04 janeiro 2011

De Marx e Engels a Alcochete


O Manifesto Comunista (1848) de Karl Marx e Friedrich Engels começa assim: «A história de todas as sociedades até ao momento presente é a história das lutas de classes».

Meus amigos, vamos à verdade, pois só com esta eu me entendo. Tempos já lá vão que me levaram atrás desta cantilena repugnante, tempos esses que correspondem aos mais negros da minha vida.

Aquelas palavras de Marx e Engels expressam talvez a maior idiotice que recaiu sobre a humanidade desde que esta é humanidade.

Imaginemos que Aristóteles ressuscitava e que a primeira coisa que lhe davam a ler era aquele primeiro parágrafo de O Manifesto Comunista. Ao Estagirita dar-lhe-ia logo um colapso e cairia de novo na tumba.

Mas por que perdemos a capacidade de recuar às causas das coisas?

A expansão do Império Romano que teve a ver com as lutas de classes? Nem estas tiveram alguma coisa a ver com a Reconquista Cristã cuja causa foi o alargamento do território e a dilatação da Fé Cristã.

Eis também por que, quando se defende que Alcochete é terra fundada pelos Romanos, postergamos a nossa História para a bruma dos tempos, obliterando o inimigo estrutural, o árabe, contra o qual nos levantámos como nação independente.

03 janeiro 2011

Da Fundação da Nacionalidade a Alcochete

A Fundação da Nacionalidade firmou-se na luta contra o inimigo estrutural que era o árabe, vulgarmente conhecido por mouro, do Latim maurus, escuro.
Tomados aos mouros por D. Afonso Henriques os castelos de Lisboa (1147) e Palmela (1148), Alcochete cai na posse dos cristãos.
Aqui cabe uma pergunta: Alcochete teria sido terra moçárabe, isto é, terra de cristãos submetidos aos árabes? Nada sobre isto nos diz a tradição. O que esta nos diz é que Alcochete foi fundada pelos árabes. Ora, pelos estudos que fiz, sei que não há nenhuma tradição absolutamente gratuita.
Costumava dizer o professor Francisco Leite da Cunha, a plenos pulmões, que a Igreja Matriz de Alcohete se erguia sobre uma antiga mesquita árabe, prática habitual por parte dos grupos da reconquista cristã: os vencedores, para selar a posse das terras, destruíam o templo dos vencidos e sobre a mesma área sagrada erguiam o próprio templo.
Passei o dia deste último Natal em Silves, sendo-me dito por amigos que a Sé desta cidade algarvia foi construída sobre uma mesquita.
Então, por que razão há pessoas em Alcochete, nomeadamente o sr. Miguel Boieiro, a defender que Alcochete é uma terra fundada pelos Romanos? Na minha visão das coisas, o posicionamento dessas pessoas almeja varrer da memória colectiva a luta que nos opôs aos árabes, nos agregou e levantou do chão como nação.
Assim, com uma subtileza que tem o condão de passar por inocente, o assumido comunista Miguel Boieiro dá o contributo para o esbatimento do patriotismo a favor do internacionalismo totalitário.

