Hoje, vou abordar um tema que jamais devemos esquecer. Vou falar dos Soldados da Paz (Bombeiros) e em particular dos Voluntários de Alcochete.
Ainda me recordo do quartel situado na Rua do Mercado, mesmo ao lado da praça como outrora e ainda hoje é vulgarmente conhecido este espaço de comércio de legumes, frutas e peixe.
Já lá vão alguns anitos e eu, tal como tantos outros miúdos, deixava-me fascinar por cada segundo em que admirava o interior deste quartel, os bombeiros, as ambulâncias e os desenhos pintados nas mesmas, elaborados manualmente pelo Senhor José Barrinha. Os carros de fogo e tudo o que o nosso subconsciente consegue absorver, faziam parte da nossa imaginação. Era um sonho que despertava por entre as paredes do velhinho quartel, que guardava tantas e tantas memórias em cada rosto dos muitos homens e mulheres que envergavam a farda azul celeste.
Eu segui esse sonho!
Foram 5 anos de grande solidariedade, amizade e sobretudo de muito empenho e esforço por uma causa tão nobre como é servir a humanidade e Alcochete.
Foram muitos aqueles que com tamanha paciência me ensinaram a crescer, a desenvolver conhecimentos para que posteriormente na prática pudesse honrar a farda dos Bombeiros Voluntários de Alcochete. Atrevo-me a dizer que a vida, ali, ganha outro sentido, outro significado. Crescemos enquanto homens e aprendemos a valorizar cada instante das nossas vidas. Foi a partir daqui que vi e assisti a situações que nunca imaginei existirem, incêndios de grandes proporções, destruições de bens, acidentes de gravidade infindável, lutas de vida e morte, mas também a momentos de grande camaradagem, momentos únicos vividos intensamente por verdadeiros colegas, cujo único propósito, em qualquer hora do dia e noite, é o de salvar mais uma vida.
Nessa altura, surgia um miúdo que desde logo se destacava pela sua dedicação, o seu empenho, a sua força de vontade em aprender…esse miúdo, de nome Paulo Vieira, é, hoje, o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Alcochete, corporação a que eu me orgulho de ter pertencido e da qual guardo no meu coração os momentos que ali vivi, na companhia de todos os membros Activos e do Quadro Honorário.
Ainda no outro dia, estava eu junto à casa onde resido, uma noite invernosa…demasiado frio para andar na rua e a chuva era uma constante, quando de repente me apercebi que caminhava na minha direcção, com muitas dificuldades, um senhor idoso, com ar de perdido. Era um utente da Santa Casa da Misericórdia de Alcochete, que procurava o seu regresso, mas por paragens bem distantes das pretendidas. Não estava em condições de o transportar, liguei para os bombeiros, expus a situação e uns instantes depois, ali estavam eles, com uma simpatia que irradiava nos rostos de quem procura o Bem. Ainda me agradeceram, quando na realidade quem tinha de agradecer era eu por mais esta manifestação de solidariedade, de carinho para com o próximo.
Sei das inúmeras dificuldades, sobretudo financeiras, que a Corporação dos Bombeiros da minha terra atravessa, por isso não podia deixar de lançar aqui um repto. A população de Alcochete não pode permitir que os nossos Soldados da Paz não disponham das condições mínimas de actuação, independentemente das responsabilidades governamentais e da própria autarquia.
Já lá vão alguns dias, li na imprensa nacional que os Bombeiros de Alcochete, face a uma determinada avaria na viatura de desencarceramento, devido aos anos que a mesma possui, não conseguem ter no seu parque automóvel mais nenhuma viatura com estas características, o que é naturalmente grave atendendo à posição geográfica em que este nosso concelho está inserido, bem junto da Ponte Vasco da Gama, onde acontecem inúmeros acidentes.
Podemos não conseguir modificar o mundo, mas estou convencido que TODOS JUNTOS podemos melhorá-lo significativamente! Se porventura ainda não é associado dos Bombeiros, não espere para amanhã, torne-se já hoje sócio! Seja ou não associado, aceite este meu desafio, faça um donativo, ou na sede ou para o NIB: 001000002303978000158, um simples euro poderá fazer a diferença.
Uma grande ajuda num pequeno gesto! O seu…o meu…o nosso!
Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
bancadapsalcochete@gmail.com
24 abril 2010
23 abril 2010
19 abril 2010
Caros visitantes deste espaço do concelho de Alcochete.
É com muita tristeza e consternação que informo todos os residentes e visitantes que, os forcados do concelho se encontram de luto.
Faleceu no sábado o jovem Ricardo Mota, forcado dos amadores de Alcochete com apenas 21 anos, jovem esse que era natural do Porto Alto, vítima de um acidente de viação.
Como condómino deste espaço endosso as minhas condolências a todos os seus familiares como também ao grupo que pertencia, Forcados Amadores de Alcochete.
É com muita tristeza e consternação que informo todos os residentes e visitantes que, os forcados do concelho se encontram de luto.
Faleceu no sábado o jovem Ricardo Mota, forcado dos amadores de Alcochete com apenas 21 anos, jovem esse que era natural do Porto Alto, vítima de um acidente de viação.
Como condómino deste espaço endosso as minhas condolências a todos os seus familiares como também ao grupo que pertencia, Forcados Amadores de Alcochete.
15 abril 2010
AQUI HÁ RATO (IV)
Nesta rubrica de “AQUI HÁ RATO”, tenho abordado alguns temas de análise politica que têm surgido em artigos de opinião na Imprensa local, este é mais um caso onde a minha opinião vale o que vale no concelho em que vivo, como munícipe e pessoa atenta que tenho sido sempre por tudo que diga respeito ás nossas gentes.
Na última Assembleia Municipal de Alcochete, onde foram debatidas as várias taxas de utilização referentes aos espaços da competência da autarquia, ou seja o
“ REGULAMENTO DE TAXAS E LICENÇAS MUNICIPAIS”, aliás lei que nº53-E/2006 aprovada em plena Assembleia da Republica a 29 de Dezembro, onde as obriga única e exclusivamente as autarquias a fundamentar os aumentos taxados ao ponto de vista económico-jurídico, de forma que quem paga saiba o que paga, não sendo imposto limites máximos ou mínimos.
Ora em relação á bancada do PS que votou contra o documento proposto, caso que não é virgem, pois este partido tem vindo a adoptar uma estratégia de contradição, senão vejamos:
Não foi este mesmo partido que aprovou e implementou esta lei?
Será que o PS de Alcochete não pertence ao do resto do país?
Ou será que andamos a brincar ás politiquice…?
Meus caros munícipes, é fácil contribuir com nada…
Eu também não concordo com algumas taxas impostas, mas no entanto compreendo o executivo eleito, nos tempos de correm onde este governo contribuiu de que maneira para este agravamento que todos estamos a atravessar, torna-se importante serem reajustadas algumas taxas de utilização.
Se todos os munícipes querem ter acesso aos mesmos com condições dignas, estes serviços devem ser pagos de outra forma, ou seja, utilizador pagador.Deixo aqui dois exemplos para reflexão:Alcochete possui equipamentos desportivos que têm colocado ao serviço de todos os munícipes por uma taxa irrisória de utilização por hora.
Se um munícipe for a um Ginásio particular quanto é que paga?
É incomprensível a vontade politica da bancada do PS, que ao contrário do PSD que nesta matéria manteve alguma coerência com a sua abstenção, na minha opinião bem, neste regulamento de alterações de taxas e licenças municipais.
Por último deixo uma reflexão em “AQUI HÁ RATO”, será que os motoristas dos autocarros são obrigados a trabalhar gratuitamente para as instituições que solicitam esse transporte?
È claro que os senhores da bancada do PS não sabem do que falam ou então andam distraídos…
Bom, isso deve ter as suas razões, pelo passado recente…
Saudações Alcochetanas
Na última Assembleia Municipal de Alcochete, onde foram debatidas as várias taxas de utilização referentes aos espaços da competência da autarquia, ou seja o
“ REGULAMENTO DE TAXAS E LICENÇAS MUNICIPAIS”, aliás lei que nº53-E/2006 aprovada em plena Assembleia da Republica a 29 de Dezembro, onde as obriga única e exclusivamente as autarquias a fundamentar os aumentos taxados ao ponto de vista económico-jurídico, de forma que quem paga saiba o que paga, não sendo imposto limites máximos ou mínimos.
