18 agosto 2011
07 agosto 2011
CHURRASCO POPULAR EM ALCOCHETE
No dia 6 de Agosto os sportinguistas de Alcochete estiveram em festa comemorando o 16º aniversário do Núcleo. Tal como é hábito realizaram um churrasco no Largo de S. João aberto a toda a população. Participaram largas dezenas de convivas que puderam assistir a espectáculo musical, o qual incluiu grupo de jovens de Hip-hop e das Sevilhanas. Sporting fez-se representar pelo Conselheiro Leonino, Zeferino Boal que fez entregue de uma pequena lembrança à Presidente Maria Cristina Ribeiro.
14 julho 2011
FESTAS DO BARRETE VERDE
05 julho 2011
COMO FAZER OPOSIÇÃO EM ALCOCHETE
-"Não aparecem nas Assembleias Municipal e de Freguesia, nem nas Sessões de Câmara, onde devem intervir..."
-"São uns blogueiros que só sabem dizer mal.."
Decidi trazer aqui esta matéria à colação.
De facto, com estas afirmações, constata-se que a "velha esquerda conservadora" anda preocupada...
Com dificuldade em se habituar aos novos tempos, em se habituar aos novos instrumentos de comunicação, actualmente ao dispor de quem pretende difundir as suas mensagens.
Fazer oposição hoje em Alcochete não pode passar apenas pela presença nas reuniões dos seus orgãos deliberativos, seja na Assembleia Municipal, nas Sessões de Câmara ou Assembleias de Freguesia. Não traz vantagem alguma e é um gasto de energia desnecessário.
Senão vejamos:
Evidentemente que os representantes eleitos pelos partidos na oposição terão de assegurar a representatividade de quem os elegeu e acreditou nos seus projectos políticos. Marcando a sua posição e apresentando as suas propostas, moções e requerimentos sempre que tal se afigure desejável. Isso é indiscutível e vem sendo feito com elevado sentido de responsabilidade.
Mas é neste "terreno" que a maioria hegemónica gosta de actuar...fazendo valer o seu maior número para tornar inexpressiva a acção da oposição. Silenciando pelo "esmagamento do voto" qualquer tentativa da oposição que não colha a sua simpatia. A troca de ideias ou a permuta de opiniões está desde logo inquinada à partida. Ter a veleidade de submeter àqueles orgãos assunto fora dos horizontes da maioria fica de imediato condenado ao insucesso.
Daí que os partidos da oposição se preocupem quase em exclusivo com a sua representação institucional, pautando a sua conduta pelo respeito devido aos citados orgãos, democraticamente eleitos. Só que um trabalho politico mais aprofundado nunca aí pode ser desenvolvido. Por ausência de condições e por não se justificar.
Por outro lado, para todos aqueles que apenas são militantes e simpatizantes dos partidos da oposição, não eleitos e sem responsabilidades, participar naquelas reuniões não tem absolutamente qualquer interesse politico...e isto porquê?
1-Porque as normas processuais e regimentais relativas ao modo de funcionamento dos orgãos autárquicos, tipificadas no Código do Procedimento Administrativo, Dec Lei 169/99 e Regimentos vigentes, fazem valer um conjunto de prerrogativas na condução dos trabalhos que favorecem a maioria e condicionam as intervenções oposicionistas do público presente. Torna-se irrelevante sugerir o que quer que seja pois é logo marginalizado e minimizado;
2-Porque àquelas reuniões pouca gente assiste, poucos munícipes se preocupam em comparecer; apenas estão presentes os membros dos orgãos, alguns funcionários da Autarquia e pouquíssimas pessoas mais;
3-E porque quem está presente já possui as suas posições politico-ideológicas definidas e bem consolidadas. Ali, por melhores que sejam os argumentos, nada se altera, nem ninguém muda.
Tenho assistido a algumas reuniões dos orgãos autárquicos e o que vejo corrobora exactamente este meu antigo entendimento. Em algumas Sessões de Câmara, o seu Presidente, de uma forma um pouco agreste e algo intempestiva, de resto numa conduta contrária ao seu habitual estilo cordato e afável, ameaça com o corte da palavra sempre que alguém do público manifesta posição discordante; na Assembleia Municipal, uma mera saudação à tomada de posse do actual Governo da República é logo rejeitada mesmo que nela se exprima o desejo de salutar intercâmbio entre o Governo e o executivo autárquico. Com uma hostilidade e azedume que faz pena...
Dito isto, o melhor será deixar a "velha esquerda conservadora" a falar em circuito fechado. A falarem para eles próprios, de uns para os outros...diferente seria se as reuniões fossem transmitidas em "on line", via internet, tal como em algumas freguesias do país se faz e em Alcochete se podia também fazer mas não se faz!
Para se fazer oposição em Alcochete, para se transmitir propostas alternativas àquelas que a "velha esquerda conservadora" costuma apresentar, torna-se preferível optar por outras vias.
A "velha esquerda conservadora" está autista e irredutível nos seus domínios. Nos domínios em que são muitos, onde o seu discurso adquire um cariz fundamentalista e "troglodita", perante o qual a cultura de diálogo se afigura impossível.
As redes sociais assumem, assim, no presente contexto, uma inegável importância para a difusão da mensagem politica. Nesse pressuposto, a actual Comissão Politica Concelhia do PSD/Alcochete há muito que estabeleceu o seu método de intervenção politica. A divulgação das suas teses e propostas passa pela comunicação social, pelas plataformas de informação, pelas redes sociais e pelo esclarecimento directo junto dos munícipes, seja na forma de conferências, seminários, palestras ou simples reuniões informais, como jantares de trabalho, rodas de participantes, etc.
Porém, as posições públicas do PSD local serão sempre trabalhadas, consistentes e com soluções plausíveis, susceptíveis de trazer futuro ao Município. São posições viradas para o exterior, para a comunidade e não somente para consumo interno dos autarcas, de deputados municipais e de freguesia.
O PSD tem hoje uma grande preocupação com a Autarquia. Facilmente se verifica que a Câmara Municipal se encontra a caminho da exaustão. Por força do seu descontrolo financeiro, da excessiva gordura e desperdício que demonstra no seu "modus operandi". E já que não consegue consciencializar disso os responsáveis da maioria CDU, pelo menos faz chegar essa preocupação a toda a comunidade local.
Muita gente diz hoje aquilo que o PSD vem dizendo há algum tempo. A "velha esquerda conservadora" criou e, teimosamente, continua a criar as condições para que o Município não tenha futuro. A rigidez nos encargos assumidos é de tal proporção que qualquer dia não existe a possibilidade de fazer face às despesas correntes e aos encargos com o pessoal. Emagrecer a Câmara, imprimir uma maior produtividade ao seu modo de funcionamento e conter custos com a propaganda constituem as únicas soluções exequíveis. Quem efectivamente trabalha e os compromissos assumidos têm imperativamente de ser respeitados.
Dentro desta lógica, pugnar por estes objectivos são os principais propósitos do PSD para Alcochete e o cerne da sua politica de oposição. E para os levar à comunidade em geral, as redes sociais estão na primeira linha como instrumentos de referência.
Só que a "velha esquerda conservadora" ainda não se apercebeu do significado e do impacto destes recentes meios de comunicação. O tempo é escasso e um bem precioso. A informação deve circular célere, adequada e proporcional. Por isso, o que faz sentido é fazê-la chegar ao grande público e não pretender o contrário.
Nesta perspectiva, a oposição deve fazer-se fora da Câmara e não no interior desta. Oposição faz-se em Alcochete como a oposição quer e não como a CDU quer!...
E já agora aproveito para reiterar um ponto já anteriormente abordado. Para quando a transmissão "on line" das reuniões dos nossos orgãos autárquicos. A fim de ser possível levar a informação às populações em directo e não da forma "trabalhada" como usualmente se elaboram as notícias veiculadas pela Divisão de Comunicação e Munícipe através do "site" e do jornal da Câmara Municipal.
O que se deve fazer é inovar e saber ouvir aqueles que, embora não tendo responsabilidades enquanto eleitos, ainda vão transmitindo pelas redes sociais as suas escolhas. Bastas vezes traduzem um contributo interessante e deveras valioso. Às sessões públicas vai quem quer e quem tem disponibilidade para o fazer, ouvindo o mesmo de sempre.
Enfim, espera-se agora que a "velha esquerda conservadora" compreenda definitivamente que o PSD faz oposição como entende que deve ser feita, usando para o efeito os canais que julga apropriados e não como essa "velha escola comunista" gostaria que fosse...o modelo de como fazer oposição em democracia é irrenunciável e inalienável. Cabe a cada um!
Assim sendo, as afirmações iniciais, contidas nos dois primeiros parágrafos, estão fora de tempo e do contexto...
-"São uns blogueiros que só sabem dizer mal.."
Decidi trazer aqui esta matéria à colação.
De facto, com estas afirmações, constata-se que a "velha esquerda conservadora" anda preocupada...
Com dificuldade em se habituar aos novos tempos, em se habituar aos novos instrumentos de comunicação, actualmente ao dispor de quem pretende difundir as suas mensagens.
Fazer oposição hoje em Alcochete não pode passar apenas pela presença nas reuniões dos seus orgãos deliberativos, seja na Assembleia Municipal, nas Sessões de Câmara ou Assembleias de Freguesia. Não traz vantagem alguma e é um gasto de energia desnecessário.
Senão vejamos:
Evidentemente que os representantes eleitos pelos partidos na oposição terão de assegurar a representatividade de quem os elegeu e acreditou nos seus projectos políticos. Marcando a sua posição e apresentando as suas propostas, moções e requerimentos sempre que tal se afigure desejável. Isso é indiscutível e vem sendo feito com elevado sentido de responsabilidade.
Mas é neste "terreno" que a maioria hegemónica gosta de actuar...fazendo valer o seu maior número para tornar inexpressiva a acção da oposição. Silenciando pelo "esmagamento do voto" qualquer tentativa da oposição que não colha a sua simpatia. A troca de ideias ou a permuta de opiniões está desde logo inquinada à partida. Ter a veleidade de submeter àqueles orgãos assunto fora dos horizontes da maioria fica de imediato condenado ao insucesso.
Daí que os partidos da oposição se preocupem quase em exclusivo com a sua representação institucional, pautando a sua conduta pelo respeito devido aos citados orgãos, democraticamente eleitos. Só que um trabalho politico mais aprofundado nunca aí pode ser desenvolvido. Por ausência de condições e por não se justificar.
Por outro lado, para todos aqueles que apenas são militantes e simpatizantes dos partidos da oposição, não eleitos e sem responsabilidades, participar naquelas reuniões não tem absolutamente qualquer interesse politico...e isto porquê?
1-Porque as normas processuais e regimentais relativas ao modo de funcionamento dos orgãos autárquicos, tipificadas no Código do Procedimento Administrativo, Dec Lei 169/99 e Regimentos vigentes, fazem valer um conjunto de prerrogativas na condução dos trabalhos que favorecem a maioria e condicionam as intervenções oposicionistas do público presente. Torna-se irrelevante sugerir o que quer que seja pois é logo marginalizado e minimizado;
2-Porque àquelas reuniões pouca gente assiste, poucos munícipes se preocupam em comparecer; apenas estão presentes os membros dos orgãos, alguns funcionários da Autarquia e pouquíssimas pessoas mais;
3-E porque quem está presente já possui as suas posições politico-ideológicas definidas e bem consolidadas. Ali, por melhores que sejam os argumentos, nada se altera, nem ninguém muda.
Tenho assistido a algumas reuniões dos orgãos autárquicos e o que vejo corrobora exactamente este meu antigo entendimento. Em algumas Sessões de Câmara, o seu Presidente, de uma forma um pouco agreste e algo intempestiva, de resto numa conduta contrária ao seu habitual estilo cordato e afável, ameaça com o corte da palavra sempre que alguém do público manifesta posição discordante; na Assembleia Municipal, uma mera saudação à tomada de posse do actual Governo da República é logo rejeitada mesmo que nela se exprima o desejo de salutar intercâmbio entre o Governo e o executivo autárquico. Com uma hostilidade e azedume que faz pena...
Dito isto, o melhor será deixar a "velha esquerda conservadora" a falar em circuito fechado. A falarem para eles próprios, de uns para os outros...diferente seria se as reuniões fossem transmitidas em "on line", via internet, tal como em algumas freguesias do país se faz e em Alcochete se podia também fazer mas não se faz!
Para se fazer oposição em Alcochete, para se transmitir propostas alternativas àquelas que a "velha esquerda conservadora" costuma apresentar, torna-se preferível optar por outras vias.
A "velha esquerda conservadora" está autista e irredutível nos seus domínios. Nos domínios em que são muitos, onde o seu discurso adquire um cariz fundamentalista e "troglodita", perante o qual a cultura de diálogo se afigura impossível.
As redes sociais assumem, assim, no presente contexto, uma inegável importância para a difusão da mensagem politica. Nesse pressuposto, a actual Comissão Politica Concelhia do PSD/Alcochete há muito que estabeleceu o seu método de intervenção politica. A divulgação das suas teses e propostas passa pela comunicação social, pelas plataformas de informação, pelas redes sociais e pelo esclarecimento directo junto dos munícipes, seja na forma de conferências, seminários, palestras ou simples reuniões informais, como jantares de trabalho, rodas de participantes, etc.
Porém, as posições públicas do PSD local serão sempre trabalhadas, consistentes e com soluções plausíveis, susceptíveis de trazer futuro ao Município. São posições viradas para o exterior, para a comunidade e não somente para consumo interno dos autarcas, de deputados municipais e de freguesia.
O PSD tem hoje uma grande preocupação com a Autarquia. Facilmente se verifica que a Câmara Municipal se encontra a caminho da exaustão. Por força do seu descontrolo financeiro, da excessiva gordura e desperdício que demonstra no seu "modus operandi". E já que não consegue consciencializar disso os responsáveis da maioria CDU, pelo menos faz chegar essa preocupação a toda a comunidade local.
Muita gente diz hoje aquilo que o PSD vem dizendo há algum tempo. A "velha esquerda conservadora" criou e, teimosamente, continua a criar as condições para que o Município não tenha futuro. A rigidez nos encargos assumidos é de tal proporção que qualquer dia não existe a possibilidade de fazer face às despesas correntes e aos encargos com o pessoal. Emagrecer a Câmara, imprimir uma maior produtividade ao seu modo de funcionamento e conter custos com a propaganda constituem as únicas soluções exequíveis. Quem efectivamente trabalha e os compromissos assumidos têm imperativamente de ser respeitados.
Dentro desta lógica, pugnar por estes objectivos são os principais propósitos do PSD para Alcochete e o cerne da sua politica de oposição. E para os levar à comunidade em geral, as redes sociais estão na primeira linha como instrumentos de referência.
Só que a "velha esquerda conservadora" ainda não se apercebeu do significado e do impacto destes recentes meios de comunicação. O tempo é escasso e um bem precioso. A informação deve circular célere, adequada e proporcional. Por isso, o que faz sentido é fazê-la chegar ao grande público e não pretender o contrário.
Nesta perspectiva, a oposição deve fazer-se fora da Câmara e não no interior desta. Oposição faz-se em Alcochete como a oposição quer e não como a CDU quer!...
E já agora aproveito para reiterar um ponto já anteriormente abordado. Para quando a transmissão "on line" das reuniões dos nossos orgãos autárquicos. A fim de ser possível levar a informação às populações em directo e não da forma "trabalhada" como usualmente se elaboram as notícias veiculadas pela Divisão de Comunicação e Munícipe através do "site" e do jornal da Câmara Municipal.
O que se deve fazer é inovar e saber ouvir aqueles que, embora não tendo responsabilidades enquanto eleitos, ainda vão transmitindo pelas redes sociais as suas escolhas. Bastas vezes traduzem um contributo interessante e deveras valioso. Às sessões públicas vai quem quer e quem tem disponibilidade para o fazer, ouvindo o mesmo de sempre.
Enfim, espera-se agora que a "velha esquerda conservadora" compreenda definitivamente que o PSD faz oposição como entende que deve ser feita, usando para o efeito os canais que julga apropriados e não como essa "velha escola comunista" gostaria que fosse...o modelo de como fazer oposição em democracia é irrenunciável e inalienável. Cabe a cada um!
Assim sendo, as afirmações iniciais, contidas nos dois primeiros parágrafos, estão fora de tempo e do contexto...
13 junho 2011
Fim anunciado do feudo
Peço que acedam a este endereço:
http://cdsppalcochete.blogspot.com/2011/06/fim-anunciado-do-feudo.html
Obrigado
http://cdsppalcochete.blogspot.com/2011/06/fim-anunciado-do-feudo.html
Obrigado
12 junho 2011
"Um Presidente, Uma Maioria, Um Governo e ...Uma Autarquia"
No "day after", após a retumbante vitória do PSD e depois de alguns festejos, ainda que contidos, o que se deve pedir agora é realismo e responsabilidade...num futuro próximo temos de pedir coragem e determinação face às dificuldades que se perspectivam. Preparar Portugal para superar os obstáculos que tem de enfrentar e afirmar o seu nome no concerto dos países da Europa são para já os objectivos prioritários. Honrando ainda, é claro, os compromissos assumidos.
O PSD não vende ilusões, muitos danos são já praticamente irreversíveis. A destruição de valor que a governação do eng Sócrates protagonizou e a ausência de confiança dos portugueses e nos portugueses demoram a ser recuperados. Há, em primeiro lugar, que inverter o caminho da degenerescência e, posteriormente, fazer avançar o "elevador social"...se cada um, por si, fizer o seu percurso de vida e prosperar, o país certamente também há-de prosperar. A iniciativa e o empreendedorismo dos cidadãos e das empresas são a "chave" do desenvolvimento. Não vale a pena bramir quixotescamente contra tudo e contra todos, nada fazendo...e esperar em vão que outros façam aquilo que a nós compete fazer pela nossa vida.
Em Alcochete, os democratas devem saudar a vitória do PSD. É um indicador de referência para o futuro. Depois da vitória do Professor Cavaco Silva nas presidenciais, esta vitória nas legislativas de 2011 abre uma janela de oportunidade. E de esperança. De esperança em que se consiga alterar o rumo de empobrecimento, de letargia e torpor em que o concelho se encontra. Na sequência destas eleições, é legítimo pensar que, em Alcochete, o PSD pode, a breve trecho, ganhar todas as eleições em que participe, dando corpo à ideia de "Um Presidente, Uma Maioria, Um Governo e...Uma Autarquia" de inspiração social democrata!
Este propósito não só é possível como desejável. Acabar com a hegemonia da denominada "tradição de esquerda" na Câmara Municipal é um desígnio absolutamente indispensável. Mais de trinta anos interpolados de liderança comunista, com um mandato PS pelo meio, afastaram o concelho de uma lógica de modernidade. Com o PS viveram-se tempos de uma governação acéfala, havendo somente a preocupação eleitoral de fazer "obra" a todo o custo sem cuidar do resto...com o PCP, travestido de CDU, é o desnorte, a governação sem orientação estratégica definida. Com um manancial de planos elaborados apenas para mera propaganda. Para além de uma politica despesista que está a exaurir a capacidade financeira do município.