02 janeiro 2011

Imprensa árabe chama 'massacre' ao ataque na igreja de Alexandria - Sol

Imprensa árabe chama 'massacre' ao ataque na igreja de Alexandria - Sol

Ainda sobre a aliança estratégica das esquerdas e Islamismo

O Islamismo não é contrário à propriedade privada porque defende o mercado livre. Todos sabemos que este não existe sem aquela.
O que o Islamismo quer é submeter o mundo à Sharia, a lei islâmica.
O crente do Islão crê que tem acesso directo ao Absoluto. Esta crença, atenuada no Cristianismo pela fé no Mediador Jesus Cristo, reflecte-se na própria conduta do fiel a Alá, propenso à posição absoluta face a todas as dimensões da vida.
Esta mundividência, dada ao homem pelo Islão, posiciona-se na onda dos totalitarismos tão prezados por não poucos parasitas do capitalismo, caso de megacapitalistas ou, talvez melhor dito, metacapitalistas que vêem nos socialismos, tendo a aquiescência destes, o instrumento ideal para a consecução e execução dos planos mais macabros que hoje pesam sobre as cabeças dos homens e mulheres de todo o mundo.
Evidentemente que para quebrar o capitalismo normal (sujeito a normas), urge desfalcar os consumidores porque são estes que dão vida àquele, razão por que é defendida a redução drástica da população mundial, estando toda a liberalização sexual, por mais incrível que pareça à primeira vista, a favor dessa mesma redução.
Por outro lado, a admissão do mercado livre por parte da lei islâmica vai submeter-se à liberdade da Sharia que não é igual à liberdade do mundo cristão. Assim, poderá haver mercado, mas não aquele, que hoje, entre nós, é uma garantia de direitos individuais.
Se o destino da Humanidade fosse este, voltaríamos, mutatis mutandis, à Idade Média, isto é, ao domínio de alguns senhores sobre os servos que bastassem.
Não vou apresentar a vasta bibliografia, parte da qual possuo, que sustenta todas estas ideias. São autores de todo o mundo, homens do mais alto gabarito intelectual, espalhados pelas universidades dos cinco continentes.
No entanto, não resisto a informar que um dos grandes sábios que mais contribuiu para despertar a minha consciência política foi Eric Voegelin.

31 dezembro 2010

Bom Ano

Despeço-me deste ano despedindo-me na participação neste blog.

É cada vez mais um instrumento político, e não tem nada haver com o que foi no inicio e no qual não me revejo, sendo que englobo aqui também neste "inicio" o antecessor deste blog, o tágides.

Preferia que fosse um espaço para debater outros temas que não apenas as querelas do poder local. Transformo este desabafo em desejo para 2011, que este espaço encontre forma de debater mais outros temas importantes.

Desejo a todos um óptimo 2011.

30 dezembro 2010

A esquerda no mundo é só uma

A esquerda no mundo é só uma. Nós podemos pluralizar e dizer as esquerdas, mas a estrutura mais básica destas é só uma, a marxista.
Em Portugal, os partidos que representam a esquerda com assento na Assembleia da República são o BE, o PCP, o PS e até franjas consideráveis do PSD. Quando estes partidos deixam passar legislação que lese a sociedade, estão a prestar serviço ao ideário de esquerda.
As esquerdas, hoje em dia, mantêm uma aliança estratégica, não expressa, com o islamismo - vertente política do Islão - contra a Civilização Ocidental Judaico Cristã. Mas o que significa afirmar isto? Significa, logicamente, que as esquerdas não estão de mãos limpas face ao terrorismo. Até parece que já estou a ouvir gente a perguntar-me: os nossos autarcazitos andam por aí a deitar bombas? Não! Os nossos autarcazitos não andam por aí a deitar bombas, mas inserem-se na onda cuja crista satura de violência para submeter o mundo a Alá (Allah) ou acabar com o capitalismo normal e regredir à era pré-industrial. Este projecto de lesa-humanidade obriga à redução drástica da população mundial, razão por que as esquerdas de toda a parte apoiam, por exemplo, legislação a favor do aborto e homossexualismo, este e aquele condenados quase absolutamente pela Sharia, a lei islâmica. Mas nada disto interessa ao actual estádio de transformação do homem e do mundo.