Ora em relação á bancada do PS que votou contra o documento proposto, caso que não é virgem, pois este partido tem vindo a adoptar uma estratégia de contradição, senão vejamos:
Não foi este mesmo partido que aprovou e implementou esta lei?
Será que o PS de Alcochete não pertence ao do resto do país?
Ou será que andamos a brincar ás politiquice…?
Meus caros munícipes, é fácil contribuir com nada…
Eu também não concordo com algumas taxas impostas, mas no entanto compreendo o executivo eleito, nos tempos de correm onde este governo contribuiu de que maneira para este agravamento que todos estamos a atravessar, torna-se importante serem reajustadas algumas taxas de utilização.
Se todos os munícipes querem ter acesso aos mesmos com condições dignas, estes serviços devem ser pagos de outra forma, ou seja, utilizador pagador.Deixo aqui dois exemplos para reflexão:Alcochete possui equipamentos desportivos que têm colocado ao serviço de todos os munícipes por uma taxa irrisória de utilização por hora.
Se um munícipe for a um Ginásio particular quanto é que paga?
É incomprensível a vontade politica da bancada do PS, que ao contrário do PSD que nesta matéria manteve alguma coerência com a sua abstenção, na minha opinião bem, neste regulamento de alterações de taxas e licenças municipais.
Por último deixo uma reflexão em “AQUI HÁ RATO”, será que os motoristas dos autocarros são obrigados a trabalhar gratuitamente para as instituições que solicitam esse transporte?
È claro que os senhores da bancada do PS não sabem do que falam ou então andam distraídos…
Bom, isso deve ter as suas razões, pelo passado recente…
Saudações Alcochetanas
11 abril 2010
SOU, PORQUE SOMOS
Ao ouvir hoje o novo presidente do PSD, serei certamente um dos muitos milhares de portugueses que voltam acreditar numa esperança para o pais.
O tempo urge em se ataque a doença que o Estado padece, mas não se pode deixar de aplicar medidas para que no futuro voltemos aos mesmos do erro do passado.
É verdade que todos seremos importantes e a vida de cada um terá valor se soubermos compreender todos aqueles que estão ao nosso lado, mais próximos ou mais distantes, quer fisicamente ou noutra qualquer característica.
Sou dos que há muito se dedica a causas públicas e serviço público e não deixo de acreditar que podemos estar sempre a construir algo de melhor para o futuro, nem sempre isso tem acontecido na última década e meia.
Acredito que seja possível rever a Constituição da República, com rasgos socialistas, reformar as Autarquias e muito mais que fica para ser detalhado num futuro.
Alcochete, está num período de estagnação e deve começar a preparar para fazer a tal mudança e desenvolvimento que tanto carece. Avizinha-se um ciclo diferente para o país, os cidadãos de Alcochete deveriam perceber e contribuir para que acertássemos o passo com o poder central.
O tempo urge em se ataque a doença que o Estado padece, mas não se pode deixar de aplicar medidas para que no futuro voltemos aos mesmos do erro do passado.
É verdade que todos seremos importantes e a vida de cada um terá valor se soubermos compreender todos aqueles que estão ao nosso lado, mais próximos ou mais distantes, quer fisicamente ou noutra qualquer característica.
Sou dos que há muito se dedica a causas públicas e serviço público e não deixo de acreditar que podemos estar sempre a construir algo de melhor para o futuro, nem sempre isso tem acontecido na última década e meia.
Acredito que seja possível rever a Constituição da República, com rasgos socialistas, reformar as Autarquias e muito mais que fica para ser detalhado num futuro.
Alcochete, está num período de estagnação e deve começar a preparar para fazer a tal mudança e desenvolvimento que tanto carece. Avizinha-se um ciclo diferente para o país, os cidadãos de Alcochete deveriam perceber e contribuir para que acertássemos o passo com o poder central.
08 abril 2010
AS TRISTEZAS SÃO COMO AS PALAVRAS
As palavras são fórmulas de divagação, umas compulsivas outras não!
As palavras servem para informar, nunca o desinformar…
Os sonhos variam entre fracassos, realidades, ou não!
Depende quem as tenha…
As certezas do presente são interrogações do futuro!
Porque as certezas do presente, em continuação se perdem, evaporam…
Assim sendo, o passado também virou incertezas descabidas, onde pequenos espaços coloridos transformaram o futuro menos risonho.
Talvez porque outrora alguém o pintou dessa forma, em consciência, por incompetência ou pura malvadez!
São pinturas, são coisas, são marasmo sem cor que ficaram para outros resolver…
Num vasto concelho, onde a ética de alguns ultrapassa o discernimento e o bom senso.
É que os sonhos, utopias de alguns que, tentam influenciar outros a tomarem outras atitudes, enganando-os, virando-os, dividindo-os, adulterando-os, ou simplesmente
deita-los ao lixo, sem esperança, sem compressão, mas, envolta em mil interrogações.
Talvez porque as cores do poder a isso obrigue, serem fiéis aos seus, independentemente se tiverem que espezinhar ou maltratar outros.
Nesta demanda, no resoluto da vastidão, sopram ventos fortes neste mar calmo, onde alguns saltimbancos se escondem numa nau á deriva, que segue em desgoverno ao sabor das marés, sem brilho nem pingo de amor.
Para outros, que o povo acredita, são tratados como ralé que vivem nos subúrbios da grande capital. Tais, criam condições para ao mesmo tempo esconderem o que de bom existe, que ignorem ou chamem de deserto…
Para muitos as palavras já doentes de tanta ignorância e egocentrismo que vivem da desgraça alheia, depois de tantos que foram certos escritos, que nada dignificam, mas que tornam loucas todas palavras seguidas…
Onde também algumas loucuras se tornam doces apetitosos, delícias para uns, enquanto que, para outros, os seus doces são, competência, dinamismo, seriedade, honra, sensatez, e ética. Fiel aos seus princípios que muitos depositaram para liderar os seus destinos num concelho de elevado desenvolvimento e progresso bem sustentado.
Enquanto que alguns, doentes e moribundos desconheçam as suas próprias patologias…
Para que possamos viver melhor, em felicidade, harmonia, e claro com muito amor.
Até porque para as doenças do passado, o executivo encontrou o antídoto para a sua cura….
Saudações Alcochetanas
As palavras servem para informar, nunca o desinformar…
Os sonhos variam entre fracassos, realidades, ou não!
Depende quem as tenha…
As certezas do presente são interrogações do futuro!
Porque as certezas do presente, em continuação se perdem, evaporam…
Assim sendo, o passado também virou incertezas descabidas, onde pequenos espaços coloridos transformaram o futuro menos risonho.
Talvez porque outrora alguém o pintou dessa forma, em consciência, por incompetência ou pura malvadez!
São pinturas, são coisas, são marasmo sem cor que ficaram para outros resolver…
Num vasto concelho, onde a ética de alguns ultrapassa o discernimento e o bom senso.
É que os sonhos, utopias de alguns que, tentam influenciar outros a tomarem outras atitudes, enganando-os, virando-os, dividindo-os, adulterando-os, ou simplesmente
deita-los ao lixo, sem esperança, sem compressão, mas, envolta em mil interrogações.
Talvez porque as cores do poder a isso obrigue, serem fiéis aos seus, independentemente se tiverem que espezinhar ou maltratar outros.
Nesta demanda, no resoluto da vastidão, sopram ventos fortes neste mar calmo, onde alguns saltimbancos se escondem numa nau á deriva, que segue em desgoverno ao sabor das marés, sem brilho nem pingo de amor.
