21 abril 2011

Estuário do Tejo: O seu impacto económico no Concelho

-Foi lançado, com grande pompa e circunstância, o Programa de Acção para a Regeneração da Frente Ribeirinha de Alcochete, o qual conta com dezoito projectos específicos, alguns em parceria com entidades públicas e outros com entidades privadas;
-Encontra-se em fase de discussão e participação pública o famigerado Plano Estratégico de Desenvolvimento de Alcochete (PEDA);
-Está prevista nas GOP"s e PPI, em execução, a remodelação do espaço envolvente à praia de Samouco e a requalificação da zona de ancoradouros e do cais palafítico aí existente;
-A Junta de Freguesia do Samouco prepara-se, uma vez mais, antes da abertura da época balnear, para proceder à limpeza e alguns arranjos na praia por forma a torná-la mais agradável aos seus utilizadores.
Perguntar-se-à: o que têm umas coisas a ver com as outras? Aparentemente nada...
Vejamos então.

Em todos os citados instrumentos de planeamento e gestão da CMA e no plano de acção da JFSamouco, a praia do Samouco é referida como um espaço a intervencionar mas apenas numa perspectiva de lazer e recreação. Embora todos saibam que este local necessita, na sua margem direita, de uma mais vasta remodelação. Nela está instalado um aglomerado de construções em madeira, popularmente designadas por "barracas", cuja dimensão o tornou depreciativamente conhecido pelo "Camboja". Uma das maiores zonas de construção totalmente clandestina existentes no concelho.
Por outro lado, a reserva natural do estuário do Tejo constitui, aos dias de hoje, um enorme manancial de pesca e recolha de bivalves, susceptível de alavancar um sector com amplas potencialidades de crescer no concelho. Para além da excelência do sal que pode ser produzido...
Também o mar, enquanto agente económico, vem sendo sucessivamente invocado como um nicho de actividade a merecer a maior atenção (até o PR o tem, muitas vezes, afirmado).
Todavia, em nenhum daqueles documentos, nem em qualquer fórum de discussão, onde se "pense Alcochete", a importância económica da praia do Samouco tem sido devidamente identificada. Nem avaliada a influência que o rio pode ter no rendimento de largo número de famílias e na oferta de mais emprego.
A frente ribeirinha apenas é falada como zona de oferta turística e lazer; como espaço de visitação e educação ambiental; como área protegida; como zona de manutenção das comunidades de flora, fauna e conservação dos espaços húmidos e da mancha de "salgado" e, por último, como área a carecer de requalificação ao nível do centro histórico da vila de Alcochete.
Quer dizer, para a CMA, a Fundação das Salinas, o ICNB, a Fundação João Gonçalves e a APL o uso do rio passa pela conservação da biodiversidade, pelo incremento do turismo, pela construção de novos equipamentos de lazer e pela recuperação do centro de Alcochete. Um objectivo louvável e ambicioso. Mas um paradigma onde a vertente económica não é ponderada.
Ora, todas as propostas apresentadas pecam por não valorizar as dinâmicas económicas que o rio oferece no segmento das pescas e actividades afins. Revelam uma estratégia míope neste domínio. Não considerar o estuário como um espaço de empreendedorismo e de enormes potencialidades empresariais denota um clamoroso erro de planeamento.
Nem o PEDA, nem o Programa da Frente Ribeirinha integram qualquer tipo de intervenção para a praia do Samouco. As GOP"s e PPI falam nela por falar, sem previsão para fazer o que seja e a Junta com isso não se preocupa, pois nem a questão suscita Lamentavelmente...

Pela praia do Samouco, entram todos os dias no Tejo, de barco ou a pé, pela vazante da maré, centenas de pessoas para se dedicarem à pesca tradicional (corvina, robalos, linguados, enguias, etc,) e à apanha de bivalves. Poucos na legalidade, quase todos clandestinos.
São toneladas de bivalves e centenas de quilos de peixe do rio que diariamente se escoam pela praia do Samouco. Clandestinamente...
E todas as entidades atrás referidas, especialmente a CMA, que deviam estar atentas a este fenómeno, assobiam para o lado...o que se vê é apenas o desencadear de acções de repressão, por parte da polícia marítima, contra os pescadores furtivos, muitos deles desempregados que querem é trabalhar.
Um pequeno porto de abrigo, com instalações adequadas para os agentes da autoridade, destinado ao apoio a pescadores, controlo e regulação desta actividade, teria como consequência a desejada legalização da pesca e venda de todo o peixe e bivalves. O fim da clandestinidade associada à respectiva captação de impostos.
Este projecto contemplaria igualmente, na zona adjacente das salinas, a instalação de uma estação de depuração de bivalves, de uma unidade de aquacultura de peixe do rio e a revitalização das salinas.
Estabelecendo parcerias com operadores privados ligados a estas actividades, o conjunto destas iniciativas assumir-se-ia certamente como uma importante estrutura económica no concelho. Aqui se incluiria também a promoção do sal de Alcochete, apostando-se no desenvolvimento de uma marca. Evidentemente que a exploração de todas as salinas do complexo das salinas do Samouco torna viável a criação de uma marca e de uma empresa ( actualmente só duas salinas laboram, a do "brito" e a do "canto", vendendo todo o sal por grosso. Uma pertence à Fundação das Salinas e a outra à Fundação João Gonçalves).
A Fundação das Salinas, proprietária da quase totalidade da zona das salinas, a CMA , o ICNB e a APL, não devem preocupar-se só com os aspectos da conservação da natureza mas também com a implementação de um modelo sócio-económico de desenvolvimento sustentável para o complexo das salinas e para a frente ribeirinha. Este conjunto de projectos (construção do porto de abrigo, instalação de uma depuradora, construção de uma estação de aquacultura e exploração empresarial do "sal de Alcochete") são iniciativas de assinalável alcance estratégico, ainda a tempo de se inserirem no âmbito do PEDA e do Plano de Regeneração da Frente Ribeirinha. Com francas possibilidades de virem a obter os indispensáveis financiamentos comunitários ao abrigo dos programas específicos do QREN, disponíveis para o efeito. Apenas é preciso formalizar protocolos, operacionalizar decisões, lançar os projectos e apresentar candidaturas, tal como se fez com os demais projectos já em andamento.
A CMA já tem parcerias com a APL, com o ICNB, a Fundação das Salinas e a Fundação João Gonçalves...porque não mais uma(s)?

Paralelamente, porque não formular, à Direcção Regional do Ambiente e à Associação Bandeira Azul da Europa, a candidatura com vista à obtenção de bandeira azul para as praias do Samouco e dos Moinhos? Trabalhando previamente sobre os requisitos tal objectivo não parece difícil de alcançar...


O tema que ora trouxe à colação poderia perfeitamente ser canalizado para a CMA através dos canais do Facebook e do Twitter. Contudo, preferi fazer aqui no "Praia dos Moinhos" o seu registo, lembrando que tem de ser a Divisão do Munícipe e Comunicação, através do seu Sector de Comunicação e Imagem, a vir às redes sociais colher as ideias e opiniões que nelas são expressas. Interagindo, discutindo e participando.

Por último, esta de incluir na mesma Divisão, o Sector da Comunicação, Protocolo e Imagem e o Sector de Apoio ao Empresário e Empreendedorismo, não lembra ao diabo...




20 abril 2011

Isto faz sentido?





Hoje, apareceu por toda a parte o INalcochete transformado num verdadeiro jornal (16 páginas) e para aí com uma dezena de fotos do Luís Franco...se as contarmos bem.
Assim se vê que a Câmara passa airosamente por cima da crise que tão dolorosamente vivemos, gastando os parcos recursos que tem, dinheiro dos contribuintes, na propaganda de utopias nefastas à nossa segurança e liberdade.
Isto faz sentido?



(Na foto, o jornal está dobrado ao meio).

17 abril 2011

Comemorar Abril: Um contributo para a mudança

No próximo dia 25 do corrente mês realiza-se na pequena mas bonita Sala de Actos da CMA (Salão Nobre) uma sessão solene comemorativa do Dia da Liberdade.
O Presidente da Comissão Politica Concelhia do PSD/Alcochete, Luiz Batista, irá fazer uma intervenção alusiva ao evento. Segundo sei, será uma intervenção baseada no apelo à reflexão e ao esforço que os novos tempos exigem de todos nós. E vai dizer ainda que comemorar o 25Abril não pode ser apenas festa e lazer. Responsabilidade e trabalho são imprescindíveis. Que o melhor contributo a dar é falar verdade e ajudar a encontrar soluções. Para Portugal...e para Alcochete.
Numa sala que, desde os anos 70 do século passado, se habituou a vestir de "vermelho" e, esporadicamente, de "rosa" porque não a enchermos de uma outra cor. A cor laranja. A cor dos social democratas.
Vamos sair da nossa zona de conforto e mobilizarmo-nos para que o 25Abril2011 seja a génese de uma nova realidade e o começo de uma alternativa consistente. Para já no país, mais tarde no concelho.
Vamos participar na cerimónia com respeito e urbanidade. Mas revestindo a sala de uma onda laranja, dando um inequívoco sinal que o actual modelo de governação CDU está esgotado e se torna imperativo prosseguir por novos caminhos. Com outros protagonistas e os actuais na oposição. Com outras estratégias. Refundando as presentes opções politicas e imprimindo um outro paradigma de gestão, onde a matriz social democrata constitua o "farol" orientador.
Os mais cépticos e aqueles a quem a vontade falece dir-me-ão que é impossível. Compreendo e aceito. Muitos companheiros empreenderam este desafio mas, por uma ou outra razão, não lhe deram continuidade ( aqui chegado, quero deixar uma palavra de solidariedade ao companheiro Luís Proença, que não conheço pessoalmente, o qual foi violentamente afastado do combate democrático que, em tempos, aqui no concelho, encetou pela defesa dos valores e princípios do PSD. Pelo que vejo, pelo que escreveu no blog, foi uma mais valia que perdemos ...). Infelizmente muitos têm vindo a desistir.
Mas a mudança é imperiosa. E se nela acreditamos, temos de ser persistentes na luta. Para que aconteça.


Em Alcochete, a gestão CDU e do PS deixa um rasto de preocupação...para o futuro.
Resumidamente, vejamos o caso da prestação de Contas de 2010, recentemente aprovadas em sessão pública de Câmara. O orçamento inicial para 2010 previa uma estimativa de receita e despesa, ambos na ordem dos 20 milhões de euros. Quem estivesse atento, verificava, desde logo, que, no tocante à receita, o mesmo era irrealista. Foi elaborado com base num critério meramente administrativo, estabelecendo os montantes inscritos nas diferentes rubricas em função do ano anterior. Definindo uma percentagem de forma avulsa. Sem ter em conta a realidade do concelho nem a situação macroeconómica do país, da qual dependem as principais receitas do orçamento municipal.
Resultado: A receita efectivamente cobrada foi na ordem dos 14,5 milhões de euros, montante substancialmente inferior ao previsto. Em consequência, muitas das despesas orçamentadas não foram realizadas ou o seu pagamento protelado para os anos seguintes. E o endividamento a aumentar...
Aliás, o mesmo vai acontecer em 2011, onde o executivo orçamentou valores de receita e despesa globais idênticos aos de 2010. Perante o alastrar da recessão, é previsível uma continuada diminuição da receita, seja nos impostos directos e indirectos, seja nas transferências correntes.
Com uma estrutura rígida de encargos com pessoal, tudo indica que, no ano em curso, esta rubrica de despesa se situe em cerca de mais de 60% do total das receitas. O que é uma enormidade. A breve trecho, a CMA funciona apenas para pagar salários. Apenas virada para dentro, em prejuízo da qualidade de vida dos cidadãos...
E que dizer da dívida a curto, médio e longo prazo, já acima dos 60% da receita anual bruta...
E que dizer de uma estrutura em recursos humanos com cerca de 411 trabalhadores, excluindo contratações externas, num município com 16 mil pessoas e 128 km quadrados de dimensão...
O que, não sendo ilegal, é preocupante. Reflecte uma politica despesista e de descontrolo na utilização dos dinheiros públicos.
Tudo isto preocupando agora muito mais porquanto é conhecida a intenção do FMI e BCE em pressionar o novo governo para que proceda rapidamente a uma reorganização administrativa do poder local, das estruturas intermunicipais e distritais existentes. A fim de reduzir custos e encargos. E Alcochete, com este tipo de politicas, suportadas por uma demagogia ilimitada, começa a pôr-se a jeito...infelizmente.
Pelo que a renovação se afigura indispensável. Não ponho em causa as pessoas. De resto, tenho a maior consideração pelo actual Presidente. Porém, constata-se que o paradigma de gestão CDU está exausto, além da oposição socialista ser também francamente ineficiente...