E os motivos que no séc XIX, em 26Set1895, conduziram à extinção do concelho de Alcochete, passo a citar"...má administração da coisa pública, dissipação dos recursos, uma dívida enorme à Fazenda e ao Hospital de S. José em Lisboa, o desprezo pelos interesses gerais do município...", voltam a estar, infelizmente, na ordem do dia. Senão vejamos:
1- A CMA vive hoje apenas virada para si própria. As remunerações certas a autarcas e colaboradores e as aquisições em bens e serviços consomem cerca de 80% das suas receitas correntes. Isto é, gasta quase todo o orçamento disponível com a sua orgânica e funcionamento e pouco em proveito dos munícipes. Promove uma politica de emprego público pouco rigorosa e uma organização social do trabalho pouco cuidada. Onde o desperdício é generalizado. Com os recursos postos à disposição das suas divisões operacionais (do ambiente, espaços verdes e obras municipais, por exemplo), onde se trabalha apenas cinco horas e meia diárias em período normal, era possível fazer melhor e muito mais.
Carreiam para os quadros da Câmara, todos os anos, cada vez mais funcionários, pondo em causa os que efectivamente trabalham e são necessários; não valorizam o mérito e a excelência na aplicação do SIADAP; prosseguem uma politica de cumplicidade e promiscuidade com o STAL e respectivos delegados, na qual as obrigações e os deveres são nitidamente secundarizados perante as exigências sindicais...em suma, prolifera uma cultura de excesso nos gastos e deficiente aplicação dos recursos públicos.
2-Com esta galopante delapidação de meios, criou-se uma dívida a terceiros de curto, médio e longo prazo, cujo montante ascende a quase nove milhões de euros e representa à volta de 70% da receita anual bruta, facto deveras preocupante que põe em causa a viabilidade financeira do município.
3-Em questões de marca, identidade, vertente cultural e referências publicitárias, a CMA persiste em continuar a manter uma imagem associada aos velhos estereótipos ideológicos comunistas e em promover apenas conteúdos culturais vincadamente marcados pela "chancela vermelha". Não olhando para os novos movimentos e para a nova oferta cultural que emerge da sociedade e que já pouco tem a ver com os modelos que a velha esquerda conservadora teima em continuar a oferecer. Dando para o exterior uma triste ideia, contrária aquilo que Alcochete efectivamente é.
No entanto, a constante propaganda e o uso de uma linguagem altamente demagógica continuam a iludir incautos, apresentando planos e projectos, para os quais nem programas nem apoios contratualizados existem. Enfim, uma triste concepção de fazer politica que, a prosseguir, irá conduzir inexoravelmente a autarquia para o abismo, às cegas...
4-E que dizer dos graves erros de planeamento e ordenamento do território que o executivo municipal vem cometendo. O concelho anda a "duas velocidades". Dum lado, privilegia-se a vila de Alcochete, dotando-a de todos os equipamentos e executando, quando o dinheiro sobra, obras de requalificação, nomeadamente no seu centro histórico, sempre que tal se torna necessário. Da mesma forma que na freguesia do Samouco, da mesma cor, cujos autarcas estão partidariamente fidelizados e voluntariamente manipulados, a "coisa" ainda se vai fazendo. Do outro lado, porém, está a freguesia de S. Francisco, onde o investimento privado no domínio da construção civil tem fomentado um forte crescimento mas onde os equipamentos públicos escasseiam ou nem sequer existem. Completamente votada ao ostracismo por parte da CMA esta freguesia. Não tem mercado, não tem cemitério, não tem velório, não tem centro de saúde condigno, não tem pavilhão polidesportivo, não tem campo de futebol, não tem local de culto católico em condições, carece de apoios à terceira idade, tem falta de centro de infância e escola básica capaz, etc, etc, etc. Digamos que é uma freguesia de segunda divisão apesar do seu contributo para as receitas municipais ter aumentado substancialmente por força das novas construções e novos residentes. Quando se pretende harmonia e equilíbrio na execução das politicas viradas para o urbanismo, S. Francisco é vítima de um esquecimento penalizador. Sem nada que o justifique...
Assim, visto o que antecede, embora exposto de modo muito sintético, pode-se concluir, com grande margem de razoabilidade, depois destes anos todos, nos quais "a foice e o martelo" comandaram os destinos da autarquia, que Alcochete já não tem muita margem para continuar neste rumo. É imperiosa uma mudança de paradigma de gestão. Para salvaguardar o essencial que é, no fundo, a independência e a existência do município. Para inverter esta lógica desastrosa de incúria e inépcia. Da qual, se calhar, as pessoas não são as principais culpadas. Elas podem até mudar mas as politicas e respectivos formatos ideológicos permanecem exactamente os mesmos. Prevalece a obediência ao partido, a musa inspiradora...
Surge agora o PSD como alternativa. A alternativa para Alcochete. Um PSD local pujante e revigorado que, sob a liderança de Luiz Branco Batista, soube renovar-se em 2010. Hoje, radicalmente diferente daquilo que tem sido o seu passado no concelho mas respeitador da nossa memória colectiva e das lutas e combates que os nossos companheiros travaram, com ou sem sucesso, em prol dum ideário comum.
O PSD tem a perfeita noção do que, daqui para a frente, é necessário fazer. Até porque, como já se percebeu, identificou e sabe o que não pode continuar a ser feito. À volta do PSD local e da sua comissão politica existe actualmente gente com credibilidade, competência, seriedade e assinalável experiência para cumprir uma tão exigente missão. A de colocar Alcochete numa órbita de progresso, expurgada dos anátemas do passado. Nomes...perguntarão alguns, os mais apressados, ciosos de saber e previamente conhecer. A seu tempo as coisas vão, com segurança e sabedoria, compondo-se e definindo...o caminho faz-se caminhando.
Por último, quero aqui reiterar que o PSD tem o ambicioso sonho de conseguir a vitória em todas as eleições que doravante em Alcochete se realizem, fazendo eleger "Um Presidente, Uma Maioria, Um Governo e... Uma Autarquia".
Terminar com o mito comunista que domina o município...é esse o nosso desafio. Contamos com todos para que este desígnio seja uma realidade.
A natureza fez de Alcochete uma terra de encantos...mas o concelho tem potencialidades para ser mais ainda. Tem tudo para ser uma terra maravilhosa. Vamos, juntos, realizar o sonho, vamos em frente!...
O PSD não vende ilusões, muitos danos são já praticamente irreversíveis. A destruição de valor que a governação do eng Sócrates protagonizou e a ausência de confiança dos portugueses e nos portugueses demoram a ser recuperados. Há, em primeiro lugar, que inverter o caminho da degenerescência e, posteriormente, fazer avançar o "elevador social"...se cada um, por si, fizer o seu percurso de vida e prosperar, o país certamente também há-de prosperar. A iniciativa e o empreendedorismo dos cidadãos e das empresas são a "chave" do desenvolvimento. Não vale a pena bramir quixotescamente contra tudo e contra todos, nada fazendo...e esperar em vão que outros façam aquilo que a nós compete fazer pela nossa vida.
Em Alcochete, os democratas devem saudar a vitória do PSD. É um indicador de referência para o futuro. Depois da vitória do Professor Cavaco Silva nas presidenciais, esta vitória nas legislativas de 2011 abre uma janela de oportunidade. E de esperança. De esperança em que se consiga alterar o rumo de empobrecimento, de letargia e torpor em que o concelho se encontra. Na sequência destas eleições, é legítimo pensar que, em Alcochete, o PSD pode, a breve trecho, ganhar todas as eleições em que participe, dando corpo à ideia de "Um Presidente, Uma Maioria, Um Governo e...Uma Autarquia" de inspiração social democrata!
Este propósito não só é possível como desejável. Acabar com a hegemonia da denominada "tradição de esquerda" na Câmara Municipal é um desígnio absolutamente indispensável. Mais de trinta anos interpolados de liderança comunista, com um mandato PS pelo meio, afastaram o concelho de uma lógica de modernidade. Com o PS viveram-se tempos de uma governação acéfala, havendo somente a preocupação eleitoral de fazer "obra" a todo o custo sem cuidar do resto...com o PCP, travestido de CDU, é o desnorte, a governação sem orientação estratégica definida. Com um manancial de planos elaborados apenas para mera propaganda. Para além de uma politica despesista que está a exaurir a capacidade financeira do município.
E os motivos que no séc XIX, em 26Set1895, conduziram à extinção do concelho de Alcochete, passo a citar"...má administração da coisa pública, dissipação dos recursos, uma dívida enorme à Fazenda e ao Hospital de S. José em Lisboa, o desprezo pelos interesses gerais do município...", voltam a estar, infelizmente, na ordem do dia. Senão vejamos:
1- A CMA vive hoje apenas virada para si própria. As remunerações certas a autarcas e colaboradores e as aquisições em bens e serviços consomem cerca de 80% das suas receitas correntes. Isto é, gasta quase todo o orçamento disponível com a sua orgânica e funcionamento e pouco em proveito dos munícipes. Promove uma politica de emprego público pouco rigorosa e uma organização social do trabalho pouco cuidada. Onde o desperdício é generalizado. Com os recursos postos à disposição das suas divisões operacionais (do ambiente, espaços verdes e obras municipais, por exemplo), onde se trabalha apenas cinco horas e meia diárias em período normal, era possível fazer melhor e muito mais.
Carreiam para os quadros da Câmara, todos os anos, cada vez mais funcionários, pondo em causa os que efectivamente trabalham e são necessários; não valorizam o mérito e a excelência na aplicação do SIADAP; prosseguem uma politica de cumplicidade e promiscuidade com o STAL e respectivos delegados, na qual as obrigações e os deveres são nitidamente secundarizados perante as exigências sindicais...em suma, prolifera uma cultura de excesso nos gastos e deficiente aplicação dos recursos públicos.
2-Com esta galopante delapidação de meios, criou-se uma dívida a terceiros de curto, médio e longo prazo, cujo montante ascende a quase nove milhões de euros e representa à volta de 70% da receita anual bruta, facto deveras preocupante que põe em causa a viabilidade financeira do município.
3-Em questões de marca, identidade, vertente cultural e referências publicitárias, a CMA persiste em continuar a manter uma imagem associada aos velhos estereótipos ideológicos comunistas e em promover apenas conteúdos culturais vincadamente marcados pela "chancela vermelha". Não olhando para os novos movimentos e para a nova oferta cultural que emerge da sociedade e que já pouco tem a ver com os modelos que a velha esquerda conservadora teima em continuar a oferecer. Dando para o exterior uma triste ideia, contrária aquilo que Alcochete efectivamente é.
No entanto, a constante propaganda e o uso de uma linguagem altamente demagógica continuam a iludir incautos, apresentando planos e projectos, para os quais nem programas nem apoios contratualizados existem. Enfim, uma triste concepção de fazer politica que, a prosseguir, irá conduzir inexoravelmente a autarquia para o abismo, às cegas...
4-E que dizer dos graves erros de planeamento e ordenamento do território que o executivo municipal vem cometendo. O concelho anda a "duas velocidades". Dum lado, privilegia-se a vila de Alcochete, dotando-a de todos os equipamentos e executando, quando o dinheiro sobra, obras de requalificação, nomeadamente no seu centro histórico, sempre que tal se torna necessário. Da mesma forma que na freguesia do Samouco, da mesma cor, cujos autarcas estão partidariamente fidelizados e voluntariamente manipulados, a "coisa" ainda se vai fazendo. Do outro lado, porém, está a freguesia de S. Francisco, onde o investimento privado no domínio da construção civil tem fomentado um forte crescimento mas onde os equipamentos públicos escasseiam ou nem sequer existem. Completamente votada ao ostracismo por parte da CMA esta freguesia. Não tem mercado, não tem cemitério, não tem velório, não tem centro de saúde condigno, não tem pavilhão polidesportivo, não tem campo de futebol, não tem local de culto católico em condições, carece de apoios à terceira idade, tem falta de centro de infância e escola básica capaz, etc, etc, etc. Digamos que é uma freguesia de segunda divisão apesar do seu contributo para as receitas municipais ter aumentado substancialmente por força das novas construções e novos residentes. Quando se pretende harmonia e equilíbrio na execução das politicas viradas para o urbanismo, S. Francisco é vítima de um esquecimento penalizador. Sem nada que o justifique...
Assim, visto o que antecede, embora exposto de modo muito sintético, pode-se concluir, com grande margem de razoabilidade, depois destes anos todos, nos quais "a foice e o martelo" comandaram os destinos da autarquia, que Alcochete já não tem muita margem para continuar neste rumo. É imperiosa uma mudança de paradigma de gestão. Para salvaguardar o essencial que é, no fundo, a independência e a existência do município. Para inverter esta lógica desastrosa de incúria e inépcia. Da qual, se calhar, as pessoas não são as principais culpadas. Elas podem até mudar mas as politicas e respectivos formatos ideológicos permanecem exactamente os mesmos. Prevalece a obediência ao partido, a musa inspiradora...
Surge agora o PSD como alternativa. A alternativa para Alcochete. Um PSD local pujante e revigorado que, sob a liderança de Luiz Branco Batista, soube renovar-se em 2010. Hoje, radicalmente diferente daquilo que tem sido o seu passado no concelho mas respeitador da nossa memória colectiva e das lutas e combates que os nossos companheiros travaram, com ou sem sucesso, em prol dum ideário comum.
O PSD tem a perfeita noção do que, daqui para a frente, é necessário fazer. Até porque, como já se percebeu, identificou e sabe o que não pode continuar a ser feito. À volta do PSD local e da sua comissão politica existe actualmente gente com credibilidade, competência, seriedade e assinalável experiência para cumprir uma tão exigente missão. A de colocar Alcochete numa órbita de progresso, expurgada dos anátemas do passado. Nomes...perguntarão alguns, os mais apressados, ciosos de saber e previamente conhecer. A seu tempo as coisas vão, com segurança e sabedoria, compondo-se e definindo...o caminho faz-se caminhando.
Por último, quero aqui reiterar que o PSD tem o ambicioso sonho de conseguir a vitória em todas as eleições que doravante em Alcochete se realizem, fazendo eleger "Um Presidente, Uma Maioria, Um Governo e... Uma Autarquia".
Terminar com o mito comunista que domina o município...é esse o nosso desafio. Contamos com todos para que este desígnio seja uma realidade.
A natureza fez de Alcochete uma terra de encantos...mas o concelho tem potencialidades para ser mais ainda. Tem tudo para ser uma terra maravilhosa. Vamos, juntos, realizar o sonho, vamos em frente!...
09 junho 2011
05 junho 2011
03 junho 2011
Ultimo apelo ao voto de Maria Luís Albuquerque - Cabeça de Lista do PSD pelo circulo de Setubal!
"Caras amigas e caros amigos,Hoje é o último dia de campanha para as forças políticas. Mas esta campanha para o PSD no Distrito de Setúbal não começou há duas semanas, nem há um mês. Ao longo destes últimos 6 anos foram muitos os erros, as injustiças, as ilusões, a desorientação do Governo PS, que em muito prejudicou não só a população da região, como todos os portugueses. Contra isso, o PSD lutou. Todos os dias. Na defesa do distrito, das suas gentes, das suas empresas, do seu património natural e ambiental.
É chegada a hora. É o futuro de Portugal que está em risco. Ou continuamos nesta desgovernação de José Sócrates que nos levou à bancarrota e à humilhação ou passamos a ter uma governação séria, credível, transparente de Pedro Passos Coelho.
Esta é a Hora da Mudança, para a qual todos vós contribuíram com o vosso empenho, querer e luta.
A todos vós, que nestes últimos tempos nos apoiaram e nos transmitiram a vossa vontade, a vossa força, os meus sinceros agradecimentos.
Por isso, acredito que o PSD vai vencer no domingo. Sentimos a vontade dos portugueses em alterar o rumo dos acontecimentos. Vontade de um futuro melhor.
É com a ajuda de todos os portugueses que Portugal vai conseguir ultrapassar esta crise."
Maria Luís Albuquerque
Cabeça-de-lista PSD Distrito de Setúbal
01 junho 2011
A Democracia e a Tolerancia do PS
Um cidadão que apresenta uma opinião contrária ao PS é Corrido a soco e a pontapé!
Já dizia Jorge Coelho: "Quem se mete com o PS.....Leva!
Já dizia Jorge Coelho: "Quem se mete com o PS.....Leva!
José Socrates e o Desemprego em Portugal!
Deixo-vos um video com a realidade do estado a que chegámos com a Governação Socialista:
Vejam e tirem as vossas conclusões! Para mim é simples Mudar de Governo Já!
Vejam e tirem as vossas conclusões! Para mim é simples Mudar de Governo Já!
31 maio 2011
Diz Não à Abstenção!
No próximo Domingo, realizam-se Eleições para a Assembleia da Republica, de onde sairá o próximo Governo de Portugal.
Além deste objectivo principal, são também eleições para julgar o trabalho do Governo cessante do Eng.º Sócrates, e neste sentido, teremos também a hipótese de demonstrar o que achamos, sentimos e sofremos com esta "Des"Governação Socialista, e portanto não posso nem sequer supor uma reeleição do Sr. Engº.
O Partido Socialista tem um eleitorado fixo de cerca de 30% dos Eleitores, ou seja, aqueles que votam sempre no PS, nem que ele seja liderado por "um Burro com um chapéu de palha e uma bandeira do PS", além destes temos os subsidio-dependentes, os "computador-o-dependentes", e os amigalhaços dos tachinhos, e aqueles que dependem dos contractos chorudos feitos com certas Empresas que são lideradas por Ex. Ministros das Obras Públicas.
No próximo Domingo, qualquer voto que fica em casa é um voto no PS, pois o deles já está garantido ou até mesmo "comprado".
Dia 5 vai votar, vota em consciência, mas não te abstenhas, pois a abstenção favorece quem te andou a "Gamar" durante mais de 6 anos!
Eu, como muita gente que costuma passar pelo "Praia dos Moinhos" sabe, sou Social Democrata,
conheço pessoalmente o Dr. Pedro Passos Coelho, e acredito sinceramente que a contrario de todos os políticos do nosso espectro politico, está isento de vícios governativos e sem dividas a "Lobbies" e "Compadrios", e tem o verdadeiro projecto de futuro para o nosso País, portanto tem o meu voto, mas o teu quem decide és tu, e NÃO DEIXES QUE DECIDAM POR TI, PORTANTO DIA 5 VAI VOTAR
Além deste objectivo principal, são também eleições para julgar o trabalho do Governo cessante do Eng.º Sócrates, e neste sentido, teremos também a hipótese de demonstrar o que achamos, sentimos e sofremos com esta "Des"Governação Socialista, e portanto não posso nem sequer supor uma reeleição do Sr. Engº.
O Partido Socialista tem um eleitorado fixo de cerca de 30% dos Eleitores, ou seja, aqueles que votam sempre no PS, nem que ele seja liderado por "um Burro com um chapéu de palha e uma bandeira do PS", além destes temos os subsidio-dependentes, os "computador-o-dependentes", e os amigalhaços dos tachinhos, e aqueles que dependem dos contractos chorudos feitos com certas Empresas que são lideradas por Ex. Ministros das Obras Públicas.
No próximo Domingo, qualquer voto que fica em casa é um voto no PS, pois o deles já está garantido ou até mesmo "comprado".