Para outros, que o povo acredita, são tratados como ralé que vivem nos subúrbios da grande capital. Tais, criam condições para ao mesmo tempo esconderem o que de bom existe, que ignorem ou chamem de deserto…
Para muitos as palavras já doentes de tanta ignorância e egocentrismo que vivem da desgraça alheia, depois de tantos que foram certos escritos, que nada dignificam, mas que tornam loucas todas palavras seguidas…
Onde também algumas loucuras se tornam doces apetitosos, delícias para uns, enquanto que, para outros, os seus doces são, competência, dinamismo, seriedade, honra, sensatez, e ética. Fiel aos seus princípios que muitos depositaram para liderar os seus destinos num concelho de elevado desenvolvimento e progresso bem sustentado.
Enquanto que alguns, doentes e moribundos desconheçam as suas próprias patologias…
Para que possamos viver melhor, em felicidade, harmonia, e claro com muito amor.
Até porque para as doenças do passado, o executivo encontrou o antídoto para a sua cura….
Saudações Alcochetanas
07 abril 2010
Mentira usada – Verdade esquecida!
Na edição de 12 de Março do Jornal do Montijo, a Sr.ª. Deputada Municipal Paula Pereira num artigo de opinião, muito ao jeito do Partido que representa, descreveu de forma arguta aquilo a que apelidou de manifestação discordante numa marcha tenebrosa contra os trabalhadores preconizada pelo Partido Socialista com assento na Assembleia Municipal de Alcochete.
Como devem imaginar, algo não está correcto até porque para este grupo do qual me orgulho de pertencer, em primeiro lugar estão as pessoas, sejam elas da classe operária ou não. Por isso, face ao exposto pela Sr.ª. Deputada, convenço-me de que a mesma está restrita nos seus pensamentos, o que me preocupa até pelos anos que dispõe no meio político.
Em primeiro lugar deve a Sr.ª. Deputada estar com mais atenção aos assuntos discutidos na Assembleia, até porque na Moção de Solidariedade com os Trabalhadores da Administração Pública, a bancada do PS votou contra e efectuou declaração de voto, explicando os motivos de tal decisão, ao contrário do que afirma a Sr.ª. Deputada no seu respectivo artigo e igualmente ao contrário do que é afirmado neste blogue num texto de autor. Como é do conhecimento geral, Moção significa Proposta e muitas das vezes, apesar de concordar com a sua essência, podemos não concordar com a forma como a mesma é apresentada e nos casos apresentados em concreto foi exactamente o que se passou.
Em minha opinião, não acho correcto utilizarmos os trabalhadores para fazermos politica, devemos com toda a convicção defender os seus direitos, prezando a qualidade e eficiência do trabalho e sobretudo conscientes de que esta tarefa beneficia os munícipes e a comunidade em que estamos inseridos.
Esta não é certamente a minha forma de encarar a politica e muito menos estar de forma permanente a utilizar exemplos do passado socialista em Alcochete. Não é que me transtorne tais situações, até porque a obra realizada está bem visível aos olhos de todos, o que me preocupa é que por vezes com a mentira usada, fica a verdade esquecida!
Ninguém é perfeito, naturalmente existem erros cometidos, e entendo ser uma virtude reconhecer quando se erra. Agora insistir constantemente em apontar o dedo a um passado, creio que tal apenas acontece para desviar atenções do que é realizado no presente. Eu bem que o poderia fazer, até porque existem tomadas de decisões preconizadas por anteriores executivos CDU que em nada dignificaram esta vila e os seus descendentes, mas limito-me a encarar o presente olhando com preocupação para o futuro.
Diz a Sr.ª. Deputada nesse seu artigo que a Bancada da CDU continuará a estar ao lado de quem trabalha, pois a Bancada do PS de Alcochete nunca deixou de acompanhar os trabalhadores da Administração Pública, creiam no entanto que de forma diferente dos seus opositores políticos. Não nos revemos nos termos políticos utilizados para a defesa seja do que for, somos diferentes, o que não significa que estejamos contra os trabalhadores, até porque todos nós, antes de desempenharmos funções de Deputados também somos todos trabalhadores.
Meus caros amigos, é fácil dividir para reinar, se isto é fazer politica, então seguramente eu devo estar completamente enganado no esforço a que me proponho para munir a minha terra de melhores condições de vivência.
Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
bancadapsalcochete@gmail.com
Como devem imaginar, algo não está correcto até porque para este grupo do qual me orgulho de pertencer, em primeiro lugar estão as pessoas, sejam elas da classe operária ou não. Por isso, face ao exposto pela Sr.ª. Deputada, convenço-me de que a mesma está restrita nos seus pensamentos, o que me preocupa até pelos anos que dispõe no meio político.
Em primeiro lugar deve a Sr.ª. Deputada estar com mais atenção aos assuntos discutidos na Assembleia, até porque na Moção de Solidariedade com os Trabalhadores da Administração Pública, a bancada do PS votou contra e efectuou declaração de voto, explicando os motivos de tal decisão, ao contrário do que afirma a Sr.ª. Deputada no seu respectivo artigo e igualmente ao contrário do que é afirmado neste blogue num texto de autor. Como é do conhecimento geral, Moção significa Proposta e muitas das vezes, apesar de concordar com a sua essência, podemos não concordar com a forma como a mesma é apresentada e nos casos apresentados em concreto foi exactamente o que se passou.
Em minha opinião, não acho correcto utilizarmos os trabalhadores para fazermos politica, devemos com toda a convicção defender os seus direitos, prezando a qualidade e eficiência do trabalho e sobretudo conscientes de que esta tarefa beneficia os munícipes e a comunidade em que estamos inseridos.
Esta não é certamente a minha forma de encarar a politica e muito menos estar de forma permanente a utilizar exemplos do passado socialista em Alcochete. Não é que me transtorne tais situações, até porque a obra realizada está bem visível aos olhos de todos, o que me preocupa é que por vezes com a mentira usada, fica a verdade esquecida!
Ninguém é perfeito, naturalmente existem erros cometidos, e entendo ser uma virtude reconhecer quando se erra. Agora insistir constantemente em apontar o dedo a um passado, creio que tal apenas acontece para desviar atenções do que é realizado no presente. Eu bem que o poderia fazer, até porque existem tomadas de decisões preconizadas por anteriores executivos CDU que em nada dignificaram esta vila e os seus descendentes, mas limito-me a encarar o presente olhando com preocupação para o futuro.
Diz a Sr.ª. Deputada nesse seu artigo que a Bancada da CDU continuará a estar ao lado de quem trabalha, pois a Bancada do PS de Alcochete nunca deixou de acompanhar os trabalhadores da Administração Pública, creiam no entanto que de forma diferente dos seus opositores políticos. Não nos revemos nos termos políticos utilizados para a defesa seja do que for, somos diferentes, o que não significa que estejamos contra os trabalhadores, até porque todos nós, antes de desempenharmos funções de Deputados também somos todos trabalhadores.
Meus caros amigos, é fácil dividir para reinar, se isto é fazer politica, então seguramente eu devo estar completamente enganado no esforço a que me proponho para munir a minha terra de melhores condições de vivência.
Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
bancadapsalcochete@gmail.com
01 abril 2010
Contra os Munícipes, taxar, taxar!
A criação de Taxas em qualquer município deve fundamentalmente respeitar o princípio da prossecução do interesse público local e visa a satisfação das necessidades financeiras das autarquias locais e a promoção de finalidades sociais e de qualificação urbanística, territorial e ambiental. Tendo como base de sustentação os presentes alicerces e a fim de evitar situações de carácter indefinido e de transparência duvidosa, surgiu a imperiosa necessidade da criação de critérios uniformes na aplicação das Taxas Municipais. Sendo assim surge a Lei nº.53-E/2006 de 29 de Dezembro aprovada em plena Assembleia da República e que obriga única e exclusivamente as autarquias a fundamentar os aumentos taxados do ponto de vista económico-jurídico, de forma a que quem paga possa de facto saber o que está a pagar, não sendo imputados quaisquer limites máximos ou mínimos. Esta é uma decisão politica atribuída ao executivo camarário que estabelece a proporcionalidade pretendida, por vezes exagerando em determinados aspectos quando podia ser mais racional, atendendo inclusive ao período sócio-económico que atravessamos.