...Retornando às comemorações do 25Abril, eu, por mim, tenciono lá estar. Na sessão solene a realizar na CMA. Relembrando Abril, em reflexão e com um forte desejo de mudança. Para que o progresso e o desenvolvimento em Alcochete sejam uma realidade.
Vamos estar presentes. Vamos dar uma outra cor à nossa Câmara Municipal. A cor laranja.

Aproveito para desejar uma Páscoa feliz a todos. Comungando-a em fraternidade. E dizer que "é mais importante aquilo que nos une do que aquilo que nos separa"...



13 abril 2011

QUESTÃO DO DIA

Sabem quantos países com governo socialista restam agora em toda a União Europeia?


Depois das recentes eleições na Hungria e no Reino Unido só ficaram 3 países:

Grécia, Portugal e Espanha

Como disse Margaret Thatcher

"o socialismo e o comunismo duram até se acabar o dinheiro dos outros".

12 abril 2011

Informação

Venho, através do "Praia dos Moinhos", informar que foi criada no "Facebook" uma página relativa ao PSD Alcochete, onde todos aqueles que se interessam por debater temas associados ao concelho podem participar, nela inscrevendo as suas ideias e propostas. Interagindo com todos os interessados, estaremos certamente em melhores condições para avançar com os nossos propósitos e objectivos. A pluralidade é indispensável à democracia, Sem cortes ou qualquer outro tipo de censura. No integral respeito pela diversidade de opinião e apreciação crítica.
Queremos aprender e ouvir a sensibilidade de todos e de cada um. Na partilha se constrói a renovação e o futuro. Venham, vejam e digam o que entendam por pertinente. Sabemos ouvir e dialogar. Cá os esperamos...

Evidentemente que outras temáticas que não somente as referentes a Alcochete serão abordadas...afinal o país e o mundo também interessam. E muito...

05 abril 2011

PARA REFLECTIR

Tendo receido o texto abaixo transcrito não resisti a partilhar neste espaço, da autoria Francisco Gouveia.

Sócrates foi dizer à Sra. Merkle - a chanceler do Euro - que já tínhamos tapado os buracos das fraudes e que, se fosse preciso, nos punha a pão e água para pagar os juros ao valor que ela quisesse.
Não é impunemente que não se fala da Islândia (o primeiro país a ir à bancarrota com a crise financeira) e na forma como este pequeno país perdido no meio do mar, deu a volta à crise.
Ao poder económico mundial, e especialmente o Europeu, tão proteccionista do sector bancário, não interessa dar notícias de quem lhes bateu o pé e não alinhou nas imposições usurárias que o FMI lhe impôs para a ajudar.
Em 2007 a Islândia entrou na bancarrota por causa do seu endividamento excessivo e pela falência do seu maior Banco que, como todos os outros, se afogou num oceano de crédito mal parado. Exactamente os mesmo motivos que tombaram com a Grécia, a Irlanda e Portugal.
A Islândia é uma ilha isolada com cerca de 320 mil habitantes, e que durante muitos anos viveu acima das suas possibilidades graças a estas "macaquices" bancárias, e que a guindaram falaciosamente ao 13º no ranking dos países com melhor nível de vida (numa altura em que Portugal detinha o 40º lugar).
País novo, ainda não integrado na UE, independente desde 1944, foi desde então governado pelo Partido Progressista (PP), que se perpetuou no Poder até levar o país à miséria.
Aflito pelas consequências da corrupção com que durante muitos anos conviveu, o PP tratou de correr ao FMI em busca de ajuda. Claro que a usura deste organismo não teve comiseração, e a tal "ajuda" ir-se-ia traduzir em empréstimos a juros elevadíssimos (começariam nos 5,5% e daí para cima), que, feitas as contas por alto, se traduziam num empenhamento das famílias islandesas por 30 anos, durante os quais teriam de pagar uma média de 350 Euros / mês ao FMI. Parte desta ajuda seria para "tapar" o buraco do principal Banco islandês.
Perante tal situação, o país mexeu-se, apareceram movimentos cívicos despojados dos velhos políticos corruptos, com uma ideia base muito simples: os custos das falências bancárias não poderiam ser pagos pelos cidadãos, mas sim pelos accionistas dos Bancos e seus credores. E todos aqueles que assumiram investimentos financeiros de risco, deviam agora aguentar com os seus próprios prejuízos.
O descontentamento foi tal que o Governo foi obrigado a efectuar um referendo, tendo os islandeses, com uma maioria de 93%, recusado a assumir os custos da má gestão bancária e a pactuar com as imposições avaras do FMI.
Num instante, os movimentos cívicos forçaram a queda do Governo e a realização de novas eleições.
Foi assim que em 25 de Abril (esta data tem mística dupla) de 2009, a Islândia foi a eleições e recusou votar em partidos que albergassem a velha, caduca e corrupta classe política que os tinha levado àquele estado de penúria. Um partido renovado (Aliança Social Democrata) ganhou as eleições, e conjuntamente com o Movimento Verde de Esquerda, formaram uma coligação que lhes garantiu 34 dos 63 deputados da Assembleia). O partido do poder (PP) perdeu em toda a linha.
Daqui saiu um Governo totalmente renovado, com um programa muito objectivo: aprovar uma nova Constituição, acabar com a economia especulativa em favor de outra produtiva e exportadora, e tratar de ingressar na UE e no Euro logo que o país estivesse em condições de o fazer, pois numa fase daquelas, ter moeda própria (coroa finlandesa) e ter o poder de a desvalorizar para implementar as exportações, era fundamental.
Foi assim que se iniciaram as reformas de fundo no país, com o inevitável aumento de impostos, amparado por uma reforma fiscal severa. Os cortes na despesa foram inevitáveis, mas houve o cuidado de não "estragar" os serviços públicos tendo-se o cuidado de separar o que o era de facto, de outro tipo de serviços que haviam sido criados ao longo dos anos apenas para serem amamentados pelo Estado.
As negociações com o FMI foram duras, mas os islandeses não cederam, e conseguiram os tais empréstimos que necessitavam a um juro máximo de 3,3% a pagar nos tais 30 anos. O FMI não tugiu nem mugiu. Sabia que teria de ser assim, ou então a Islândia seguiria sozinha e, atendendo às suas características, poderia transformar-se num exemplo mundial de como sair da crise sem estender a mão à Banca internacional. Um exemplo perigoso demais.
Graças a esta política de não pactuar com os interesses descabidos do neo-liberalismo instalado na Banca, e de não pactuar com o formato do actual capitalismo (estado de selvajaria pura) a Islândia conseguiu, aliada a uma política interna onde os islandeses faziam sacrifícios, mas sabiam porque os faziam e onde ia parar o dinheiro dos seus sacrifícios, sair da recessão já no 3º Trimestre de 2010.
O Governo islandês (comandado por uma senhora de 66 anos) prossegue a sua caminhada, tendo conseguido sair da bancarrota e preparando-se para dias melhores. Os cidadãos estão com o Governo porque este não lhes mentiu, cumpriu com o que o referendo dos 93% lhe tinha ordenado, e os islandeses hoje sabem que não estão a sustentar os corruptos banqueiros do seu país nem a cobrir as fraudes com que durante anos acumularam fortunas monstruosas. Sabem também que deram uma lição à máfia bancária europeia e mundial, pagando-lhes o juro justo pelo que pediram, e não alinhando em especulações. Sabem ainda que o Governo está a trabalhar para eles, cidadãos, e aquilo que é sector público necessário à manutenção de uma assistência e segurança social básica, não foi tocado.
Os islandeses sabem para onde vai cada cêntimo dos seus impostos.
Não tardarão meia dúzia de anos, que a Islândia retome o seu lugar nos países mais desenvolvidos do mundo.
O actual Governo Islandês, não faz jogadas nas costas dos seus cidadãos. Está a cumprir, de A a Z, com as promessas que fez.
Se isto servir para esclarecer uma única pessoa que seja deste pobre país aqui plantado no fundo da Europa, que por cá anda sem eira nem beira ao sabor dos acordos milionários que os seus governantes acertam com o capital internacional, e onde os seus cidadãos passam fome para que as contas dos corruptos se encham até abarrotar, já posso dar por bem empregue o tempo que levei a escrever este artigo.
Nota :Estamos neste estado lamentável por causa da corrupção interna - pública e privada com incidência no sector bancário - e pelos juros usurários que a Banca Europeia nos cobra.

29 março 2011

JSD/ALCOCHETE : A FORÇA DA JUVENTUDE NUM PROJECTO DE MUDANÇA

A JSD é actualmente a maior estrutura nacional de juventude partidária com quase 40.000 militantes, tendo uma já longa história de combate politico na defesa dos jovens portugueses. Detém ainda um papel determinante na formação dos quadros políticos do futuro, assim como no lançamento de novas causas e projectos de matriz social democrata.
As novas gerações de militantes do Partido aspiram a uma sociedade aberta com uma outra narrativa social. Nas suas causas lutam pelo bem estar geral e por uma melhor qualidade de vida inter-geracional, tudo construído num regime de tolerância, responsabilidade e autonomia.
Na JSD, os jovens pretendem imprimir uma outra orientação às politicas ultimamente dominantes e, sobretudo, mudar Portugal.
Serve este intróito para dizer que, em síntese, a JSD assegura o futuro do PSD, das suas politicas, colaborando também na afirmação da Social Democracia no nosso país.

Não admira assim que a JSD seja, no presente, a única juventude partidária a operar e a funcionar em Alcochete, a única força partidária organizada que aqui pugna pelas causas em que acredita e pela consciencialização dos jovens face à importância das questões politicas na vida de todos nós. Combatendo o desinteresse pela Politica e pelos Partidos.
Mobilizar a juventude em torno dos valores tradicionais do PSD e divulgar, principalmente junto das escolas, nas redes sociais, outros espaços públicos, etc, tudo aquilo que diferencia os sociais democratas das demais ideologias constitui o ponto fundamental da intervenção politica da JSD no concelho. Uma tarefa árdua que pressupõe uma grande responsabilidade cívica e social. Mas que o orgulho e o sentimento de pertença comum a esta grande organização tudo ultrapassa, tornando pequenas as enormes adversidades. Principalmente neste concelho, onde os sociais democratas tem desafios extremamente difíceis pela frente.

Contrariamente a muitas franjas da juventude portuguesa, cuja participação e sobressalto cívico se resumem à mera contestação e defesa de interesses individuais, aqui no concelho, a JSD assenta a sua acção numa cultura de exigência associada a uma cultura de contributo. Nunca uma sem a outra.
A JSD quer mais mas para isso contribui. Quer andar à frente no seu tempo e dar exemplos de uma conduta responsável na protecção dos valores que a caracterizam. Com irreverência, arrojo e frontalidade. E são exactamente esses princípios éticos e postura cívica que os sociais democratas defendem para a sua juventude.