Dia 5 vai votar, vota em consciência, mas não te abstenhas, pois a abstenção favorece quem te andou a "Gamar" durante mais de 6 anos!
Eu, como muita gente que costuma passar pelo "Praia dos Moinhos" sabe, sou Social Democrata,
conheço pessoalmente o Dr. Pedro Passos Coelho, e acredito sinceramente que a contrario de todos os políticos do nosso espectro politico, está isento de vícios governativos e sem dividas a "Lobbies" e "Compadrios", e tem o verdadeiro projecto de futuro para o nosso País, portanto tem o meu voto, mas o teu quem decide és tu, e NÃO DEIXES QUE DECIDAM POR TI, PORTANTO DIA 5 VAI VOTAR
É PRECISO MUDAR PORTUGAL: PSD
Os portugueses nesta campanha eleitoral interessaram-se de uma forma nunca antes vivida, pelos debates entre os candidatos e nomeadamente o que colocou frente a frente: Pedro Passos Coelho e o actual Primeiro-Ministro.
Portugal, estava num rumo de aproximação à média europeia até meados da década de noventa, desde então o ritmo baixou e degradou-se por completo nos últimos seis anos. Não seria surpresa para ninguém se muita coisa no país funcionasse de forma justa e perfeita.
Se a justiça fosse eficaz e eficiente como se deseja numa sociedade moderna; há políticos que já não tinham palco para actuar: ora é o caso Freeport, ora é o caso dos submarinos, ora é o caso das famosas Pandur, ora é o caso Portucale, ora é o caso Moderna, ora é o caso Beira e muitos outros.
Ao invés há políticos que representam e serão uma força para as futuras gerações de exemplo e de serviço à causa pública, porque muito novos souberam renunciar a certos privilégios e apesar de instalados na vida resolveram abdicar desse status e lutar por mudar o rumo de Portugal.
Nos dias que faltam para colocar o voto, exorto os que tiverem o sentido cívico elevado a lerem o programa eleitoral do PSD. Este representa uma mudança em muitos domínios desde a educação, à economia, passando pela segurança, pela justiça, continuando pela cultura, emprego, defesa nacional e saúde, entre muitas outras áreas da governação.
Se ao fim de trinta anos de democracia constatamos que muitos erros foram cometidos e muitas politicas têm que ser alteradas, esta é a oportunidade para MUDAR. É urgente e necessária uma maioria esmagadora por parte do PSD, porque não pode ficar condicionado apesar poder cooperar com um partido, que em tempos combateu a corrupção, depois de tantos casos referidos, esqueceu esse combate, defendeu os combatentes e deixo-os cair no ridículo, agora defende a agricultura como forma de enganar os portugueses.
Só um PSD forte e coeso, com um discurso novo e moderno, liderado por um futuro e grande Estadista fará Portugal sair do beco em que se encontra e reencontrar a sua rota no Mundo.
Portugal, estava num rumo de aproximação à média europeia até meados da década de noventa, desde então o ritmo baixou e degradou-se por completo nos últimos seis anos. Não seria surpresa para ninguém se muita coisa no país funcionasse de forma justa e perfeita.
Se a justiça fosse eficaz e eficiente como se deseja numa sociedade moderna; há políticos que já não tinham palco para actuar: ora é o caso Freeport, ora é o caso dos submarinos, ora é o caso das famosas Pandur, ora é o caso Portucale, ora é o caso Moderna, ora é o caso Beira e muitos outros.
Ao invés há políticos que representam e serão uma força para as futuras gerações de exemplo e de serviço à causa pública, porque muito novos souberam renunciar a certos privilégios e apesar de instalados na vida resolveram abdicar desse status e lutar por mudar o rumo de Portugal.
Nos dias que faltam para colocar o voto, exorto os que tiverem o sentido cívico elevado a lerem o programa eleitoral do PSD. Este representa uma mudança em muitos domínios desde a educação, à economia, passando pela segurança, pela justiça, continuando pela cultura, emprego, defesa nacional e saúde, entre muitas outras áreas da governação.
Se ao fim de trinta anos de democracia constatamos que muitos erros foram cometidos e muitas politicas têm que ser alteradas, esta é a oportunidade para MUDAR. É urgente e necessária uma maioria esmagadora por parte do PSD, porque não pode ficar condicionado apesar poder cooperar com um partido, que em tempos combateu a corrupção, depois de tantos casos referidos, esqueceu esse combate, defendeu os combatentes e deixo-os cair no ridículo, agora defende a agricultura como forma de enganar os portugueses.
Só um PSD forte e coeso, com um discurso novo e moderno, liderado por um futuro e grande Estadista fará Portugal sair do beco em que se encontra e reencontrar a sua rota no Mundo.
28 maio 2011
2010 – Odisseia em Alcochete
Na última Sessão Ordinária da Assembleia Municipal de Alcochete fomos confrontados, entre outros assuntos, com o Relatório de Gestão e Contas de exercício da Câmara Municipal, referente ao ano de 2010. Confesso que acalentava esperanças e acreditava sobretudo que os resultados constantes nos documentos inerentes a tal matéria nos pudessem conduzir a um exercício mental longo e intenso proveniente do investimento e execução que este executivo autárquico pudesse ter efectuado, nada mais errado….
Senão vejamos:
Face ao ano anterior, os denominados Impostos Indirectos registaram uma diminuição de 37,91%, relativamente ao valor orçamentado registou-se um desvio negativo de 85,30% que se deve fundamentalmente à descida verificada na cobrança do Imposto de Loteamento e Obras, que apresenta um decréscimo de 34,98% relativamente a 2009, no entanto e comparando com o valor orçamentado registou-se um desvio negativo de 89,17%. Este cenário agravou-se ainda mais perante a recessão do mercado imobiliário e consequente crise ao nível do sector da construção civil. Em Dezembro ultimo, aquando da discussão com vista à Aprovação do Orçamento para 2011, os deputados da bancada do Partido Socialista alertaram para este facto, contudo os responsáveis pela gestão camarária ignoraram esse apelo e mantiveram a previsão, para o ano em curso, de um milhão de euros em obras e loteamentos quando em 2010 apenas executaram cerca de 160.000€. O mesmo acontece em relação às receitas, se atentarmos na taxa de execução da receita, que se situa nos 67,66%, comprovamos que a mesma se encontra manifestamente abaixo do orçamentado.
Da vasta documentação a que tivemos acesso, deparo-me com a dificuldade de encontrar um ponto de equilíbrio que me permita aferir de modo objectivo, claro e conciso uma doutrina que identifique uma avaliação de gestão equilibrada e que se traduza na qualidade de vida dos munícipes. No entanto, não posso deixar de referir alguns dados que me parecem de todo pertinentes e do ponto de vista da análise bastante importante. Assim e no capitulo da receita regista-se na edilidade um acréscimo de 5,74%, continuando a merecer especial destaque o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis), que cresceu 26,15% neste exercício.
No que concerne à despesa, registe-se como positivo, algum esforço na contenção das despesas correntes, contudo, não tenhamos dúvidas e ilusões. É necessário maior empenho, é elementar em nome da consolidação e sustentabilidade das finanças municipais, adquirir uma postura mais rigorosa e pragmática na gestão dos dinheiros públicos redefinindo prioridades em prol dos interesses supremos da população.
Todavia existem outras preocupações e inquietações, que de modo global todos devemos reflectir e estou a referir-me ao endividamento a curto, médio e longo prazo.
A divida a curto prazo, em termos percentuais, aumentou cerca de 14% desde 2007, são cerca de 4 milhões de euros. Mais preocupante é a divida a médio e longo prazo, só o endividamento às Instituições de Crédito já ultrapassa os 4 milhões e 800 mil euros e em 3 anos teve um abismal aumento de 82%. O total da divida a terceiros aumentou em 43% em 3 anos e situa-se praticamente nos 9 milhões de euros. Registe-se também que 27,19% das actividades do município são financiadas por capitais alheios.
Um dos indicadores de maior relevo de uma boa gestão, é a taxa de execução do PPI (Plano Plurianual de Investimentos) e de facto em 2010, o elenco CDU proporciona-nos uns sofríveis 24,31%, o que evidencia que os orçamentos camarários da CDU são instrumentos irrealistas. É obvio que tratando-se de um Plano Plurianual existem eventualmente obras que apenas estarão prontas no ano subsequente, mas se considerarmos que em 2009 a taxa de execução foi de 32% e em 2008 de 27%, começa a ser confrangedor o facto de os investimentos nunca mais estarem concluídos.
No entanto, é pertinente verificar que apesar da drástica subida do valor total da dívida, a mesma não acompanha de modo algum o investimento efectuado. Torna-se cada vez mais frustrante verificar que todos os anos são elaborados orçamentos acima dos 7 milhões de euros, para depois nos confrontarmos com uma parca realidade bem mais diferente.
No que concerne aos indicadores estruturais, aproximamo-nos, sobretudo, da realidade da nossa autarquia. Aqui verificamos que as despesas com o pessoal cresceram mais de 2,6% de 2007 para 2010, representando actualmente 51,76% da despesa total, ao passo que o montante investido se cifra nuns meros 17,68%, o que traduz um decréscimo de 11,16% em relação ao ano precedente.
É especialmente neste capítulo que se verifica a incapacidade da edilidade em realizar obra e as suas respectivas causas.
Infelizmente para o concelho de Alcochete e suas populações, o ano de 2010 foi mais um ano perdido.
Tenho consciência de que todos merecemos mais.
Não basta que Alcochete seja uma terra de encantos e emoções, é preciso que a sua população se sinta encantada, mas parece-me a mim que face ao exposto, vivemos mais emocionalmente os desencantos do que propriamente as emoções.
Fernando Pinto
Deputado Municipal do PS
bancadapsalcochete@gmail.com
Senão vejamos:
Face ao ano anterior, os denominados Impostos Indirectos registaram uma diminuição de 37,91%, relativamente ao valor orçamentado registou-se um desvio negativo de 85,30% que se deve fundamentalmente à descida verificada na cobrança do Imposto de Loteamento e Obras, que apresenta um decréscimo de 34,98% relativamente a 2009, no entanto e comparando com o valor orçamentado registou-se um desvio negativo de 89,17%. Este cenário agravou-se ainda mais perante a recessão do mercado imobiliário e consequente crise ao nível do sector da construção civil. Em Dezembro ultimo, aquando da discussão com vista à Aprovação do Orçamento para 2011, os deputados da bancada do Partido Socialista alertaram para este facto, contudo os responsáveis pela gestão camarária ignoraram esse apelo e mantiveram a previsão, para o ano em curso, de um milhão de euros em obras e loteamentos quando em 2010 apenas executaram cerca de 160.000€. O mesmo acontece em relação às receitas, se atentarmos na taxa de execução da receita, que se situa nos 67,66%, comprovamos que a mesma se encontra manifestamente abaixo do orçamentado.
Da vasta documentação a que tivemos acesso, deparo-me com a dificuldade de encontrar um ponto de equilíbrio que me permita aferir de modo objectivo, claro e conciso uma doutrina que identifique uma avaliação de gestão equilibrada e que se traduza na qualidade de vida dos munícipes. No entanto, não posso deixar de referir alguns dados que me parecem de todo pertinentes e do ponto de vista da análise bastante importante. Assim e no capitulo da receita regista-se na edilidade um acréscimo de 5,74%, continuando a merecer especial destaque o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis), que cresceu 26,15% neste exercício.
No que concerne à despesa, registe-se como positivo, algum esforço na contenção das despesas correntes, contudo, não tenhamos dúvidas e ilusões. É necessário maior empenho, é elementar em nome da consolidação e sustentabilidade das finanças municipais, adquirir uma postura mais rigorosa e pragmática na gestão dos dinheiros públicos redefinindo prioridades em prol dos interesses supremos da população.
Todavia existem outras preocupações e inquietações, que de modo global todos devemos reflectir e estou a referir-me ao endividamento a curto, médio e longo prazo.
A divida a curto prazo, em termos percentuais, aumentou cerca de 14% desde 2007, são cerca de 4 milhões de euros. Mais preocupante é a divida a médio e longo prazo, só o endividamento às Instituições de Crédito já ultrapassa os 4 milhões e 800 mil euros e em 3 anos teve um abismal aumento de 82%. O total da divida a terceiros aumentou em 43% em 3 anos e situa-se praticamente nos 9 milhões de euros. Registe-se também que 27,19% das actividades do município são financiadas por capitais alheios.
Um dos indicadores de maior relevo de uma boa gestão, é a taxa de execução do PPI (Plano Plurianual de Investimentos) e de facto em 2010, o elenco CDU proporciona-nos uns sofríveis 24,31%, o que evidencia que os orçamentos camarários da CDU são instrumentos irrealistas. É obvio que tratando-se de um Plano Plurianual existem eventualmente obras que apenas estarão prontas no ano subsequente, mas se considerarmos que em 2009 a taxa de execução foi de 32% e em 2008 de 27%, começa a ser confrangedor o facto de os investimentos nunca mais estarem concluídos.
No entanto, é pertinente verificar que apesar da drástica subida do valor total da dívida, a mesma não acompanha de modo algum o investimento efectuado. Torna-se cada vez mais frustrante verificar que todos os anos são elaborados orçamentos acima dos 7 milhões de euros, para depois nos confrontarmos com uma parca realidade bem mais diferente.
No que concerne aos indicadores estruturais, aproximamo-nos, sobretudo, da realidade da nossa autarquia. Aqui verificamos que as despesas com o pessoal cresceram mais de 2,6% de 2007 para 2010, representando actualmente 51,76% da despesa total, ao passo que o montante investido se cifra nuns meros 17,68%, o que traduz um decréscimo de 11,16% em relação ao ano precedente.
É especialmente neste capítulo que se verifica a incapacidade da edilidade em realizar obra e as suas respectivas causas.
Infelizmente para o concelho de Alcochete e suas populações, o ano de 2010 foi mais um ano perdido.
Tenho consciência de que todos merecemos mais.
Não basta que Alcochete seja uma terra de encantos e emoções, é preciso que a sua população se sinta encantada, mas parece-me a mim que face ao exposto, vivemos mais emocionalmente os desencantos do que propriamente as emoções.
Fernando Pinto
Deputado Municipal do PS
bancadapsalcochete@gmail.com
26 maio 2011
24 maio 2011
Convite
Olá a todos os condóminos deste espaço de debate pluripartidário, estou de volta ao fim de muitos meses de ausência, em virtude dos projectos que estavam a decorrer.
Contudo, venho também informar a todos os moradores residentes e visitantes que,
No dia 3 de Junho no salão Nobre da Junta de Freguesia de Alcochete, irei efectuar o lançamento do meu 2º livro de poesia com o título “ SENTIMENTOS & EMOÇÕES”, decorrerá pelas 18.30, desde já convido a todos a estarem presentes.
Um abraço
Melo
Contudo, venho também informar a todos os moradores residentes e visitantes que,
No dia 3 de Junho no salão Nobre da Junta de Freguesia de Alcochete, irei efectuar o lançamento do meu 2º livro de poesia com o título “ SENTIMENTOS & EMOÇÕES”, decorrerá pelas 18.30, desde já convido a todos a estarem presentes.
Um abraço
Melo
23 maio 2011
CAMPANHA ELEITORAL
Após a análise do primeiro dia de campanha eleitoral uma conclusão pode ser extraída a vitória do PSD vai ser clara, porque representa ruptura e inovação e novos rostos na politica portuguesa.
Se dúvidas houvessem, bastaria estar atento ao facto de que quer o PS, quer o CDS-PP resolveram escolher como alvo o PSD. Será o facto de ambos os lideres precisarem da imunidade parlamentar?
Se dúvidas houvessem, bastaria estar atento ao facto de que quer o PS, quer o CDS-PP resolveram escolher como alvo o PSD. Será o facto de ambos os lideres precisarem da imunidade parlamentar?
21 maio 2011
Actividades do CDS-PP/Alcochete

No dia 20 de Maio/2011, a partir das 15h30, o eurodeputado pelo CDS-PP Diogo Feio e Nuno Magalhães, deputado com assento na Assembleia da República pelo mesmo Partido, visitaram a Escola Secundária de Alcochete e o Agrupamento Vertical de Escolas de Alcochete.
Na Escola Secundária, os deputados foram recebidos pelo Subdirector, Professor Carlos Romão, que fez o histórico da jovem instituição e respondeu às perguntas dos parlamentares relativas ao corpo docente, às ofertas profissionais, a problemáticas de natureza social, à segurança, etc.
Depois desta troca de impressões, o Professor Carlos Romão guiou Diogo Feio e Nuno Magalhães pelas diversas áreas do estabelecimento de ensino, apresentando vários professores, alunos e funcionários aos deputados.
Por fim, já na sede do Agrupamento Vertical, os anfitriões foram a Professora Augusta Alves e o Professor Avelino Pinto, respectivamente Directora e Subdirector do mesmo Agrupamento, cuja realidade é muito complexa em termos do número excessivo de alunos, de salas de aulas super-lotadas, de disciplina, etc.
Por volta das 17h00, esta missão do CDS-PP à maior zona escolar do Concelho estava cumprida. Feitas as despedidas, Diogo Feio e Nuno Magalhães seguiram para o norte do País e a Comissão Política do CDS-PP/Alcochete reuniu-se no "Cantinho do Estudante" para tomar café, descontrair e opinar sobre todos os factos acabados de ocorrer.
18 maio 2011
" De Çamoquo a Samouco Sua História Suas Gentes"
" De Çamoquo a Samouco Sua História Suas Gentes" é um livro que o escritor José António dos Santos Pinheirinho publicou, há cinco anos atrás, em 2006. É um livro sobre o Samouco. Desde os seus primórdios até aos princípios do séc XXI.Foi posto no mercado por exclusiva iniciativa do autor, sem quaisquer apoios ou editora que promovesse o seu lançamento.
É, em minha opinião, uma monografia de grande fôlego. Exigiu tempo, dedicação e empenho. Porventura, a mais completa obra que foi publicada sobre a terra até ao momento. A minha terra mas também a terra adoptiva deste autor.
José António dos Santos Pinheirinho é um filho adoptivo do Samouco. Aqui não nasceu mas muito tempo viveu. Desde muito novo. Onde tem familiares e onde lhe morreram familiares.
Estudioso, metódico e persistente, conhece melhor que ninguém a nossa querida vila, até há pouco aldeia. Um lugar com estilo bem marcado e identidade própria. Com identidade própria porquanto o "samouqueiro", pela sua própria natureza, é diferente do "alcochetano". Apesar de habitarem o mesmo concelho. O "samouqueiro" é menos individualista, mais permeável à inclusão de outras culturas e com um maior sentimento de partilha. Com tradições agrícolas mais vincadas e com mais conhecimento daquilo que o estuário do Tejo pode oferecer no domínio da pesca. Contudo, o "alcochetano" terá também as suas qualidades. Outras qualidades.
De qualquer modo, são indeléveis as diferenças entre os dois, as quais vêm dos tempos da restauração do concelho ocorrida em 15Jan1898. Data a partir da qual foi sempre notória uma subalternização do Samouco em relação a Alcochete...lendo o livro ou outra historiografia disponível percebe-se melhor porquê.
