pinho 26$00/talha
Vinho $80/litro
Frangos 5$00/bico
Carne de vaca 6$00/kg
Carne de chibato 5$00/kg
Carne de carneiro 5$00/kg
Carne de porco 6$60/kg
Petróleo 1$60/litro.
Na sessão de 12 de Abril de 1939, o presidente anuncia que 13 comerciantes de petróleo da freguesia de São Brás de Samouco reclamam do valor das avenças e, depois de ouvido o fiscal camarário, decide-se reformular esse imposto de consumo.

(continua)

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03 maio 2009

Recusa a pagar

Alcochetanos, recusem pagar a entrada na Feira do Cavalo!
Os comunistas que façam a festa sozinhos!

02 maio 2009

Alerta




Os residentes em Alcochete deviam ler, atentamente e na íntegra, este texto publicado na edição de hoje do DN.
Escrevi muito neste blogue sobre a transparência na política e nas campanhas eleitorais. Parece-me oportuno recomendar o retorno ao último relacionado com essa matéria.
Ainda deve haver gente com memória mas, todavia, esclareço que a imagem acima é da campanha eleitoral autárquica local em 2001.

01 maio 2009

Alcochetanos!

É urgente ler o texto de Luís Proença intitulado "Relatório de Gestão e Contas da CMA 2008 - Evidências de Desgovernação" em http://alcochetanidades.blogspot.com
Por Alcochete.