A JSD está presente em Alcochete desde os anos 90, muito por força do empenho e entusiasmo de alguns jovens que, ainda hoje, continuam persistentemente a servir o PSD e a lutar pelos seus desígnios e objectivos. A nossa "jota" possui um longo trajecto percorrido e tem sabido conviver, serenamente, com os sucessos, infortúnios e dificuldades que ao longo do tempo foram acontecendo.
Entretanto, passadas vicissitudes várias e algumas intermitências, a JSD veio a renascer em 2007. Soube renovar-se e trazer para o seu seio novos rostos e novas formas de trabalhar. Assim, à frente dos seus destinos no actual mandato, iniciado em Outubro do ano transacto, encontra-se Miguel Tomás, um jovem trabalhador, residente no concelho, com responsabilidades familiares assumidas e grande devoção ao Partido, que soube organizar, sob a sua liderança, um grupo coeso, com espírito de iniciativa e capacidade para mobilizar a juventude local à volta de um projecto que a consiga fazer interessar-se pela actividade politica. Além de servir de suporte ao PSD no lançamento das suas várias iniciativas e de constituir o seu "braço armado" nas acções de rua e campanhas porta-a-porta que ainda assumem inegável relevo no contexto do combate politico.
Daí ser indiscutível o seu contributo no presente e para o futuro do PSD em Alcochete. Os quadros e dirigentes da "jota", comungando dos valores transmitidos pela "escola social democrata", são o decisivo garante de que uma nova geração de militantes há-de assegurar a continuidade do nosso ideário e enfrentar com saber os desafios que o porvir irá colocar.

A JSD move-se pelo propósito de servir Alcochete, no integral respeito pelos princípios que norteiam o PSD e que o caracterizam como um partido de raiz eminentemente portuguesa.
O seu compromisso com o nosso concelho passa pela afirmação dos jovens na sociedade, nela intervindo com a sua criatividade e generosidade; passa pelo diálogo, concertação e partilha de ideias; passa pela preocupação com a inclusão, solidariedade e garantia de igualdade de oportunidades; passa pela abertura à pluralidade de opiniões e participação na vida pública; passa, por último, pela valorização da livre iniciativa e incentivo ao empreendedorismo dos mais novos.
São estas as escolhas e opções que fazem da nossa "jota" uma organização juvenil dinâmica e diferente das demais. Porém, tem de ser competente e eficaz a passar a sua mensagem, fazendo a juventude de Alcochete emergir da letargia em que se encontra. Alterar o actual estado de coisas.
E, levando a bom termo a sua missão, dará uma preciosa ajuda ao PSD para que seja possível terminar com a denominada "tradição de esquerda" no concelho.
Em Alcochete, a JSD é integrada por uma geração de jovens preparados para a mudança. Por isso, o PSD conta com a JSD, tal como a JSD pode contar com o PSD. Em torno desta identidade e partilha se constrói o futuro.






28 março 2011

NOTA EDITORIAL

Acreditamos que tenha passado despercebida uma nota publicada no artigo anterior.
E como estamos a receber comentários anónimos, vimos por este meio informar que não publicaremos mais nenhum comentário sem que o autor esteja identificado, qualquer que seja o seu conteúdo.
Podemos garantir que alguns daqueles comentários são bem elogiosos.
Entendemos agir deste modo, regressando aos princípios deste blogue, para que não voltemos a resvalar para o insulto gratuito e sem fundamento e se mantenha um debate ordeiro e civilizado.

ESCLARECIMENTOS DEVIDOS E REPOSIÇÃO DA VERDADE

Há cerca de um mês surgiram comentários que alguns poderiam pensar que nunca os publicaria (validava) porque eram pouco abonatórios em relação à minha própria pessoa.
Só os que têm receio das suas competências e capacidades é que actuam de forma diferente à que faço. Assumo publicamente os meus princípios e valores sem receios de confrontos de ideias.
O que mais me repugna é a mediocridade de certas mentes, a falta de tolerância e a inveja.
Para que não hajam dúvidas sobre quem sou e não com o sentido de vaidade ou promoção mais abaixo transcrevo parte do meu curriculum vitae. Sem que antes diga que já iniciei várias actividades e criei postos de trabalho, não tantos quanto gostaria.
Contribui para que a frequência detida pela Cooperativa Alcoojor não fosse perdida para sempre. E desse modo, Alcochete deixasse de ter rádio local, mas agora com uma promoção mais alargada.
Terminei a minha carreira militar ao abrigo de um direito que o Estatuto dos Militares permitia para exercer actividade politica. Ambas não eram compatíveis, e depois de cinco anos de reserva somos obrigados a passar à reforma.
No entanto e apesar de em certo período, poderia ter acumulado rendimentos, não o fiz por entender que não era justo.
De seguida, transcrevo parte do CV (apesar de longo):
Actividades profissionais: Oficial da Força Aérea Portuguesa (Reforma)
- Mediador de seguros
- Empresário individual
- Gestor e Consultor Comercial de Projectos


HABILITAÇÖES LITERARIAS:

- Curso Gestão e Administração Desportiva (Universidade Autónoma de Lisboa)
- Curso Gestão de Transpor Aéreo (Universidade Lusófona)
- 3º Engenharia Civil (Universidade Lusófona)
- Curso Formação de Oficiais (FAP)
- Curso de Navegador (FAP)
- Curso Pilotagem Aeronáutica da Academia da Força Aérea



FUNÇÕES PÚBLICAS:

- Subdirector Geral do Secretariado Técnico dos Assuntos para os Processos Eleitorais S.T.A.P.E. 03FEV04/05JUN30
- Grupo de Trabalho de acompanhamento da implementação do Protocolo entre o STAPE e a ANAFRE, 2004/05
- Coordenador do STAPE no acompanhamento da execução orçamental na área do PIDDAC e das acções de cooperação 2004/05
- Representante do STAPE Junto da Unidade de Missão para Inovação e Conhecimento 2004/05
- Comissão Permanente Municipal de Alcochete Urbanismo e Ambiente 2002/2003
- Membro da Assembleia Municipal de Alcochete 2001/2004


EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:

- Consultor Comercial Salesland, Projecto EDP,
- Agente comercial Combined,
- Chefe de Equipa Comercial Tok Business, parceria com o Barclays Finance,
- Consultor Comercial Finimed,
- Consultor Imobiliário, Réplica,
- Consultor do Aeródromo Municipal de Tires, ArCascais,
- Gestor de Clientes, MicroSegur,
- Presidente da Comissão de Avaliação da Adjudicação de distribuição dos Cadernos Eleitorais em 2004.
- Instrutor de Procedimentos Operacionais, Escola OMNI,
- Instrutor de Procedimentos Operacionais, Escola Aerocondor,
- Instrutor de Instrumentos de Voo, Escola Aerocondor,
- Chefe do Centro de Operações Aéreas, GO12 – BA1
- Oficial de Operações, GO12 – BA1
- Chefe da Secção de Busca e Salvamento, Esq. 502 – BA1
- Chefe da Secção de Apoio e Mobilidade, Esq. 502 – BA1
- Comandante do Destacamento Aéreo de S. Tomé e Príncipe
- Chefe da Secção de Planos do Centro de Operações Aéreas, GO12 – BA1
- Chefe Secção Navegação Aérea, Esq. 502
- Chefe Secção Publicações e Logística, Esq. 502
- Navegador, Esq. 502
- Observador Militar na UNAVEM III e MONUA – Angola
- Instrutor de Navegação Aérea, BA11 – PB01/96 (Exército)
- Instrutor Navegação Aérea, BA11 – PB01/95 (Exército e Marinha)
- Director de Curso de Formação de Sargentos, CFMTFA
- Comandante de Esquadrilha de Sargentos, CFMTFA
- Instrutor de Sistemas de Navegação Aérea e Rádio Ajudas, EMEL
- Chefe do Sector de Programas/Gabinete de Gestão Escolar, CFMTFA
- Instrutor de Navegação Aérea, CI2/CFMTFA
- Instrutor de Segurança de Voo, CI2/CFMTFA 1991/96
- Delegado de Núcleo de Navegação Aérea, CI2/CFMTFA
- Instrutor de Organização da Força Aérea, CI2/CFMTFA
- Director de Curso de Oficiais, CI2
- Navegador Aviocar C-212, BA3-Esqª502
- Chefe da Secção de Apoio para Combate, BA6-GO61
- Navegador C-130, BA6-Esqª501
- Navegador Aviocar C 212 BA4 Esqª503


CONHECIMENTOS / PARTICIPAÇÕES:

- Debate “Vocações e saídas profissionais”, 10OUT16, Montijo
- Seminário sobre a Lei de Bases do Ambiente, PSD. Lisboa, 10JUL19
- Seminário Carga Aérea, Universidade Lusófona, 10JUL08
- I Congresso Nacional de Segurança e Defesa, Lisboa, 24/25 Junho/10.
- Conferência “Perspectivas para as Relações Europa-África”, 10/JUN/07, IEEI, Lisboa
- Conferência “O futuro do trabalho na sociedade do conhecimento”,APDSI, Lisboa, 10JUN02
- Jornadas Direito do Desporto, Espinho, 10MAI28/29
- Conferência “Vivência seniores na sociedade de informação”, APDSI, Lisboa, 10MAI17.
- IV Congresso Internacional – África Lusófona, 2010, Lisboa
- XXXV Encontro Nacional das Associações de Pais, Évora, 10ABR17
- 1º Congresso Internacional de Arbitragem, 21/22 NOV09, Caldas da Rainha
- 1º European SME WEEK, Congresso Internacional para PME. OUT09, Lisboa
- I Congresso dos Combatentes, Lisboa 11 de Junho de 2009
- I Colóquio Internacional “A Saúde, Higiene e Segurança no Trabalho na Profissão Militar”, Oeiras, AOFA, 09MAI28
- II Conferência Temática – “A CPLP e os paradigmas de desenvolvimento dos paises africanos de língua portuguesa”, Lisboa, Lusofona, 09MAI
- Seminário “Comunicação Social em Contexto de Risco Público”,ISCPSI, Lisboa Abril 2009
- VIII Congresso Leonino, Santarém 2009
- I Seminário de Segurança Interna, 16ABR2009, Torres Novas.
- XXVI Conferência Internacional de Lisboa, DEZ 2008, Lisboa, IEEI
- Curso de Observador Eleitoral, INA, Novembro 2008
- Helitech, Show Preview, Tires, 08OUT16
- II Encontro Nacional sobre Orçamento Participativo e Democracia Local, 08MAI15 e 16, Palmela
- Conferência Europeia, AGEL Portugal, Lisboa, 08MAI02/03.
- Colóquio “Terrorismo e Segurança”, Lisboa, 08mar17
- “Riscos e potencialidades da biopolitica”, Lisboa, Culturgest, 08mar15
- XXXIII Encontro Nacional das Associações de Pais, Gondomar, 08MAR01
- Conferência “Absentismo Escolar e Indisciplina na Sala de Aula – Instrumentos de Prevenção e de Intervenção, 08FEV29, Barreiro.
- Curso Intensivo de Contra-terrorismo, 08JAN, Lisboa, ISCPSI
- Seminário Nacional “Sucesso na Educação, realidades e utopias”, Alcochete, 08JAN19.
- Seminário “Segurança: Visão Global e Estratégica” , ISCPSI, Lisboa, 08JAN
- Fórum “Nova Metodologias de Avaliação de Imóveis” ,APEMIP, Lisboa, 07OUT.
- XXV Conferência Internacional de Lisboa, “ A Europa e África num Mundo Multipolar”, IEEI, Lisboa 07DEZ04 e 05.
- II Conferência do Círculo de Reflexão Lusofona, Lisboa, 07NOV27
- XXI Aniversário da AFAP, Conferência “Tradição e Mudança na Política Externa Portuguesa”, 07OUT19.
- Conferência Anual EuroMesco, em Lisboa, 3 e 4 de Outubro de 2007
- IV Jornadas de Reflexão da Escola Inclusa, FERSAP, Palmela, 07SET22
- XIII Encontro Regional das Associações de Pais do Distrito de Setúbal, Barreiro, FERSAP,07mai27
- Encontro “Violência em meio escolar, que prevenção?”, Montijo, FERSAP, 07ABR28
- Curso “Diploma de Especialização em Cooperação para o Desenvolvimento” – INA, 07JAN / 07SET
- Seminário “Gestão Escolar”, FERSAP / UCAPA, Almada 07mar31
- Debate com os Partidos Políticos “Estratégias para a Sociedade da Informação” APDSI, 07MAR26
- Debate “Nova estruturas de Educação em Alcochete”, 07FEV16
- IV Encontro de Educadores / Professores – “ Como vamos melhorar a Escola nos próximos anos?”, 06Dez13, Alcochete
- XXIV Conferência Internacional de Lisboa, IEEI, 06NOV, “Portugal e Espanha vinte anos de Europa”
- “O PRACE e a Governação da Sociedade da Informação”, APDSI, Lisboa 06OUT18
- Conferência “Da resolução da dívida à parceria para o desenvolvimento. O caso Angola – Portugal”, Lisboa, 06set26, Círculo Reflexão Lusofona
- Congresso Internacional da Maçonaria Regular, 06JUN25, Lisboa
- Soluções Integradas para a Administração Pública, Secure Networks – enterasays, 05JUN, Lisboa
- XXI Congresso Nacional do CDS-PP, Batalha, 2006
- Conferência Internacional “A África e a Europa”, 30 e 31 de Maio 2005, Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais / European Centre for Development Policy Management, Lisboa.
- Tecnologias e Sistemas de Informação, 3 de Maio 2005, Sintra, PT Corporate
- XX Congresso Nacional do CDS-PP, Lisboa, 2005
- Curso “ Diploma de Especialização – Agentes de Implementação da CAF”, 04OUT/05JUN
- 2º Congresso Nacional da Administração Pública – Projectos de Mudança, 04OUT, Lisboa
- Seminário “ O Estado no Século XXI, redefinição das suas funções?”, 04OUT
- 10ª Conferência Anual de utilizadores SAS, CAUS 2004, 04OUT
- Seminário “ O modelo CAF na perspectiva do Sistema Integrado de Avaliação dos Serviços Públicos” 04MAR29, DGAP, Universidade Católica
- 19º Presidium Euromil, Lisboa 04MAR
- Workshop “Segurança Rodoviária, Uma Perspectiva de Mudança”, Centro Cultural de Belém, 04MAR, Direcção Geral de Viação
- Curso “Novo modelo de avaliação do desempenho dos funcionários públicos”, 04MAR12, INA
- 12º ERSI – Encontro de Responsáveis de Sistemas de Informação e Informática da Administração
Pública, 3 a 5 de Março 2004, Peniche
– Curso “Gestão por Objectivos” – Março 2004 – Instituto Nacional da Administração.
- Seminário “Representatividade e governabilidade” Guiné – Bissau 4 e 5 Fevereiro 2004
- 1º Congresso Nacional da Administração Pública: Os vectores de mudança – Lisboa, INA – 03NOV
- XIX Congresso Nacional do CDS-PP, Porto, 2003
- Conferência “Administração Pública, uma mudança necessária” – Lisboa – 03OUT08
- Seminário “A Certificação da Qualidade na Administração Pública” – Porto – 03Set29
- Curso “Os vectores de mudança”, 03NOV, Lisboa
- Curso Sistemas de Comunicação Integrada com o Cidadão – Oeiras – 22/23 Set. 2003 – INA
- Fórum da Administração Pública – Lisboa – 03MAI08
- Instrutor da Escola de Aviação Aerocondor – 02MAR/
- XVIII Congresso Nacional do CDS-PP, Aveiro, 2002
- Seminário “ O futuro que queremos para o distrito de Setúbal” – 02MAI15
- ICC Introduction Course and CAOC10 Database Setup for daily ATO Production,
Distribution, Execution and Monitoring, 26-28 JUNE2001.
- Simpósio “Depois da Guerra, que futuro para Angola” – Casa de Angola – 00NOV18
- Mesa Redonda “Independência e Descolonização de Angola” – Embaixada Angola – 00NOV10
- XVII Congresso Nacional do CDS-PP, Aveiro, 2000
- Conferência «Diálogo Norte-sul» – Fed. Angolanas em Portugal – 00NOV09
- Seminário dos Projectos de Internacionalização da AIP – 00SET29
- Mesas Redondas de Consulta no Quadro do Observatório Europeu contra o Racismo e a Xenofobia – ACIME ABR00
- Seminário Caminhos Solidariedade 2000 – LIÁFRICA ABR00
- Curso Livre para Dirigentes Desportivos – U.A L. 1999/00
- 1ºSeminário – RDPÁfrica“África na Comunicação Social Portuguesa” – Lisboa – 99ABR01
- Licença de Piloto Particular de Aviões nº1632 – DNAC Angola 1998
- Conferência Relações Guiné – Bissau com Portugal AFAP ABR98
- Mediador de Seguros – ramo vida e não vida – 1996
- Congresso Leonino 90º Aniversário Sporting Clube de Portugal JUN96
- Conferência Direito Espacial e das Telecomunicações UAL/APDAE 96MAI15
- Conf. Dir. Dos Serviços de Telecomunicações de Valor Acrescentado UAL – 96MAI14
- VIII Encontro Nacional de Núcleos de Árbitros de Futebol 96MAI11
- Fórum Cooperação/Jovem ISU MAR96
- Seminário Direito Aéreo e Espacial APDAE MAR96
- Fórum da Lusofonia DEZ94
- Curso de Formação de Instrutores 1994
- Curso Básico de Comando 1994
- Curso Oficial de Segurança de Voo 1992
- Seminário Dirigente Desportivo C M Amadora 1992
- Curso de Árbitro Futebol 11 e 5 1992
- Estágio Fuga e Evasão 1990
- Congresso dos Quadros Angolanos MAI90
- 1ºEncontro Nacional de Emergência Infantil 89JUL10
- Curso de Formação de Oficiais QP/FAP 1987/89
- Estágio Fisiologia de Voo 1986
- Estágio Sobrevivência 1986
- III Congresso Leonino 1981
- Curso de Enfermeiro Socorrista CVP 1979


ACTIVIDADES DESPORTIVAS:

- Árbitro Taça de Amizade – Inter Bom Bom/Sporting Praia Cruz – 00DEZ – S.T.P.
- Árbitro Taça de Amizade – Petro de Luanda/Inter Bom Bom – 00JUL – S.Tomé P.
- Árbitro 1ª Distrital Associação Futebol de Setúbal 1998/
- Árbitro – Quadro de Acesso Futebol 11 (Angola) 1997
- Árbitro XVII Jogos Mundiais de Medicina – Lisboa JUL96
- Árbitro-1ªCategoria Distrital – A Futebol 11 JUN96/FEV97
- Árbitro/Torneio Infantil Futebol 5 – J. Freguesia Pontinha 1995
- Árbitro-1ªCategoria Distrital Futebol 5 JUN95
- Árbitro-1ªCategoria Distrital – B Futebol 11 JUN95/JUN96
- Árbitro-2ªCategoria Distrital Futebol 11 e 5 JUN93/JUN95
- Árbitro/Torneio Frielas Futebol 5 JUL93
- Árbitro – Estagiário Futebol 11 e 5 ABR92/JUN93
- Árbitro – Futebol 5/AFL 1992/96
- Árbitro – Futebol 11/AFL 1992/96
- Atleta Judo (cinturão laranja)
- Praticante Pólo – Aquático 1979/81
- Praticante Futebol 11/FC Foz 1976/77
- Atleta Karate (cinturão amarelo)


FUNÇÖES DESPORTIVAS:

- Mandatário efectivo da Lista B (Sérgio Abrantes Mendes) eleições Sporting 2006
- Coordenador da Comissão Organizadora do V Encontro de Núcleos do Sporting – 30JUN2001
- Pres. Da Mesa da Assembleia-geral do Núcleo Sportinguista de Alcochete – 00FEV/02JAN
- Secretário Mesa da Assembleia-geral Leões de Portugal, IPSS 99JAN/06SET
- Assessor da Direcção para a Área da Cooperação na APAF JUN98/SET98
- Secretário Conselho Fiscal Núcleo Sportinguista de Luanda AGO97/DEZ98
- Fundador Instituição Pública de Solidariedade Social – Leões de Portugal JUL97
- Fundador Núcleo Sportinguista de Luanda, 97MAI
- Vogal Dir. - Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol – APAF ABR96/DEZ96
- Membro Cons. Consult. - Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol – APAF 1996
- M. Cons. Geral – Grupo de Solidariedade Sportinguista – Leões de Portugal 1994/96
- Presidente Conselho Fiscal Sporting Clube Português 1993/95
- Representante em Lisboa, Sporting Clube de Londres 1993/94
- M.Cons.Consultivo – Grupo de Solid. Sportinguista – Leões de Portugal 1992/94
- Delegado Conselho Filiais, Delegações e Núcleos -SCP (S.C. Português) 1992/93
- Delegado Conselho Filiais, Delegações e Núcleos -SCP (S.C. Matosinhos) 1990/93
- M.Cons.Directivo – Grupo de Solid. Sportinguista – Leões de Portugal 1989/92
- Delegado Conselho Filiais, Delegações e Núcleos -SCP (N Sp Vila Real) 1989/93
- Director Gab. De Expansão e Propaganda – Sporting Clube de Portugal 1989/91
- Director Departº Cultura e Recreio – Sporting Clube de Portugal 1988/91
- Delegado à Federação Portuguesa Cultura e Recreio – SCP 1988/89
- Fundador Núcleo Sportinguista da Ilha Terceira
- Fundador Núcleo Sportinguista de Vila Real
- Coordenador Comissão Organizadora II Congresso Nacional de Claques 1986
- Presidente Mesa Assembleia-geral Sporting Clube Português 1986/87
- Fundador Grupo Solidariedade Sportinguista – Leões de Portugal
- Presidente Mesa Assembleia-geral Núcleo Jovens Sportinguista 1985/91
- Presidente Direcção Núcleo de Jovens Sportinguistas 1980/85
- Delegado Conselho Filais, Delegações e Núcleos – SCP (N Jov. Sport.) 1979/81
- Secretário Direcção Núcleo de Jovens Sportinguistas 1979/80
- Fundador Núcleo de Jovens Sportinguistas


ACTIVIDADES / FUNÇÖES POLITICAS:

- I Convenção Social Democrata do Distrito de Setúbal, Montijo,2010
- Construir Ideias, Plataforma de Reflexão Estratégica, 2008.
- Candidato À Presidência da Câmara Municipal de Alcochete 2005
- Membro do Conselho Nacional CDS-PP – 05ABR/06MAI
- Vogal da Comissão Política Distrital – Setúbal 03JAN/05JUN
- Delegado Distrital para Setúbal do CDS-PP – 02MAI06 / 03JAN18
- Director de Campanha das Eleições Legislativas para o Distrito de Setúbal pelo CDS/PP – MAR02
- Secretário da Mesa de Congresso do CDS/PP 02JAN20/03SET28
- Presidente da Comissão Politica Concelhia de Alcochete CDS/PP 02JAN10 /05OUT12
- Membro da Assembleia Municipal – Alcochete 02JAN04 /04FEV01
- Coordenador e Director de Campanha da Coligação “Renovador e Trabalhar por Alcochete” nas Eleições Autárquicas 2001.
- Membro Comissão Organizadora das Comemorações do 10 de Junho 1981
- Vogal Direcção Ass. Estudantes Liceu Nac. Garcia da Orta (Porto) 1980/81
- Dirigente da Acção Nacional Revolucionária 1978/81
- Dirigente do Movimento Nacionalista 1977/78