29 dezembro 2010

Movimento Associativo de Pais (MAP) no Concelho de Alcochete

Recebi do Sr. Henrique Infante da Câmara o seguinte texto que passo a reproduzir na integra, aproveitando também para lhe deixar públicamente os meus parabens pelo seu excelente trabalho no movimento assiciativo de pais em Alcochete:
"Num ano em que tanto se falou no nosso Concelho do Movimento Associativo de Pais por via da eleição dos primeiros Órgãos Sociais da FAPEECA (Federação das Associações de Pais e Encarregados de Educação do Concelho de Alcochete) no início de 2010,eis senão quando me deparo em pleno Natal sem que houvesse por parte da nossa digníssima Federação qualquer manifestação/evento que tivesse como objectivo a confraternização entre as várias APEE’s do Concelho, os alunos e seus Enc.Educação, os docentes e não docentes que laboram nas nossas Escolas, enfim, toda a Comunidade Educativa.
Comentarão uns, para quê Festas?!...
Dirão outros, que bom podermos estar juntos a assistir a um bom espectáculo, gratuito ainda para mais (em época de crise sabe sempre bem!) e confraternizarmos um pouco!!!
Pois bem, foi nessa perspectiva que a APEE da Escola Secundária de Alcochete, composta por uma excelente equipa de E.E. e liderada por mim, Henrique Infante da Câmara, neste momento a funcionar como Comissão Administrativa, pois infelizmente (ou talvez não !...) ainda não se apresentaram a eleições 11 Pais corajosos com vontade de dar continuidade a este projecto por nós iniciado quase à três anos, que mais uma vez realizámos o nosso Festival de Natal (já vamos no 3º ! ) onde ,para além de proporcionarmos um são convívio entre toda a Comunidade Educativa que teve o privilégio de se deslocar ao Forúm Cultural de Alcochete no passado dia 14 de Dezembro, temos ainda o enorme prazer de levar a palco alguns grandes artistas completamente desconhecidos da nossa população e de lhes publicitarmos os seus trabalhos, pois é também essa a forma de lhes agradecermos, em virtude de todos eles actuarem generosamente.
E foi mais um êxito este evento por nós organizado, com o auditório do Forúm a registar um número de entradas a rondar as 180 pessoas, apesar da intempérie que se verificou nesse dia.
Algo diferente de outros eventos ,realizados por outras APEE’s ( Federação incluída ) onde 3 ou 4 dezenas de “amigos e seus familiares” se juntam para assar e comer um porquito dentro de uma Escola pública…
Ah, já me esquecia de dizer que infelizmente nenhum elemento dos O. Sociais da Fapeeca teve oportunidade de se deslocar ao referido evento, patrocinado por uma das suas Associadas, nem tão pouco se dignaram agradecer o convite que lhes foi endereçado ou ainda justificar a ausência, mas tais actos também já vão sendo usuais, portanto…
Entretanto ,como tenho vários filhos e com idades diversificadas e estando também a fazer parte dos O.Sociais da APEE-Valbom ,realizámos também este ano, pela 1ª vez ,uma Festa de Natal ,que decorreu no passado dia 10 de Dezembro ,no auditório da Casa do Povo e ... MAIS UM ÊXITO ESTRONDOSO, com sala completamente cheia (+- 170 pessoas ) e todos a adorarem o espectáculo.
QUE ME DESCULPEM OS MEUS “ INIMIGOS DE ESTIMAÇÃO “ MAS ,INFELIZMENTE PARA ELES ,ESTES DOIS EVENTOS FORAM ,EFECTIVAMENTE, DOIS ÊXITOS !
Os meus Parabéns, também, para todos os novos Pais que compõem os O. Sociais da APEE-Valbom !
Ah, também aqui a nossa digníssima Federação não se fez representar…
Talvez ainda andem muito ocupados/as com os projectos das CAF’s e AEC’s, (que tantas falhas têm tido! ) pois foi a única “ocupação “ que tiveram desde que assumiram funções, infelizmente ,também ,a “reboque “ de outros.
Como tantas vezes tenho dito,não basta querer...é preciso saber e ter tempo disponível para um bom desempenho dentro do MAP.
É preciso também que se ponham de lado as “cores políticas” dentro das APEE’s e que se deixe trabalhar quem quer trabalhar em prol duma causa tão nobre quanto esta que nos move.Só assim poderemos tentar proporcionar aos nossos jovens uma EDUCAÇÃO DE EXCELÊNCIA.
A TODOS DESEJO UM ÓPTIMO 2011 !"

