É com grande prazer que anuncio a inclusão de um novo autor no nosso Blog, é o Sr. João Pinho, habitual comentador do nosso espaço, de quem, já tive o prazer de publicar alguns textos em seu nome, desejo lhe as maiores felicidades e que venha contribuir para o debate neste nosso espaço, considerado por muitos, como o melhor espaço de debate democrático sobre o concelho de Alcochete.
19 fevereiro 2011
16 fevereiro 2011
Carlos Sabino - La democracia del Siglo XXI - La Ilustración Liberal - Revista española y americana
Carlos Sabino - La democracia del Siglo XXI - La Ilustración Liberal - Revista española y americana
Depois de ler este texto, vi que Portugal, hoje, tem quase tudo a ver com os países latinoamericanos, excluído o Chile.
Depois de ler este texto, vi que Portugal, hoje, tem quase tudo a ver com os países latinoamericanos, excluído o Chile.
15 fevereiro 2011
Agradecimento à Junta de Freguesia de Alcochete
Venho agradecer à Junta de Freguesia de Alcochete, a seu Presidente sr. Estêvão Boieiro e a todos os funcionários a disponibilidade demonstrada para as eleições da Concelhia do CDS-PP/Alcochete no dia 20/Nov./2010 e para as internas do mesmo Partido no dia 12/Fev./2011.
Muito obrigado
João José da Silva Marafuga
Presidente da Concelhia do CDS-PP/Alcochete
Muito obrigado
João José da Silva Marafuga
Presidente da Concelhia do CDS-PP/Alcochete
12 fevereiro 2011
11 fevereiro 2011
Obediência

No meu entender, quem é consciente e entra numa organização política está obrigado à obediência. Esta, para mim, é um valor alicerçal.
A estrutura política que num acto inteiramente livre abracei fez-me o pedido, isto é, deu-me a ordem para eu acabar com o tipo de escrita que ultimamente tenho levado a cabo no Praia dos Moinhos contra o poder instalado na Câmara Municipal de Alcochete.
Se eu não obedecesse, toda a visão que tenho do homem e do mundo cairia por terra.
Nesta conformidade, vou reduzir drasticamente a minha intervenção neste blog e dar outra perspectiva a algum texto que eventualmente venha a publicar.
Ninguém pense que leu alguma palavra minha escrita por descuido em qualquer dos textos que ficaram para trás. Isto que digo tanto me responsabiliza como me dignifica.
A estrutura política que num acto inteiramente livre abracei fez-me o pedido, isto é, deu-me a ordem para eu acabar com o tipo de escrita que ultimamente tenho levado a cabo no Praia dos Moinhos contra o poder instalado na Câmara Municipal de Alcochete.
Se eu não obedecesse, toda a visão que tenho do homem e do mundo cairia por terra.
Nesta conformidade, vou reduzir drasticamente a minha intervenção neste blog e dar outra perspectiva a algum texto que eventualmente venha a publicar.
Ninguém pense que leu alguma palavra minha escrita por descuido em qualquer dos textos que ficaram para trás. Isto que digo tanto me responsabiliza como me dignifica.
Na refrega dos últimos meses peço desculpa se feri a susceptibilidade de alguém.
Um abraço a todos.
João José da Silva Marafuga
10 fevereiro 2011
Os anónimos deste blog ou a cobardia da esquerda

Desde quando é que num jornal, Diário de Notícias, Público, Expresso, etc., travando-se em qualquer desses órgãos de comunicação social um debate, os intervenientes o fazem no desconhecimento uns dos outros?
Quando em fins de 2003, D. José Policarpo e Eduardo Prado Coelho entraram num debate público no Diário de Notícias, um não sabia quem era o outro?
Já não falo da Televisão, cujos participantes em qualquer debate estão in praesentia. E se acontece a intervenção de telespectadores do Minho ou do Algarve, nenhum destes fala sem estar devidamente identificado.
Por que razão, quando se muda para a Internet, o valor da identificação fica invalidado? Eu não tenho que conhecer pessoalmente todo e qualquer comentador, mas este tem que estar devidamente identificado para o blog.
Colocar o anonimato no mesmo plano do voto que é secreto, não passa de crassa desonestidade intelectual por pretender branquear uma manifesta cobardia.
09 fevereiro 2011
A defesa da Festa Brava...sempre!

Eu sou alcochetano.
Alcochete é uma terra de toiros. É e sempre foi...eminentemente.
Compete-me defender a Festa Brava.
Mas eu em tudo gosto de impor a verdade, ainda que esta nisto e naquilo me chame à pedra.
Nem sempre eu dei a importância à Festa Brava que dou hoje. Olhava para o toiro na arena apenas com emoção e dizia de mim para mim: coitadinho do animal a ser farpeado sem dó nem piedade. Era todo um universo artístico, de dimensão quase infinita, cujas raízes se perdem na bruma do tempo, que um sentimento irracional atirava, com a maior das facilidades, para a margem do meu existir.