ACTIVIDADES DIVERSAS:

- Vice-Presidente da Direcção da Casa de Angoia, 10DEZ14/
- V Jornadas Internacionais de Protocolo da APEP, Lisboa, 10NOV10
- Presidente da Direcção da Cooperativa Alcoojor, 09MAR/
- Presidente da Direcção da AECODE, 09MAR/
- Presidente da Comissão Administrativa da AECODE, 08SET/09MAR
- Vogal do Conselho Executivo da Federação Regional de Setúbal das Associações de Pais, 09JAN/11JAN
- Conselho Geral Transitório da Escola Secundária de Alcochete JUN08/
- Conselho Consultivo do Agrupamento de Escolas Vertical de Alcochete, 08FEV/
- Tesoureiro AOFA 08JAN/10FEV
- Secretário da Mesa da Assembleia – Geral da Federação Regional de Setúbal das Associações de Pais, 07FEV/09JAN
- Presidente da Direcção Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica 2,3 El-Rei D. Manuel I, 06NOV/08OUT
- Secretário do Conselho Fiscal da Casa de Angola 06JAN06/10DEZ13
- Membro do Conselho Pedagógico da Escola Básica 2,3 El-Rei D. Manuel I, 04NOV/06MAR
- Presidente da Mesa da Assembleia-geral da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica 2,3 El-Rei D. Manuel I, 04NOV/06NOV
- Vogal do Conselho Nacional da AOFA 03FEV/08JAN
- Vogal da Direcção da Associação da Força Aérea Portuguesa 02JAN10 / 02MAR20
- Membro da Assembleia do Agrupamento de Escolas Básicas do 1º Ciclo do Concelho de Alcochete, 01NOV/02NOV
- Presidente do Conselho Executivo da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Jardim-de-infância e do 1º Ciclo Básico da Escola da Restauração em Alcochete 01NOV/02NOV
- Coordenador da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Jardim de
Infância e do 1º Ciclo Básico da Escola da Restauração em Alcochete 01JUN/01NOV
- Vogal do Conselho Fiscal da Casa de Angola 00OUT/03DEZ
- Director do Departamento de Desporto da LIÁFRICA JUN98/
- 2ºSecr.Mesa Assembleia-geral - AFAP (Associação da Força Aérea Portuguesa) - 1994/97
- Vice-Presidente da Direcção – LIÁFRICA (Liga dos Amigos e Naturais de África) – 1992/93
- Vogal Direcção – LIÁFRICA (Liga dos Amigos e Naturais de África) 1991/92
- Fundador Núcleo Filatélico S.C.P 1989
- Comissão Organizadora Colóquio da História da Navegação Aérea (AFAP) 1989
- Comissão Organizadora Encontro Anual dos Navegadores 1988/89/94/95/96
- Socorrista Cruz Vermelha Portuguesa 1979


LOUVORES/CONDECORAÇÕES/PRÉMIOS:

- Sócio Honorário da Federação Regional de Setúbal das Associações de Pais, 11JAN29
- Louvor Directora – Geral do Secretariado Técnico dos Assuntos para o Processo Eleitoral, STAPE 03JUL.
- Medalha de Prata de Comportamento Exemplar 01SET
- Árbitro XXI Campeonato Nacional Militar Futsal – Beja MAI01
- Louvor Mérito – Ministro da Defesa – República Democrática de S. Tomé e Príncipe – 01JAN
- Louvor Mérito Militar (colectivo) – Esq. 502 – 1998
- Medalha de Ouro de Mérito Militar (colectiva) – Esq. 502 – 1998
- Árbitro XIX Campeonato Nacional Militar Futebol 5 – Beja Abril 99
- Menção Honrosa General Force Commander MONUA 1998
- Medalha de participação na UNAVEM III/MONUA DEZ96
- Fiscal – linha Meia – final FUT11 XVII Jogos Mundiais Medicina – Lisboa – 96JUL04
- Árbitro meia – final FUT 11 XVII Jogos Mundiais Medicina – Lisboa 96JUL04
- Árbitro – final FUT 5 COFA 1996
- Fiscal – Linha FUT 11-final VI Torneio Juvenil CCD Olivais Sul (JUNIOR) – ABR96
- Louvor Comandante CFMTFA 1995
- Árbitro – final FUT 11 FAP 1994/95
- Árbitro – fase final FUT 5 FAP 1994/95/99
- Árbitro – final FUT 5 CFMTFA 1993/94/95


NOTA: Informo que a partir deste momento apenas serão validados comentários identificados.

26 março 2011

POLITICA SOCIAL E CONDIÇÕES DE VIDA

Atravessamos actualmente um conturbado quadro social reflexo das grandes dificuldades económicas em que o país mergulhou. Está instalado um círculo vicioso de destruição de valor com consequências na qualidade de vida dos portugueses. As politicas prosseguidas pela governação do Eng Sócrates resultaram no empobrecimento generalizado de muitos estratos sociais e na permanente insatisfação da população que vive, hoje, alarmada com o futuro. Nada que a Dra Manuela Ferreira Leite não tivesse dito em 2009 mas que os portugueses infelizmente, anestesiados pela retórica socialista, não quiseram ouvir.
O recrudescimento da pobreza acabou por chegar também inevitavelmente ao nosso concelho.
Devido a isso, a Câmara Municipal de Alcochete passou a ter responsabilidades acrescidas no reforço da coesão social, sendo sua obrigação acudir aos problemas mais prementes de pobreza, de desigualdade e ajudar as vítimas de fenómenos de marginalização de modo mais acutilante. Quando se avolumam as carências sociais e aumenta o desemprego, o combate à exclusão social deve passar a constituir uma das preocupações dominantes da autarquia.
Torna-se assim urgente fortalecer as redes sociais existentes e apoiar todas as instituições que nessa área trabalham. Não basta dar "uns tostões" às paróquias e deixar que estas e a Segurança Social façam todo o trabalho de solidariedade que é indispensável fazer. Até porque, neste âmbito, a Câmara Municipal detém competências próprias que não pode nem deve escamotear.
De que serve a promoção de um desenvolvimento que não tenha como objectivo o bem estar colectivo?
No entanto, o que se observa na área social é que a Câmara tem vindo a assobiar para o lado. Descapitalizada como está devido a clamorosos erros de gestão e opções estratégicas incorrectas, tem-se revelado, face à escassez de recursos, pouco operativa e ineficiente nas questões da solidariedade, preferindo dar conta que nada se passa...
Produzem-se apenas textos de intenções e linguagem de circunstância, onde se apregoam pretensas acções a desenvolver no seio da comunidade, cujos projectos e programas, porém, nunca chegam a ser devidamente concretizados. No terreno, as respostas sociais da DESSS/CMA são inexistentes.
Perguntar-se-à:
-Que politicas de apoio estão implementadas no domínio da habitação social?
-Que planos para acompanhamento às famílias carenciadas que estão sinalizadas?
-Que politicas de solos são desenvolvidas que estimulem o mercado habitacional a custos controlados e o arrendamento social?
-Que politicas de apoio à fixação e empregabilidade de jovens no concelho?
-Que estratégias de atracção residencial para que novas famílias se instalem em Alcochete?
-Que politicas de captação de investimento que fomentem a criação de novas empresas?
-Que apoio aos empresários e empreendedores?
É o deserto de ideias e de iniciativas. O excessivo tempo no poder castra a capacidade de compreender a modernidade e de inovar. Acontece isso, infelizmente, neste momento, ao executivo CDU e aos disciplinados apaniguados que na sua órbita gravitam.
E assim vamos vivendo num concelho, repleto de potencialidades, cujo executivo autárquico não possui, contudo, vocação nem vontade para estimular e acompanhar o dinamismo empresarial de quem aqui pretenda investir. Existe até na Câmara um famigerado Gabinete de Apoio ao Empresário mas qualquer compromisso ou empatia com empresários é difícil de se estabelecer. Por ausência de visão e perspectiva dos autarcas comunistas em criar sinergias com o empreendedorismo.
Sofrem com esta situação as condições e a qualidade de vida das populações. Lamentavelmente.
Não é, por isso, nada demagógico dizer que, presentemente, em Alcochete, a coesão social, o emprego, a integração sustentada e a solidariedade social plena são cada vez mais uma miragem. Embora sejam temas que adornem os discursos oficiais e os panfletos apologéticos do executivo CDU em funções.
Em matéria de emprego, a única politica existente é a de carrear pessoas para os quadros da Câmara, dando emprego público para satisfazer clientelas. Em muitos casos, emprego socialmente improdutivo, cujos recursos, nele desperdiçado, poderiam ser utilizados de outra forma em prol da comunidade.
Concluindo, Alcochete terá de ser um espaço de iniciativa, empreendedorismo e localização empresarial, assim como um espaço de atractividade residencial. Nunca um concelho onde o investimento, a iniciativa privada e particular sejam condenadas e ostracizadas por força de anacrónicas posições politico-ideológicas da actual maioria hegemonicamente dominante.
O futuro irá ditar que, para Alcochete crescer e se desenvolver, será necessário um outro paradigma de gestão...com outros protagonistas que, com audácia e estratégia, sejam capazes de levar a termo outros projectos e compromissos.
Passados mais de 30 anos do mesmo, disso não tenho dúvidas...

08 março 2011

Uma exposição aparentemente inocente


Na fachada do edifício da Câmara Municipal de Alcochete (CMA) descai uma faixa de propaganda à exposição que dará pelo nome de «Olhar feminino sobre as Mulheres do Sahara Ocidental». Por trás deste evento cultural, como é fino dizer-se, está o Movimento Democrático das Mulheres (MDM), apêndice do PCP.
As pessoas que levantam o rosto e lêem a faixa acham que tudo isto é inocente solidariedade, sem sonharem sequer que o referido «olhar» inclui a criminosa ideologia de género para cima das mulheres do Sahara Ocidental. Estas viveram sempre sob o ferrete de um cruel patriarcado que seria substituído pela pior das escravidões que recai sobre as mulheres e a própria humanidade desde que há memória dos homens na História Universal.