Este livro é uma exaltação ao Samouco. Um catálogo de emoções. Um trabalho de apoteose e encanto. Nele se descreve a sua origem, aquilo que são as suas tradições, cultura e modo de vida da população. Aborda a sua evolução histórica. Faz um registo detalhado sobre as suas principais referências caracterizadoras e marcos identitários. Fala da Igreja Matriz, da Capela de Conceição dos Matos, das suas antigas quintas, das Festas Populares, etc. Evoca "samouqueiros" ilustres que ao longo do tempo se foram destacando e cujas biografias apresenta com elevado rigor factual. Enfim, é uma obra que enche a "alma dos samouqueiros", que nos faz gostar da nossa terra e que, em meu entendimento, todo o concelho devia conhecer. Até para melhor perceber o que esta vila é...
Mas José António Pinheirinho vai mais longe. Antecedendo o prefácio, o autor agradece a todos quantos lhe confidenciaram experiências passadas e conhecimentos específicos, contribuindo assim para que o livro se tornasse uma realidade. Por ali passam os nomes de muitos homens e mulheres que são e foram o exemplo "vivo" do que é ser "samouqueiro". Revelador de uma enorme acutilância crítica na observação daquilo que constitui a idiossincrasia da nossa gente.
Da mesma forma que, no posfácio, agarrando no período da sua infância e juventude, pinta com palavras "os quadros" do que era, na altura, a vida dos "putos e jovens", seus conterrâneos, no Samouco. Em homenagem aos amigos e companheiros, com quem teve a felicidade de partilhar aqueles tempos.
É comovente fazer a leitura daquelas seis páginas. Nelas se expressa o significado do que representa a verdadeira amizade, a pura generosidade e a efectiva solidariedade entre quem vive lado a lado.
Neste último capítulo do livro estão integralmente retratadas duas décadas de vida da nossa terra. Desde meados dos anos cinquenta até ao tempo da Revolução de Abril.
Trouxe este livro à colação, não apenas pela sua indiscutível qualidade literária, mas também pelo carácter genuíno e verdadeiro (saudosista mesmo) do que nele se descreve. Aqui está a história do Samouco e suas gentes. Especialmente a história da última metade do séc XX, a qual o autor também viveu.
Por isso, falar deste livro, constituía para mim um imperativo ético. Pela sua importância, pertinência e actualidade. Para dar conhecer a todo o concelho esta grande obra e para dizer a todos a honra que é ter nascido "samouqueiro".
Por último, torna-se difícil exprimir qualquer sentimento de gratidão ao autor. É inefável o que sinto sobre "De Çamoquo a Samouco Sua História Suas Gentes".
Devem todos lê-lo!...
Como "samouqueiro", trago simplesmente o meu obrigado a José António dos Santos Pinheirinho.
PENSAMENTO
Ordinariamente todos os ministros são inteligentes, escrevem bem, discursam com cortesia e pura dicção, vão a faustosas inaugurações e são excelentes convivas. Porém, são nulos a resolver crises. Não têm a austeridade, nem a concepção, nem o instinto político, nem a experiência que faz o estadista. É assim, que há muito tempo em Portugal são regidos os destinos políticos. Política de acaso, política de compadrio, política de expediente. País governado ao acaso, governado por vaidades e por interesses, por especulação e corrupção, por privilégio e influência de camarilha, será possível conservar a sua independência?”
Quando foi escrito?
1867
Onde?
“O Distrito de Évora”
E por quem?
Eça de Queiroz
Quando foi escrito?
1867
Onde?
“O Distrito de Évora”
E por quem?
Eça de Queiroz
13 maio 2011
Acções do CDS-PP/Alcochete no dia 7 de Maio

No dia 7 de Maio, com a presença de Mariana Ribeiro Ferreira, Vice-Presidente do CDS-PP, a Concelhia do CDS-PP/Alcochete esteve no Centro Paroquial de Alcochete a inteirar-se de toda a orgânica de funcionamento do Grupo Sócio-Caritativo.
A sensibilização às inúmeras actividades do Grupo Sócio-Caritativo a favor dos mais necessitados foi levada a cabo por Domingos Sousa, Maria da Graça Santinho e Joaquim Pereira, membros do mesmo Grupo.
Entretanto, alguns dos elementos do CDS-PP local estavam na Câmara Municipal de Alcochete a assistir à Sessão Solene em homenagem a José Samuel Lupi pelo seu octogésimo aniversário e que incluiu a inauguração de um busto a este grande cavaleiro tauromáquico no largo António dos Santos Jorge, tio-avô do homenageado.
Acabámos todos por nos encontrar no Jardim do Coreto onde decorria uma feira de produtos da terra, dando-nos oportunidade de falar com alguns agricultores do Concelho.
Seguiu-se o almoço, e, para finalizar as acções de Sábado passado, já na sede do CDS-PP/Alcochete, ocorreu uma conversa muito produtiva sobre problemáticas autárquicas orientada por Mariana Ribeiro Ferreira.
A sensibilização às inúmeras actividades do Grupo Sócio-Caritativo a favor dos mais necessitados foi levada a cabo por Domingos Sousa, Maria da Graça Santinho e Joaquim Pereira, membros do mesmo Grupo.
Entretanto, alguns dos elementos do CDS-PP local estavam na Câmara Municipal de Alcochete a assistir à Sessão Solene em homenagem a José Samuel Lupi pelo seu octogésimo aniversário e que incluiu a inauguração de um busto a este grande cavaleiro tauromáquico no largo António dos Santos Jorge, tio-avô do homenageado.
Acabámos todos por nos encontrar no Jardim do Coreto onde decorria uma feira de produtos da terra, dando-nos oportunidade de falar com alguns agricultores do Concelho.
Seguiu-se o almoço, e, para finalizar as acções de Sábado passado, já na sede do CDS-PP/Alcochete, ocorreu uma conversa muito produtiva sobre problemáticas autárquicas orientada por Mariana Ribeiro Ferreira.
10 maio 2011
05 maio 2011
26 abril 2011
21 abril 2011
Estuário do Tejo: O seu impacto económico no Concelho
-Foi lançado, com grande pompa e circunstância, o Programa de Acção para a Regeneração da Frente Ribeirinha de Alcochete, o qual conta com dezoito projectos específicos, alguns em parceria com entidades públicas e outros com entidades privadas;
-Encontra-se em fase de discussão e participação pública o famigerado Plano Estratégico de Desenvolvimento de Alcochete (PEDA);
-Está prevista nas GOP"s e PPI, em execução, a remodelação do espaço envolvente à praia de Samouco e a requalificação da zona de ancoradouros e do cais palafítico aí existente;
-A Junta de Freguesia do Samouco prepara-se, uma vez mais, antes da abertura da época balnear, para proceder à limpeza e alguns arranjos na praia por forma a torná-la mais agradável aos seus utilizadores.
Perguntar-se-à: o que têm umas coisas a ver com as outras? Aparentemente nada...
Vejamos então.
Em todos os citados instrumentos de planeamento e gestão da CMA e no plano de acção da JFSamouco, a praia do Samouco é referida como um espaço a intervencionar mas apenas numa perspectiva de lazer e recreação. Embora todos saibam que este local necessita, na sua margem direita, de uma mais vasta remodelação. Nela está instalado um aglomerado de construções em madeira, popularmente designadas por "barracas", cuja dimensão o tornou depreciativamente conhecido pelo "Camboja". Uma das maiores zonas de construção totalmente clandestina existentes no concelho.
Por outro lado, a reserva natural do estuário do Tejo constitui, aos dias de hoje, um enorme manancial de pesca e recolha de bivalves, susceptível de alavancar um sector com amplas potencialidades de crescer no concelho. Para além da excelência do sal que pode ser produzido...
Também o mar, enquanto agente económico, vem sendo sucessivamente invocado como um nicho de actividade a merecer a maior atenção (até o PR o tem, muitas vezes, afirmado).
Todavia, em nenhum daqueles documentos, nem em qualquer fórum de discussão, onde se "pense Alcochete", a importância económica da praia do Samouco tem sido devidamente identificada. Nem avaliada a influência que o rio pode ter no rendimento de largo número de famílias e na oferta de mais emprego.
A frente ribeirinha apenas é falada como zona de oferta turística e lazer; como espaço de visitação e educação ambiental; como área protegida; como zona de manutenção das comunidades de flora, fauna e conservação dos espaços húmidos e da mancha de "salgado" e, por último, como área a carecer de requalificação ao nível do centro histórico da vila de Alcochete.
Quer dizer, para a CMA, a Fundação das Salinas, o ICNB, a Fundação João Gonçalves e a APL o uso do rio passa pela conservação da biodiversidade, pelo incremento do turismo, pela construção de novos equipamentos de lazer e pela recuperação do centro de Alcochete. Um objectivo louvável e ambicioso. Mas um paradigma onde a vertente económica não é ponderada.
Ora, todas as propostas apresentadas pecam por não valorizar as dinâmicas económicas que o rio oferece no segmento das pescas e actividades afins. Revelam uma estratégia míope neste domínio. Não considerar o estuário como um espaço de empreendedorismo e de enormes potencialidades empresariais denota um clamoroso erro de planeamento.
Nem o PEDA, nem o Programa da Frente Ribeirinha integram qualquer tipo de intervenção para a praia do Samouco. As GOP"s e PPI falam nela por falar, sem previsão para fazer o que seja e a Junta com isso não se preocupa, pois nem a questão suscita Lamentavelmente...
Pela praia do Samouco, entram todos os dias no Tejo, de barco ou a pé, pela vazante da maré, centenas de pessoas para se dedicarem à pesca tradicional (corvina, robalos, linguados, enguias, etc,) e à apanha de bivalves. Poucos na legalidade, quase todos clandestinos.
São toneladas de bivalves e centenas de quilos de peixe do rio que diariamente se escoam pela praia do Samouco. Clandestinamente...
E todas as entidades atrás referidas, especialmente a CMA, que deviam estar atentas a este fenómeno, assobiam para o lado...o que se vê é apenas o desencadear de acções de repressão, por parte da polícia marítima, contra os pescadores furtivos, muitos deles desempregados que querem é trabalhar.
Um pequeno porto de abrigo, com instalações adequadas para os agentes da autoridade, destinado ao apoio a pescadores, controlo e regulação desta actividade, teria como consequência a desejada legalização da pesca e venda de todo o peixe e bivalves. O fim da clandestinidade associada à respectiva captação de impostos.
Este projecto contemplaria igualmente, na zona adjacente das salinas, a instalação de uma estação de depuração de bivalves, de uma unidade de aquacultura de peixe do rio e a revitalização das salinas.
Estabelecendo parcerias com operadores privados ligados a estas actividades, o conjunto destas iniciativas assumir-se-ia certamente como uma importante estrutura económica no concelho. Aqui se incluiria também a promoção do sal de Alcochete, apostando-se no desenvolvimento de uma marca. Evidentemente que a exploração de todas as salinas do complexo das salinas do Samouco torna viável a criação de uma marca e de uma empresa ( actualmente só duas salinas laboram, a do "brito" e a do "canto", vendendo todo o sal por grosso. Uma pertence à Fundação das Salinas e a outra à Fundação João Gonçalves).
A Fundação das Salinas, proprietária da quase totalidade da zona das salinas, a CMA , o ICNB e a APL, não devem preocupar-se só com os aspectos da conservação da natureza mas também com a implementação de um modelo sócio-económico de desenvolvimento sustentável para o complexo das salinas e para a frente ribeirinha. Este conjunto de projectos (construção do porto de abrigo, instalação de uma depuradora, construção de uma estação de aquacultura e exploração empresarial do "sal de Alcochete") são iniciativas de assinalável alcance estratégico, ainda a tempo de se inserirem no âmbito do PEDA e do Plano de Regeneração da Frente Ribeirinha. Com francas possibilidades de virem a obter os indispensáveis financiamentos comunitários ao abrigo dos programas específicos do QREN, disponíveis para o efeito. Apenas é preciso formalizar protocolos, operacionalizar decisões, lançar os projectos e apresentar candidaturas, tal como se fez com os demais projectos já em andamento.
A CMA já tem parcerias com a APL, com o ICNB, a Fundação das Salinas e a Fundação João Gonçalves...porque não mais uma(s)?
Paralelamente, porque não formular, à Direcção Regional do Ambiente e à Associação Bandeira Azul da Europa, a candidatura com vista à obtenção de bandeira azul para as praias do Samouco e dos Moinhos? Trabalhando previamente sobre os requisitos tal objectivo não parece difícil de alcançar...
O tema que ora trouxe à colação poderia perfeitamente ser canalizado para a CMA através dos canais do Facebook e do Twitter. Contudo, preferi fazer aqui no "Praia dos Moinhos" o seu registo, lembrando que tem de ser a Divisão do Munícipe e Comunicação, através do seu Sector de Comunicação e Imagem, a vir às redes sociais colher as ideias e opiniões que nelas são expressas. Interagindo, discutindo e participando.
Por último, esta de incluir na mesma Divisão, o Sector da Comunicação, Protocolo e Imagem e o Sector de Apoio ao Empresário e Empreendedorismo, não lembra ao diabo...
-Encontra-se em fase de discussão e participação pública o famigerado Plano Estratégico de Desenvolvimento de Alcochete (PEDA);
-Está prevista nas GOP"s e PPI, em execução, a remodelação do espaço envolvente à praia de Samouco e a requalificação da zona de ancoradouros e do cais palafítico aí existente;
-A Junta de Freguesia do Samouco prepara-se, uma vez mais, antes da abertura da época balnear, para proceder à limpeza e alguns arranjos na praia por forma a torná-la mais agradável aos seus utilizadores.
Perguntar-se-à: o que têm umas coisas a ver com as outras? Aparentemente nada...
Vejamos então.
Em todos os citados instrumentos de planeamento e gestão da CMA e no plano de acção da JFSamouco, a praia do Samouco é referida como um espaço a intervencionar mas apenas numa perspectiva de lazer e recreação. Embora todos saibam que este local necessita, na sua margem direita, de uma mais vasta remodelação. Nela está instalado um aglomerado de construções em madeira, popularmente designadas por "barracas", cuja dimensão o tornou depreciativamente conhecido pelo "Camboja". Uma das maiores zonas de construção totalmente clandestina existentes no concelho.
Por outro lado, a reserva natural do estuário do Tejo constitui, aos dias de hoje, um enorme manancial de pesca e recolha de bivalves, susceptível de alavancar um sector com amplas potencialidades de crescer no concelho. Para além da excelência do sal que pode ser produzido...
Também o mar, enquanto agente económico, vem sendo sucessivamente invocado como um nicho de actividade a merecer a maior atenção (até o PR o tem, muitas vezes, afirmado).
Todavia, em nenhum daqueles documentos, nem em qualquer fórum de discussão, onde se "pense Alcochete", a importância económica da praia do Samouco tem sido devidamente identificada. Nem avaliada a influência que o rio pode ter no rendimento de largo número de famílias e na oferta de mais emprego.
A frente ribeirinha apenas é falada como zona de oferta turística e lazer; como espaço de visitação e educação ambiental; como área protegida; como zona de manutenção das comunidades de flora, fauna e conservação dos espaços húmidos e da mancha de "salgado" e, por último, como área a carecer de requalificação ao nível do centro histórico da vila de Alcochete.
Quer dizer, para a CMA, a Fundação das Salinas, o ICNB, a Fundação João Gonçalves e a APL o uso do rio passa pela conservação da biodiversidade, pelo incremento do turismo, pela construção de novos equipamentos de lazer e pela recuperação do centro de Alcochete. Um objectivo louvável e ambicioso. Mas um paradigma onde a vertente económica não é ponderada.
Ora, todas as propostas apresentadas pecam por não valorizar as dinâmicas económicas que o rio oferece no segmento das pescas e actividades afins. Revelam uma estratégia míope neste domínio. Não considerar o estuário como um espaço de empreendedorismo e de enormes potencialidades empresariais denota um clamoroso erro de planeamento.
Nem o PEDA, nem o Programa da Frente Ribeirinha integram qualquer tipo de intervenção para a praia do Samouco. As GOP"s e PPI falam nela por falar, sem previsão para fazer o que seja e a Junta com isso não se preocupa, pois nem a questão suscita Lamentavelmente...
Pela praia do Samouco, entram todos os dias no Tejo, de barco ou a pé, pela vazante da maré, centenas de pessoas para se dedicarem à pesca tradicional (corvina, robalos, linguados, enguias, etc,) e à apanha de bivalves. Poucos na legalidade, quase todos clandestinos.
São toneladas de bivalves e centenas de quilos de peixe do rio que diariamente se escoam pela praia do Samouco. Clandestinamente...
E todas as entidades atrás referidas, especialmente a CMA, que deviam estar atentas a este fenómeno, assobiam para o lado...o que se vê é apenas o desencadear de acções de repressão, por parte da polícia marítima, contra os pescadores furtivos, muitos deles desempregados que querem é trabalhar.
Um pequeno porto de abrigo, com instalações adequadas para os agentes da autoridade, destinado ao apoio a pescadores, controlo e regulação desta actividade, teria como consequência a desejada legalização da pesca e venda de todo o peixe e bivalves. O fim da clandestinidade associada à respectiva captação de impostos.
Este projecto contemplaria igualmente, na zona adjacente das salinas, a instalação de uma estação de depuração de bivalves, de uma unidade de aquacultura de peixe do rio e a revitalização das salinas.
Estabelecendo parcerias com operadores privados ligados a estas actividades, o conjunto destas iniciativas assumir-se-ia certamente como uma importante estrutura económica no concelho. Aqui se incluiria também a promoção do sal de Alcochete, apostando-se no desenvolvimento de uma marca. Evidentemente que a exploração de todas as salinas do complexo das salinas do Samouco torna viável a criação de uma marca e de uma empresa ( actualmente só duas salinas laboram, a do "brito" e a do "canto", vendendo todo o sal por grosso. Uma pertence à Fundação das Salinas e a outra à Fundação João Gonçalves).
A Fundação das Salinas, proprietária da quase totalidade da zona das salinas, a CMA , o ICNB e a APL, não devem preocupar-se só com os aspectos da conservação da natureza mas também com a implementação de um modelo sócio-económico de desenvolvimento sustentável para o complexo das salinas e para a frente ribeirinha. Este conjunto de projectos (construção do porto de abrigo, instalação de uma depuradora, construção de uma estação de aquacultura e exploração empresarial do "sal de Alcochete") são iniciativas de assinalável alcance estratégico, ainda a tempo de se inserirem no âmbito do PEDA e do Plano de Regeneração da Frente Ribeirinha. Com francas possibilidades de virem a obter os indispensáveis financiamentos comunitários ao abrigo dos programas específicos do QREN, disponíveis para o efeito. Apenas é preciso formalizar protocolos, operacionalizar decisões, lançar os projectos e apresentar candidaturas, tal como se fez com os demais projectos já em andamento.
A CMA já tem parcerias com a APL, com o ICNB, a Fundação das Salinas e a Fundação João Gonçalves...porque não mais uma(s)?
Paralelamente, porque não formular, à Direcção Regional do Ambiente e à Associação Bandeira Azul da Europa, a candidatura com vista à obtenção de bandeira azul para as praias do Samouco e dos Moinhos? Trabalhando previamente sobre os requisitos tal objectivo não parece difícil de alcançar...