Havia, no entanto, qualquer coisa que me embaraçava: como é que tantos escritores, pintores, escultores, etc., através da arte peculiar de cada um, eternizavam para a posteridade passos sublimes da arte de tourear ou pegar toiros? Esses homens estavam enganados ou o enganado era eu?
Quando se dá em mim o despertar para o que realmente, em termos políticos, é direita e esquerda, verifico que é esta e os círculos desta que denigrem e atacam a Festa Brava. Simultaneamente, verifico ainda que discordar de toda a promoção feita em jornais, revistas e televisões a favor de que as pessoas se piquem e furem todas por tatuagens e piercings não é politicamente correcto.
Impõe-se então a pergunta: por quê esta sanha contra a Festa Brava? Porque os valores da Festa Brava em tudo são contrários aos projectos da esquerda manhosa e enganadora das populações.
A Festa Brava é a afirmação do indivíduo, da coragem, do esforço. Todos estes valores as esquerdas querem abafar e eliminar porque travam a progressão dos nefandos socialismos. No fundo, o que estes odeiam é a vida.
Hoje em dia, poderemos estabelecer um paralelismo lógico entre, por um lado, o aborto e a eutanásia e, por outro, a Festa Brava. Aqui estamos perante o ataque à tradição nacional, ali perante o ataque à vida. Ora ninguém pense que a tradição nacional é negócio que se separe desse outro que é a vida.
O meu nacionalismo não é coisa ruim desde que respeite os sagrados direitos de cada povo. Só o Estado-Nação poderá fazer frente aos socialismos internacionalistas que tolhem a vida. Exaltação da vida é a Festa Brava com toda a cor que a matiza, arte e movimento.
Alcochete é uma terra de toiros. É e sempre foi...eminentemente.
Compete-me defender a Festa Brava.
Mas eu em tudo gosto de impor a verdade, ainda que esta nisto e naquilo me chame à pedra.
Nem sempre eu dei a importância à Festa Brava que dou hoje. Olhava para o toiro na arena apenas com emoção e dizia de mim para mim: coitadinho do animal a ser farpeado sem dó nem piedade. Era todo um universo artístico, de dimensão quase infinita, cujas raízes se perdem na bruma do tempo, que um sentimento irracional atirava, com a maior das facilidades, para a margem do meu existir.
Havia, no entanto, qualquer coisa que me embaraçava: como é que tantos escritores, pintores, escultores, etc., através da arte peculiar de cada um, eternizavam para a posteridade passos sublimes da arte de tourear ou pegar toiros? Esses homens estavam enganados ou o enganado era eu?
Quando se dá em mim o despertar para o que realmente, em termos políticos, é direita e esquerda, verifico que é esta e os círculos desta que denigrem e atacam a Festa Brava. Simultaneamente, verifico ainda que discordar de toda a promoção feita em jornais, revistas e televisões a favor de que as pessoas se piquem e furem todas por tatuagens e piercings não é politicamente correcto.
Impõe-se então a pergunta: por quê esta sanha contra a Festa Brava? Porque os valores da Festa Brava em tudo são contrários aos projectos da esquerda manhosa e enganadora das populações.
A Festa Brava é a afirmação do indivíduo, da coragem, do esforço. Todos estes valores as esquerdas querem abafar e eliminar porque travam a progressão dos nefandos socialismos. No fundo, o que estes odeiam é a vida.
Hoje em dia, poderemos estabelecer um paralelismo lógico entre, por um lado, o aborto e a eutanásia e, por outro, a Festa Brava. Aqui estamos perante o ataque à tradição nacional, ali perante o ataque à vida. Ora ninguém pense que a tradição nacional é negócio que se separe desse outro que é a vida.
O meu nacionalismo não é coisa ruim desde que respeite os sagrados direitos de cada povo. Só o Estado-Nação poderá fazer frente aos socialismos internacionalistas que tolhem a vida. Exaltação da vida é a Festa Brava com toda a cor que a matiza, arte e movimento.
08 fevereiro 2011
APELO AO DEBATE POR ALCOCHETE
Desde que assumi responsabilidades para dar continuidade a este excelente instrumento de debate, por alguma indisponibilidade e por uma questão de procurar dar a voz a outros, tenho estado mais recatado na escrita.
Foram poucos os comentários que entendi não validar, noutros tive dúvidas.
Este blogue é virado para o debate democrático de ideias, sejam elas provenientes de que quadrante for. Há quem assim não entenda e considere que os outros (adversários) não são seres humanos para serem respeitados como tal.