06 março 2011

Zeferino Boal: A Paixão e a Iniciativa

Zeferino Boal é um dos administradores e autores deste blog, o "Praia dos Moinhos". Residente e figura bastante conhecida em Alcochete. Sportinguista assumido, num tempo em que o Sporting Clube de Portugal atravessa um dos períodos mais conturbados da sua gloriosa história, tomou a iniciativa de se candidatar à presidência daquela instituição.
De todos nós, autores e comentadores, aqui no blog, que reflectem sobre Alcochete e suas gentes, merece desde já uma palavra de saudação e estímulo. Pela coragem e audácia que revela. Associadas a uma incomensurável paixão. Paixão pela causa desportiva e por querer colocar no devido lugar uma das grandes referências do desporto no país. Um clube eclético, com património situado no concelho e de reconhecida dimensão internacional. Em suma, uma grande instituição.
Não faço parte do círculo de amigos de Zeferino. Tenho o privilégio de o conhecer pessoalmente embora de forma superficial. Mas a sua ousadia de se disponibilizar para servir o seu clube, para ser uma potencial solução no futuro, num momento em que este, por razões de natureza vária, vem definhando, seja no plano da competitividade desportiva, seja no contexto económico ou seja
ainda na sua base social associativa (menos de 40.000 sócios pagantes), justifica o nosso incondicional apoio.
Vê-se que tem estratégia. O périplo pelos núcleos e as abordagens bem documentadas que desenvolve sobre o futebol profissional do Sporting (a sua grande mola real) demonstram que não está na corrida por mero protagonismo. Sabe aquilo que quer para o clube.
Todavia, não é uma tarefa fácil. Nem mesmo sei se conseguirá levar por diante, até ao fim, a sua candidatura, para a qual tem que reunir um conjunto de requisitos prévios. Bastante exigentes, aliás. Desde logo, arranjar um número assinalável de assinaturas, uma equipa competente e credível, além de um programa exequível e mobilizador.
Sei que é um "outsider", situado fora dos grupos de interesse e "baronatos" malidicentes que enxameiam os "mentideros" e "tertúlias"
do Sporting, onde muito se comenta mas pouco se contribui para a busca de soluções. Erradicá-los, como LFV fez no Benfica, será também uma tarefa complicada mas imperiosa.
Este arrojado empreendimento implica, antes do mais, enorme capacidade de gestão e alguma capacidade financeira (designadamente como avalista junto da banca e demais parceiros), condição, a última, que não sei se Zeferino reúne. De todo o modo, ele e Pedro Baltazar (este com meios financeiros próprios, através da "Nova Expressão", uma outra "entourage" e maior experiência na administração de SAD"s) corporizam uma lufada de ar fresco nas ideias e propósitos. Para um Sporting de futuro. Não são felizmente mais do mesmo. Do que até agora se tem visto à frente do clube.
Pelo facto de residir em Alcochete, se calhar, muitos de nós, seus concidadãos, não o julgarão com envergadura para tal desafio. Muitas vezes temos por hábito menorizar aqueles que nos estão próximos. Vendo neles defeitos e limitações para os projectos e missões a que se propõem. Designadamente quando se constituem difíceis de concretizar e tem ampla repercussão mediática.
Ganhe, perca ou nem sequer vá a votos...valeu, pelo menos, a intenção de ser candidato. Projectou o nome de Alcochete para a ribalta. Aqui, do "Praia dos Moinhos", que laboriosamente tem ajudado a divulgar e manter, fica o nosso apoio a um conterrâneo. O seu sucesso, o sucesso de um alcochetano, será também o nosso sucesso. Todos estamos consigo, sejam sportinguistas, benfiquistas ou do Desportivo. Nesta causa a cor pouco importa.
Força Zeferino...

02 março 2011

- - Diário Taurino - -: Paulo Portas defende Festa de Toiros

- - Diário Taurino - -: Paulo Portas defende Festa de Toiros: " Foto:D.R. Sem tabus, de peito aberto e sem medo de represálias. Paulo Portas defendeu na noite de Sábado, em Portalegre, a Festa de T..."

27 fevereiro 2011

Condomínios Fechados: As Novas Muralhas Contemporâneas

Integrados na Península de Setúbal, Alcochete e Montijo são concelhos marcados por uma determinada continuidade territorial, não se verificando diferenças de monta quanto à organização dos respectivos espaços urbanos e rurais. Os seus sinais identitários são os mesmos. Os limites geográficos de ambos até dividem localidades, caso das freguesias do Samouco e da Atalaia. Em síntese, os dois concelhos, embora se notem actualmente indícios de um desenvolvimento diferenciado, com o Montijo na dianteira, estendem-se ainda harmonicamente ao longo da margem sul do Tejo da área metropolitana da cidade de Lisboa.
Contudo, a partir de meados dos anos noventa, em Alcochete começaram a ser construídos condomínios fechados, em princípio destinados às novas classe médias com algum poder de compra e capacidade de endividamento que, com a construção da Ponte Vasco da Gama, vieram instalar-se no concelho. Passaram a privatizar-se amplos espaços urbanos, restringindo-se a sua utilização apenas aos munícipes neles residentes.Tentação a que a autarquia não resistiu pois  o IMI e as taxas de licenciamento cobradas vieram permitir uma maior arrecadação na receita.

Estes condomínios, cuja estética urbana muitos qualificam de duvidoso bom gosto, para além de não valorizarem o espaço urbano, impedindo que todos dele usufruam, acabaram ainda por separar e criar um fosso entre os "novos" e "antigos" residentes. Entre quem vive dentro e fora deles. "As novas muralhas contemporâneas" terminaram com a saudável convivência entre vizinhos, costume tão usual entre as nossas gentes. Transmitindo a sensação que uns são cidadãos de primeira e outros de segunda, com os primeiros a serem catalogados como a nova elite residencial que, vinda de "fora",  chegou às nossas freguesias.
Atente-se no caso de S. Francisco. Esta freguesia de raiz originariamente rural, com identidade própria bem definida, ficou, face à proliferação dos novos condomínios e outros espaços habitacionais entretanto construídos, com o seu núcleo histórico totalmente descaracterizado. Para além da sua principal rua estar uma autêntica confusão...
Contrariamente, no Montijo nada disto acontece. A construção de condomínios fechados não são permitidos pela autarquia. As novas zonas residenciais de qualidade, como aquelas que foram edificadas  na zona da Atalaia, são espaços abertos onde toda a gente pode circular e aceder sem quaisquer limitações. Com vantagem para a comunidade. Muito embora o RJUE, posto em execução pelo Dec Lei 555/99 de 16Dez, conceda às autarquias a devida autonomia para decidirem quanto aos
novos loteamentos urbanos e licenciamentos das demais edificações. 
Não são, no entanto, as meras questões de legalidade nem de transparência nos procedimentos administrativos relativos aos respectivos licenciamentos  que estão aqui em causa. O que questiono é a diferença de critérios entre Câmaras situadas numa mesma região, onde a continuidade e uniformidade territorial, como já disse, é inegável.
Interrogo-me porque é que numa vasta área como a Península de Setúbal, com instrumentos de planeamento e ordenamento do território comuns aos vários municípios, seja permitido que nuns se construam condomínios e noutros o mesmo não seja autorizado.
Não seria mais adequado existir uma lógica de coerência em tão importante matéria  por parte da administração urbanística local e regional. Tendo a CCDR/LVT uma palavra decisiva neste domínio. Determinando igualdade nos procedimentos e na apreciação dos projectos.
Agora, deixar cada autarquia decidir por si, em matérias tão sensíveis como esta, gera incongruências e incompreensões que, no presente, nenhum sentido fazem. A que convém, por isso, por termo. 

Enfim... de qualquer modo sempre prefiro como se faz no Montijo. Nada de " muralhas contemporâneas"...viva o espaço público!



24 fevereiro 2011

INFORMAR OU MANIPULAR

No próximo dia 25 do corrente mês ocorre a realização da primeira Assembleia Municipal no ano em curso. Estas reuniões são sempre importantes para a vida do município e, por isso mesmo, aos seus trabalhos deve ser dada pela Câmara Municipal a devida promoção e publicidade.
Nesse sentido, espera-se assim que não volte a acontecer aquilo que sistematicamente, desde algum tempo a esta data, tem vindo a verificar-se. E que tem a ver como as notícias sobre a referida Assembleia são publicadas no "site" da autarquia (ou "portal", como lhe queiram chamar).
Fazendo uma leitura atenta, conclui-se, sem grande esforço, que os responsáveis pela sua gestão apenas se preocupam em divulgar informação quanto às intervenções, teor das propostas e declarações da coligação CDU e do executivo autárquico, visando com este procedimento colocar em evidência os seus discursos e tomadas de posição.
Das diversas intervenções, constantes pedidos de esclarecimento, moções e declarações de voto dos deputados municipais da Oposição, quer do PSD como do PS, pouco ou mesmo nada se menciona naquele espaço informativo. Para o exterior passa erradamente uma imagem de ausência de empenho e desinteresse destes partidos pelas reuniões da Assembleia e matérias nela postas à discussão.
Ora, o modelo de mensagem escolhido parece-me propositado. Dar relevância à maioria hegemónica da CDU, embora feito de forma subliminar, é a finalidade desta estratégia. Em detrimento da Oposição, do direito à publicidade das suas intervenções e actividade no âmbito dos orgãos municipais onde têm assento.
Esta politica de comunicação tem imperativamente de ser revista. Vem acontecendo e não dá mostras de mudança. Até porque, para além de capciosa, não é séria nem competente. Assim o exigem o interesse público e o respeito que os membros eleitos da Oposição devem merecer.
Por outro lado, lança a suspeição sobre a qualidade do desempenho do sector de comunicação da autarquia. Da forma como o "site" processa a informação, o que se observa é que a actividade da Oposição está secundarizada e a importância do seu labor minimizada, transmitindo a sensação de que esta nada faz em prol do município. Facto que não corresponde de modo algum à realidade e induz os munícipes em erro.
O que se reclama é que esta "hábil" forma de comunicar seja modificada. É necessário isenção e imparcialidade na divulgação e relato das actividades da Câmara, em especial nos seus fóruns de natureza politica onde a Oposição tem lugar por direito próprio.
Rigor é o que, de futuro, se pede. Intransigência com a verdade, seja qual for a solução encontrada para resolver o problema.
Recuso-me a acreditar que o sector de comunicação actue apenas como a vulgarmente designada "voz do dono". Afinal, em Alcochete, como de resto em qualquer autarquia, a Democracia deve funcionar, a Oposição democrática fazer ouvir a sua voz...e ser respeitada.
Ao executivo CDU importa entender que a correcta formulação das notícias e a sua difusão em tempo oportuno, através dos meios de que a Câmara dispõe, são indispensáveis ao exercício duma gestão partilhada e concorrem para o imprescindível esclarecimento da população relativamente ao que no concelho se passa. Aspectos que, pela sua importância, devem igualmente constituir preocupação dominante de quem tem a seu cargo, enquanto profissional, a honrosa função de informar. A ética deontológica assim obriga e os munícipes também!
Em conclusão, inverter a forma como se opera no domínio da comunicação na Câmara Municipal constitui o propósito de alguma Oposição, neste caso o PSD, mais atenta a este fenómeno.
Pretende-se, por isso, que, doravante, todos os envolvidos se comprometam em assegurar, com imparcialidade, transparência e independência, novos processos de fazer informação, tratando de modo idêntico, tanto a maioria CDU como os demais partidos da Oposição.
Já que neste momento, como o "site" se apresenta, torna-se pertinente questionar: na Câmara Municipal há informação ou manipulação?...



P.S.- De sublinhar ainda que até a versão integral das Actas das reuniões da Assembleia Municipal, onde a informação é mais abundante no tocante às intervenções da Oposição, são publicadas no "site" muito tardiamente. Neste momento, só recentemente, há dias, foram publicadas as Actas das Assembleias efectuadas em Setembro e Novembro do ano transacto. Com a consequente perda de actualidade dos assuntos então lá debatidos.
Do teor das moções, votos de protesto e outras deliberações eventualmente apresentados e aprovados também nada se conhece. Sabe-se apenas dos títulos e nada mais. Porque não a sua integral colocação em anexo à publicação da respectiva Acta?
Uma vez mais algo não bate certo...

