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24 setembro 2009
Um problema de que pouco se fala
A Avenida Sociedade Imparcial 15 de Janeiro 1898 que serve a zona comercial não é a 3ª fase da variante urbana. Para quando a conclusão desta?
20 setembro 2009
Uma estrada Alcochetana!
Uma pergunta que gostaria de deixar a Luís Franco, prende-se com o estado calamitoso em que se encontra a Rua do Láparo (que liga o Intermarché ao Baluarte).
Durante quatro anos este executivo não deve ter passado nesta artéria uma única vez...
UPS!
Mas afinal não é nesta artéria que estão situados os serviços municipalizados da CMA?
Pois estão!
Então porque razão uma artéria, que pode ser uma outra entrada em Alcochete, que tem tido um desenvolvimento imobiliário extraordinário, não foi ainda requalificada?
Será que também para esta artéria existe algum projecto daqueles que é preciso uma empresa privada?
Sr Presidente mais uma promessa furada (ou esburacada)!
Bom, mas pode sempre prometer outra vez!....
12 janeiro 2009
11 janeiro 2009
10 janeiro 2009
09 janeiro 2009
08 janeiro 2009
Alcochete (13)
O postal n.º 14 (Largo António dos Santos Jorge) pode ver-se neste blog no mês de Nov./2008. Este é o Largo da Praça para os antigos e Largo da República ou simplesmente do Salineiro para os mais novos. Esta praça situa-se na zona mais alta da vila. Por aqui ficava o Paço e o Pelourinho que teria sido destruído mesmo antes da implantação da República. A casa em frente, azulejada, a do Zé Canta da minha infância, foi sede da Câmara nos fins do séc. XIX e princípios do XX. Nos anos cinquenta lembro-me de um chafariz nesta praça e da esplanada do Garrancho, o D. Sebastião à medida de Alcochete.07 janeiro 2009
Alcochete (12)
É o Rossio visto do Largo Marquês de Soydos. Quando por aqui quiseram instalar uma gasolineira (anos sessenta), era administrador do Concelho o sr. João Leite da Cunha que em sede própria fez esta declaração para a posteridade: «Não concordamos com a instalação de uma bomba de gasolina no Rossio porque essas terras foram doadas à Câmara pelo meu bisabô para passeio público». Outros tempos!05 janeiro 2009
Alcochete (10)
O edifício em primeiro plano - hoje Centro Paroquial - foi a casa de António Gouveia Abrantes. Por morte deste senhor, o imóvel passou a propriedade de sua viúva, D.ª Aliete, pessoa de conhecimentos e bom gosto que interferiu na formação de muitas crianças alcochetanas. Se a minha memória não me atraiçoa, nos anos sessenta, esta casa foi adquirida por 700 contos para a Fábrica da Igreja pelo Padre José Gonçalves dos Santos que Deus haja (em caso de alguma imprecisão, a favor de todos, corrijam-me).04 janeiro 2009
Alcochete (9)
Logo à esquerda é a escola do Rossio onde eu aprendi a ler nos anos 50. A primeira casa de primeiro andar é a do Padre Cruz segundo as inscrições da lápide incrustada na parede. Claro que se a casa em 1859, data do nascimento do nosso Beato, ainda não estava construída, o menino Francisco Rodrigues da Cruz jamais poderia lá ter nascido. Tudo isto porque não faltam vozes nesta terra de Alcochete a asseverarem que a maior glória da Igreja Católica em Portugal do séc. XX nasceu na humilde Rua Senhora Sant'Ana. Se esta é a verdade - eu creio que sim - estamos pela milésima vez perante a eterna lição do Cristianismo.03 janeiro 2009
Alcochete (8)
Este é o Largo de S. João, mais conhecido dos mais velhos pelo Largo do Poço. Com efeito, consegue divisar-se um pouco para o fundo da imagem o poço e a sua roda, espaço de encontro das meninas com os namorados a pretexto da água e para troca de novidades entre os adultos. Em primeiro plano, o que terá o miúdo nas mãos ao pé do banco?02 janeiro 2009
Alcochete (7)
Em primeiro plano há uma rampa que não faz parte da minha memória; já a inexistência da muralha é uma recordação permanente; nas primeiras casas da foto, à esquina da esquerda, separada da estrada por um estreito passeio, era a taberna do Arriaga, homem castiço cuja lembrança está bem impressa em mim, pai do poeta alcochetano Manuel Rei; ao largo vêem-se nitidamente duas faluas e mastros de outras, o vapor de Alcochete ou um rebocador, etc.01 janeiro 2009
Alcochete (6)
Na minha infância, este largo sempre foi o Largo do Chafariz. Do lado direito, o Grémio; ao fundo, à esquerda, a Farmácia Nunes. Se nas imagens já expostas, nesta ou nas próximas eu passar por cima de alguns pormenores interessantes, seria desejável que as pessoas no espaço para comentários os salientassem em proveito de todos.31 dezembro 2008
Alcochete (5)
Tenho para mim que estamos perante o primeiro moinho de quem entra na praia vindo da vila. Esta é uma verdadeira imagem da minha infância: faluas ao largo, o moinho e as suas velas, um pouco para o fundo, à direita, o velho matadouro que haveria de ser destruído, no mesmo lugar construído outro, este por sua vez também destruído depois do 25 de Abril. Se falho numa ou noutra informação que dou, devo imediatamente ser corrigido no espaço para comentários.30 dezembro 2008
Alcochete (4)