Na discussão do presente assunto, na reunião do executivo de 17 de Março e na última Assembleia Municipal, que decorreu no passado dia 26 de Março, os vereadores e deputados do PS detectaram não só aumentos desmesurados no Regulamento apresentado para discussão e votação, assim como verificaram com surpresa que o Projecto de Regulamento de Taxas e Licenças Municipais que foi submetido a discussão pública, através da sua publicação no Diário da República, 2ª Série, de 21 de Dezembro de 2009 (páginas 51486 e seguintes), não era o mesmo que o executivo camarário submeteu à aprovação da Assembleia Municipal.
Ora, nos termos do disposto no artigo 118.º do Código do Procedimento Administrativo, o órgão competente deve, em regra, submeter a apreciação pública, para recolha de sugestões, o projecto de regulamento, o qual será, para o efeito, publicado na 2.ª série do Diário da República ou no jornal oficial da entidade em causa.
Deste modo, não tendo sido recepcionadas quaisquer propostas resultantes da consulta pública e tendo o executivo camarário alterado o projecto de regulamento de taxas que fez publicar no Diário da República, depois da publicação naquele jornal oficial, deve fazer publicar novamente o projecto de regulamento de taxas em Diário da República ou no jornal oficial da entidade, de modo a que os munícipes tenham conhecimento das alterações efectuadas, algumas das quais na ordem dos 100% e mais.
De acordo com o ponto 3 do mesmo artigo do Código do Procedimento Administrativo, refere-se, que no preâmbulo do regulamento dar-se-á menção de que o respectivo projecto foi objecto de apreciação pública, o que de facto acontece, mas não é verdadeiro porque este projecto apresentado em Assembleia Municipal de 26/03/2010 não esteve em apreciação pública.
Como se isto não bastasse e tendo em consideração que as taxas não devem ultrapassar o benefício que é auferido pelo particular e que não devem ultrapassar também o custo da actividade pública local, o que não se verificou na proposta apresentada, já que encontramos muitos quantitativos de taxas que se revelam manifestamente desproporcionais. Como sucede, por exemplo, com o Abastecimento de Água e Salubridade, com um aumento médio na ordem dos 80%, com o Cemitério, onde por exemplo uma inumação em sepultura temporária sofre um aumento de cerca de 500% e em sepultura perpétua de 450%, nos Equipamentos de Uso Colectivo onde os Pavilhões Desportivos sofrem um aumento médio de cerca de 165% em todas as taxas, com especial destaque para as Escolas e IPSS do concelho que vêem as suas taxas aumentadas em cerca de 160%, passando de 7,30€ para 19,10€, ou o Autocarro Municipal, onde o preço do Km aumenta cerca de 230% e o motorista por hora tem um acréscimo de cerca de 90%, em horário de trabalho, 77% em horas extraordinárias ou 79% em período de descanso semanal. Estes são apenas alguns exemplos, porque podíamos referir outros, que entretanto julgamos extemporâneos por se tratar de aumentos desproporcionais da realidade em que estamos inseridos, por isso votámos contra a alteração do Regulamento de Taxas/Licenças Municipais.
Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
bancadapsalcochete@gmail.com
Na discussão do presente assunto, na reunião do executivo de 17 de Março e na última Assembleia Municipal, que decorreu no passado dia 26 de Março, os vereadores e deputados do PS detectaram não só aumentos desmesurados no Regulamento apresentado para discussão e votação, assim como verificaram com surpresa que o Projecto de Regulamento de Taxas e Licenças Municipais que foi submetido a discussão pública, através da sua publicação no Diário da República, 2ª Série, de 21 de Dezembro de 2009 (páginas 51486 e seguintes), não era o mesmo que o executivo camarário submeteu à aprovação da Assembleia Municipal.
Ora, nos termos do disposto no artigo 118.º do Código do Procedimento Administrativo, o órgão competente deve, em regra, submeter a apreciação pública, para recolha de sugestões, o projecto de regulamento, o qual será, para o efeito, publicado na 2.ª série do Diário da República ou no jornal oficial da entidade em causa.
Deste modo, não tendo sido recepcionadas quaisquer propostas resultantes da consulta pública e tendo o executivo camarário alterado o projecto de regulamento de taxas que fez publicar no Diário da República, depois da publicação naquele jornal oficial, deve fazer publicar novamente o projecto de regulamento de taxas em Diário da República ou no jornal oficial da entidade, de modo a que os munícipes tenham conhecimento das alterações efectuadas, algumas das quais na ordem dos 100% e mais.
De acordo com o ponto 3 do mesmo artigo do Código do Procedimento Administrativo, refere-se, que no preâmbulo do regulamento dar-se-á menção de que o respectivo projecto foi objecto de apreciação pública, o que de facto acontece, mas não é verdadeiro porque este projecto apresentado em Assembleia Municipal de 26/03/2010 não esteve em apreciação pública.
Como se isto não bastasse e tendo em consideração que as taxas não devem ultrapassar o benefício que é auferido pelo particular e que não devem ultrapassar também o custo da actividade pública local, o que não se verificou na proposta apresentada, já que encontramos muitos quantitativos de taxas que se revelam manifestamente desproporcionais. Como sucede, por exemplo, com o Abastecimento de Água e Salubridade, com um aumento médio na ordem dos 80%, com o Cemitério, onde por exemplo uma inumação em sepultura temporária sofre um aumento de cerca de 500% e em sepultura perpétua de 450%, nos Equipamentos de Uso Colectivo onde os Pavilhões Desportivos sofrem um aumento médio de cerca de 165% em todas as taxas, com especial destaque para as Escolas e IPSS do concelho que vêem as suas taxas aumentadas em cerca de 160%, passando de 7,30€ para 19,10€, ou o Autocarro Municipal, onde o preço do Km aumenta cerca de 230% e o motorista por hora tem um acréscimo de cerca de 90%, em horário de trabalho, 77% em horas extraordinárias ou 79% em período de descanso semanal. Estes são apenas alguns exemplos, porque podíamos referir outros, que entretanto julgamos extemporâneos por se tratar de aumentos desproporcionais da realidade em que estamos inseridos, por isso votámos contra a alteração do Regulamento de Taxas/Licenças Municipais.
Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
bancadapsalcochete@gmail.com
27 março 2010
Uma nova esperança para Portugal!
Foi ontem eleito presidente do Partido Social Democrata, o Dr. Pedro Passos Coelho, com ele uma nova esperança nasce no nosso país.
Pedro Passos Coelho é um jovem com grande experiência política, com uma nova visão do que deve ser o estado, e com um verdadeiro projecto de desenvolvimento e saída deste marasmo cinzentista que tem dominado o nosso país nestes últimos 10 anos.
Tenho a mais pura convicção que estarão para breve, grandes mudanças na política nacional, finalmente teremos à frente do maior partido da oposição um homem com coragem, dedicação e conhecimento que poderá restituir ao povo português uma verdadeira esperança no futuro!
Pedro Passos Coelho é um jovem com grande experiência política, com uma nova visão do que deve ser o estado, e com um verdadeiro projecto de desenvolvimento e saída deste marasmo cinzentista que tem dominado o nosso país nestes últimos 10 anos.
Tenho a mais pura convicção que estarão para breve, grandes mudanças na política nacional, finalmente teremos à frente do maior partido da oposição um homem com coragem, dedicação e conhecimento que poderá restituir ao povo português uma verdadeira esperança no futuro!
22 março 2010
Novo Jornal Local : "Alcaxete"
É com grande satisfação que testemunhei o nascimento de um novo orgão de informação local, o Jornal "Alcaxete".
Era uma grande lacuna existente no nosso concelho, e queria deixar os mais sinceros votos de muito sucesso a este novo projecto, tão necessário em Alcochete.
Espero que seja um jornal, isento, supra partidário e que tenha como finalidade a divulgação do nosso concelho.
Não tenham nunca medo de divulgar não só o que está bem, mas tenham sentido critico e principalmente que ganhem rapidamente o espaço de divulgação de todas as opiniões em Alcochete, sejam elas do regime ou não!