22 fevereiro 2011

INFORMAR E NADA DIZER

Habitualmente, nas Sessões Públicas da CMA, realizadas quinzenalmente, constam no período da Ordem do Dia, no seu nº 1, a situação quanto ao Resumo Diário de Tesouraria e no nº2 a indicação do montante dos Pagamentos autorizados entre reuniões. Efectivamente, no decurso daquelas reuniões, é revelado, pelo Sr Presidente, o saldo das disponibilidades financeiras existente em tesouraria e referida a quantidade de Ordens de Pagamento liquidadas entre reuniões, mencionando-se ainda o montante global com estas dispendido. Tudo é posteriormente transcrito para a respectiva Acta e disponibilizado no "site" da Autarquia (vide Actas CMA).
Há muito que isto é assim. Pelo menos desde o final de 2005, quando o anterior executivo CDU, liderado pelo ainda Presidente, o Dr Luís Franco, iniciou funções. Tenho também assistido a algumas Sessões de Câmara e verifico que a prática corrente é informar mas, simultaneamente, nada dizer. Parece um paradoxo mas, infelizmente, é a realidade. Participando nas reuniões mas parecendo anestesiada, a Vereação, em especial a Oposição socialista, limita-se passivamente a tomar conhecimento sem tecer comentário algum. Apesar de não conseguir extrapolar qualquer tipo de informação útil da informação que é transmitida. Passo a esclarecer.
O Resumo Diário de Tesouraria, como é apresentado, reporta para o saldo em disponibilidades financeiras no dia anterior. Ora, dizer em Sessão de Câmara que, em determinado dia, existem, por exemplo, trezentos mil euros em caixa ou nos bancos, é uma informação irrelevante, destituída de qualquer significado. Isto porque, logo no dia seguinte, pode ocorrer uma transferência corrente proveniente da Administração Central (no âmbito do FEF, FSM) ou cobrança de receita de elevado montante em impostos indirectos (como exemplo, por taxa de loteamento e obras) e os valores em caixa alterarem-se de forma substancial. Em síntese, fornecer à Oposição e ao público presente em Sessão Pública o Resumo Diário de Tesouraria relativo a uma data determinada não é um indicador de gestão que permita analisar o que quer que seja. Em termos de informação, apenas com aquele dado nada se pode apreciar no que concerne à execução orçamental e real situação financeira do momento.
É espantoso que, designadamente, os vereadores socialistas se limitem a tomar mero conhecimento e nada questionarem. É que daquela indicação, da forma como é dada, não se obtém quaisquer elementos que habilitem a uma análise consistente.
Bem mais proveitoso seria apresentar o saldo mensal de tesouraria, discriminando o total de receitas e despesas pelo devido código de classificação económica. Aí sim, poder-se-ia compreender a evolução da tesouraria municipal e perspectivar com mais rigor a movimentação contabilística da Autarquia.
De igual modo a apresentação das Ordens de Pagamento liquidadas entre reuniões nada diz. É dita a quantidade de Ordens e o valor total pago mas não se conhece a data das facturas, nem o ano a que elas se reportam. A informação não é completa, porquanto omissa num dado fundamental: a data da assumpção do compromisso. Pode hoje estar-se a pagar facturas de há dois anos atrás e isso não é referenciado à Oposição e ao público que assiste. E é importante transparência no teor da informação a transmitir. Não opacidade.
Julgo ser o momento para remodelar o modelo de informação que vem sendo apresentada nos pontos nº1 e 2 da Ordem do Dia das Sessões Públicas de Câmara, introduzindo neles alterações por forma a fornecer dados claros, verosímeis e que permitem uma análise mais detalhada. Assim o exige o interesse público que os eleitos tem por imperativo respeitar. A não ser que algo me esteja a escapar e que gostaria de ver esclarecido.
No âmbito da norma contida no art 68, nº1, alínea p, do Dec Lei 169/99 de 18Set, tem a palavra o Dr Luís Franco, actual Presidente da CMA. Autarca a quem compete estabelecer e distribuir a Ordem do dia das reuniões. Afirmando repetidamente ser a partilha de gestão e de informação com os munícipes uma das "pedras de toque" na forma como exerce o seu mandato tem aqui uma boa oportunidade de o demonstrar.
Esperemos então.

P.S.-Podia colocar esta questão em local mais apropriado. Isto é, no período aberto ao público que normalmente as Sessões Públicas comportam. Preferi, no entanto, o "Praia dos Moinhos", um canal de informação informal com larga audiência no Município, na expectativa que a Divisão do Munícipe e Comunicação/CMA, o próprio Presidente ou alguém do seu Gabinete, venha aqui ao blog explicar o que lhes oferecer sobre a matéria em apreço. Afinal, participar e intervir através destas novas formas de comunicação, interagindo com a população, fora dos meios institucionais que a Câmara tem ao dispôr, é sinal de maturidade politica e contribui para que a denominada gestão partilhada seja uma efectiva realidade. Esclarecer quando a dúvida se coloca é importante, Clarividente como é, certamente que o Dr Luís Franco não deixará o assunto sem resposta, dando neste blog (cujos autores residentes, tal como ele, gostam de reflectir sobre Alcochete e suas instituições), a adequada e pertinente explicação.

19 fevereiro 2011

NOTA DE APRESENTAÇÃO

É com imenso prazer que doravante passo a integrar o "naipe" de autores residentes deste tão prestigiado blog. Feito o convite, só me restava aceitar. Por várias razões. Entre outras, saliento o facto de ser um espaço de debate livre, aberto a todas as correntes de pensamento, politico e ideologicamente abrangente. Plural e no respeito pelo contraditório. Com o objectivo, em consonância com a nota editorial aqui expressa em 2010/10/05 por um dos seus administradores, de Servir Alcochete. Projecto que felizmente se tem vindo a cumprir. Ao serviço da difusão e afirmação do nome da Vila, das demais Freguesias e do que nelas acontece.
No essencial, com a minha participação, pretendo tão somente continuar a discutir e a aprofundar Alcochete. É esse o meu compromisso. Poderei eventualmente abordar outras temáticas mas a Vila e suas Freguesias (estas, de resto, ultimamente aqui pouco faladas) irão constituir o "cerne" das minhas intervenções. Falarei sobre a Câmara Municipal e respectivo "modus operandi", sobre a actividade dos partidos existentes, sobre iniciativas politicas levadas a efeito, sobre o empreendedorismo local, etc, enfim, sobre tudo aquilo que entenda ter impacto na vida do nosso Município.
Contudo, aos meus comentários estará sempre subjacente uma visão social democrata. Afinal, a minha visão. Sou militante do PSD, partido cujo legado traduz os sentimentos mais profundos do povo português e representa os sectores mais dinâmicos da nossa sociedade. Em suma, acredito naquilo que são os seus valores e nas especificidades que o caracterizam como um partido de raiz eminentemente portuguesa.
Nesta perspectiva, creio estar a posicionar-me, desde já, para uma lógica de debate e polémica. Aliás, é precisamente isso que tenciono trazer para o blog, enriquecendo a discussão entre pessoas com entendimentos distintos. Tudo num tom cordato, afável e urbano. Valorizando a participação democrática e a diferença de opinião.
Por fim, para os mais curiosos, dizer que vivo e sou do Samouco. Oriundo duma família de agricultores, à qual me orgulho de pertencer. A meio dos cinquenta. Com carreira profissional realizada e família constituída. Só agora com disponibilidade para uma intervenção mais consistente. Democrata por convicção e defensor de uma conduta e cultura de responsabilidade.
Sobre a minha terra, o Samouco, a seu tempo hei-de exprimir-me. Infelizmente, um pouco subalternizada por parte dos decisores politicos que actualmente lideram o Município. Mas também por culpa própria face ao carácter inerte e pouco reivindicativo que que os eleitos para o executivo da Freguesia vêm dando mostras. Por fidelidade partidária e voluntariamente manipulados pelo poder dominante.
Por agora é tudo. A todos saúdo.



Novo Condomino : João Pinho



É com grande prazer que anuncio a inclusão de um novo autor no nosso Blog, é o Sr. João Pinho, habitual comentador do nosso espaço, de quem, já tive o prazer de publicar alguns textos em seu nome, desejo lhe as maiores felicidades e que venha contribuir para o debate neste nosso espaço, considerado por muitos, como o melhor espaço de debate democrático sobre o concelho de Alcochete.

Perigo à vista

Perigo à vista

15 fevereiro 2011

Agradecimento à Junta de Freguesia de Alcochete

Venho agradecer à Junta de Freguesia de Alcochete, a seu Presidente sr. Estêvão Boieiro e a todos os funcionários a disponibilidade demonstrada para as eleições da Concelhia do CDS-PP/Alcochete no dia 20/Nov./2010 e para as internas do mesmo Partido no dia 12/Fev./2011.
Muito obrigado
João José da Silva Marafuga
Presidente da Concelhia do CDS-PP/Alcochete

11 fevereiro 2011

Obediência


No meu entender, quem é consciente e entra numa organização política está obrigado à obediência. Esta, para mim, é um valor alicerçal.
A estrutura política que num acto inteiramente livre abracei fez-me o pedido, isto é, deu-me a ordem para eu acabar com o tipo de escrita que ultimamente tenho levado a cabo no Praia dos Moinhos contra o poder instalado na Câmara Municipal de Alcochete.
Se eu não obedecesse, toda a visão que tenho do homem e do mundo cairia por terra.
Nesta conformidade, vou reduzir drasticamente a minha intervenção neste blog e dar outra perspectiva a algum texto que eventualmente venha a publicar.
Ninguém pense que leu alguma palavra minha escrita por descuido em qualquer dos textos que ficaram para trás. Isto que digo tanto me responsabiliza como me dignifica.
Na refrega dos últimos meses peço desculpa se feri a susceptibilidade de alguém.
Um abraço a todos.
João José da Silva Marafuga

10 fevereiro 2011

Os anónimos deste blog ou a cobardia da esquerda


Desde quando é que num jornal, Diário de Notícias, Público, Expresso, etc., travando-se em qualquer desses órgãos de comunicação social um debate, os intervenientes o fazem no desconhecimento uns dos outros?

Quando em fins de 2003, D. José Policarpo e Eduardo Prado Coelho entraram num debate público no Diário de Notícias, um não sabia quem era o outro?

Já não falo da Televisão, cujos participantes em qualquer debate estão in praesentia. E se acontece a intervenção de telespectadores do Minho ou do Algarve, nenhum destes fala sem estar devidamente identificado.

Por que razão, quando se muda para a Internet, o valor da identificação fica invalidado? Eu não tenho que conhecer pessoalmente todo e qualquer comentador, mas este tem que estar devidamente identificado para o blog.

Colocar o anonimato no mesmo plano do voto que é secreto, não passa de crassa desonestidade intelectual por pretender branquear uma manifesta cobardia.

09 fevereiro 2011

A defesa da Festa Brava...sempre!


Eu sou alcochetano.
Alcochete é uma terra de toiros. É e sempre foi...eminentemente.
Compete-me defender a Festa Brava.
Mas eu em tudo gosto de impor a verdade, ainda que esta nisto e naquilo me chame à pedra.
Nem sempre eu dei a importância à Festa Brava que dou hoje. Olhava para o toiro na arena apenas com emoção e dizia de mim para mim: coitadinho do animal a ser farpeado sem dó nem piedade. Era todo um universo artístico, de dimensão quase infinita, cujas raízes se perdem na bruma do tempo, que um sentimento irracional atirava, com a maior das facilidades, para a margem do meu existir.
Havia, no entanto, qualquer coisa que me embaraçava: como é que tantos escritores, pintores, escultores, etc., através da arte peculiar de cada um, eternizavam para a posteridade passos sublimes da arte de tourear ou pegar toiros? Esses homens estavam enganados ou o enganado era eu?
Quando se dá em mim o despertar para o que realmente, em termos políticos, é direita e esquerda, verifico que é esta e os círculos desta que denigrem e atacam a Festa Brava. Simultaneamente, verifico ainda que discordar de toda a promoção feita em jornais, revistas e televisões a favor de que as pessoas se piquem e furem todas por tatuagens e piercings não é politicamente correcto.
Impõe-se então a pergunta: por quê esta sanha contra a Festa Brava? Porque os valores da Festa Brava em tudo são contrários aos projectos da esquerda manhosa e enganadora das populações.
A Festa Brava é a afirmação do indivíduo, da coragem, do esforço. Todos estes valores as esquerdas querem abafar e eliminar porque travam a progressão dos nefandos socialismos. No fundo, o que estes odeiam é a vida.
Hoje em dia, poderemos estabelecer um paralelismo lógico entre, por um lado, o aborto e a eutanásia e, por outro, a Festa Brava. Aqui estamos perante o ataque à tradição nacional, ali perante o ataque à vida. Ora ninguém pense que a tradição nacional é negócio que se separe desse outro que é a vida.
O meu nacionalismo não é coisa ruim desde que respeite os sagrados direitos de cada povo. Só o Estado-Nação poderá fazer frente aos socialismos internacionalistas que tolhem a vida. Exaltação da vida é a Festa Brava com toda a cor que a matiza, arte e movimento.