O apelo aqui deixo, com o risco de rapidamente ser apelidado de algo mais intelectualmente evoluído é que todos que aqui participam e dão a dinâmica útil e necessária a este espaço, debatam Alcochete e não batam mais em quem politicamente está morto logo no inicio das suas responsabilidades politicas.
Discutamos Alcochete, para que os tempos que ai nascem não sejam tão nefastos para as gerações presentes e futuras.
Foram poucos os comentários que entendi não validar, noutros tive dúvidas.
Este blogue é virado para o debate democrático de ideias, sejam elas provenientes de que quadrante for. Há quem assim não entenda e considere que os outros (adversários) não são seres humanos para serem respeitados como tal.
O apelo aqui deixo, com o risco de rapidamente ser apelidado de algo mais intelectualmente evoluído é que todos que aqui participam e dão a dinâmica útil e necessária a este espaço, debatam Alcochete e não batam mais em quem politicamente está morto logo no inicio das suas responsabilidades politicas.
Discutamos Alcochete, para que os tempos que ai nascem não sejam tão nefastos para as gerações presentes e futuras.
Há aqui uma coisa excepcional...
Desde que decidi voltar ao blog Praia dos Moinhos depois de se apresentar para mim a evidência de que os comunistas fazem pouco de quem entra com um projecto à Câmara para construção urbanística, verifico que há aqui uma coisa excepcional. Passo a explicar: eu afirmo A, aparecendo depois toda uma série de anónimos que fazem crer ao visitante que eu nego A.
Das duas, uma: ou estes anónimos não têm capacidade para a leitura dos meus textos, ou é estratégia tão caseira como repugnante para confundir o leitor e descredibilizar a minha pessoa, embora eu duvide desta segunda hipótese porque quem escreve português primário não poderá ter malícia refinada. Em qualquer dos casos vejo mais uma razão acrescida à do anonimato para eu não lhes responder.
Resolvo deixar aqui esta nótula a fim de que os leitores dos meus textos, perante o tipo de comentários que denuncio, me dêem o benefício da dúvida e voltem à releitura desta ou daquela ideia minha que este ou aquele anónimo tenta inverter.
Obrigado a todos os visitantes que chegam aqui por bem.
Das duas, uma: ou estes anónimos não têm capacidade para a leitura dos meus textos, ou é estratégia tão caseira como repugnante para confundir o leitor e descredibilizar a minha pessoa, embora eu duvide desta segunda hipótese porque quem escreve português primário não poderá ter malícia refinada. Em qualquer dos casos vejo mais uma razão acrescida à do anonimato para eu não lhes responder.
Resolvo deixar aqui esta nótula a fim de que os leitores dos meus textos, perante o tipo de comentários que denuncio, me dêem o benefício da dúvida e voltem à releitura desta ou daquela ideia minha que este ou aquele anónimo tenta inverter.
Obrigado a todos os visitantes que chegam aqui por bem.
07 fevereiro 2011
A defesa da Festa Brava...pela enésima vez!

Corrijam-se as palavras «a Câmara Municipal de Alcochete [CMA] não tem de tomar posição sobre a Festa Brava...» para estas: a CMA não pode tomar posição oficial sobre a Festa Brava porque o PCP também ainda não a tomou. Ou alguém pensa que os executivos camarários comunistas antepõem o que as populações querem ao que o Partido quer? Não sejamos ingénuos, por amor de Deus.
Se «à Câmara Municipal compete respeitar o passado e a memória do Concelho...», então desmunicipalize a Fundação João Gonçalves Júnior para que vejamos que a CMA executa as competências que lhe são inerentes.
Se «à Câmara Municipal compete [...] manter vivo o seu repositório identitário mais marcante e ajudar a traduzir nos vários eventos anuais realizados tudo aquilo que marca indelevelmente a idiossincrasia do alcochetano», porque faz propaganda ideológica, sobretudo na área da cultura, ao marxismo, "filosofia" patológica, à tenebrosa teoria de género que visa transformar o ser humano, ao ambientalismo que é o novo comunismo? Sim, por que faz isto...tudo feito com o dinheiro dos pagadores de impostos?
«A Câmara [...] subordina-se à Lei, não marca posição...»? O Parlamento já aprovou alguma lei na linha da igualdade de género? Não! Então por que a CMA, através da Cultura, vai predispondo subliminarmente as mentes para a recepção sem ondas dessa lei totalitária que corremos o risco de levar em cima de nós, a todos tiranizando?
Se «à Câmara Municipal compete respeitar o passado e a memória do Concelho...», então desmunicipalize a Fundação João Gonçalves Júnior para que vejamos que a CMA executa as competências que lhe são inerentes.