Henrique Infante da Câmara
(Comissão Admistrativa da APEE-ESA)

Aliança e ameaça do islamismo-esquerdismo


Daniel Pipes (num motor de busca veja quem é), em http://www.midiaamais.com.br, através do artigo "O novo inimigo da esquerda: Império", referindo-se à obra de Ernest Sternberg Purifying the World: What the New Radical Ideology Stands For, começa por dizer o seguinte: «Nós sabemos o que Marx, Lenin, Stalin e Mao queriam (controle estatal de tudo) e como eles alcançaram essa meta (totalitarismo brutal); mas o que seus sucessores de hoje desejam e como eles esperam consegui-lo?» [...].
Mais à frente dá-nos a noção do que é Império para os novos esquerdistas: «...um suposto monólito global que domina, explora e oprime o mundo» [...]. E prossegue umas linhas abaixo: «O Império alcança isso por meio do liberalismo económico, militarismo, corporações multinacionais, mídia corporativa e tecnologias de vigilância. E porque o capitalismo causa milhões de mortes que um sistema não-capitalista eliminaria, é também culpado de assassinato em massa».
Denunciada a inversão do real levada a cabo pelos novos esquerdistas, o discurso de Daniel Pipes continua: «Os Estados Unidos, obviamente, são o Grande Satã...»[...], promotores do próprio terrorismo de que são alvo. E como que por antítese, «...Israel é o Pequeno Satã, servindo como o aliado sinistro do Império...» [...], sem ser preterida a pergunta se Israel se levanta em mestre do mesmo Império.
Ora é aqui que chego ao parágrafo de Daniel Pipes que me levou a este pequeno esforço: «Para confrontar os recursos superiores do Império, a esquerda precisa se aliar com qualquer outro que se opõe a ele - notadamente os islamistas. Os objectivos dos islamistas contradizem os da esquerda, mas isso não importa desde que os islamistas ajudem a combater o Império eles têm uma posição valiosa na coalizão» sic.
O que Daniel Pipes diz no resto do seu artigo já não interessa sobremaneira para ilustrar a minha afirmação, feita aqui neste blog, de que há uma aliança estratégica entre as esquerdas e o islamismo contra a Civilização Ocidental Juadaico-Cristã. Mas se, mesmo assim, persistirem dúvidas, leia-se do mesmo Daniel Pipes "Aliança Ameaçadora [dos islamistas-esquerdistas]" em http://pt.danielpipes.org/5724/alianca-ameacadora-dos-islamistas-esquerdistas e cada leitor retire as suas próprias conclusões.

Nota: este conceito de "Império" vem dos intelectuais de esquerda Michael Hardt e António Negri por meio de uma obra muito lida e discutida um pouco por todo o mundo, cujo título é mesmo Império da Editora Livros do Brasil.

O Ocidente Islamizado


«[...] A desilusão com o comunismo soviético e chinês produziu o imediato retorno aos motes do iluminismo francês, com a nova divinização da ciência e a mais virulenta campanha anti-religiosa de todos os tempos, subsidiada por verbas milionárias, fortemente amparada pela indústria do show business (O Código da Vinci, O Corpo, e agora O Túmulo de Jesus), abrilhantada por ídolos pop da divulgação científica como Richard Dawkins, Daniel Dennet e Sam Harris e coroada por uma sucessão impressionante de legislações repressivas promovidas directamente pelos organismos internacionais e voltados contra a expressão pública da Fé. Injectada num ambiente previamente preparado pelo politicamente correcto, e coincidindo no tempo com a nova onda de anti-semitismo europeu e com a matança generalizada de cristãos nos países islâmicos e comunistas, a campanha dá um passo enorme no sentido da extinção do legado civilizacional judaico-cristão e na instauração mundial da social-democracia laica, o prémio de consolação dado pela elite globalista à esquerda mundial pelo fracasso do comunismo russo-chinês. Ora, a absoluta incapacidade da social-democracia laica de resistir à invasão cultural islâmica já está mais do que demonstrada na prática. [...]» (A partir daqui, o autor, o filósofo Olavo de Carvalho, em http://www.olavodecarvalho.org refere importante bibliografia que eu resolvo não transcrever).