O tema que ora trouxe à colação poderia perfeitamente ser canalizado para a CMA através dos canais do Facebook e do Twitter. Contudo, preferi fazer aqui no "Praia dos Moinhos" o seu registo, lembrando que tem de ser a Divisão do Munícipe e Comunicação, através do seu Sector de Comunicação e Imagem, a vir às redes sociais colher as ideias e opiniões que nelas são expressas. Interagindo, discutindo e participando.
Por último, esta de incluir na mesma Divisão, o Sector da Comunicação, Protocolo e Imagem e o Sector de Apoio ao Empresário e Empreendedorismo, não lembra ao diabo...
20 abril 2011
Isto faz sentido?

Hoje, apareceu por toda a parte o INalcochete transformado num verdadeiro jornal (16 páginas) e para aí com uma dezena de fotos do Luís Franco...se as contarmos bem.
Assim se vê que a Câmara passa airosamente por cima da crise que tão dolorosamente vivemos, gastando os parcos recursos que tem, dinheiro dos contribuintes, na propaganda de utopias nefastas à nossa segurança e liberdade.
Isto faz sentido?
Assim se vê que a Câmara passa airosamente por cima da crise que tão dolorosamente vivemos, gastando os parcos recursos que tem, dinheiro dos contribuintes, na propaganda de utopias nefastas à nossa segurança e liberdade.
Isto faz sentido?
(Na foto, o jornal está dobrado ao meio).
17 abril 2011
Comemorar Abril: Um contributo para a mudança
No próximo dia 25 do corrente mês realiza-se na pequena mas bonita Sala de Actos da CMA (Salão Nobre) uma sessão solene comemorativa do Dia da Liberdade.
O Presidente da Comissão Politica Concelhia do PSD/Alcochete, Luiz Batista, irá fazer uma intervenção alusiva ao evento. Segundo sei, será uma intervenção baseada no apelo à reflexão e ao esforço que os novos tempos exigem de todos nós. E vai dizer ainda que comemorar o 25Abril não pode ser apenas festa e lazer. Responsabilidade e trabalho são imprescindíveis. Que o melhor contributo a dar é falar verdade e ajudar a encontrar soluções. Para Portugal...e para Alcochete.Numa sala que, desde os anos 70 do século passado, se habituou a vestir de "vermelho" e, esporadicamente, de "rosa" porque não a enchermos de uma outra cor. A cor laranja. A cor dos social democratas.
Vamos sair da nossa zona de conforto e mobilizarmo-nos para que o 25Abril2011 seja a génese de uma nova realidade e o começo de uma alternativa consistente. Para já no país, mais tarde no concelho.
Vamos participar na cerimónia com respeito e urbanidade. Mas revestindo a sala de uma onda laranja, dando um inequívoco sinal que o actual modelo de governação CDU está esgotado e se torna imperativo prosseguir por novos caminhos. Com outros protagonistas e os actuais na oposição. Com outras estratégias. Refundando as presentes opções politicas e imprimindo um outro paradigma de gestão, onde a matriz social democrata constitua o "farol" orientador.
Os mais cépticos e aqueles a quem a vontade falece dir-me-ão que é impossível. Compreendo e aceito. Muitos companheiros empreenderam este desafio mas, por uma ou outra razão, não lhe deram continuidade ( aqui chegado, quero deixar uma palavra de solidariedade ao companheiro Luís Proença, que não conheço pessoalmente, o qual foi violentamente afastado do combate democrático que, em tempos, aqui no concelho, encetou pela defesa dos valores e princípios do PSD. Pelo que vejo, pelo que escreveu no blog, foi uma mais valia que perdemos ...). Infelizmente muitos têm vindo a desistir.
Mas a mudança é imperiosa. E se nela acreditamos, temos de ser persistentes na luta. Para que aconteça.
Em Alcochete, a gestão CDU e do PS deixa um rasto de preocupação...para o futuro.
Resumidamente, vejamos o caso da prestação de Contas de 2010, recentemente aprovadas em sessão pública de Câmara. O orçamento inicial para 2010 previa uma estimativa de receita e despesa, ambos na ordem dos 20 milhões de euros. Quem estivesse atento, verificava, desde logo, que, no tocante à receita, o mesmo era irrealista. Foi elaborado com base num critério meramente administrativo, estabelecendo os montantes inscritos nas diferentes rubricas em função do ano anterior. Definindo uma percentagem de forma avulsa. Sem ter em conta a realidade do concelho nem a situação macroeconómica do país, da qual dependem as principais receitas do orçamento municipal.
Resultado: A receita efectivamente cobrada foi na ordem dos 14,5 milhões de euros, montante substancialmente inferior ao previsto. Em consequência, muitas das despesas orçamentadas não foram realizadas ou o seu pagamento protelado para os anos seguintes. E o endividamento a aumentar...
Aliás, o mesmo vai acontecer em 2011, onde o executivo orçamentou valores de receita e despesa globais idênticos aos de 2010. Perante o alastrar da recessão, é previsível uma continuada diminuição da receita, seja nos impostos directos e indirectos, seja nas transferências correntes.
Com uma estrutura rígida de encargos com pessoal, tudo indica que, no ano em curso, esta rubrica de despesa se situe em cerca de mais de 60% do total das receitas. O que é uma enormidade. A breve trecho, a CMA funciona apenas para pagar salários. Apenas virada para dentro, em prejuízo da qualidade de vida dos cidadãos...
E que dizer da dívida a curto, médio e longo prazo, já acima dos 60% da receita anual bruta...
E que dizer de uma estrutura em recursos humanos com cerca de 411 trabalhadores, excluindo contratações externas, num município com 16 mil pessoas e 128 km quadrados de dimensão...
O que, não sendo ilegal, é preocupante. Reflecte uma politica despesista e de descontrolo na utilização dos dinheiros públicos.
Tudo isto preocupando agora muito mais porquanto é conhecida a intenção do FMI e BCE em pressionar o novo governo para que proceda rapidamente a uma reorganização administrativa do poder local, das estruturas intermunicipais e distritais existentes. A fim de reduzir custos e encargos. E Alcochete, com este tipo de politicas, suportadas por uma demagogia ilimitada, começa a pôr-se a jeito...infelizmente.
Pelo que a renovação se afigura indispensável. Não ponho em causa as pessoas. De resto, tenho a maior consideração pelo actual Presidente. Porém, constata-se que o paradigma de gestão CDU está exausto, além da oposição socialista ser também francamente ineficiente...
...Retornando às comemorações do 25Abril, eu, por mim, tenciono lá estar. Na sessão solene a realizar na CMA. Relembrando Abril, em reflexão e com um forte desejo de mudança. Para que o progresso e o desenvolvimento em Alcochete sejam uma realidade.
Vamos estar presentes. Vamos dar uma outra cor à nossa Câmara Municipal. A cor laranja.
Aproveito para desejar uma Páscoa feliz a todos. Comungando-a em fraternidade. E dizer que "é mais importante aquilo que nos une do que aquilo que nos separa"...
13 abril 2011
QUESTÃO DO DIA
Sabem quantos países com governo socialista restam agora em toda a União Europeia?
Depois das recentes eleições na Hungria e no Reino Unido só ficaram 3 países:
Grécia, Portugal e Espanha
Como disse Margaret Thatcher
"o socialismo e o comunismo duram até se acabar o dinheiro dos outros".
Depois das recentes eleições na Hungria e no Reino Unido só ficaram 3 países:
Grécia, Portugal e Espanha
Como disse Margaret Thatcher
"o socialismo e o comunismo duram até se acabar o dinheiro dos outros".
12 abril 2011
Informação
Venho, através do "Praia dos Moinhos", informar que foi criada no "Facebook" uma página relativa ao PSD Alcochete, onde todos aqueles que se interessam por debater temas associados ao concelho podem participar, nela inscrevendo as suas ideias e propostas. Interagindo com todos os interessados, estaremos certamente em melhores condições para avançar com os nossos propósitos e objectivos. A pluralidade é indispensável à democracia, Sem cortes ou qualquer outro tipo de censura. No integral respeito pela diversidade de opinião e apreciação crítica.
Queremos aprender e ouvir a sensibilidade de todos e de cada um. Na partilha se constrói a renovação e o futuro. Venham, vejam e digam o que entendam por pertinente. Sabemos ouvir e dialogar. Cá os esperamos...
Evidentemente que outras temáticas que não somente as referentes a Alcochete serão abordadas...afinal o país e o mundo também interessam. E muito...
Queremos aprender e ouvir a sensibilidade de todos e de cada um. Na partilha se constrói a renovação e o futuro. Venham, vejam e digam o que entendam por pertinente. Sabemos ouvir e dialogar. Cá os esperamos...
Evidentemente que outras temáticas que não somente as referentes a Alcochete serão abordadas...afinal o país e o mundo também interessam. E muito...
05 abril 2011
PARA REFLECTIR
Tendo receido o texto abaixo transcrito não resisti a partilhar neste espaço, da autoria Francisco Gouveia.
Sócrates foi dizer à Sra. Merkle - a chanceler do Euro - que já tínhamos tapado os buracos das fraudes e que, se fosse preciso, nos punha a pão e água para pagar os juros ao valor que ela quisesse.
Não é impunemente que não se fala da Islândia (o primeiro país a ir à bancarrota com a crise financeira) e na forma como este pequeno país perdido no meio do mar, deu a volta à crise.
Ao poder económico mundial, e especialmente o Europeu, tão proteccionista do sector bancário, não interessa dar notícias de quem lhes bateu o pé e não alinhou nas imposições usurárias que o FMI lhe impôs para a ajudar.
Em 2007 a Islândia entrou na bancarrota por causa do seu endividamento excessivo e pela falência do seu maior Banco que, como todos os outros, se afogou num oceano de crédito mal parado. Exactamente os mesmo motivos que tombaram com a Grécia, a Irlanda e Portugal.
A Islândia é uma ilha isolada com cerca de 320 mil habitantes, e que durante muitos anos viveu acima das suas possibilidades graças a estas "macaquices" bancárias, e que a guindaram falaciosamente ao 13º no ranking dos países com melhor nível de vida (numa altura em que Portugal detinha o 40º lugar).
País novo, ainda não integrado na UE, independente desde 1944, foi desde então governado pelo Partido Progressista (PP), que se perpetuou no Poder até levar o país à miséria.
Aflito pelas consequências da corrupção com que durante muitos anos conviveu, o PP tratou de correr ao FMI em busca de ajuda. Claro que a usura deste organismo não teve comiseração, e a tal "ajuda" ir-se-ia traduzir em empréstimos a juros elevadíssimos (começariam nos 5,5% e daí para cima), que, feitas as contas por alto, se traduziam num empenhamento das famílias islandesas por 30 anos, durante os quais teriam de pagar uma média de 350 Euros / mês ao FMI. Parte desta ajuda seria para "tapar" o buraco do principal Banco islandês.
Perante tal situação, o país mexeu-se, apareceram movimentos cívicos despojados dos velhos políticos corruptos, com uma ideia base muito simples: os custos das falências bancárias não poderiam ser pagos pelos cidadãos, mas sim pelos accionistas dos Bancos e seus credores. E todos aqueles que assumiram investimentos financeiros de risco, deviam agora aguentar com os seus próprios prejuízos.
O descontentamento foi tal que o Governo foi obrigado a efectuar um referendo, tendo os islandeses, com uma maioria de 93%, recusado a assumir os custos da má gestão bancária e a pactuar com as imposições avaras do FMI.
Num instante, os movimentos cívicos forçaram a queda do Governo e a realização de novas eleições.
Foi assim que em 25 de Abril (esta data tem mística dupla) de 2009, a Islândia foi a eleições e recusou votar em partidos que albergassem a velha, caduca e corrupta classe política que os tinha levado àquele estado de penúria. Um partido renovado (Aliança Social Democrata) ganhou as eleições, e conjuntamente com o Movimento Verde de Esquerda, formaram uma coligação que lhes garantiu 34 dos 63 deputados da Assembleia). O partido do poder (PP) perdeu em toda a linha.
Daqui saiu um Governo totalmente renovado, com um programa muito objectivo: aprovar uma nova Constituição, acabar com a economia especulativa em favor de outra produtiva e exportadora, e tratar de ingressar na UE e no Euro logo que o país estivesse em condições de o fazer, pois numa fase daquelas, ter moeda própria (coroa finlandesa) e ter o poder de a desvalorizar para implementar as exportações, era fundamental.
Foi assim que se iniciaram as reformas de fundo no país, com o inevitável aumento de impostos, amparado por uma reforma fiscal severa. Os cortes na despesa foram inevitáveis, mas houve o cuidado de não "estragar" os serviços públicos tendo-se o cuidado de separar o que o era de facto, de outro tipo de serviços que haviam sido criados ao longo dos anos apenas para serem amamentados pelo Estado.
As negociações com o FMI foram duras, mas os islandeses não cederam, e conseguiram os tais empréstimos que necessitavam a um juro máximo de 3,3% a pagar nos tais 30 anos. O FMI não tugiu nem mugiu. Sabia que teria de ser assim, ou então a Islândia seguiria sozinha e, atendendo às suas características, poderia transformar-se num exemplo mundial de como sair da crise sem estender a mão à Banca internacional. Um exemplo perigoso demais.
Graças a esta política de não pactuar com os interesses descabidos do neo-liberalismo instalado na Banca, e de não pactuar com o formato do actual capitalismo (estado de selvajaria pura) a Islândia conseguiu, aliada a uma política interna onde os islandeses faziam sacrifícios, mas sabiam porque os faziam e onde ia parar o dinheiro dos seus sacrifícios, sair da recessão já no 3º Trimestre de 2010.
O Governo islandês (comandado por uma senhora de 66 anos) prossegue a sua caminhada, tendo conseguido sair da bancarrota e preparando-se para dias melhores. Os cidadãos estão com o Governo porque este não lhes mentiu, cumpriu com o que o referendo dos 93% lhe tinha ordenado, e os islandeses hoje sabem que não estão a sustentar os corruptos banqueiros do seu país nem a cobrir as fraudes com que durante anos acumularam fortunas monstruosas. Sabem também que deram uma lição à máfia bancária europeia e mundial, pagando-lhes o juro justo pelo que pediram, e não alinhando em especulações. Sabem ainda que o Governo está a trabalhar para eles, cidadãos, e aquilo que é sector público necessário à manutenção de uma assistência e segurança social básica, não foi tocado.
Os islandeses sabem para onde vai cada cêntimo dos seus impostos.
Não tardarão meia dúzia de anos, que a Islândia retome o seu lugar nos países mais desenvolvidos do mundo.
O actual Governo Islandês, não faz jogadas nas costas dos seus cidadãos. Está a cumprir, de A a Z, com as promessas que fez.
Se isto servir para esclarecer uma única pessoa que seja deste pobre país aqui plantado no fundo da Europa, que por cá anda sem eira nem beira ao sabor dos acordos milionários que os seus governantes acertam com o capital internacional, e onde os seus cidadãos passam fome para que as contas dos corruptos se encham até abarrotar, já posso dar por bem empregue o tempo que levei a escrever este artigo.
Nota :Estamos neste estado lamentável por causa da corrupção interna - pública e privada com incidência no sector bancário - e pelos juros usurários que a Banca Europeia nos cobra.
Sócrates foi dizer à Sra. Merkle - a chanceler do Euro - que já tínhamos tapado os buracos das fraudes e que, se fosse preciso, nos punha a pão e água para pagar os juros ao valor que ela quisesse.
Não é impunemente que não se fala da Islândia (o primeiro país a ir à bancarrota com a crise financeira) e na forma como este pequeno país perdido no meio do mar, deu a volta à crise.
Ao poder económico mundial, e especialmente o Europeu, tão proteccionista do sector bancário, não interessa dar notícias de quem lhes bateu o pé e não alinhou nas imposições usurárias que o FMI lhe impôs para a ajudar.
Em 2007 a Islândia entrou na bancarrota por causa do seu endividamento excessivo e pela falência do seu maior Banco que, como todos os outros, se afogou num oceano de crédito mal parado. Exactamente os mesmo motivos que tombaram com a Grécia, a Irlanda e Portugal.
A Islândia é uma ilha isolada com cerca de 320 mil habitantes, e que durante muitos anos viveu acima das suas possibilidades graças a estas "macaquices" bancárias, e que a guindaram falaciosamente ao 13º no ranking dos países com melhor nível de vida (numa altura em que Portugal detinha o 40º lugar).
País novo, ainda não integrado na UE, independente desde 1944, foi desde então governado pelo Partido Progressista (PP), que se perpetuou no Poder até levar o país à miséria.
Aflito pelas consequências da corrupção com que durante muitos anos conviveu, o PP tratou de correr ao FMI em busca de ajuda. Claro que a usura deste organismo não teve comiseração, e a tal "ajuda" ir-se-ia traduzir em empréstimos a juros elevadíssimos (começariam nos 5,5% e daí para cima), que, feitas as contas por alto, se traduziam num empenhamento das famílias islandesas por 30 anos, durante os quais teriam de pagar uma média de 350 Euros / mês ao FMI. Parte desta ajuda seria para "tapar" o buraco do principal Banco islandês.
Perante tal situação, o país mexeu-se, apareceram movimentos cívicos despojados dos velhos políticos corruptos, com uma ideia base muito simples: os custos das falências bancárias não poderiam ser pagos pelos cidadãos, mas sim pelos accionistas dos Bancos e seus credores. E todos aqueles que assumiram investimentos financeiros de risco, deviam agora aguentar com os seus próprios prejuízos.
O descontentamento foi tal que o Governo foi obrigado a efectuar um referendo, tendo os islandeses, com uma maioria de 93%, recusado a assumir os custos da má gestão bancária e a pactuar com as imposições avaras do FMI.
Num instante, os movimentos cívicos forçaram a queda do Governo e a realização de novas eleições.
Foi assim que em 25 de Abril (esta data tem mística dupla) de 2009, a Islândia foi a eleições e recusou votar em partidos que albergassem a velha, caduca e corrupta classe política que os tinha levado àquele estado de penúria. Um partido renovado (Aliança Social Democrata) ganhou as eleições, e conjuntamente com o Movimento Verde de Esquerda, formaram uma coligação que lhes garantiu 34 dos 63 deputados da Assembleia). O partido do poder (PP) perdeu em toda a linha.
Daqui saiu um Governo totalmente renovado, com um programa muito objectivo: aprovar uma nova Constituição, acabar com a economia especulativa em favor de outra produtiva e exportadora, e tratar de ingressar na UE e no Euro logo que o país estivesse em condições de o fazer, pois numa fase daquelas, ter moeda própria (coroa finlandesa) e ter o poder de a desvalorizar para implementar as exportações, era fundamental.
Foi assim que se iniciaram as reformas de fundo no país, com o inevitável aumento de impostos, amparado por uma reforma fiscal severa. Os cortes na despesa foram inevitáveis, mas houve o cuidado de não "estragar" os serviços públicos tendo-se o cuidado de separar o que o era de facto, de outro tipo de serviços que haviam sido criados ao longo dos anos apenas para serem amamentados pelo Estado.