08 fevereiro 2011

APELO AO DEBATE POR ALCOCHETE

Desde que assumi responsabilidades para dar continuidade a este excelente instrumento de debate, por alguma indisponibilidade e por uma questão de procurar dar a voz a outros, tenho estado mais recatado na escrita.
Foram poucos os comentários que entendi não validar, noutros tive dúvidas.
Este blogue é virado para o debate democrático de ideias, sejam elas provenientes de que quadrante for. Há quem assim não entenda e considere que os outros (adversários) não são seres humanos para serem respeitados como tal.
O apelo aqui deixo, com o risco de rapidamente ser apelidado de algo mais intelectualmente evoluído é que todos que aqui participam e dão a dinâmica útil e necessária a este espaço, debatam Alcochete e não batam mais em quem politicamente está morto logo no inicio das suas responsabilidades politicas.
Discutamos Alcochete, para que os tempos que ai nascem não sejam tão nefastos para as gerações presentes e futuras.

Há aqui uma coisa excepcional...

Desde que decidi voltar ao blog Praia dos Moinhos depois de se apresentar para mim a evidência de que os comunistas fazem pouco de quem entra com um projecto à Câmara para construção urbanística, verifico que há aqui uma coisa excepcional. Passo a explicar: eu afirmo A, aparecendo depois toda uma série de anónimos que fazem crer ao visitante que eu nego A.
Das duas, uma: ou estes anónimos não têm capacidade para a leitura dos meus textos, ou é estratégia tão caseira como repugnante para confundir o leitor e descredibilizar a minha pessoa, embora eu duvide desta segunda hipótese porque quem escreve português primário não poderá ter malícia refinada. Em qualquer dos casos vejo mais uma razão acrescida à do anonimato para eu não lhes responder.
Resolvo deixar aqui esta nótula a fim de que os leitores dos meus textos, perante o tipo de comentários que denuncio, me dêem o benefício da dúvida e voltem à releitura desta ou daquela ideia minha que este ou aquele anónimo tenta inverter.
Obrigado a todos os visitantes que chegam aqui por bem.

07 fevereiro 2011

A defesa da Festa Brava...pela enésima vez!


Corrijam-se as palavras «a Câmara Municipal de Alcochete [CMA] não tem de tomar posição sobre a Festa Brava...» para estas: a CMA não pode tomar posição oficial sobre a Festa Brava porque o PCP também ainda não a tomou. Ou alguém pensa que os executivos camarários comunistas antepõem o que as populações querem ao que o Partido quer? Não sejamos ingénuos, por amor de Deus.
Se «à Câmara Municipal compete respeitar o passado e a memória do Concelho...», então desmunicipalize a Fundação João Gonçalves Júnior para que vejamos que a CMA executa as competências que lhe são inerentes.
Se «à Câmara Municipal compete [...] manter vivo o seu repositório identitário mais marcante e ajudar a traduzir nos vários eventos anuais realizados tudo aquilo que marca indelevelmente a idiossincrasia do alcochetano», porque faz propaganda ideológica, sobretudo na área da cultura, ao marxismo, "filosofia" patológica, à tenebrosa teoria de género que visa transformar o ser humano, ao ambientalismo que é o novo comunismo? Sim, por que faz isto...tudo feito com o dinheiro dos pagadores de impostos?
«A Câmara [...] subordina-se à Lei, não marca posição...»? O Parlamento já aprovou alguma lei na linha da igualdade de género? Não! Então por que a CMA, através da Cultura, vai predispondo subliminarmente as mentes para a recepção sem ondas dessa lei totalitária que corremos o risco de levar em cima de nós, a todos tiranizando?
A Câmara «não deve constituir factor de divisão entre os munícipes», o que é verdade, mas se todos os alcochetanos são defensores do ambiente, poucos sê-lo-ão do ambientalismo, ideologia tão comunista quanto macabra que quer transformar o homem até à completa escravização e animalização. Então por que a CMA, através da Cultura, impinge o ambientalismo, manifestamente dividindo os munícipes?
A Câmara não deve dizer que «...as corridas à portuguesa dev[a]m ser banidas, [porque] isso é coisa que extravasa o seu âmbito de acção. Isso é matéria para a sociedade civil debater e aprofundar...». Então por que a CMA não deixa a ideologia de género e o ambientalismo, males de génese marxista, ao cuidado da sociedade civil?
Finalmente, não quero saber de comunistas que «...gost[e]m bastante de tudo o que envolva toiros...». Uns fá-lo-ão por jogada eleitoralista, outros por insanável contradição, uma vez que ninguém pode, ao mesmo tempo, amar a Festa Brava e estar de bem com os inimigos desta.
Eis a minha resposta a João Pinho a quem peço pública e encarecidamente que me deixe em paz.

06 fevereiro 2011

Urge saber qual a posição da Câmara de Alcochete relativamente à Festa Brava


Não é necessária a demonstração de que Alcochete é uma terra de fortíssimas tradições taurinas desde há séculos.
Nesta conformidade, não seria despicienda, antes incontornável, a ideia de que a Câmara Municipal de Alcochete (CMA) tomasse posição clara e pública relativamente ao ataque hoje em dia perpetrado contra a Festa Brava jamais visto em Portugal.
Afinal, a CMA está a favor ou contra o fim da Festa Brava, genuína manifestação da cultura de raiz popular?
Nós precisamos de saber para sabermos com o que contamos.
Ninguém pense que o apoio da CMA às Festas do Barrete Verde e das Salinas é facto suficiente para a conclusão de que está a favor da Festa Brava, pois fá-lo por razões meramente político-eleitoralistas.
Para que a CMA prove a todos os alcochetanos que o Marafuga mente, então venha a terreiro e proclame aos quatro ventos, através de um comunicado e dos meios de comunicação social, que não é assim, que está sem reservas a favor da tourada em Portugal.
E se a CMA não o fizer, a que conclusão querem que eu chegue?

03 fevereiro 2011

La UE frena condenar la persecución religiosa: la España de Zapatero, uno de los 5 países que se oponen

La UE frena condenar la persecución religiosa: la España de Zapatero, uno de los 5 países que se oponen

A Espanha de Zapatero e o Portugal de Sócrates!...

O Guia desguia!

Abro este meu texto, definindo o que quero dizer quando emprego o termo pluralizado socialismos. Por estes, eu entendo comunismo e socialismo.
Desta feita, vou tentar sensibilizar as pessoas para as estratégias subliminares que são utilizadas para a lenta mas firme transmutação dos códigos culturais de sempre e socialização do nosso País. A fim de conseguir minimamente este objectivo, meu objecto de análise é o "Guia de Eventos"/Fevereiro 2011.
Dando de barato a história do Yoga, pág. 14 à direita, do canhenho em foco, o que primeiro chama a minha atenção é o encontro intergeracional que se realizará na Biblioteca de Alcochete no dia dos namorados, pág. 15.
O mais perigoso deste chamado evento é que as pessoas vêem a imagem e lêem a pequena informação como se vissem e lessem o que de mais inocente há no mundo. Ora as coisas não são bem assim. Tudo isto é ideologismo, quero dizer, tudo isto é o discurso da falsidade.
Na verdade, desde as Culturas Clássicas e ao longo do decurso da Civilização Ocidental sempre se teve por muito salutar que os mais novos escutassem os mais velhos e aprendessem com a experiência destes. Mas vive na mais completa ingenuidade quem eventualmente pense que esta iniciativa da Câmara comunista para o dia 14 de Fevereiro recupera o melhor espírito do mundo antigo ou o limpo ensinamento cristão.
Este encontro intergeracional publicitado pelo "Guia de Eventos" do mês em curso é uma ante-câmara que vai preparando mentalmente as pessoas para o programa ideológico dos socialismos e é defendido pelos intelectuais de esquerda na generalidade, urge saber, que a troca de experiências entre gerações poderá ascender ao sexo intergeracional. Este mesmo foi o tema de Amor de D. Perlimplim com Belisa em seu Jardim, peça de teatro do dramaturgo espanhol e socialista Frederico Garcia Lorca representada no Fórum Cultural de Alcochete há menos de dois anos.
Na pág. 16 do canhenho de propaganda camarária, dita cultural, volta-se ao dia dos namorados. Quando o texto que lá se pode ler deveria celebrar o amor, verificamos que esta palavra não aparece nem sequer uma vez e deparamo-nos com o medo, a negação do amor. O que se foca é «...uma alta incidência de violência física entre os jovens, bem como uma elevada agressividade física e verbal entre namorados adolescentes». Que se pretenderá inculcar na cabeça dos jovens? Que o namoro é um perigo? Que o casamento natural não vale a pena? Que o melhor é o concubinato? E é isto "educação para a sexualidade"? Isto para mim é educação para a destruição de uma sociedade. Não tenho dúvidas.
O canhenho, na pág. 23, acaba com as recomendações de leitura que a Biblioteca de Alcochete sugere para este mês. Todas estão sob a égide da ideologia ambientalista, o novo comunismo. Veja-se os títulos: A Árvore Generosa; Um Lugar Mágico ou como Salvar a Natureza; O Verde, Preto no Branco. Esta lógica é logo anunciada pela capa toda verde do "Guia de Eventos": duas mãos encostadas de palmas para cima, um pouco de terra negra e uma plantinha ao centro, sugerindo todo este conjunto um vaso...
Com a capa articulam-se os conteúdos da pág. 14 à esquerda, cujo título é: "Plantar Alcochete". Por baixo da foto lê-se: "Em prol de um Concelho mais verde, junte-se à Câmara Municipal e venha Plantar Alcochete».
Deixem-se da mentira e, se querem verdadeiramente plantar Alcochete, deixem trabalhar quem quer trabalhar, não nos roubem e desapareçam.

01 fevereiro 2011

Falam estes comunistas de mobilidade...

Eu tenho medo, muito medo, dos comunistas e de entrar na Câmara Municipal de Alcochete. Todo aquele espaço compartimentado e penumbroso mais me parece um edifício de exéquias à morte. Morte não é só morrer, ser metido num caixão e ir para baixo de terra. Morte é também a descapitalização que esta Câmara faz às pessoas das classes médias porque estas são invejadas pelo comunismo, sanha ideológica esta que não pode ver ninguém a trabalhar e a fazer pela vida e a singrar e a ser livre.
Falam estes comunistas de mobilidade sem que sejam capazes de ir além da física. Estavam eles preocupados com a minha mobilidade na casa de banho da casa que vou construir! Mas que gente é esta? O que é que eles querem? Não terão medo de fazer pouco do outro? Ou pensarão que o comunismo já nos reduziu nesta terra de Alcochete ao completo amorfismo? Não vêem que eu já tenho 60 anos de idade? Que já fiz tudo na vida que tinha a fazer? Que já criei o meu filho?
E a mobilidade social? Faz-se a disparar taxas às pessoas até ao estrangulamento para as fazer parar e, inclusive, regredir na vida?
Eu tenho medo, muito medo, dos comunistas e de entrar na Câmara Municipal de Alcochete. Todo aquele espaço compartimentado e penumbroso mais me parece um edifício de exéquias à morte. Morte não é só morrer, ser metido num caixão e ir para baixo de terra. Morte é também a descapitalização que esta Câmara faz às pessoas...

28 janeiro 2011

Praia dos Moinhos: Pinhal do Concelho

Praia dos Moinhos: Pinhal do Concelho

A edição de hoje (28-01-2011) do Jornal do Montijo fala de um protesto popular contra as estradas do Pinhal do Concelho.
Vejam o que eu escrevi neste blog sobre o mesmo tema a 25-03-2006, era Luís Franco Presidente da Câmara Municipal de Alcochete havia pouco tempo.
Estamos perante o completo desprezo desta câmara comunista devotado aos munícipes.