O postal n.º 4 já foi exibido neste blog. É o Rato visto de cima. Agora estamos a olhar para o Largo da Misericórdia, antigo mercado de trabalho. Aqui, os encarregados dos patrões, como a oferta muitas vezes era mais pequena que a procura, atiravam para cima do pessoal uns papelinhos que davam direito a trabalho a quem se esgatanhasse para apanhar um dos ditos cujos. Estas coisas não podem ser esquecidas porque esquecer é preparar o terreno para o retorno de indignidades iguais ou piores.
29 dezembro 2008
Alcochete (3)
Para os mais velhos, o casario entre a Senhora da Vida e a Misericórdia tem o nome de Barrocas. Para lá da Senhora da Vida era o Moisém, o Largo da Feira, o Rato, etc. Não poucas vezes havia grandes cenas de pancadaria entre o rapazio das Barrocas e do Troino ou estes juntos contra os do Moisém, etc. Em tempo de tréguas, estas zonas da vila de Alcochete jogavam à bola entre si. Nos anos cinquenta, muitas vezes a bola era de trapos ou era a bexiga de um boi. Quem desse biqueiros na bexiga com as sapatilhas levava na cara. Foi assim que nos criámos, hoje assistindo de olhos arregalados para o adultério do tempo.28 dezembro 2008
Alcochete (1)

Por gentileza de um amigo meu, António Tomé, vamos partilhar com os leitores deste blog algumas dezenas de imagens sobe Alcochete. Comecemos com a colecção completa de postais feitos a partir de fotos tiradas nos princípios do séc. XX. O postal n.º 1 deixa ver que ainda não existiam a Casa dos Beirados e a muralha da marginal. Esta última foi erguida e os eucaliptos derrubados pelo menos há cinquenta anos.
17 dezembro 2008
O Rato

Encontrei este postal num livro velhinho que já não abria há muito tempo. É o Rato visto de cima.
Ao fundo, a torre da Igreja Matriz de Alcochete.
A foto que deu origem a este postal será dos princípios do séc. XX. Seria tirada num Domingo de Inverno porque as pessoas estão na rua descontraidamente e, algumas, com sobretudos.
19 agosto 2008
Isto é podridão a mais
Sentado à mesa de uma esplanada desta Praça da República em Viseu, salto para Alcochete.
Desta vez dou comigo a pensar que quando alguém alega a mesma causa para justificar factos diferentes pode estar a esconder algo que não quer expor às claras.
Repare-se nisto: as madeiras do tecto da capela de Nossa Senhora da Vida estavam podres e chão com elas; os choupos da Avenida da Restauração estavam podres e chão com eles.
Isto é podridão a mais.
Por todo o Portugal a madeira é material que suporta arte de todos os estilos ao longo da nossa história; por todo o Concelho de Alcochete sei de choupos tão viçosos como estavam há cinquenta anos.
O que se passou no caso da capela de Nossa Senhora da Vida é que se abalançaram a uma obra sem verbas para o competente restauro; o que se passou no caso dos choupos da Avenida da Restauração é que davam mais despesa que a opção das palmeiras.
Que ambos os espaços, pertencentes ao povo de Alcochete, ficassem depauperados, isto é pormenor de pouca monta.
Desta vez dou comigo a pensar que quando alguém alega a mesma causa para justificar factos diferentes pode estar a esconder algo que não quer expor às claras.
Repare-se nisto: as madeiras do tecto da capela de Nossa Senhora da Vida estavam podres e chão com elas; os choupos da Avenida da Restauração estavam podres e chão com eles.
Isto é podridão a mais.
Por todo o Portugal a madeira é material que suporta arte de todos os estilos ao longo da nossa história; por todo o Concelho de Alcochete sei de choupos tão viçosos como estavam há cinquenta anos.
O que se passou no caso da capela de Nossa Senhora da Vida é que se abalançaram a uma obra sem verbas para o competente restauro; o que se passou no caso dos choupos da Avenida da Restauração é que davam mais despesa que a opção das palmeiras.
Que ambos os espaços, pertencentes ao povo de Alcochete, ficassem depauperados, isto é pormenor de pouca monta.
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