As negociações com o FMI foram duras, mas os islandeses não cederam, e conseguiram os tais empréstimos que necessitavam a um juro máximo de 3,3% a pagar nos tais 30 anos. O FMI não tugiu nem mugiu. Sabia que teria de ser assim, ou então a Islândia seguiria sozinha e, atendendo às suas características, poderia transformar-se num exemplo mundial de como sair da crise sem estender a mão à Banca internacional. Um exemplo perigoso demais.
Graças a esta política de não pactuar com os interesses descabidos do neo-liberalismo instalado na Banca, e de não pactuar com o formato do actual capitalismo (estado de selvajaria pura) a Islândia conseguiu, aliada a uma política interna onde os islandeses faziam sacrifícios, mas sabiam porque os faziam e onde ia parar o dinheiro dos seus sacrifícios, sair da recessão já no 3º Trimestre de 2010.
O Governo islandês (comandado por uma senhora de 66 anos) prossegue a sua caminhada, tendo conseguido sair da bancarrota e preparando-se para dias melhores. Os cidadãos estão com o Governo porque este não lhes mentiu, cumpriu com o que o referendo dos 93% lhe tinha ordenado, e os islandeses hoje sabem que não estão a sustentar os corruptos banqueiros do seu país nem a cobrir as fraudes com que durante anos acumularam fortunas monstruosas. Sabem também que deram uma lição à máfia bancária europeia e mundial, pagando-lhes o juro justo pelo que pediram, e não alinhando em especulações. Sabem ainda que o Governo está a trabalhar para eles, cidadãos, e aquilo que é sector público necessário à manutenção de uma assistência e segurança social básica, não foi tocado.
Os islandeses sabem para onde vai cada cêntimo dos seus impostos.
Não tardarão meia dúzia de anos, que a Islândia retome o seu lugar nos países mais desenvolvidos do mundo.
O actual Governo Islandês, não faz jogadas nas costas dos seus cidadãos. Está a cumprir, de A a Z, com as promessas que fez.
Se isto servir para esclarecer uma única pessoa que seja deste pobre país aqui plantado no fundo da Europa, que por cá anda sem eira nem beira ao sabor dos acordos milionários que os seus governantes acertam com o capital internacional, e onde os seus cidadãos passam fome para que as contas dos corruptos se encham até abarrotar, já posso dar por bem empregue o tempo que levei a escrever este artigo.
Nota :Estamos neste estado lamentável por causa da corrupção interna - pública e privada com incidência no sector bancário - e pelos juros usurários que a Banca Europeia nos cobra.
29 março 2011
JSD/ALCOCHETE : A FORÇA DA JUVENTUDE NUM PROJECTO DE MUDANÇA
A JSD é actualmente a maior estrutura nacional de juventude partidária com quase 40.000 militantes, tendo uma já longa história de combate politico na defesa dos jovens portugueses. Detém ainda um papel determinante na formação dos quadros políticos do futuro, assim como no lançamento de novas causas e projectos de matriz social democrata.
As novas gerações de militantes do Partido aspiram a uma sociedade aberta com uma outra narrativa social. Nas suas causas lutam pelo bem estar geral e por uma melhor qualidade de vida inter-geracional, tudo construído num regime de tolerância, responsabilidade e autonomia.Na JSD, os jovens pretendem imprimir uma outra orientação às politicas ultimamente dominantes e, sobretudo, mudar Portugal.
Serve este intróito para dizer que, em síntese, a JSD assegura o futuro do PSD, das suas politicas, colaborando também na afirmação da Social Democracia no nosso país.
Não admira assim que a JSD seja, no presente, a única juventude partidária a operar e a funcionar em Alcochete, a única força partidária organizada que aqui pugna pelas causas em que acredita e pela consciencialização dos jovens face à importância das questões politicas na vida de todos nós. Combatendo o desinteresse pela Politica e pelos Partidos.
Mobilizar a juventude em torno dos valores tradicionais do PSD e divulgar, principalmente junto das escolas, nas redes sociais, outros espaços públicos, etc, tudo aquilo que diferencia os sociais democratas das demais ideologias constitui o ponto fundamental da intervenção politica da JSD no concelho. Uma tarefa árdua que pressupõe uma grande responsabilidade cívica e social. Mas que o orgulho e o sentimento de pertença comum a esta grande organização tudo ultrapassa, tornando pequenas as enormes adversidades. Principalmente neste concelho, onde os sociais democratas tem desafios extremamente difíceis pela frente.Contrariamente a muitas franjas da juventude portuguesa, cuja participação e sobressalto cívico se resumem à mera contestação e defesa de interesses individuais, aqui no concelho, a JSD assenta a sua acção numa cultura de exigência associada a uma cultura de contributo. Nunca uma sem a outra.
A JSD quer mais mas para isso contribui. Quer andar à frente no seu tempo e dar exemplos de uma conduta responsável na protecção dos valores que a caracterizam. Com irreverência, arrojo e frontalidade. E são exactamente esses princípios éticos e postura cívica que os sociais democratas defendem para a sua juventude.
A JSD está presente em Alcochete desde os anos 90, muito por força do empenho e entusiasmo de alguns jovens que, ainda hoje, continuam persistentemente a servir o PSD e a lutar pelos seus desígnios e objectivos. A nossa "jota" possui um longo trajecto percorrido e tem sabido conviver, serenamente, com os sucessos, infortúnios e dificuldades que ao longo do tempo foram acontecendo.
Entretanto, passadas vicissitudes várias e algumas intermitências, a JSD veio a renascer em 2007. Soube renovar-se e trazer para o seu seio novos rostos e novas formas de trabalhar. Assim, à frente dos seus destinos no actual mandato, iniciado em Outubro do ano transacto, encontra-se Miguel Tomás, um jovem trabalhador, residente no concelho, com responsabilidades familiares assumidas e grande devoção ao Partido, que soube organizar, sob a sua liderança, um grupo coeso, com espírito de iniciativa e capacidade para mobilizar a juventude local à volta de um projecto que a consiga fazer interessar-se pela actividade politica. Além de servir de suporte ao PSD no lançamento das suas várias iniciativas e de constituir o seu "braço armado" nas acções de rua e campanhas porta-a-porta que ainda assumem inegável relevo no contexto do combate politico.
Daí ser indiscutível o seu contributo no presente e para o futuro do PSD em Alcochete. Os quadros e dirigentes da "jota", comungando dos valores transmitidos pela "escola social democrata", são o decisivo garante de que uma nova geração de militantes há-de assegurar a continuidade do nosso ideário e enfrentar com saber os desafios que o porvir irá colocar.
A JSD move-se pelo propósito de servir Alcochete, no integral respeito pelos princípios que norteiam o PSD e que o caracterizam como um partido de raiz eminentemente portuguesa.
O seu compromisso com o nosso concelho passa pela afirmação dos jovens na sociedade, nela intervindo com a sua criatividade e generosidade; passa pelo diálogo, concertação e partilha de ideias; passa pela preocupação com a inclusão, solidariedade e garantia de igualdade de oportunidades; passa pela abertura à pluralidade de opiniões e participação na vida pública; passa, por último, pela valorização da livre iniciativa e incentivo ao empreendedorismo dos mais novos.
São estas as escolhas e opções que fazem da nossa "jota" uma organização juvenil dinâmica e diferente das demais. Porém, tem de ser competente e eficaz a passar a sua mensagem, fazendo a juventude de Alcochete emergir da letargia em que se encontra. Alterar o actual estado de coisas.
E, levando a bom termo a sua missão, dará uma preciosa ajuda ao PSD para que seja possível terminar com a denominada "tradição de esquerda" no concelho.
Em Alcochete, a JSD é integrada por uma geração de jovens preparados para a mudança. Por isso, o PSD conta com a JSD, tal como a JSD pode contar com o PSD. Em torno desta identidade e partilha se constrói o futuro.
28 março 2011
NOTA EDITORIAL
Acreditamos que tenha passado despercebida uma nota publicada no artigo anterior.
E como estamos a receber comentários anónimos, vimos por este meio informar que não publicaremos mais nenhum comentário sem que o autor esteja identificado, qualquer que seja o seu conteúdo.
Podemos garantir que alguns daqueles comentários são bem elogiosos.
Entendemos agir deste modo, regressando aos princípios deste blogue, para que não voltemos a resvalar para o insulto gratuito e sem fundamento e se mantenha um debate ordeiro e civilizado.
E como estamos a receber comentários anónimos, vimos por este meio informar que não publicaremos mais nenhum comentário sem que o autor esteja identificado, qualquer que seja o seu conteúdo.
Podemos garantir que alguns daqueles comentários são bem elogiosos.
Entendemos agir deste modo, regressando aos princípios deste blogue, para que não voltemos a resvalar para o insulto gratuito e sem fundamento e se mantenha um debate ordeiro e civilizado.
ESCLARECIMENTOS DEVIDOS E REPOSIÇÃO DA VERDADE
Há cerca de um mês surgiram comentários que alguns poderiam pensar que nunca os publicaria (validava) porque eram pouco abonatórios em relação à minha própria pessoa.
Só os que têm receio das suas competências e capacidades é que actuam de forma diferente à que faço. Assumo publicamente os meus princípios e valores sem receios de confrontos de ideias.
O que mais me repugna é a mediocridade de certas mentes, a falta de tolerância e a inveja.
Para que não hajam dúvidas sobre quem sou e não com o sentido de vaidade ou promoção mais abaixo transcrevo parte do meu curriculum vitae. Sem que antes diga que já iniciei várias actividades e criei postos de trabalho, não tantos quanto gostaria.
Contribui para que a frequência detida pela Cooperativa Alcoojor não fosse perdida para sempre. E desse modo, Alcochete deixasse de ter rádio local, mas agora com uma promoção mais alargada.
Terminei a minha carreira militar ao abrigo de um direito que o Estatuto dos Militares permitia para exercer actividade politica. Ambas não eram compatíveis, e depois de cinco anos de reserva somos obrigados a passar à reforma.
No entanto e apesar de em certo período, poderia ter acumulado rendimentos, não o fiz por entender que não era justo.
De seguida, transcrevo parte do CV (apesar de longo):
Actividades profissionais: Oficial da Força Aérea Portuguesa (Reforma)
- Mediador de seguros
- Empresário individual
- Gestor e Consultor Comercial de Projectos
HABILITAÇÖES LITERARIAS:
- Curso Gestão e Administração Desportiva (Universidade Autónoma de Lisboa)
- Curso Gestão de Transpor Aéreo (Universidade Lusófona)
- 3º Engenharia Civil (Universidade Lusófona)
- Curso Formação de Oficiais (FAP)
- Curso de Navegador (FAP)
- Curso Pilotagem Aeronáutica da Academia da Força Aérea
FUNÇÕES PÚBLICAS:
- Subdirector Geral do Secretariado Técnico dos Assuntos para os Processos Eleitorais S.T.A.P.E. 03FEV04/05JUN30
- Grupo de Trabalho de acompanhamento da implementação do Protocolo entre o STAPE e a ANAFRE, 2004/05
- Coordenador do STAPE no acompanhamento da execução orçamental na área do PIDDAC e das acções de cooperação 2004/05
- Representante do STAPE Junto da Unidade de Missão para Inovação e Conhecimento 2004/05
- Comissão Permanente Municipal de Alcochete Urbanismo e Ambiente 2002/2003
- Membro da Assembleia Municipal de Alcochete 2001/2004
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:
- Consultor Comercial Salesland, Projecto EDP,
- Agente comercial Combined,
- Chefe de Equipa Comercial Tok Business, parceria com o Barclays Finance,
- Consultor Comercial Finimed,
- Consultor Imobiliário, Réplica,
- Consultor do Aeródromo Municipal de Tires, ArCascais,
- Gestor de Clientes, MicroSegur,
- Presidente da Comissão de Avaliação da Adjudicação de distribuição dos Cadernos Eleitorais em 2004.
- Instrutor de Procedimentos Operacionais, Escola OMNI,
- Instrutor de Procedimentos Operacionais, Escola Aerocondor,
- Instrutor de Instrumentos de Voo, Escola Aerocondor,
- Chefe do Centro de Operações Aéreas, GO12 – BA1
- Oficial de Operações, GO12 – BA1
- Chefe da Secção de Busca e Salvamento, Esq. 502 – BA1
- Chefe da Secção de Apoio e Mobilidade, Esq. 502 – BA1
- Comandante do Destacamento Aéreo de S. Tomé e Príncipe
- Chefe da Secção de Planos do Centro de Operações Aéreas, GO12 – BA1
- Chefe Secção Navegação Aérea, Esq. 502
- Chefe Secção Publicações e Logística, Esq. 502
- Navegador, Esq. 502
- Observador Militar na UNAVEM III e MONUA – Angola
- Instrutor de Navegação Aérea, BA11 – PB01/96 (Exército)
- Instrutor Navegação Aérea, BA11 – PB01/95 (Exército e Marinha)
- Director de Curso de Formação de Sargentos, CFMTFA
- Comandante de Esquadrilha de Sargentos, CFMTFA
- Instrutor de Sistemas de Navegação Aérea e Rádio Ajudas, EMEL
- Chefe do Sector de Programas/Gabinete de Gestão Escolar, CFMTFA
- Instrutor de Navegação Aérea, CI2/CFMTFA
- Instrutor de Segurança de Voo, CI2/CFMTFA 1991/96
- Delegado de Núcleo de Navegação Aérea, CI2/CFMTFA
- Instrutor de Organização da Força Aérea, CI2/CFMTFA
- Director de Curso de Oficiais, CI2
- Navegador Aviocar C-212, BA3-Esqª502
- Chefe da Secção de Apoio para Combate, BA6-GO61
- Navegador C-130, BA6-Esqª501
- Navegador Aviocar C 212 BA4 Esqª503
CONHECIMENTOS / PARTICIPAÇÕES:
- Debate “Vocações e saídas profissionais”, 10OUT16, Montijo
- Seminário sobre a Lei de Bases do Ambiente, PSD. Lisboa, 10JUL19
- Seminário Carga Aérea, Universidade Lusófona, 10JUL08
- I Congresso Nacional de Segurança e Defesa, Lisboa, 24/25 Junho/10.
- Conferência “Perspectivas para as Relações Europa-África”, 10/JUN/07, IEEI, Lisboa
- Conferência “O futuro do trabalho na sociedade do conhecimento”,APDSI, Lisboa, 10JUN02
- Jornadas Direito do Desporto, Espinho, 10MAI28/29
- Conferência “Vivência seniores na sociedade de informação”, APDSI, Lisboa, 10MAI17.
- IV Congresso Internacional – África Lusófona, 2010, Lisboa
- XXXV Encontro Nacional das Associações de Pais, Évora, 10ABR17
- 1º Congresso Internacional de Arbitragem, 21/22 NOV09, Caldas da Rainha
- 1º European SME WEEK, Congresso Internacional para PME. OUT09, Lisboa
- I Congresso dos Combatentes, Lisboa 11 de Junho de 2009
- I Colóquio Internacional “A Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho na Profissão Militar”, Oeiras, AOFA, 09MAI28
- II Conferência Temática – “A CPLP e os paradigmas de desenvolvimento dos paises africanos de língua portuguesa”, Lisboa, Lusofona, 09MAI
- Seminário “Comunicação Social em Contexto de Risco Público”,ISCPSI, Lisboa Abril 2009
- VIII Congresso Leonino, Santarém 2009
- I Seminário de Segurança Interna, 16ABR2009, Torres Novas.
- XXVI Conferência Internacional de Lisboa, DEZ 2008, Lisboa, IEEI
- Curso de Observador Eleitoral, INA, Novembro 2008
- Helitech, Show Preview, Tires, 08OUT16
- II Encontro Nacional sobre Orçamento Participativo e Democracia Local, 08MAI15 e 16, Palmela
- Conferência Europeia, AGEL Portugal, Lisboa, 08MAI02/03.
- Colóquio “Terrorismo e Segurança”, Lisboa, 08mar17
- “Riscos e potencialidades da biopolitica”, Lisboa, Culturgest, 08mar15
- XXXIII Encontro Nacional das Associações de Pais, Gondomar, 08MAR01
- Conferência “Absentismo Escolar e Indisciplina na Sala de Aula – Instrumentos de Prevenção e de Intervenção, 08FEV29, Barreiro.
- Curso Intensivo de Contra-terrorismo, 08JAN, Lisboa, ISCPSI
- Seminário Nacional “Sucesso na Educação, realidades e utopias”, Alcochete, 08JAN19.
- Seminário “Segurança: Visão Global e Estratégica” , ISCPSI, Lisboa, 08JAN
- Fórum “Nova Metodologias de Avaliação de Imóveis” ,APEMIP, Lisboa, 07OUT.
- XXV Conferência Internacional de Lisboa, “ A Europa e África num Mundo Multipolar”, IEEI, Lisboa 07DEZ04 e 05.
- II Conferência do Círculo de Reflexão Lusofona, Lisboa, 07NOV27
- XXI Aniversário da AFAP, Conferência “Tradição e Mudança na Política Externa Portuguesa”, 07OUT19.
- Conferência Anual EuroMesco, em Lisboa, 3 e 4 de Outubro de 2007
- IV Jornadas de Reflexão da Escola Inclusa, FERSAP, Palmela, 07SET22
- XIII Encontro Regional das Associações de Pais do Distrito de Setúbal, Barreiro, FERSAP,07mai27
- Encontro “Violência em meio escolar, que prevenção?”, Montijo, FERSAP, 07ABR28
- Curso “Diploma de Especialização em Cooperação para o Desenvolvimento” – INA, 07JAN / 07SET
- Seminário “Gestão Escolar”, FERSAP / UCAPA, Almada 07mar31
- Debate com os Partidos Políticos “Estratégias para a Sociedade da Informação” APDSI, 07MAR26
- Debate “Nova estruturas de Educação em Alcochete”, 07FEV16
- IV Encontro de Educadores / Professores – “ Como vamos melhorar a Escola nos próximos anos?”, 06Dez13, Alcochete
- XXIV Conferência Internacional de Lisboa, IEEI, 06NOV, “Portugal e Espanha vinte anos de Europa”
- “O PRACE e a Governação da Sociedade da Informação”, APDSI, Lisboa 06OUT18
- Conferência “Da resolução da dívida à parceria para o desenvolvimento. O caso Angola – Portugal”, Lisboa, 06set26, Círculo Reflexão Lusofona
- Congresso Internacional da Maçonaria Regular, 06JUN25, Lisboa
- Soluções Integradas para a Administração Pública, Secure Networks – enterasays, 05JUN, Lisboa
- XXI Congresso Nacional do CDS-PP, Batalha, 2006
- Conferência Internacional “A África e a Europa”, 30 e 31 de Maio 2005, Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais / European Centre for Development Policy Management, Lisboa.