28 dezembro 2010

Austrian MP Ewald Stadler adresses Turkish Ambassador with Eng Subs




O deputado austríaco Ewald Stadler diz ao embaixador turco em seu País o que todo o cidadão ocidental deveria dizer a quem, em nome do multiculturalismo (defendido pelas esquerdas), faz vista grossa à sanha islamofascista. Esta, através do terrorismo e da estratégia imigratória e demográfica (também defendidas pelas esquerdas), visa impor a Sharia (lei islâmica) nas democracias capitalistas estabelecidas sobre padrões culturais e morais judaico-cristãos.

27 dezembro 2010

Os comunistas só param quando destruírem tudo

Desde o tempo do Tágides e por este blog fora sempre disse que os comunistas só parariam quando destruíssem tudo.
Claro que eu sei que os comunistas nunca param e a ideia de que os comunistas passarão a destruir a própria destruição quando não tiverem mais nada para destruir é paródia que não é assim tão gratuita como parece.
Entre nós, veja-se o que os comunistas fizeram no Moisém. O que lá se vê não é um crime urbanístico que destrói a frente ribeirinha de Alcochete? Então pergunto: como é que agora nos vêm falar da Regeneração da Frente Ribeirinha de Alcochete?
Por favor, não façam pouco das pessoas.
Os comunistas só param quando destruírem tudo. O que lhes está no sangue é a transformação do mundo. Transformar o mundo é revolucionar o mundo, é levar a revolução a tudo o que é cidade, vila, aldeia, lugar no mundo.
Em Alcochete nunhum lugar ficará como dantes. Há que transformá-lo, revolucioná-lo para que alcochetano nenhum se venha a identificar com ele, logo para que alcochetano nenhum o defenda, deixe andar, fique apático, até que todos sejam dominados.
Porra! Deixem em paz o património urbanístico herdado dos nossos avós e tentem minorar as situações infra-humanas vividas em muitos lugares do Concelho. Isto não vos agrada, ó hábeis defensores dos trabalhadores?!

26 dezembro 2010

Da megalomania do Governo PS à da Câmara de Alcochete

Os tiques dos socialismos podem mudar de amplitude, mas estruturalmente são sempre os mesmos.
Não há dinheiro para Justiça, Educação, Saúde, etc., mas há projectos megalómanos por parte deste Governo socialista, caso, por exemplo, do Comboio de Alta Velocidade.
À escala do nosso Concelho, os autarcas comunistas reduziram a megalomania do Train à Grande Vitesse (TGV) à Regeneração Urbana de Alcochete (RUA).
Na rua estamos todos nós, sem dinheiro para mandar cantar um cego que aqueça a nossa alma!
Não seria muito mais do agrado das populações que os comunistas pusessem o novo Centro de Saúde do Samouco a funcionar condignamente e renunciassem a esta propaganda rasteira e sem freio para alienação de muitas consciências?

23 dezembro 2010

NATAL

À minha familia;
Aos meus Irmãos e Irmãs;
A meus Manos;
A meus Amigos e Amigas;
Aos meus adversários e competidores;
Aos meus colaboradores, cooperantes, colaboradores e clientes;
Aos meus companheiros e camaradas (militares);

Nesta quadra todos renovamos a esperança numa Nova Ordem, numa nova luz que nos ilumine. Crentes ou não, acreditamos num ano melhor para o Mundo em geral e em particular para os países pelos quais tenho enorme dedicação.
Continuo acreditar numa Humanidade com seres mais perfeitos e com os conhecimentos que respeitem o outro que está ao lado.

Sem excepção, a todos desejo um Feliz e Santo Natal e um Ano Novo muito próspero



Os melhores cumprimentos


Zeferino Boal

Bom Natal e Ano Novo


Para todos os autores deste blog e visitantes um bom Natal e Ano Novo.

A unir-nos está o facto de sermos todos filhos do mesmo Pai, verdade verdadinha a ser relembrada a todos os esquecidos.

O Natal é o Menino Jesus que é Deus para nos salvar o ser.