Se «à Câmara Municipal compete [...] manter vivo o seu repositório identitário mais marcante e ajudar a traduzir nos vários eventos anuais realizados tudo aquilo que marca indelevelmente a idiossincrasia do alcochetano», porque faz propaganda ideológica, sobretudo na área da cultura, ao marxismo, "filosofia" patológica, à tenebrosa teoria de género que visa transformar o ser humano, ao ambientalismo que é o novo comunismo? Sim, por que faz isto...tudo feito com o dinheiro dos pagadores de impostos?
«A Câmara [...] subordina-se à Lei, não marca posição...»? O Parlamento já aprovou alguma lei na linha da igualdade de género? Não! Então por que a CMA, através da Cultura, vai predispondo subliminarmente as mentes para a recepção sem ondas dessa lei totalitária que corremos o risco de levar em cima de nós, a todos tiranizando?
A Câmara «não deve constituir factor de divisão entre os munícipes», o que é verdade, mas se todos os alcochetanos são defensores do ambiente, poucos sê-lo-ão do ambientalismo, ideologia tão comunista quanto macabra que quer transformar o homem até à completa escravização e animalização. Então por que a CMA, através da Cultura, impinge o ambientalismo, manifestamente dividindo os munícipes?
A Câmara não deve dizer que «...as corridas à portuguesa dev[a]m ser banidas, [porque] isso é coisa que extravasa o seu âmbito de acção. Isso é matéria para a sociedade civil debater e aprofundar...». Então por que a CMA não deixa a ideologia de género e o ambientalismo, males de génese marxista, ao cuidado da sociedade civil?
Finalmente, não quero saber de comunistas que «...gost[e]m bastante de tudo o que envolva toiros...». Uns fá-lo-ão por jogada eleitoralista, outros por insanável contradição, uma vez que ninguém pode, ao mesmo tempo, amar a Festa Brava e estar de bem com os inimigos desta.
Eis a minha resposta a João Pinho a quem peço pública e encarecidamente que me deixe em paz.
A Câmara não deve dizer que «...as corridas à portuguesa dev[a]m ser banidas, [porque] isso é coisa que extravasa o seu âmbito de acção. Isso é matéria para a sociedade civil debater e aprofundar...». Então por que a CMA não deixa a ideologia de género e o ambientalismo, males de génese marxista, ao cuidado da sociedade civil?
Finalmente, não quero saber de comunistas que «...gost[e]m bastante de tudo o que envolva toiros...». Uns fá-lo-ão por jogada eleitoralista, outros por insanável contradição, uma vez que ninguém pode, ao mesmo tempo, amar a Festa Brava e estar de bem com os inimigos desta.
Eis a minha resposta a João Pinho a quem peço pública e encarecidamente que me deixe em paz.
06 fevereiro 2011
Urge saber qual a posição da Câmara de Alcochete relativamente à Festa Brava

Não é necessária a demonstração de que Alcochete é uma terra de fortíssimas tradições taurinas desde há séculos.
Nesta conformidade, não seria despicienda, antes incontornável, a ideia de que a Câmara Municipal de Alcochete (CMA) tomasse posição clara e pública relativamente ao ataque hoje em dia perpetrado contra a Festa Brava jamais visto em Portugal.
Afinal, a CMA está a favor ou contra o fim da Festa Brava, genuína manifestação da cultura de raiz popular?
Nós precisamos de saber para sabermos com o que contamos.
Ninguém pense que o apoio da CMA às Festas do Barrete Verde e das Salinas é facto suficiente para a conclusão de que está a favor da Festa Brava, pois fá-lo por razões meramente político-eleitoralistas.
Para que a CMA prove a todos os alcochetanos que o Marafuga mente, então venha a terreiro e proclame aos quatro ventos, através de um comunicado e dos meios de comunicação social, que não é assim, que está sem reservas a favor da tourada em Portugal.
E se a CMA não o fizer, a que conclusão querem que eu chegue?
Nesta conformidade, não seria despicienda, antes incontornável, a ideia de que a Câmara Municipal de Alcochete (CMA) tomasse posição clara e pública relativamente ao ataque hoje em dia perpetrado contra a Festa Brava jamais visto em Portugal.
Afinal, a CMA está a favor ou contra o fim da Festa Brava, genuína manifestação da cultura de raiz popular?
Nós precisamos de saber para sabermos com o que contamos.
Ninguém pense que o apoio da CMA às Festas do Barrete Verde e das Salinas é facto suficiente para a conclusão de que está a favor da Festa Brava, pois fá-lo por razões meramente político-eleitoralistas.
Para que a CMA prove a todos os alcochetanos que o Marafuga mente, então venha a terreiro e proclame aos quatro ventos, através de um comunicado e dos meios de comunicação social, que não é assim, que está sem reservas a favor da tourada em Portugal.
E se a CMA não o fizer, a que conclusão querem que eu chegue?