- Tecnologias e Sistemas de Informação, 3 de Maio 2005, Sintra, PT Corporate
- XX Congresso Nacional do CDS-PP, Lisboa, 2005
- Curso “ Diploma de Especialização – Agentes de Implementação da CAF”, 04OUT/05JUN
- 2º Congresso Nacional da Administração Pública – Projectos de Mudança, 04OUT, Lisboa
- Seminário “ O Estado no Século XXI, redefinição das suas funções?”, 04OUT
- 10ª Conferência Anual de utilizadores SAS, CAUS 2004, 04OUT
- Seminário “ O modelo CAF na perspectiva do Sistema Integrado de Avaliação dos Serviços Públicos” 04MAR29, DGAP, Universidade Católica
- 19º Presidium Euromil, Lisboa 04MAR
- Workshop “Segurança Rodoviária, Uma Perspectiva de Mudança”, Centro Cultural de Belém, 04MAR, Direcção Geral de Viação
- Curso “Novo modelo de avaliação do desempenho dos funcionários públicos”, 04MAR12, INA
- 12º ERSI – Encontro de Responsáveis de Sistemas de Informação e Informática da Administração
Pública, 3 a 5 de Março 2004, Peniche
– Curso “Gestão por Objectivos” – Março 2004 – Instituto Nacional da Administração.
- Seminário “Representatividade e governabilidade” Guiné – Bissau 4 e 5 Fevereiro 2004
- 1º Congresso Nacional da Administração Pública: Os vectores de mudança – Lisboa, INA – 03NOV
- XIX Congresso Nacional do CDS-PP, Porto, 2003
- Conferência “Administração Pública, uma mudança necessária” – Lisboa – 03OUT08
- Seminário “A Certificação da Qualidade na Administração Pública” – Porto – 03Set29
- Curso “Os vectores de mudança”, 03NOV, Lisboa
- Curso Sistemas de Comunicação Integrada com o Cidadão – Oeiras – 22/23 Set. 2003 – INA
- Fórum da Administração Pública – Lisboa – 03MAI08
- Instrutor da Escola de Aviação Aerocondor – 02MAR/
- XVIII Congresso Nacional do CDS-PP, Aveiro, 2002
- Seminário “ O futuro que queremos para o distrito de Setúbal” – 02MAI15
- ICC Introduction Course and CAOC10 Database Setup for daily ATO Production,
Distribution, Execution and Monitoring, 26-28 JUNE2001.
- Simpósio “Depois da Guerra, que futuro para Angola” – Casa de Angola – 00NOV18
- Mesa Redonda “Independência e Descolonização de Angola” – Embaixada Angola – 00NOV10
- XVII Congresso Nacional do CDS-PP, Aveiro, 2000
- Conferência «Diálogo Norte-sul» – Fed. Angolanas em Portugal – 00NOV09
- Seminário dos Projectos de Internacionalização da AIP – 00SET29
- Mesas Redondas de Consulta no Quadro do Observatório Europeu contra o Racismo e a Xenofobia – ACIME ABR00
- Seminário Caminhos Solidariedade 2000 – LIÁFRICA ABR00
- Curso Livre para Dirigentes Desportivos – U.A L. 1999/00
- 1ºSeminário – RDPÁfrica“África na Comunicação Social Portuguesa” – Lisboa – 99ABR01
- Licença de Piloto Particular de Aviões nº1632 – DNAC Angola 1998
- Conferência Relações Guiné – Bissau com Portugal AFAP ABR98
- Mediador de Seguros – ramo vida e não vida – 1996
- Congresso Leonino 90º Aniversário Sporting Clube de Portugal JUN96
- Conferência Direito Espacial e das Telecomunicações UAL/APDAE 96MAI15
- Conf. Dir. Dos Serviços de Telecomunicações de Valor Acrescentado UAL – 96MAI14
- VIII Encontro Nacional de Núcleos de Árbitros de Futebol 96MAI11
- Fórum Cooperação/Jovem ISU MAR96
- Seminário Direito Aéreo e Espacial APDAE MAR96
- Fórum da Lusofonia DEZ94
- Curso de Formação de Instrutores 1994
- Curso Básico de Comando 1994
- Curso Oficial de Segurança de Voo 1992
- Seminário Dirigente Desportivo C M Amadora 1992
- Curso de Árbitro Futebol 11 e 5 1992
- Estágio Fuga e Evasão 1990
- Congresso dos Quadros Angolanos MAI90
- 1ºEncontro Nacional de Emergência Infantil 89JUL10
- Curso de Formação de Oficiais QP/FAP 1987/89
- Estágio Fisiologia de Voo 1986
- Estágio Sobrevivência 1986
- III Congresso Leonino 1981
- Curso de Enfermeiro Socorrista CVP 1979
ACTIVIDADES DESPORTIVAS:
- Árbitro Taça de Amizade – Inter Bom Bom/Sporting Praia Cruz – 00DEZ – S.T.P.
- Árbitro Taça de Amizade – Petro de Luanda/Inter Bom Bom – 00JUL – S.Tomé P.
- Árbitro 1ª Distrital Associação Futebol de Setúbal 1998/
- Árbitro – Quadro de Acesso Futebol 11 (Angola) 1997
- Árbitro XVII Jogos Mundiais de Medicina – Lisboa JUL96
- Árbitro-1ªCategoria Distrital – A Futebol 11 JUN96/FEV97
- Árbitro/Torneio Infantil Futebol 5 – J. Freguesia Pontinha 1995
- Árbitro-1ªCategoria Distrital Futebol 5 JUN95
- Árbitro-1ªCategoria Distrital – B Futebol 11 JUN95/JUN96
- Árbitro-2ªCategoria Distrital Futebol 11 e 5 JUN93/JUN95
- Árbitro/Torneio Frielas Futebol 5 JUL93
- Árbitro – Estagiário Futebol 11 e 5 ABR92/JUN93
- Árbitro – Futebol 5/AFL 1992/96
- Árbitro – Futebol 11/AFL 1992/96
- Atleta Judo (cinturão laranja)
- Praticante Pólo – Aquático 1979/81
- Praticante Futebol 11/FC Foz 1976/77
- Atleta Karate (cinturão amarelo)
FUNÇÖES DESPORTIVAS:
- Mandatário efectivo da Lista B (Sérgio Abrantes Mendes) eleições Sporting 2006
- Coordenador da Comissão Organizadora do V Encontro de Núcleos do Sporting – 30JUN2001
- Pres. Da Mesa da Assembleia-geral do Núcleo Sportinguista de Alcochete – 00FEV/02JAN
- Secretário Mesa da Assembleia-geral Leões de Portugal, IPSS 99JAN/06SET
- Assessor da Direcção para a Área da Cooperação na APAF JUN98/SET98
- Secretário Conselho Fiscal Núcleo Sportinguista de Luanda AGO97/DEZ98
- Fundador Instituição Pública de Solidariedade Social – Leões de Portugal JUL97
- Fundador Núcleo Sportinguista de Luanda, 97MAI
- Vogal Dir. - Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol – APAF ABR96/DEZ96
- Membro Cons. Consult. - Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol – APAF 1996
- M. Cons. Geral – Grupo de Solidariedade Sportinguista – Leões de Portugal 1994/96
- Presidente Conselho Fiscal Sporting Clube Português 1993/95
- Representante em Lisboa, Sporting Clube de Londres 1993/94
- M.Cons.Consultivo – Grupo de Solid. Sportinguista – Leões de Portugal 1992/94
- Delegado Conselho Filiais, Delegações e Núcleos -SCP (S.C. Português) 1992/93
- Delegado Conselho Filiais, Delegações e Núcleos -SCP (S.C. Matosinhos) 1990/93
- M.Cons.Directivo – Grupo de Solid. Sportinguista – Leões de Portugal 1989/92
- Delegado Conselho Filiais, Delegações e Núcleos -SCP (N Sp Vila Real) 1989/93
- Director Gab. De Expansão e Propaganda – Sporting Clube de Portugal 1989/91
- Director Departº Cultura e Recreio – Sporting Clube de Portugal 1988/91
- Delegado à Federação Portuguesa Cultura e Recreio – SCP 1988/89
- Fundador Núcleo Sportinguista da Ilha Terceira
- Fundador Núcleo Sportinguista de Vila Real
- Coordenador Comissão Organizadora II Congresso Nacional de Claques 1986
- Presidente Mesa Assembleia-geral Sporting Clube Português 1986/87
- Fundador Grupo Solidariedade Sportinguista – Leões de Portugal
- Presidente Mesa Assembleia-geral Núcleo Jovens Sportinguista 1985/91
- Presidente Direcção Núcleo de Jovens Sportinguistas 1980/85
- Delegado Conselho Filais, Delegações e Núcleos – SCP (N Jov. Sport.) 1979/81
- Secretário Direcção Núcleo de Jovens Sportinguistas 1979/80
- Fundador Núcleo de Jovens Sportinguistas
ACTIVIDADES / FUNÇÖES POLITICAS:
- I Convenção Social Democrata do Distrito de Setúbal, Montijo,2010
- Construir Ideias, Plataforma de Reflexão Estratégica, 2008.
- Candidato À Presidência da Câmara Municipal de Alcochete 2005
- Membro do Conselho Nacional CDS-PP – 05ABR/06MAI
- Vogal da Comissão Política Distrital – Setúbal 03JAN/05JUN
- Delegado Distrital para Setúbal do CDS-PP – 02MAI06 / 03JAN18
- Director de Campanha das Eleições Legislativas para o Distrito de Setúbal pelo CDS/PP – MAR02
- Secretário da Mesa de Congresso do CDS/PP 02JAN20/03SET28
- Presidente da Comissão Politica Concelhia de Alcochete CDS/PP 02JAN10 /05OUT12
- Membro da Assembleia Municipal – Alcochete 02JAN04 /04FEV01
- Coordenador e Director de Campanha da Coligação “Renovador e Trabalhar por Alcochete” nas Eleições Autárquicas 2001.
- Membro Comissão Organizadora das Comemorações do 10 de Junho 1981
- Vogal Direcção Ass. Estudantes Liceu Nac. Garcia da Orta (Porto) 1980/81
- Dirigente da Acção Nacional Revolucionária 1978/81
- Dirigente do Movimento Nacionalista 1977/78
ACTIVIDADES DIVERSAS:
- Vice-Presidente da Direcção da Casa de Angoia, 10DEZ14/
- V Jornadas Internacionais de Protocolo da APEP, Lisboa, 10NOV10
- Presidente da Direcção da Cooperativa Alcoojor, 09MAR/
- Presidente da Direcção da AECODE, 09MAR/
- Presidente da Comissão Administrativa da AECODE, 08SET/09MAR
- Vogal do Conselho Executivo da Federação Regional de Setúbal das Associações de Pais, 09JAN/11JAN
- Conselho Geral Transitório da Escola Secundária de Alcochete JUN08/
- Conselho Consultivo do Agrupamento de Escolas Vertical de Alcochete, 08FEV/
- Tesoureiro AOFA 08JAN/10FEV
- Secretário da Mesa da Assembleia – Geral da Federação Regional de Setúbal das Associações de Pais, 07FEV/09JAN
- Presidente da Direcção Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica 2,3 El-Rei D. Manuel I, 06NOV/08OUT
- Secretário do Conselho Fiscal da Casa de Angola 06JAN06/10DEZ13
- Membro do Conselho Pedagógico da Escola Básica 2,3 El-Rei D. Manuel I, 04NOV/06MAR
- Presidente da Mesa da Assembleia-geral da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica 2,3 El-Rei D. Manuel I, 04NOV/06NOV
- Vogal do Conselho Nacional da AOFA 03FEV/08JAN
- Vogal da Direcção da Associação da Força Aérea Portuguesa 02JAN10 / 02MAR20
- Membro da Assembleia do Agrupamento de Escolas Básicas do 1º Ciclo do Concelho de Alcochete, 01NOV/02NOV
- Presidente do Conselho Executivo da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Jardim-de-infância e do 1º Ciclo Básico da Escola da Restauração em Alcochete 01NOV/02NOV
- Coordenador da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Jardim de
Infância e do 1º Ciclo Básico da Escola da Restauração em Alcochete 01JUN/01NOV
- Vogal do Conselho Fiscal da Casa de Angola 00OUT/03DEZ
- Director do Departamento de Desporto da LIÁFRICA JUN98/
- 2ºSecr.Mesa Assembleia-geral - AFAP (Associação da Força Aérea Portuguesa) - 1994/97
- Vice-Presidente da Direcção – LIÁFRICA (Liga dos Amigos e Naturais de África) – 1992/93
- Vogal Direcção – LIÁFRICA (Liga dos Amigos e Naturais de África) 1991/92
- Fundador Núcleo Filatélico S.C.P 1989
- Comissão Organizadora Colóquio da História da Navegação Aérea (AFAP) 1989
- Comissão Organizadora Encontro Anual dos Navegadores 1988/89/94/95/96
- Socorrista Cruz Vermelha Portuguesa 1979
LOUVORES/CONDECORAÇÕES/PRÉMIOS:
- Sócio Honorário da Federação Regional de Setúbal das Associações de Pais, 11JAN29
- Louvor Directora – Geral do Secretariado Técnico dos Assuntos para o Processo Eleitoral, STAPE 03JUL.
- Medalha de Prata de Comportamento Exemplar 01SET
- Árbitro XXI Campeonato Nacional Militar Futsal – Beja MAI01
- Louvor Mérito – Ministro da Defesa – República Democrática de S. Tomé e Príncipe – 01JAN
- Louvor Mérito Militar (colectivo) – Esq. 502 – 1998
- Medalha de Ouro de Mérito Militar (colectiva) – Esq. 502 – 1998
- Árbitro XIX Campeonato Nacional Militar Futebol 5 – Beja Abril 99
- Menção Honrosa General Force Commander MONUA 1998
- Medalha de participação na UNAVEM III/MONUA DEZ96
- Fiscal – linha Meia – final FUT11 XVII Jogos Mundiais Medicina – Lisboa – 96JUL04
- Árbitro meia – final FUT 11 XVII Jogos Mundiais Medicina – Lisboa 96JUL04
- Árbitro – final FUT 5 COFA 1996
- Fiscal – Linha FUT 11-final VI Torneio Juvenil CCD Olivais Sul (JUNIOR) – ABR96
- Louvor Comandante CFMTFA 1995
- Árbitro – final FUT 11 FAP 1994/95
- Árbitro – fase final FUT 5 FAP 1994/95/99
- Árbitro – final FUT 5 CFMTFA 1993/94/95
NOTA: Informo que a partir deste momento apenas serão validados comentários identificados.
Só os que têm receio das suas competências e capacidades é que actuam de forma diferente à que faço. Assumo publicamente os meus princípios e valores sem receios de confrontos de ideias.
O que mais me repugna é a mediocridade de certas mentes, a falta de tolerância e a inveja.
Para que não hajam dúvidas sobre quem sou e não com o sentido de vaidade ou promoção mais abaixo transcrevo parte do meu curriculum vitae. Sem que antes diga que já iniciei várias actividades e criei postos de trabalho, não tantos quanto gostaria.
Contribui para que a frequência detida pela Cooperativa Alcoojor não fosse perdida para sempre. E desse modo, Alcochete deixasse de ter rádio local, mas agora com uma promoção mais alargada.
Terminei a minha carreira militar ao abrigo de um direito que o Estatuto dos Militares permitia para exercer actividade politica. Ambas não eram compatíveis, e depois de cinco anos de reserva somos obrigados a passar à reforma.
No entanto e apesar de em certo período, poderia ter acumulado rendimentos, não o fiz por entender que não era justo.
De seguida, transcrevo parte do CV (apesar de longo):
Actividades profissionais: Oficial da Força Aérea Portuguesa (Reforma)
- Mediador de seguros
- Empresário individual
- Gestor e Consultor Comercial de Projectos
HABILITAÇÖES LITERARIAS:
- Curso Gestão e Administração Desportiva (Universidade Autónoma de Lisboa)
- Curso Gestão de Transpor Aéreo (Universidade Lusófona)
- 3º Engenharia Civil (Universidade Lusófona)
- Curso Formação de Oficiais (FAP)
- Curso de Navegador (FAP)
- Curso Pilotagem Aeronáutica da Academia da Força Aérea
FUNÇÕES PÚBLICAS:
- Subdirector Geral do Secretariado Técnico dos Assuntos para os Processos Eleitorais S.T.A.P.E. 03FEV04/05JUN30
- Grupo de Trabalho de acompanhamento da implementação do Protocolo entre o STAPE e a ANAFRE, 2004/05
- Coordenador do STAPE no acompanhamento da execução orçamental na área do PIDDAC e das acções de cooperação 2004/05
- Representante do STAPE Junto da Unidade de Missão para Inovação e Conhecimento 2004/05
- Comissão Permanente Municipal de Alcochete Urbanismo e Ambiente 2002/2003
- Membro da Assembleia Municipal de Alcochete 2001/2004
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:
- Consultor Comercial Salesland, Projecto EDP,
- Agente comercial Combined,
- Chefe de Equipa Comercial Tok Business, parceria com o Barclays Finance,
- Consultor Comercial Finimed,
- Consultor Imobiliário, Réplica,
- Consultor do Aeródromo Municipal de Tires, ArCascais,
- Gestor de Clientes, MicroSegur,
- Presidente da Comissão de Avaliação da Adjudicação de distribuição dos Cadernos Eleitorais em 2004.
- Instrutor de Procedimentos Operacionais, Escola OMNI,
- Instrutor de Procedimentos Operacionais, Escola Aerocondor,
- Instrutor de Instrumentos de Voo, Escola Aerocondor,
- Chefe do Centro de Operações Aéreas, GO12 – BA1
- Oficial de Operações, GO12 – BA1
- Chefe da Secção de Busca e Salvamento, Esq. 502 – BA1
- Chefe da Secção de Apoio e Mobilidade, Esq. 502 – BA1
- Comandante do Destacamento Aéreo de S. Tomé e Príncipe
- Chefe da Secção de Planos do Centro de Operações Aéreas, GO12 – BA1
- Chefe Secção Navegação Aérea, Esq. 502
- Chefe Secção Publicações e Logística, Esq. 502
- Navegador, Esq. 502
- Observador Militar na UNAVEM III e MONUA – Angola
- Instrutor de Navegação Aérea, BA11 – PB01/96 (Exército)
- Instrutor Navegação Aérea, BA11 – PB01/95 (Exército e Marinha)
- Director de Curso de Formação de Sargentos, CFMTFA
- Comandante de Esquadrilha de Sargentos, CFMTFA
- Instrutor de Sistemas de Navegação Aérea e Rádio Ajudas, EMEL
- Chefe do Sector de Programas/Gabinete de Gestão Escolar, CFMTFA
- Instrutor de Navegação Aérea, CI2/CFMTFA
- Instrutor de Segurança de Voo, CI2/CFMTFA 1991/96
- Delegado de Núcleo de Navegação Aérea, CI2/CFMTFA
- Instrutor de Organização da Força Aérea, CI2/CFMTFA
- Director de Curso de Oficiais, CI2
- Navegador Aviocar C-212, BA3-Esqª502
- Chefe da Secção de Apoio para Combate, BA6-GO61
- Navegador C-130, BA6-Esqª501
- Navegador Aviocar C 212 BA4 Esqª503
CONHECIMENTOS / PARTICIPAÇÕES:
- Debate “Vocações e saídas profissionais”, 10OUT16, Montijo
- Seminário sobre a Lei de Bases do Ambiente, PSD. Lisboa, 10JUL19
- Seminário Carga Aérea, Universidade Lusófona, 10JUL08
- I Congresso Nacional de Segurança e Defesa, Lisboa, 24/25 Junho/10.