Um bem haja e votos de muita sorte!
19 março 2010
Seis Meses de Governação Comunista de Alcochete!
Após algum tempo de ausência, volto a este blog para fazer um balanço dos primeiros seis meses da governação comunista da CMA.
Para evitar os "slogans", da campanha eleitoral, vou apenas deixar algumas questões para reflexão:
Em que situação se encontram os projectos dos Centros Escolares da Quebrada e S. Francisco?
Onde está a Criação do Balcão Único?
O que falta para implementar o projecto "Vamos à Vila"?
E a Carta do Idoso?
E o Centro de Saude do Samouco? Para quando a sua conclusão?
E as politicas de solos que estimulem a construção de fogos a custos controlados?
Enfim, muitas mais promessas eleitorais da CDU poderiam aqui ser colocadas...
Estou hoje a escrever este balanço, para que as consciencias criticas de Alcochete não adormeçam, pois seis meses já lá vão, e não tarda muito o mandato inteiro, e mais uma vez estaremos por aí a perguntar:
"Mas afinal o que foi que os comunistas fizeram em tantos anos de governação autarquica?".
18 março 2010
SEM DONO
O mar não tem dono, é de todos nós.
Também o chão que pisamos, serve para todos!
Tal como o ar que respiramos.
É de todos, não sendo de ninguém!
As estradas servem para circular viaturas.
Também os passeios para peões em lazer!
O Vento fere nosso rosto, em dias de temporal.
Vêm e vão, não são de ninguém!Sem dono existem…
A imprudência e incompreensão de alguns.
Julgam ser verdadeiros depositário de tudo…
Sem dono, vive nossa alma, na procura do seu dono!
Sem dono, sobrevive nosso coração, na ânsia de encontrar!
Talvez lá no fundo, mesmo no fundo, encontrar uma réstia de esperança.
Esse amor sem dono como o qualificar?
Sem dono, continua nossa dor, rumando em sofrimento.
Na procura de dono, para nosso amor…
Dezembro 2009
Também o chão que pisamos, serve para todos!
Tal como o ar que respiramos.
É de todos, não sendo de ninguém!
As estradas servem para circular viaturas.
Também os passeios para peões em lazer!
O Vento fere nosso rosto, em dias de temporal.
Vêm e vão, não são de ninguém!Sem dono existem…
A imprudência e incompreensão de alguns.
Julgam ser verdadeiros depositário de tudo…
Sem dono, vive nossa alma, na procura do seu dono!
Sem dono, sobrevive nosso coração, na ânsia de encontrar!
Talvez lá no fundo, mesmo no fundo, encontrar uma réstia de esperança.
Esse amor sem dono como o qualificar?
Sem dono, continua nossa dor, rumando em sofrimento.
Na procura de dono, para nosso amor…
Dezembro 2009
15 março 2010
AQUI HÁ RATO (III)
No passado dia 26 de Fevereiro, a bancada da CDU consciente dos interesses da população que a elegeu, apresentou sob forma de moção, um texto de solidariedade com os trabalhadores da Administração Pública.Trabalhadores estes que foram transformados pela má gestão deste governo de Sócrates como o bode expiatório, sofrendo duros golpes nos seus direitos laborais e na natureza do seu vinculo de nomeação, precarizando cada vez mais as relações laborais destes trabalhadores, destruindo a sua autonomia e independência dos trabalhadores na prestação das funções sociais do Estado.Trabalhadores que se vêm confrontados com a criação de um novo sistema de avaliação de desempenho o tal (SIDAP). Que serve para abrir caminho ao mal-estar, discriminação, permissividade e á dependência dos dirigentes, impedindo os trabalhadores de carreiras justas, dignas, com progressão.A moção versava sobre isso e também da participação massiva na manifestação de 5 de Fevereiro como a greve do dia 4 de Março.Ora é de estranhar que as duas bancadas da oposição PS e PSD, tenham insurgido de tal forma a votaram contra sem qualquer discussão ou declamação de voto. Espanta-me tal atitude destes dirigentes que se dignam pela transparência e de bem-fazer politica, mas, e a imoralidade, e a ética?Este voto contra ultrapassa em larga média a moção da CDU, este voto contra que se traduz, não contra a própria CDU, mas sim, contra os legítimos interesses e anseios dos trabalhadores desta autarquia e de todos os trabalhadores da Administração Pública que se quer eficaz ao serviço das populações.Ora meus caros amigos da blogosfera, o que se passou de seguida foi incompreensível por parte da bancada do PS, talvez por desconhecerem a sua própria lei.Digo a sua própria lei, isto é, foi o governo PS que aprovou a Lei 12-A de 27 de Fevereiro então a denominada (Lei de Vínculos, Carreiras e Renumerações), esta que, dá competências ao órgão executivo camarário para decidir sobre os montantes máximos de cada um dos encargos: recrutamentos, alterações de posições remuneratórios e atribuição de prémios de desempenho.Ora ao contrário de muitas Câmaras PS e PSD, o executivo de Alcochete, optou por, no meu entender muito bem face aos vencimentos de miséria que este governo tem vindo cada vez mais a penalizar como aconteceu este ano, no congelamento dos mesmos.O executivo de maioria CDU optou então de forma justa, contemplar os 122 trabalhadores da autarquia reconhecendo o seu esforço e dedicação, sendo estes os únicos que estavam em condições de serem abrangidos pela opção gestionária.A bancada da CDU decidiu também apresentar uma moção, mas uma vez mais as bancadas do PS e PSD votaram contra, sem argumento algum!Então, não foi o PS que originou esta opção gestionária de pessoal?Ou estes senhores são como o vento, só sopram para onde querem?Se isto é fazer politica! Pois o melhor é dedicarem-se á pesca!Talvez assim os peixes fujam para não vos verem …Ao mesmo tempo os deixarem a pregar sozinhos…Por isso continuo atento, a estas atrocidades no meu concelho, onde alguns partidos fazem, dizem, mas… nada fazem para dignificarem a politica do concelho.O PS está a provar do seu próprio veneno, será que são estes senhores credíveis?Se na oposição são assim! Como seriam no poder?Façam a vossa reflexão… Pois eu já fiz a minha….Pois digo, volto a dizer, que com estes senhores! Muitos ratos vêm aí…
04 março 2010
MEU COZIDO Á PORTUGUESA
Chispe de porco, orelha levar
Enchidos e hortaliça,
Bucho e farinheira,
Este cozido não tem alheira.
Hortaliça á discrição
Cenoura e nabo entrar,
Batata também acompanhar,
Neste cozido feijão colocar.
Carne de porco uma delícia
Neste prato tradicional,
Deste cozido á portuguesa!
Para todos saborear.
Este prato lembrar
Este cozido a todos oferendar!
Março 2010
Enchidos e hortaliça,
Bucho e farinheira,
Este cozido não tem alheira.
Hortaliça á discrição
Cenoura e nabo entrar,
Batata também acompanhar,
Neste cozido feijão colocar.
Carne de porco uma delícia
Neste prato tradicional,
Deste cozido á portuguesa!
Para todos saborear.
Este prato lembrar
Este cozido a todos oferendar!
Março 2010
13 fevereiro 2010
A minha consulta pública - A praça Pública de Alcochete
Ficam aqui imagens da intenção de proposta para o Largo de São João - Tese de Mestrado em Arquitectura pela Universidade Lusófona.
É apenas uma ilustração de intenção que pode não corresponder a versão final.
Não vou me alongar na caracterização da proposta porque o meu objectivo aqui é apenas testar a imagem ao publico (espero que os indices de popularidade do blog ainda estejam alto, embora eu note alguma quebra de participação)
As únicas duas explicações que vou dar são que, a estátua do Padre Cruz está centrada, o que parece evidente, e o que está a frente da Igreja é um palco para espectáculos, um palco com estrutura hidráulica (permite subir 1 ou 2 metros se necessário, substitui o palco que costumam montar sempre para as festividades). O poço ? O poço... está em standby.