05 fevereiro 2011
Nova proposta ecofascista: comer insectos

Veja http://www.midiasemmascara.org/artigos/ambientalismo/11817-nova-proposta-ecofascista-comer-insetos
Clique na foto para saborear melhor.
03 fevereiro 2011
O Guia desguia!
Abro este meu texto, definindo o que quero dizer quando emprego o termo pluralizado socialismos. Por estes, eu entendo comunismo e socialismo.
Desta feita, vou tentar sensibilizar as pessoas para as estratégias subliminares que são utilizadas para a lenta mas firme transmutação dos códigos culturais de sempre e socialização do nosso País. A fim de conseguir minimamente este objectivo, meu objecto de análise é o "Guia de Eventos"/Fevereiro 2011.
Dando de barato a história do Yoga, pág. 14 à direita, do canhenho em foco, o que primeiro chama a minha atenção é o encontro intergeracional que se realizará na Biblioteca de Alcochete no dia dos namorados, pág. 15.
O mais perigoso deste chamado evento é que as pessoas vêem a imagem e lêem a pequena informação como se vissem e lessem o que de mais inocente há no mundo. Ora as coisas não são bem assim. Tudo isto é ideologismo, quero dizer, tudo isto é o discurso da falsidade.
Na verdade, desde as Culturas Clássicas e ao longo do decurso da Civilização Ocidental sempre se teve por muito salutar que os mais novos escutassem os mais velhos e aprendessem com a experiência destes. Mas vive na mais completa ingenuidade quem eventualmente pense que esta iniciativa da Câmara comunista para o dia 14 de Fevereiro recupera o melhor espírito do mundo antigo ou o limpo ensinamento cristão.
Este encontro intergeracional publicitado pelo "Guia de Eventos" do mês em curso é uma ante-câmara que vai preparando mentalmente as pessoas para o programa ideológico dos socialismos e é defendido pelos intelectuais de esquerda na generalidade, urge saber, que a troca de experiências entre gerações poderá ascender ao sexo intergeracional. Este mesmo foi o tema de Amor de D. Perlimplim com Belisa em seu Jardim, peça de teatro do dramaturgo espanhol e socialista Frederico Garcia Lorca representada no Fórum Cultural de Alcochete há menos de dois anos.
Na pág. 16 do canhenho de propaganda camarária, dita cultural, volta-se ao dia dos namorados. Quando o texto que lá se pode ler deveria celebrar o amor, verificamos que esta palavra não aparece nem sequer uma vez e deparamo-nos com o medo, a negação do amor. O que se foca é «...uma alta incidência de violência física entre os jovens, bem como uma elevada agressividade física e verbal entre namorados adolescentes». Que se pretenderá inculcar na cabeça dos jovens? Que o namoro é um perigo? Que o casamento natural não vale a pena? Que o melhor é o concubinato? E é isto "educação para a sexualidade"? Isto para mim é educação para a destruição de uma sociedade. Não tenho dúvidas.
O canhenho, na pág. 23, acaba com as recomendações de leitura que a Biblioteca de Alcochete sugere para este mês. Todas estão sob a égide da ideologia ambientalista, o novo comunismo. Veja-se os títulos: A Árvore Generosa; Um Lugar Mágico ou como Salvar a Natureza; O Verde, Preto no Branco. Esta lógica é logo anunciada pela capa toda verde do "Guia de Eventos": duas mãos encostadas de palmas para cima, um pouco de terra negra e uma plantinha ao centro, sugerindo todo este conjunto um vaso...
Com a capa articulam-se os conteúdos da pág. 14 à esquerda, cujo título é: "Plantar Alcochete". Por baixo da foto lê-se: "Em prol de um Concelho mais verde, junte-se à Câmara Municipal e venha Plantar Alcochete».
Deixem-se da mentira e, se querem verdadeiramente plantar Alcochete, deixem trabalhar quem quer trabalhar, não nos roubem e desapareçam.
Desta feita, vou tentar sensibilizar as pessoas para as estratégias subliminares que são utilizadas para a lenta mas firme transmutação dos códigos culturais de sempre e socialização do nosso País. A fim de conseguir minimamente este objectivo, meu objecto de análise é o "Guia de Eventos"/Fevereiro 2011.
Dando de barato a história do Yoga, pág. 14 à direita, do canhenho em foco, o que primeiro chama a minha atenção é o encontro intergeracional que se realizará na Biblioteca de Alcochete no dia dos namorados, pág. 15.
O mais perigoso deste chamado evento é que as pessoas vêem a imagem e lêem a pequena informação como se vissem e lessem o que de mais inocente há no mundo. Ora as coisas não são bem assim. Tudo isto é ideologismo, quero dizer, tudo isto é o discurso da falsidade.