- Conferência “Perspectivas para as Relações Europa-África”, 10/JUN/07, IEEI, Lisboa
- Conferência “O futuro do trabalho na sociedade do conhecimento”,APDSI, Lisboa, 10JUN02
- Jornadas Direito do Desporto, Espinho, 10MAI28/29
- Conferência “Vivência seniores na sociedade de informação”, APDSI, Lisboa, 10MAI17.
- IV Congresso Internacional – África Lusófona, 2010, Lisboa
- XXXV Encontro Nacional das Associações de Pais, Évora, 10ABR17
- 1º Congresso Internacional de Arbitragem, 21/22 NOV09, Caldas da Rainha
- 1º European SME WEEK, Congresso Internacional para PME. OUT09, Lisboa
- I Congresso dos Combatentes, Lisboa 11 de Junho de 2009
- I Colóquio Internacional “A Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho na Profissão Militar”, Oeiras, AOFA, 09MAI28
- II Conferência Temática – “A CPLP e os paradigmas de desenvolvimento dos paises africanos de língua portuguesa”, Lisboa, Lusofona, 09MAI
- Seminário “Comunicação Social em Contexto de Risco Público”,ISCPSI, Lisboa Abril 2009
- VIII Congresso Leonino, Santarém 2009
- I Seminário de Segurança Interna, 16ABR2009, Torres Novas.
- XXVI Conferência Internacional de Lisboa, DEZ 2008, Lisboa, IEEI
- Curso de Observador Eleitoral, INA, Novembro 2008
- Helitech, Show Preview, Tires, 08OUT16
- II Encontro Nacional sobre Orçamento Participativo e Democracia Local, 08MAI15 e 16, Palmela
- Conferência Europeia, AGEL Portugal, Lisboa, 08MAI02/03.
- Colóquio “Terrorismo e Segurança”, Lisboa, 08mar17
- “Riscos e potencialidades da biopolitica”, Lisboa, Culturgest, 08mar15
- XXXIII Encontro Nacional das Associações de Pais, Gondomar, 08MAR01
- Conferência “Absentismo Escolar e Indisciplina na Sala de Aula – Instrumentos de Prevenção e de Intervenção, 08FEV29, Barreiro.
- Curso Intensivo de Contra-terrorismo, 08JAN, Lisboa, ISCPSI
- Seminário Nacional “Sucesso na Educação, realidades e utopias”, Alcochete, 08JAN19.
- Seminário “Segurança: Visão Global e Estratégica” , ISCPSI, Lisboa, 08JAN
- Fórum “Nova Metodologias de Avaliação de Imóveis” ,APEMIP, Lisboa, 07OUT.
- XXV Conferência Internacional de Lisboa, “ A Europa e África num Mundo Multipolar”, IEEI, Lisboa 07DEZ04 e 05.
- II Conferência do Círculo de Reflexão Lusofona, Lisboa, 07NOV27
- XXI Aniversário da AFAP, Conferência “Tradição e Mudança na Política Externa Portuguesa”, 07OUT19.
- Conferência Anual EuroMesco, em Lisboa, 3 e 4 de Outubro de 2007
- IV Jornadas de Reflexão da Escola Inclusa, FERSAP, Palmela, 07SET22
- XIII Encontro Regional das Associações de Pais do Distrito de Setúbal, Barreiro, FERSAP,07mai27
- Encontro “Violência em meio escolar, que prevenção?”, Montijo, FERSAP, 07ABR28
- Curso “Diploma de Especialização em Cooperação para o Desenvolvimento” – INA, 07JAN / 07SET
- Seminário “Gestão Escolar”, FERSAP / UCAPA, Almada 07mar31
- Debate com os Partidos Políticos “Estratégias para a Sociedade da Informação” APDSI, 07MAR26
- Debate “Nova estruturas de Educação em Alcochete”, 07FEV16
- IV Encontro de Educadores / Professores – “ Como vamos melhorar a Escola nos próximos anos?”, 06Dez13, Alcochete
- XXIV Conferência Internacional de Lisboa, IEEI, 06NOV, “Portugal e Espanha vinte anos de Europa”
- “O PRACE e a Governação da Sociedade da Informação”, APDSI, Lisboa 06OUT18
- Conferência “Da resolução da dívida à parceria para o desenvolvimento. O caso Angola – Portugal”, Lisboa, 06set26, Círculo Reflexão Lusofona
- Congresso Internacional da Maçonaria Regular, 06JUN25, Lisboa
- Soluções Integradas para a Administração Pública, Secure Networks – enterasays, 05JUN, Lisboa
- XXI Congresso Nacional do CDS-PP, Batalha, 2006
- Conferência Internacional “A África e a Europa”, 30 e 31 de Maio 2005, Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais / European Centre for Development Policy Management, Lisboa.
- Tecnologias e Sistemas de Informação, 3 de Maio 2005, Sintra, PT Corporate
- XX Congresso Nacional do CDS-PP, Lisboa, 2005
- Curso “ Diploma de Especialização – Agentes de Implementação da CAF”, 04OUT/05JUN
- 2º Congresso Nacional da Administração Pública – Projectos de Mudança, 04OUT, Lisboa
- Seminário “ O Estado no Século XXI, redefinição das suas funções?”, 04OUT
- 10ª Conferência Anual de utilizadores SAS, CAUS 2004, 04OUT
- Seminário “ O modelo CAF na perspectiva do Sistema Integrado de Avaliação dos Serviços Públicos” 04MAR29, DGAP, Universidade Católica
- 19º Presidium Euromil, Lisboa 04MAR
- Workshop “Segurança Rodoviária, Uma Perspectiva de Mudança”, Centro Cultural de Belém, 04MAR, Direcção Geral de Viação
- Curso “Novo modelo de avaliação do desempenho dos funcionários públicos”, 04MAR12, INA
- 12º ERSI – Encontro de Responsáveis de Sistemas de Informação e Informática da Administração
Pública, 3 a 5 de Março 2004, Peniche
– Curso “Gestão por Objectivos” – Março 2004 – Instituto Nacional da Administração.
- Seminário “Representatividade e governabilidade” Guiné – Bissau 4 e 5 Fevereiro 2004
- 1º Congresso Nacional da Administração Pública: Os vectores de mudança – Lisboa, INA – 03NOV
- XIX Congresso Nacional do CDS-PP, Porto, 2003
- Conferência “Administração Pública, uma mudança necessária” – Lisboa – 03OUT08
- Seminário “A Certificação da Qualidade na Administração Pública” – Porto – 03Set29
- Curso “Os vectores de mudança”, 03NOV, Lisboa
- Curso Sistemas de Comunicação Integrada com o Cidadão – Oeiras – 22/23 Set. 2003 – INA
- Fórum da Administração Pública – Lisboa – 03MAI08
- Instrutor da Escola de Aviação Aerocondor – 02MAR/
- XVIII Congresso Nacional do CDS-PP, Aveiro, 2002
- Seminário “ O futuro que queremos para o distrito de Setúbal” – 02MAI15
- ICC Introduction Course and CAOC10 Database Setup for daily ATO Production,
Distribution, Execution and Monitoring, 26-28 JUNE2001.
- Simpósio “Depois da Guerra, que futuro para Angola” – Casa de Angola – 00NOV18
- Mesa Redonda “Independência e Descolonização de Angola” – Embaixada Angola – 00NOV10
- XVII Congresso Nacional do CDS-PP, Aveiro, 2000
- Conferência «Diálogo Norte-sul» – Fed. Angolanas em Portugal – 00NOV09
- Seminário dos Projectos de Internacionalização da AIP – 00SET29
- Mesas Redondas de Consulta no Quadro do Observatório Europeu contra o Racismo e a Xenofobia – ACIME ABR00
- Seminário Caminhos Solidariedade 2000 – LIÁFRICA ABR00
- Curso Livre para Dirigentes Desportivos – U.A L. 1999/00
- 1ºSeminário – RDPÁfrica“África na Comunicação Social Portuguesa” – Lisboa – 99ABR01
- Licença de Piloto Particular de Aviões nº1632 – DNAC Angola 1998
- Conferência Relações Guiné – Bissau com Portugal AFAP ABR98
- Mediador de Seguros – ramo vida e não vida – 1996
- Congresso Leonino 90º Aniversário Sporting Clube de Portugal JUN96
- Conferência Direito Espacial e das Telecomunicações UAL/APDAE 96MAI15
- Conf. Dir. Dos Serviços de Telecomunicações de Valor Acrescentado UAL – 96MAI14
- VIII Encontro Nacional de Núcleos de Árbitros de Futebol 96MAI11
- Fórum Cooperação/Jovem ISU MAR96
- Seminário Direito Aéreo e Espacial APDAE MAR96
- Fórum da Lusofonia DEZ94
- Curso de Formação de Instrutores 1994
- Curso Básico de Comando 1994
- Curso Oficial de Segurança de Voo 1992
- Seminário Dirigente Desportivo C M Amadora 1992
- Curso de Árbitro Futebol 11 e 5 1992
- Estágio Fuga e Evasão 1990
- Congresso dos Quadros Angolanos MAI90
- 1ºEncontro Nacional de Emergência Infantil 89JUL10
- Curso de Formação de Oficiais QP/FAP 1987/89
- Estágio Fisiologia de Voo 1986
- Estágio Sobrevivência 1986
- III Congresso Leonino 1981
- Curso de Enfermeiro Socorrista CVP 1979
ACTIVIDADES DESPORTIVAS:
- Árbitro Taça de Amizade – Inter Bom Bom/Sporting Praia Cruz – 00DEZ – S.T.P.
- Árbitro Taça de Amizade – Petro de Luanda/Inter Bom Bom – 00JUL – S.Tomé P.
- Árbitro 1ª Distrital Associação Futebol de Setúbal 1998/
- Árbitro – Quadro de Acesso Futebol 11 (Angola) 1997
- Árbitro XVII Jogos Mundiais de Medicina – Lisboa JUL96
- Árbitro-1ªCategoria Distrital – A Futebol 11 JUN96/FEV97
- Árbitro/Torneio Infantil Futebol 5 – J. Freguesia Pontinha 1995
- Árbitro-1ªCategoria Distrital Futebol 5 JUN95
- Árbitro-1ªCategoria Distrital – B Futebol 11 JUN95/JUN96
- Árbitro-2ªCategoria Distrital Futebol 11 e 5 JUN93/JUN95
- Árbitro/Torneio Frielas Futebol 5 JUL93
- Árbitro – Estagiário Futebol 11 e 5 ABR92/JUN93
- Árbitro – Futebol 5/AFL 1992/96
- Árbitro – Futebol 11/AFL 1992/96
- Atleta Judo (cinturão laranja)
- Praticante Pólo – Aquático 1979/81
- Praticante Futebol 11/FC Foz 1976/77
- Atleta Karate (cinturão amarelo)
FUNÇÖES DESPORTIVAS:
- Mandatário efectivo da Lista B (Sérgio Abrantes Mendes) eleições Sporting 2006
- Coordenador da Comissão Organizadora do V Encontro de Núcleos do Sporting – 30JUN2001
- Pres. Da Mesa da Assembleia-geral do Núcleo Sportinguista de Alcochete – 00FEV/02JAN
- Secretário Mesa da Assembleia-geral Leões de Portugal, IPSS 99JAN/06SET
- Assessor da Direcção para a Área da Cooperação na APAF JUN98/SET98
- Secretário Conselho Fiscal Núcleo Sportinguista de Luanda AGO97/DEZ98
- Fundador Instituição Pública de Solidariedade Social – Leões de Portugal JUL97
- Fundador Núcleo Sportinguista de Luanda, 97MAI
- Vogal Dir. - Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol – APAF ABR96/DEZ96
- Membro Cons. Consult. - Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol – APAF 1996
- M. Cons. Geral – Grupo de Solidariedade Sportinguista – Leões de Portugal 1994/96
- Presidente Conselho Fiscal Sporting Clube Português 1993/95
- Representante em Lisboa, Sporting Clube de Londres 1993/94
- M.Cons.Consultivo – Grupo de Solid. Sportinguista – Leões de Portugal 1992/94
- Delegado Conselho Filiais, Delegações e Núcleos -SCP (S.C. Português) 1992/93
- Delegado Conselho Filiais, Delegações e Núcleos -SCP (S.C. Matosinhos) 1990/93
- M.Cons.Directivo – Grupo de Solid. Sportinguista – Leões de Portugal 1989/92
- Delegado Conselho Filiais, Delegações e Núcleos -SCP (N Sp Vila Real) 1989/93
- Director Gab. De Expansão e Propaganda – Sporting Clube de Portugal 1989/91
- Director Departº Cultura e Recreio – Sporting Clube de Portugal 1988/91
- Delegado à Federação Portuguesa Cultura e Recreio – SCP 1988/89
- Fundador Núcleo Sportinguista da Ilha Terceira
- Fundador Núcleo Sportinguista de Vila Real
- Coordenador Comissão Organizadora II Congresso Nacional de Claques 1986
- Presidente Mesa Assembleia-geral Sporting Clube Português 1986/87
- Fundador Grupo Solidariedade Sportinguista – Leões de Portugal
- Presidente Mesa Assembleia-geral Núcleo Jovens Sportinguista 1985/91
- Presidente Direcção Núcleo de Jovens Sportinguistas 1980/85
- Delegado Conselho Filais, Delegações e Núcleos – SCP (N Jov. Sport.) 1979/81
- Secretário Direcção Núcleo de Jovens Sportinguistas 1979/80
- Fundador Núcleo de Jovens Sportinguistas
ACTIVIDADES / FUNÇÖES POLITICAS:
- I Convenção Social Democrata do Distrito de Setúbal, Montijo,2010
- Construir Ideias, Plataforma de Reflexão Estratégica, 2008.
- Candidato À Presidência da Câmara Municipal de Alcochete 2005
- Membro do Conselho Nacional CDS-PP – 05ABR/06MAI
- Vogal da Comissão Política Distrital – Setúbal 03JAN/05JUN
- Delegado Distrital para Setúbal do CDS-PP – 02MAI06 / 03JAN18
- Director de Campanha das Eleições Legislativas para o Distrito de Setúbal pelo CDS/PP – MAR02
- Secretário da Mesa de Congresso do CDS/PP 02JAN20/03SET28
- Presidente da Comissão Politica Concelhia de Alcochete CDS/PP 02JAN10 /05OUT12
- Membro da Assembleia Municipal – Alcochete 02JAN04 /04FEV01
- Coordenador e Director de Campanha da Coligação “Renovador e Trabalhar por Alcochete” nas Eleições Autárquicas 2001.
- Membro Comissão Organizadora das Comemorações do 10 de Junho 1981
- Vogal Direcção Ass. Estudantes Liceu Nac. Garcia da Orta (Porto) 1980/81
- Dirigente da Acção Nacional Revolucionária 1978/81
- Dirigente do Movimento Nacionalista 1977/78
ACTIVIDADES DIVERSAS:
- Vice-Presidente da Direcção da Casa de Angoia, 10DEZ14/
- V Jornadas Internacionais de Protocolo da APEP, Lisboa, 10NOV10
- Presidente da Direcção da Cooperativa Alcoojor, 09MAR/
- Presidente da Direcção da AECODE, 09MAR/
- Presidente da Comissão Administrativa da AECODE, 08SET/09MAR
- Vogal do Conselho Executivo da Federação Regional de Setúbal das Associações de Pais, 09JAN/11JAN
- Conselho Geral Transitório da Escola Secundária de Alcochete JUN08/
- Conselho Consultivo do Agrupamento de Escolas Vertical de Alcochete, 08FEV/
- Tesoureiro AOFA 08JAN/10FEV
- Secretário da Mesa da Assembleia – Geral da Federação Regional de Setúbal das Associações de Pais, 07FEV/09JAN
- Presidente da Direcção Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica 2,3 El-Rei D. Manuel I, 06NOV/08OUT
- Secretário do Conselho Fiscal da Casa de Angola 06JAN06/10DEZ13
- Membro do Conselho Pedagógico da Escola Básica 2,3 El-Rei D. Manuel I, 04NOV/06MAR
- Presidente da Mesa da Assembleia-geral da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica 2,3 El-Rei D. Manuel I, 04NOV/06NOV
- Vogal do Conselho Nacional da AOFA 03FEV/08JAN
- Vogal da Direcção da Associação da Força Aérea Portuguesa 02JAN10 / 02MAR20
- Membro da Assembleia do Agrupamento de Escolas Básicas do 1º Ciclo do Concelho de Alcochete, 01NOV/02NOV
- Presidente do Conselho Executivo da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Jardim-de-infância e do 1º Ciclo Básico da Escola da Restauração em Alcochete 01NOV/02NOV
- Coordenador da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Jardim de
Infância e do 1º Ciclo Básico da Escola da Restauração em Alcochete 01JUN/01NOV
- Vogal do Conselho Fiscal da Casa de Angola 00OUT/03DEZ
- Director do Departamento de Desporto da LIÁFRICA JUN98/
- 2ºSecr.Mesa Assembleia-geral - AFAP (Associação da Força Aérea Portuguesa) - 1994/97
- Vice-Presidente da Direcção – LIÁFRICA (Liga dos Amigos e Naturais de África) – 1992/93
- Vogal Direcção – LIÁFRICA (Liga dos Amigos e Naturais de África) 1991/92
- Fundador Núcleo Filatélico S.C.P 1989
- Comissão Organizadora Colóquio da História da Navegação Aérea (AFAP) 1989
- Comissão Organizadora Encontro Anual dos Navegadores 1988/89/94/95/96
- Socorrista Cruz Vermelha Portuguesa 1979
LOUVORES/CONDECORAÇÕES/PRÉMIOS:
- Sócio Honorário da Federação Regional de Setúbal das Associações de Pais, 11JAN29
- Louvor Directora – Geral do Secretariado Técnico dos Assuntos para o Processo Eleitoral, STAPE 03JUL.
- Medalha de Prata de Comportamento Exemplar 01SET
- Árbitro XXI Campeonato Nacional Militar Futsal – Beja MAI01
- Louvor Mérito – Ministro da Defesa – República Democrática de S. Tomé e Príncipe – 01JAN
- Louvor Mérito Militar (colectivo) – Esq. 502 – 1998
- Medalha de Ouro de Mérito Militar (colectiva) – Esq. 502 – 1998
- Árbitro XIX Campeonato Nacional Militar Futebol 5 – Beja Abril 99
- Menção Honrosa General Force Commander MONUA 1998
- Medalha de participação na UNAVEM III/MONUA DEZ96
- Fiscal – linha Meia – final FUT11 XVII Jogos Mundiais Medicina – Lisboa – 96JUL04
- Árbitro meia – final FUT 11 XVII Jogos Mundiais Medicina – Lisboa 96JUL04
- Árbitro – final FUT 5 COFA 1996
- Fiscal – Linha FUT 11-final VI Torneio Juvenil CCD Olivais Sul (JUNIOR) – ABR96
- Louvor Comandante CFMTFA 1995
- Árbitro – final FUT 11 FAP 1994/95
- Árbitro – fase final FUT 5 FAP 1994/95/99
- Árbitro – final FUT 5 CFMTFA 1993/94/95
NOTA: Informo que a partir deste momento apenas serão validados comentários identificados.
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