22 dezembro 2010

João Marafuga a João Pinho


Não tenho receio nenhum que discorde de mim. Deve fazê-lo. Sempre desconfiei das pessoas que sistematicamente concordam comigo.
Aos meus alunos eu pedia-lhes que discordassem de mim. E não poucos o faziam com cabeça, tronco e membros.
O que me preocupa é o facto de as pessoas não reconhecerem rostos quando parecia ser um dever que os reconhecessem.
Há um desfasamento na nossa comunicação que era pressuposto não haver. Para quê estar aqui com falsas modéstias?
Sei auto-avaliar-me, razão por que sei possuir um grau de consciencialização política acima do de João Pinho. Desculpe, mas eu repito, não sou de falsas modéstias.
O que me custa aguentar é o seguinte: como é que o João Pinho não dá provas de saber avaliar com justeza o João Marafuga? É que eu partia do princípio de que o meu amigo seria capaz de se habilitar a essa avaliação.
Quando eu olho para um rosto asseado, eu logo penso que esse rosto também é capaz de ver algum asseio no meu, o que pode suscitar aproximação: pares cum paribus facilime congregantur. Ora isto connosco não se está a verificar.
Mas por que motivo o meu amigo fala no medo? Que raio vem a ser isso?
"Tom acentuadamente intimidatório"? Qual a razão? Por falar sem papas na língua como se vê neste próprio texto? Quando deixar de falar sem papas na língua deixarei de ser o Marafuga. Eu sou o Marafuga!
O João Pinho nunca falou uma única vez comigo na vida e já me aconselha? E acha que por eu falar assim não sou humilde? Eu sei que a humildade é a verdade e que a humilhação é a mentira.
Com toda a responsabilidade que recai sobre o homem, o cristão, o professor que sou, digo ao João Pinho que ideologicamente o meu amigo é uma confusão. Por exemplo, vê virtualidades no marxismo, quando este é a "filosofia" do comunismo que matou milhões e milhões de pessoas.
"Todos em conjunto" com socialistas e comunistas? Nunca, nem mesmo no Natal.
Finalmente, fico grato por me desejar a generosidade do Menino Jesus que é Deus para nos salvar o ser.

Bruxelas: Comunismo e nazismo não são a mesma coisa - Sol

Bruxelas: Comunismo e nazismo não são a mesma coisa - Sol

O sorriso da estrela!