Na verdade, desde as Culturas Clássicas e ao longo do decurso da Civilização Ocidental sempre se teve por muito salutar que os mais novos escutassem os mais velhos e aprendessem com a experiência destes. Mas vive na mais completa ingenuidade quem eventualmente pense que esta iniciativa da Câmara comunista para o dia 14 de Fevereiro recupera o melhor espírito do mundo antigo ou o limpo ensinamento cristão.
Este encontro intergeracional publicitado pelo "Guia de Eventos" do mês em curso é uma ante-câmara que vai preparando mentalmente as pessoas para o programa ideológico dos socialismos e é defendido pelos intelectuais de esquerda na generalidade, urge saber, que a troca de experiências entre gerações poderá ascender ao sexo intergeracional. Este mesmo foi o tema de Amor de D. Perlimplim com Belisa em seu Jardim, peça de teatro do dramaturgo espanhol e socialista Frederico Garcia Lorca representada no Fórum Cultural de Alcochete há menos de dois anos.
Na pág. 16 do canhenho de propaganda camarária, dita cultural, volta-se ao dia dos namorados. Quando o texto que lá se pode ler deveria celebrar o amor, verificamos que esta palavra não aparece nem sequer uma vez e deparamo-nos com o medo, a negação do amor. O que se foca é «...uma alta incidência de violência física entre os jovens, bem como uma elevada agressividade física e verbal entre namorados adolescentes». Que se pretenderá inculcar na cabeça dos jovens? Que o namoro é um perigo? Que o casamento natural não vale a pena? Que o melhor é o concubinato? E é isto "educação para a sexualidade"? Isto para mim é educação para a destruição de uma sociedade. Não tenho dúvidas.
O canhenho, na pág. 23, acaba com as recomendações de leitura que a Biblioteca de Alcochete sugere para este mês. Todas estão sob a égide da ideologia ambientalista, o novo comunismo. Veja-se os títulos: A Árvore Generosa; Um Lugar Mágico ou como Salvar a Natureza; O Verde, Preto no Branco. Esta lógica é logo anunciada pela capa toda verde do "Guia de Eventos": duas mãos encostadas de palmas para cima, um pouco de terra negra e uma plantinha ao centro, sugerindo todo este conjunto um vaso...
Com a capa articulam-se os conteúdos da pág. 14 à esquerda, cujo título é: "Plantar Alcochete". Por baixo da foto lê-se: "Em prol de um Concelho mais verde, junte-se à Câmara Municipal e venha Plantar Alcochete».
Deixem-se da mentira e, se querem verdadeiramente plantar Alcochete, deixem trabalhar quem quer trabalhar, não nos roubem e desapareçam.
01 fevereiro 2011
Falam estes comunistas de mobilidade...
Eu tenho medo, muito medo, dos comunistas e de entrar na Câmara Municipal de Alcochete. Todo aquele espaço compartimentado e penumbroso mais me parece um edifício de exéquias à morte. Morte não é só morrer, ser metido num caixão e ir para baixo de terra. Morte é também a descapitalização que esta Câmara faz às pessoas das classes médias porque estas são invejadas pelo comunismo, sanha ideológica esta que não pode ver ninguém a trabalhar e a fazer pela vida e a singrar e a ser livre.
Falam estes comunistas de mobilidade sem que sejam capazes de ir além da física. Estavam eles preocupados com a minha mobilidade na casa de banho da casa que vou construir! Mas que gente é esta? O que é que eles querem? Não terão medo de fazer pouco do outro? Ou pensarão que o comunismo já nos reduziu nesta terra de Alcochete ao completo amorfismo? Não vêem que eu já tenho 60 anos de idade? Que já fiz tudo na vida que tinha a fazer? Que já criei o meu filho?
E a mobilidade social? Faz-se a disparar taxas às pessoas até ao estrangulamento para as fazer parar e, inclusive, regredir na vida?
Eu tenho medo, muito medo, dos comunistas e de entrar na Câmara Municipal de Alcochete. Todo aquele espaço compartimentado e penumbroso mais me parece um edifício de exéquias à morte. Morte não é só morrer, ser metido num caixão e ir para baixo de terra. Morte é também a descapitalização que esta Câmara faz às pessoas...
Falam estes comunistas de mobilidade sem que sejam capazes de ir além da física. Estavam eles preocupados com a minha mobilidade na casa de banho da casa que vou construir! Mas que gente é esta? O que é que eles querem? Não terão medo de fazer pouco do outro? Ou pensarão que o comunismo já nos reduziu nesta terra de Alcochete ao completo amorfismo? Não vêem que eu já tenho 60 anos de idade? Que já fiz tudo na vida que tinha a fazer? Que já criei o meu filho?
E a mobilidade social? Faz-se a disparar taxas às pessoas até ao estrangulamento para as fazer parar e, inclusive, regredir na vida?