Fica uma planta e um perfil, e posso responder a questões que forem colocadas. Carregar para aumentar.

É apenas uma ilustração de intenção que pode não corresponder a versão final.
Não vou me alongar na caracterização da proposta porque o meu objectivo aqui é apenas testar a imagem ao publico (espero que os indices de popularidade do blog ainda estejam alto, embora eu note alguma quebra de participação)
As únicas duas explicações que vou dar são que, a estátua do Padre Cruz está centrada, o que parece evidente, e o que está a frente da Igreja é um palco para espectáculos, um palco com estrutura hidráulica (permite subir 1 ou 2 metros se necessário, substitui o palco que costumam montar sempre para as festividades). O poço ? O poço... está em standby.
Fica uma planta e um perfil, e posso responder a questões que forem colocadas. Carregar para aumentar.

09 fevereiro 2010
Ainda a Feira d'Alcochete, do Cavalo, do Fado e do Forcado…e a Cercima
A Feira d'Alcochete, do Cavalo, do Fado e do Forcado, realizada nos dias 21 a 24 de Maio de 2009, teve como novidade preconizada pela nova organização do certame, o pagamento de ingressos que, conforme divulgado na imprensa em Maio de 2009, revertia a sua receita a favor da Cercima – Cooperativa para Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas do Montijo e Alcochete. Isto mesmo comprova-se nas citações proferidas pelo Sr. Vereador da Câmara Municipal de Alcochete, Dr. Paulo Machado, na comunicação social, senão vejamos:
- A entrada no certame implica a aquisição do bilhete solidário no valor de €1,5 ou €2, se for adquirido durante o dia ou à noite, respectivamente que reverterá a favor da CERCIMA para a construção de um lar residencial – Casa dos Duques. (Fonte: Gabinete de Comunicação e Imagem da Câmara Municipal de Alcochete, in sitio da internet do Município)
- Pela primeira vez, terá se pagar a entrada na feira. “Tratam-se de ingressos solidários porque o lucro reverte a favor da construção do Lar residencial Casa dos Duques da Cercima”, explica Paulo Machado. A Cercima é uma Instituição Particular de Solidariedade Social local, do Montijo e Alcochete, e está neste momento a angariar fundos para a construção de um lar para pessoas com deficiência mas autónomos, na freguesia de São Francisco, em Alcochete. “Entendemos que esta seria uma forma das pessoas se associarem directamente a esta causa” sublinha o vereador da cultura. (In Jornal de Alcochete, 06/05/2009)
- A Feira d'Alcochete... do Cavalo, do Fado e do Forcado, realizada entre os passados dias 21 e 24 na Fábrica do Alumínio, foi um sucesso e atingiu as expectativas em termos de visitantes, cerca de 23 mil, apesar da entrada ser paga. (…) O grande número de expositores e os espectáculos de qualidade levaram as pessoas a pagar de bom grado os bilhetes de entrada (apenas de dois euros), cujas verbas revertem a favor da Cercima. (In Jornal de Alcochete, 26/05/2009).
Na Assembleia Municipal de Alcochete realizada no passado dia 21 de Dezembro, a bancada do Partido Socialista, perante tão prolongado silêncio sobre o assunto em questão, abordou o Executivo Municipal sobre qual o montante que tinha sido apurado para a Cercima e se o mesmo já tinha sido entregue. O Vereador Paulo Machado informou a Assembleia, que o montante a entregar à Cercima seria de 1.400,00€ (!!), correspondentes a 10% do total das entradas pagas no recinto da feira e que o mesmo ainda não tinha sido entregue, pois as contas apenas foram finalizadas em Outubro.
Ironicamente, ainda se pasmou com tamanho interesse dos deputados socialistas no assunto em causa, alegando que a organização da respectiva Feira é composta por pessoas de bem.
A Bancada do PS reconhece a idoneidade de todos os intervenientes na organização da respectiva Feira, o que acontece é que provavelmente nem todos os elementos da organização teriam conhecimento ou a consciência das propensas promessas do Senhor Vereador face à criação de ingressos de entrada na Feira e o fim a que os mesmos se destinavam. Entendemos nós que, perante o que foi prometido e o que “ainda” se pretende cumprir, não é mais do que uma nítida falta de respeito, não só por quem pagou o seu ingresso julgando que o mesmo tinha um destino e acabou por ter outro, mas sobretudo uma enormíssima falta de consideração pela Cercima. Também não conseguimos entender como irá a Cercima receber apenas 1.400,00€ quando se registaram 23 mil entradas e atendendo a tudo o que foi dito na imprensa face ao valor dos ingressos.
Nós ainda acreditamos que fazer politica é algo superior a estas atitudes. Agora cada um que retire as suas ilações deste lamentável episódio que em nada abona o verdadeiro sentido da cidadania.
Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
bancadapsalcochete@gmail.com
- A entrada no certame implica a aquisição do bilhete solidário no valor de €1,5 ou €2, se for adquirido durante o dia ou à noite, respectivamente que reverterá a favor da CERCIMA para a construção de um lar residencial – Casa dos Duques. (Fonte: Gabinete de Comunicação e Imagem da Câmara Municipal de Alcochete, in sitio da internet do Município)
- Pela primeira vez, terá se pagar a entrada na feira. “Tratam-se de ingressos solidários porque o lucro reverte a favor da construção do Lar residencial Casa dos Duques da Cercima”, explica Paulo Machado. A Cercima é uma Instituição Particular de Solidariedade Social local, do Montijo e Alcochete, e está neste momento a angariar fundos para a construção de um lar para pessoas com deficiência mas autónomos, na freguesia de São Francisco, em Alcochete. “Entendemos que esta seria uma forma das pessoas se associarem directamente a esta causa” sublinha o vereador da cultura. (In Jornal de Alcochete, 06/05/2009)
- A Feira d'Alcochete... do Cavalo, do Fado e do Forcado, realizada entre os passados dias 21 e 24 na Fábrica do Alumínio, foi um sucesso e atingiu as expectativas em termos de visitantes, cerca de 23 mil, apesar da entrada ser paga. (…) O grande número de expositores e os espectáculos de qualidade levaram as pessoas a pagar de bom grado os bilhetes de entrada (apenas de dois euros), cujas verbas revertem a favor da Cercima. (In Jornal de Alcochete, 26/05/2009).
Na Assembleia Municipal de Alcochete realizada no passado dia 21 de Dezembro, a bancada do Partido Socialista, perante tão prolongado silêncio sobre o assunto em questão, abordou o Executivo Municipal sobre qual o montante que tinha sido apurado para a Cercima e se o mesmo já tinha sido entregue. O Vereador Paulo Machado informou a Assembleia, que o montante a entregar à Cercima seria de 1.400,00€ (!!), correspondentes a 10% do total das entradas pagas no recinto da feira e que o mesmo ainda não tinha sido entregue, pois as contas apenas foram finalizadas em Outubro.
Ironicamente, ainda se pasmou com tamanho interesse dos deputados socialistas no assunto em causa, alegando que a organização da respectiva Feira é composta por pessoas de bem.
A Bancada do PS reconhece a idoneidade de todos os intervenientes na organização da respectiva Feira, o que acontece é que provavelmente nem todos os elementos da organização teriam conhecimento ou a consciência das propensas promessas do Senhor Vereador face à criação de ingressos de entrada na Feira e o fim a que os mesmos se destinavam. Entendemos nós que, perante o que foi prometido e o que “ainda” se pretende cumprir, não é mais do que uma nítida falta de respeito, não só por quem pagou o seu ingresso julgando que o mesmo tinha um destino e acabou por ter outro, mas sobretudo uma enormíssima falta de consideração pela Cercima. Também não conseguimos entender como irá a Cercima receber apenas 1.400,00€ quando se registaram 23 mil entradas e atendendo a tudo o que foi dito na imprensa face ao valor dos ingressos.
Nós ainda acreditamos que fazer politica é algo superior a estas atitudes. Agora cada um que retire as suas ilações deste lamentável episódio que em nada abona o verdadeiro sentido da cidadania.
Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
bancadapsalcochete@gmail.com
08 fevereiro 2010
AQUI Á RATO II
Na passada sexta-feira dia 5 de Fevereiro de 2010, recebi em minha casa como normalmente acontece todas as semanas o Jornal do Montijo, para meu espanto, deparei-me com um artigo de opinião de um deputado da Assembleia Municipal de Alcochete da bancada do partido Socialista.
Assunto que me intrigou pelo seu conteúdo, ainda não terminou as interpolações sobre a referida Organização da Feira do Cavalo, Fado e do Forcado, onde as entradas seriam pagas e as receitas revertiam para a Cercima.
Ora, como é público, este assunto está debatido e mais que debatido pela executivo da Câmara Municipal de Alcochete. O próprio deputado que agora vem uma vez mais a terreno defender que algo está mal.
Como munícipe atento que ando ao que se passa no meu concelho, não podia ficar indiferente a mais esta situação incoerente da parte deste deputado.
O mesmo senhor, como todos os outros está na posse da correcta informação de todo o processo resultante do mesmo evento. Aliás, qualquer município do concelho pode visitar a página da autarquia onde está publicado tudo sobre este assunto, também o mesmo, já fora discutido e esclarecido em Assembleia Municipal, sendo que este deputado ficou comedido no seu lugar.
Por isso a meu espanto que ao fim de algum tempo uma vez mais este assunto venha de novo ao de cima, assim sendo tenho duas leituras a este assunto:
1º - Ou o senhor em questão está esquecido ou desfasado do tempo nesta matéria, ou será que algo mais o move para continuar a bater na mesma tecla?
2º - Será que não existe mais assuntos para que sejam expressas naquele espaço de artigo de opinião?
No entanto, algumas afirmações caluniosas ficam em aberto, quando o mesmo deputado afirma que os restantes elementos da direcção não sabiam do que se estava a passar. Quanto a esta questão tenho uma simples resposta.
O que faz um director duma colectividade?
Dá o nome, para depois aparecer nas festas, comer e beber…
È claro que não se trata deste tipo de directores, onde a sua idoneidade está para além de tudo mais, por este motivo é uma tremenda falta de respeito o referido artigo, onde envolve pessoas e instituições públicas e privadas em nome de algo que não se justifica ou seja, desacreditar quem foi eleito maioritariamente pelo povo deste concelho.
Para terminar, transcrevo os últimos parágrafos do referido artigo.
Retirem vós, as vossas ilações…
(Nós ainda acreditamos que fazer política é algo superior a estas atitudes.
Agora cada um que retire as suas ilações deste lamentável episódio que em nada abona o verdadeiro sentido da cidadania.)
In: Deputado Municipal independente eleito pelo PS
07 fevereiro 2010
Luta de quem Trabalha pela Dignidade
Nos tempos que vivemos, convicto das grandes dificuldades que globalmente assolam o sistema financeiro. Em Portugal, os funcionários públicos têm vindo a ser o parente pobre do sistema governamental, deste Oásis país para muitos...
O poder politico que desde a alguns anos a esta parte, sejam eles da direita P.S.D ou da direita P.S...
O sistema vocacional serve para transmitir para a opinião pública que, os funcionários públicos são o podre da nação, os malandros, os chulos e mal de todos os males nos gastos da finanças públicas.
Ora, qualquer pessoa menos letrados percebe o que se tem passado, desde a última legislatura liderada pelo actual 1º Ministro José Sócrates, os funcionários públicos deste país têm vindo a ser perseguidos, explorados, espezinhados, mal-tratados, roubados nos seus direitos conquistados no passado. Tudo serve para travar os aumentos (congelar), no final de cada mês...
Onde estes senhores têm governado de forma autoritária e de relevo arrogante.
2010, ano, uma vez mais, estes trabalhadores sentem na pele o sofrimento das grandes investidas que estes senhores uma vez mais afrontam quem de alguma forma tratam da imagem do país por essas autarquias locais.com o congelamento dos salários este governo que diz ser para baixar as despesas públicas, ora isto não passa duma autentica palhaçada política, porque vejamos!
Sem aumentos de salários dos trabalhadores porque será que o governo prepara-se para aumentar e, mais 3,7% nas despesas que cada membro do governo pode gastar cada mês...
Renovar a frota automóvel dos senhor que contribuem para o atulhamento do país...
Festas e mais festas, jantaradas, edifícios públicos onde as rendas tem custos de milhões ao ano sem que estejam a ser habitadas, para além dos contratos megalómanas de aquisição de materiais de guerra, onde como sempre o aparelho de estado é sempre lesado em milhões de Euros, sem que ninguém nada faça...
Então, porque será os funcionários públicos a pagar sempre a factura?
Quem pode ajudar mas minhas perguntas?
Certo não existem respostas deste governo!
A aliança há direita entre o P.S.D, C.D.S e governo, com as chamadas de atenção do próprio Presidente da República que chama até si o rebanho para perfilarem ideias ditatoriais, que diz ser em prol do país... ora, ora, que mais por aí vem?
Ainda falta as verbas para a região da Madeira, onde o Joãozinho quer mais milhões para gastar (esbanjar), nas negociatas etc,etc...
Este ano, a luta não pode parar, os trabalhadores têm que ir para a rua manifestarem-se vivamente contra todas as leis que querem impor ao trabalhadores da Administração pública.
Os meios de comunicação social já tentam alvitrar, através deste ou aquele politico, empresário que, lançam uma nova alternativa em que os trabalhadores... em prol do desenvolvimento de produtividade e competitividade reduzirem os salários de quem tudo têm pago... sempre...
Porque será que estes senhores não baixam as suas mordomias, e reduzem os seus salários?Porque será que todo o poder político não reduz também os seus benefícios mensais?
Porque se gasta tanto dinheiro em ministérios sem que estes sirvam para algo?
Ora, cego é aquele que não quer ver...Se o governo apostar no aumento de salários, colocar os desempregados nas empresas que necessitem de trabalhadores, já que têm que pagar o subsidio de desemprego...
Tudo junto, algumas lacunas seriam viáveis para além de encontrar formas eficazes de acabar com as falências fraudulentas das enumeras empresas que fecham portas...
Caros trabalhadores deste país, façamos uma profunda reflexão, deixamos-nos de politiquice em abono da causa de quem trabalha...
Esta é a minha reflexão... qual será a sua...
Só com luta é que isto vai!
Se vai...
O poder politico que desde a alguns anos a esta parte, sejam eles da direita P.S.D ou da direita P.S...
O sistema vocacional serve para transmitir para a opinião pública que, os funcionários públicos são o podre da nação, os malandros, os chulos e mal de todos os males nos gastos da finanças públicas.
Ora, qualquer pessoa menos letrados percebe o que se tem passado, desde a última legislatura liderada pelo actual 1º Ministro José Sócrates, os funcionários públicos deste país têm vindo a ser perseguidos, explorados, espezinhados, mal-tratados, roubados nos seus direitos conquistados no passado. Tudo serve para travar os aumentos (congelar), no final de cada mês...
Onde estes senhores têm governado de forma autoritária e de relevo arrogante.
2010, ano, uma vez mais, estes trabalhadores sentem na pele o sofrimento das grandes investidas que estes senhores uma vez mais afrontam quem de alguma forma tratam da imagem do país por essas autarquias locais.com o congelamento dos salários este governo que diz ser para baixar as despesas públicas, ora isto não passa duma autentica palhaçada política, porque vejamos!
Sem aumentos de salários dos trabalhadores porque será que o governo prepara-se para aumentar e, mais 3,7% nas despesas que cada membro do governo pode gastar cada mês...
Renovar a frota automóvel dos senhor que contribuem para o atulhamento do país...
Festas e mais festas, jantaradas, edifícios públicos onde as rendas tem custos de milhões ao ano sem que estejam a ser habitadas, para além dos contratos megalómanas de aquisição de materiais de guerra, onde como sempre o aparelho de estado é sempre lesado em milhões de Euros, sem que ninguém nada faça...
Então, porque será os funcionários públicos a pagar sempre a factura?