Não se pretende aqui efectuar um balanço de 2010 no entanto todos reconhecemos as adversidades que o Pais atravessa, dificultando naturalmente a vida de inúmeras famílias. Vivemos um período de austeridade, que nos condiciona em todas as facetas da vida mas fundamentalmente no capítulo financeiro.
Apesar da conjuntura socioeconómica, as famílias, uma vez mais, numa autêntica “ginástica” financeira repleta de patriotismo, vão dificilmente contornando os obstáculos e fazendo a sua vida muito condicionada aos problemas já referidos. Deste modo o ano chega praticamente ao fim e com ele surge a mais bela Quadra do Ano.
O Natal é motivo de emoção, de desfrutar desse momento tão belo e nobre como seja o nascimento de Jesus Cristo. Contudo e simultaneamente, é tempo de reflexão, e face aos motivos que iniciaram este meu périplo, quiçá de consternação e sobretudo preocupação.
Numa noite sublime, única, como é a noite de Natal, já pensaram quantas famílias no nosso concelho vão estar sós, abandonadas?
Quantas famílias no nosso concelho não possuem uma habitação digna?
Quantas famílias no nosso concelho não podem usufruir da tradicional ceia de Natal, sendo certo que muitas delas passam inclusivamente fome, até porque não duvidem, existe fome no nosso concelho?
Quantas crianças no nosso concelho gostariam de receber uma prendinha na noite de Natal e para elas esta noite será uma igual a tantas outras já vividas?
Podereis equacionar a minha retórica mas creiam que esta realidade existe, e nalguns casos concretos com uma descrição significativamente pior do que aquela que aqui refiro, no entanto os políticos da nossa Praça continuam preocupados com outros valores…descurando completamente os valores humanos, os princípios básicos da vida, as condições elementares da sobrevivência no Concelho. Diminuem-se as habitações sociais, diminuem-se as preocupações com o encerramento do espaço da Cruz Vermelha Portuguesa em Alcochete, onde através de colaboradores voluntários se desenvolviam várias acções sociais, alegam-se competências, atribuem-se responsabilidades ao dito “poder central”, mas ter atitude, exercer iniciativa, dinamizar projectos, acompanhar ideias de solidariedade sem querer assumir o protagonismo da acção, isso ao que parece não é política. Provavelmente não gera votos, mas esta é a política que eu sei desenvolver, é a política que pratico, pois para mim, as pessoas estarão sempre em primeiro lugar!
E existe tanto, mas tanto por fazer pelas pessoas, basta consultarmos o Instituto Nacional de Estatística, Alcochete é um dos piores municípios da península de Setúbal e da Grande Lisboa em termos de indicadores ambientais. O sistema público de abastecimento de água serve apenas 88% da população, somente 76% dispõe de sistemas de drenagem de águas residuais e da ETAR beneficiam apenas 77% dos residentes. Ainda são cerca de 2.000 pessoas a consumir água de poços em detrimento da água da rede pública.
Estes são alguns bens básicos que associados a outros aqui não referidos deixam-nos numa posição bastante fragilizada comparativamente a outros Concelhos. As pessoas, a população necessita que lhes sejam dadas condições de vida. Não podemos ignorar ou fazer de conta que está tudo bem, não…não está, e se para uns Alcochete é terra de encantos e emoções, creiam que para muitas das nossas famílias esse oásis ainda não foi encontrado.
Reflictam sobre isto, conversem em família, no restaurante, nas associações ou colectividades, nos cafés, na rua, conversem…pelo menos ergam a vossa voz e manifestem a vossa preocupação perante a passividade e a inoperância com que estes problemas tendem a ser resolvidos.
Agora, chegados à noite de Natal, faço votos que na imensidão dessa pintura magistral designada por céu, exista uma estrela que sorria para si.
Nesta noite abençoada, preencho o meu coração de pedidos de uma vida melhor para todos.
Não percam a esperança, acreditem que existe sempre alguém, que de uma forma ou de outra, estará sempre convosco.
Neste Tempo de Paz e Amor, importa repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo o que a cerca.
É tempo de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança renovada e que mora dentro dos nossos corações.
É tempo de entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui ou pelo cargo que ocupa.

Que sejamos justos, enfim, para merecermos as bênçãos de todos os céus.

Feliz Natal!


Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
bancadapsalcochete@gmail.com

20 dezembro 2010

Palavras bonitas que cobrem a degeneração

Vá ao blog http://blog.miguelvaledealmeida.net , leia o artigo "Serviço cívico" e veja como palavras tão bonitas cobrem a degeneração.
Claro que me vão chamar homofóbico, embora eu não consiga perceber que o seja por estar contra o "casamento" homossexual.
Brevemente, nótulas como esta num jornal ou num blog poderão levar os seus autores à barra dos tribunais.
É este o Portugal que agora temos por mão de socialistas, comunistas e bloquistas.

Degeneração Urbana de Alcochete

Na publicação de propaganda camarária "Regeneração Urbana de Alcochete" fala-se de estacionamento a propósito da requalificação do Miradouro Amália Rodrigues; da Rua do Norte e Largo da Misericórdia; da Avenida D. Manuel I; da Rua Chão do Conde e Rua Carlos Manuel Rodrigues Francisco; da Rua João de Deus e Rua do Catalão; do Largo Coronel Ramos da Costa e Largo João da Horta, mas certamente que estes autarcas não pretendem inculcar-nos a ideia de que as requalificações em causa resolverão os problemas do estacionamento automóvel.
Por mais que se requalifique e ainda que haja alguma recuperação de espaço, tais factos não suprirão as dificuldades crescentes de parquear automóveis em Alcochete.
Desde o tempo do Tágides e ao longo de todo este blog, várias pessoas, eu incluído, têm sugerido a criação de alguns parques de estacionamento periféricos à vila, solução que se nos afigura mais económica e salubre que as tenebrosas cavernas modernas, ideia que nunca teve a mínima receptividade por parte da Câmara.
Fecho este meu texto, desejando vivamente que a "Regeneração Urbana de Alcochete" não se vire na degeneração desta nossa querida vila de Alcochete.