Eu tenho medo, muito medo, dos comunistas e de entrar na Câmara Municipal de Alcochete. Todo aquele espaço compartimentado e penumbroso mais me parece um edifício de exéquias à morte. Morte não é só morrer, ser metido num caixão e ir para baixo de terra. Morte é também a descapitalização que esta Câmara faz às pessoas...
28 janeiro 2011
Praia dos Moinhos: Pinhal do Concelho
Praia dos Moinhos: Pinhal do Concelho
A edição de hoje (28-01-2011) do Jornal do Montijo fala de um protesto popular contra as estradas do Pinhal do Concelho.
Vejam o que eu escrevi neste blog sobre o mesmo tema a 25-03-2006, era Luís Franco Presidente da Câmara Municipal de Alcochete havia pouco tempo.
Estamos perante o completo desprezo desta câmara comunista devotado aos munícipes.
A edição de hoje (28-01-2011) do Jornal do Montijo fala de um protesto popular contra as estradas do Pinhal do Concelho.
Vejam o que eu escrevi neste blog sobre o mesmo tema a 25-03-2006, era Luís Franco Presidente da Câmara Municipal de Alcochete havia pouco tempo.
Estamos perante o completo desprezo desta câmara comunista devotado aos munícipes.
27 janeiro 2011
Um mosaico da saga com a CMA sobre o meu processo para construção de uma casa
No dia 13-12-2010 recebi uma carta da Câmara Municipal de Alcochete (CMA), dizendo o conteúdo da mesma que o meu projecto fora aprovado e que eu poderia requerer a emissão do respectivo alvará de construção cuja taxa de licenciamento era de 3.182,77 euros (sensivelmente 640 contos em moeda antiga).
Considerando eu que a taxa exigida pela licença de construção era excessiva, apresentei no dia 22-12-2010 uma reclamação ao Exmo Sr. Presidente da CMA, dizendo-me várias pessoas que este tipo de pedidos, na maior parte dos casos, costuma ser atendido. De facto, a casa que vou construir é na zona histórica da vila, a menos de 40 metros da Igreja Matriz, com todas as infra-estruturas existentes no terreno, conservando eu a mesmíssima fachada que lá está há, pelo menos, 100 anos.
No dia 24-01-2011, mais de um mês depois da minha reclamação, é expedida para mim pela CMA uma carta com dois conteúdos distintos.
Reza o primeiro assim: «Na sequência da reclamação registada nos nossos serviços sob a referência de 10/12/23 - 15237 apresentada por V. Exa a qual mereceu a nossa melhor atenção, informo que após análise da mesma se conclui, nos termos da informação técnica que junto se anexa, pela manutenção do valor de [...] 3.182, 77 [euros], respeitante à taxa devida pela licença de execução da operação urbanística supra referenciada» sic.
Segue-se assinatura bem identificada.
«...[...]Os termos da informação técnica que junto [foi] anexa...», isto é, o segundo conteúdo reza assim: «Decorrente da reclamação anexa [referência à minha reclamação], o que provocou a revisão dos cálculos, confirmam-se os valores indicados; as taxas foram calculadas nos termos da regulamentação em vigor e de acordo com orientação superior; por falta de enquadramento, as isenções e reduções referentes às taxas urbanísticas previstas no n.º 10 do Regulamento e Tabela de Taxas não são aplicáveis» sic.
Assinatura ilegível de um técnico.
A pergunta que faço é a seguinte: isto merece o nome de uma informação técnica?
O montante 3.182,77 euros resulta do somatório de várias parcelas, cada uma destas relacionada com os ditames da regulamentação em vigor. Por que não me é feito o descritivo sub lege, como penso merecer na minha qualidade de cidadão e munícipe, das taxas aplicáveis ao meu pedido de licença de construção?
Os amigos que têm acompanhado desde o início todo este meu caso com a CMA aconselharam a desembaraçar-me desta instituição que manifestamente despreza o munícipe e a seguir em frente com a minha vida. Foi o que achei por bem fazer, embora eu me veja perseguido pela CMA. Por que razão? Por ser cristão-católico assumido e tomar a defesa da Igreja? Por ser anti-comunista declarado e público? Por ser Presidente da Comissão Política do CDS-PP/Alcochete?
Talvez, mais brevemente do que muitos pensam, tudo isto ficará muito claro para todos.
Considerando eu que a taxa exigida pela licença de construção era excessiva, apresentei no dia 22-12-2010 uma reclamação ao Exmo Sr. Presidente da CMA, dizendo-me várias pessoas que este tipo de pedidos, na maior parte dos casos, costuma ser atendido. De facto, a casa que vou construir é na zona histórica da vila, a menos de 40 metros da Igreja Matriz, com todas as infra-estruturas existentes no terreno, conservando eu a mesmíssima fachada que lá está há, pelo menos, 100 anos.
No dia 24-01-2011, mais de um mês depois da minha reclamação, é expedida para mim pela CMA uma carta com dois conteúdos distintos.
Reza o primeiro assim: «Na sequência da reclamação registada nos nossos serviços sob a referência de 10/12/23 - 15237 apresentada por V. Exa a qual mereceu a nossa melhor atenção, informo que após análise da mesma se conclui, nos termos da informação técnica que junto se anexa, pela manutenção do valor de [...] 3.182, 77 [euros], respeitante à taxa devida pela licença de execução da operação urbanística supra referenciada» sic.
Segue-se assinatura bem identificada.
«...[...]Os termos da informação técnica que junto [foi] anexa...», isto é, o segundo conteúdo reza assim: «Decorrente da reclamação anexa [referência à minha reclamação], o que provocou a revisão dos cálculos, confirmam-se os valores indicados; as taxas foram calculadas nos termos da regulamentação em vigor e de acordo com orientação superior; por falta de enquadramento, as isenções e reduções referentes às taxas urbanísticas previstas no n.º 10 do Regulamento e Tabela de Taxas não são aplicáveis» sic.
Assinatura ilegível de um técnico.
A pergunta que faço é a seguinte: isto merece o nome de uma informação técnica?
O montante 3.182,77 euros resulta do somatório de várias parcelas, cada uma destas relacionada com os ditames da regulamentação em vigor. Por que não me é feito o descritivo sub lege, como penso merecer na minha qualidade de cidadão e munícipe, das taxas aplicáveis ao meu pedido de licença de construção?
Os amigos que têm acompanhado desde o início todo este meu caso com a CMA aconselharam a desembaraçar-me desta instituição que manifestamente despreza o munícipe e a seguir em frente com a minha vida. Foi o que achei por bem fazer, embora eu me veja perseguido pela CMA. Por que razão? Por ser cristão-católico assumido e tomar a defesa da Igreja? Por ser anti-comunista declarado e público? Por ser Presidente da Comissão Política do CDS-PP/Alcochete?
Talvez, mais brevemente do que muitos pensam, tudo isto ficará muito claro para todos.
23 janeiro 2011
22 janeiro 2011
A Farda do Forcado

Dedico este texto ao grande forcado alcochetano António José Pinto.
Será que a partir da farda do forcado - jaqueta, barrete, cinta, etc. - eu posso catapultar-me para a defesa da Festa Brava? É que nós temos que continuar neste afã de nos questionarmos por que razão esta é tão insanamente atacada nestes tempos.
Mas antes de entrar propriamente no meu texto de natureza ensaística, eu devo apressar-me a declarar, assegurando a inteligibilidade do mesmo, que vejo na revolução o mal e na contra-revolução o bem.
Nesta conformidade, posso avançar já com a ideia de que há uma incompatibilidade doutrinária entre a revolução e qualquer farda.
A farda, pela sua simples presença, afirma implicitamente algumas verdades, embora genéricas, de índole contra-revolucionária.
De facto, o forcado dá-nos a lição de que existem valores que importam mais que a própria vida e pelos quais se deve morrer. Ora isto é contrário à mentalidade socialista (lato sensu), toda feita de horror ao risco e à dor, de idolatrização da segurança e de supremo apego à vida terrena.
Por outro lado, a forcadagem é defensora de uma moral por estar totalmente fundada sobre ideias de honra, de força posta ao serviço do bem e dirigida contra o mal.
O que acabo de dizer é mais uma achega para vermos as razões que levam a revolução a atacar tão desordenadamente a Festa Brava, inserindo-se esta no universo contra-revolucionário por travar a progressão dos socialismos.
Mas antes de entrar propriamente no meu texto de natureza ensaística, eu devo apressar-me a declarar, assegurando a inteligibilidade do mesmo, que vejo na revolução o mal e na contra-revolução o bem.
Nesta conformidade, posso avançar já com a ideia de que há uma incompatibilidade doutrinária entre a revolução e qualquer farda.
A farda, pela sua simples presença, afirma implicitamente algumas verdades, embora genéricas, de índole contra-revolucionária.
De facto, o forcado dá-nos a lição de que existem valores que importam mais que a própria vida e pelos quais se deve morrer. Ora isto é contrário à mentalidade socialista (lato sensu), toda feita de horror ao risco e à dor, de idolatrização da segurança e de supremo apego à vida terrena.
Por outro lado, a forcadagem é defensora de uma moral por estar totalmente fundada sobre ideias de honra, de força posta ao serviço do bem e dirigida contra o mal.
O que acabo de dizer é mais uma achega para vermos as razões que levam a revolução a atacar tão desordenadamente a Festa Brava, inserindo-se esta no universo contra-revolucionário por travar a progressão dos socialismos.
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