Quem pode ajudar mas minhas perguntas?
Certo não existem respostas deste governo!
A aliança há direita entre o P.S.D, C.D.S e governo, com as chamadas de atenção do próprio Presidente da República que chama até si o rebanho para perfilarem ideias ditatoriais, que diz ser em prol do país... ora, ora, que mais por aí vem?
Ainda falta as verbas para a região da Madeira, onde o Joãozinho quer mais milhões para gastar (esbanjar), nas negociatas etc,etc...
Este ano, a luta não pode parar, os trabalhadores têm que ir para a rua manifestarem-se vivamente contra todas as leis que querem impor ao trabalhadores da Administração pública.
Os meios de comunicação social já tentam alvitrar, através deste ou aquele politico, empresário que, lançam uma nova alternativa em que os trabalhadores... em prol do desenvolvimento de produtividade e competitividade reduzirem os salários de quem tudo têm pago... sempre...
Porque será que estes senhores não baixam as suas mordomias, e reduzem os seus salários?Porque será que todo o poder político não reduz também os seus benefícios mensais?
Porque se gasta tanto dinheiro em ministérios sem que estes sirvam para algo?
Ora, cego é aquele que não quer ver...Se o governo apostar no aumento de salários, colocar os desempregados nas empresas que necessitem de trabalhadores, já que têm que pagar o subsidio de desemprego...
Tudo junto, algumas lacunas seriam viáveis para além de encontrar formas eficazes de acabar com as falências fraudulentas das enumeras empresas que fecham portas...
Caros trabalhadores deste país, façamos uma profunda reflexão, deixamos-nos de politiquice em abono da causa de quem trabalha...
Esta é a minha reflexão... qual será a sua...
Só com luta é que isto vai!
Se vai...
06 fevereiro 2010
Ainda a Feira d'Alcochete, do Cavalo, do Fado e do Forcado…e a Cercima
A Feira d'Alcochete, do Cavalo, do Fado e do Forcado, realizada nos dias 21 a 24 de Maio de 2009, teve como novidade preconizada pela nova organização do certame, o pagamento de ingressos que, conforme divulgado na imprensa em Maio de 2009, revertia a sua receita a favor da Cercima – Cooperativa para Educação e Reabilitação de Crianças Inadaptadas do Montijo e Alcochete. Isto mesmo comprova-se nas citações proferidas pelo Sr. Vereador da Câmara Municipal de Alcochete, Dr. Paulo Machado, na comunicação social, senão vejamos:
- A entrada no certame implica a aquisição do bilhete solidário no valor de €1,5 ou €2, se for adquirido durante o dia ou à noite, respectivamente que reverterá a favor da CERCIMA para a construção de um lar residencial – Casa dos Duques. (Fonte: Gabinete de Comunicação e Imagem da Câmara Municipal de Alcochete, in sitio da internet do Município)
- Pela primeira vez, terá se pagar a entrada na feira. “Tratam-se de ingressos solidários porque o lucro reverte a favor da construção do Lar residencial Casa dos Duques da Cercima”, explica Paulo Machado. A Cercima é uma Instituição Particular de Solidariedade Social local, do Montijo e Alcochete, e está neste momento a angariar fundos para a construção de um lar para pessoas com deficiência mas autónomos, na freguesia de São Francisco, em Alcochete. “Entendemos que esta seria uma forma das pessoas se associarem directamente a esta causa” sublinha o vereador da cultura. (In Jornal de Alcochete, 06/05/2009)
- A Feira d'Alcochete... do Cavalo, do Fado e do Forcado, realizada entre os passados dias 21 e 24 na Fábrica do Alumínio, foi um sucesso e atingiu as expectativas em termos de visitantes, cerca de 23 mil, apesar da entrada ser paga. (…) O grande número de expositores e os espectáculos de qualidade levaram as pessoas a pagar de bom grado os bilhetes de entrada (apenas de dois euros), cujas verbas revertem a favor da Cercima. (In Jornal de Alcochete, 26/05/2009).
Na Assembleia Municipal de Alcochete realizada no passado dia 21 de Dezembro, a bancada do Partido Socialista, perante tão prolongado silêncio sobre o assunto em questão, abordou o Executivo Municipal sobre qual o montante que tinha sido apurado para a Cercima e se o mesmo já tinha sido entregue. O Vereador Paulo Machado informou a Assembleia, que o montante a entregar à Cercima seria de 1.400,00€ (!!), correspondentes a 10% do total das entradas pagas no recinto da feira e que o mesmo ainda não tinha sido entregue, pois as contas apenas foram finalizadas em Outubro.
Ironicamente, ainda se pasmou com tamanho interesse dos deputados socialistas no assunto em causa, alegando que a organização da respectiva Feira é composta por pessoas de bem.
A Bancada do PS reconhece a idoneidade de todos os intervenientes na organização da respectiva Feira, o que acontece é que provavelmente nem todos os elementos da organização teriam conhecimento ou a consciência das propensas promessas do Senhor Vereador face à criação de ingressos de entrada na Feira e o fim a que os mesmos se destinavam. Entendemos nós que, perante o que foi prometido e o que “ainda” se pretende cumprir, não é mais do que uma nítida falta de respeito, não só por quem pagou o seu ingresso julgando que o mesmo tinha um destino e acabou por ter outro, mas sobretudo uma enormíssima falta de consideração pela Cercima. Também não conseguimos entender como irá a Cercima receber apenas 1.400,00€ quando se registaram 23 mil entradas e atendendo a tudo o que foi dito na imprensa face ao valor dos ingressos.
Nós ainda acreditamos que fazer politica é algo superior a estas atitudes. Agora cada um que retire as suas ilações deste lamentável episódio que em nada abona o verdadeiro sentido da cidadania.
Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
bancadapsalcochete@gmail.com
- A entrada no certame implica a aquisição do bilhete solidário no valor de €1,5 ou €2, se for adquirido durante o dia ou à noite, respectivamente que reverterá a favor da CERCIMA para a construção de um lar residencial – Casa dos Duques. (Fonte: Gabinete de Comunicação e Imagem da Câmara Municipal de Alcochete, in sitio da internet do Município)
- Pela primeira vez, terá se pagar a entrada na feira. “Tratam-se de ingressos solidários porque o lucro reverte a favor da construção do Lar residencial Casa dos Duques da Cercima”, explica Paulo Machado. A Cercima é uma Instituição Particular de Solidariedade Social local, do Montijo e Alcochete, e está neste momento a angariar fundos para a construção de um lar para pessoas com deficiência mas autónomos, na freguesia de São Francisco, em Alcochete. “Entendemos que esta seria uma forma das pessoas se associarem directamente a esta causa” sublinha o vereador da cultura. (In Jornal de Alcochete, 06/05/2009)
- A Feira d'Alcochete... do Cavalo, do Fado e do Forcado, realizada entre os passados dias 21 e 24 na Fábrica do Alumínio, foi um sucesso e atingiu as expectativas em termos de visitantes, cerca de 23 mil, apesar da entrada ser paga. (…) O grande número de expositores e os espectáculos de qualidade levaram as pessoas a pagar de bom grado os bilhetes de entrada (apenas de dois euros), cujas verbas revertem a favor da Cercima. (In Jornal de Alcochete, 26/05/2009).
Na Assembleia Municipal de Alcochete realizada no passado dia 21 de Dezembro, a bancada do Partido Socialista, perante tão prolongado silêncio sobre o assunto em questão, abordou o Executivo Municipal sobre qual o montante que tinha sido apurado para a Cercima e se o mesmo já tinha sido entregue. O Vereador Paulo Machado informou a Assembleia, que o montante a entregar à Cercima seria de 1.400,00€ (!!), correspondentes a 10% do total das entradas pagas no recinto da feira e que o mesmo ainda não tinha sido entregue, pois as contas apenas foram finalizadas em Outubro.
Ironicamente, ainda se pasmou com tamanho interesse dos deputados socialistas no assunto em causa, alegando que a organização da respectiva Feira é composta por pessoas de bem.
A Bancada do PS reconhece a idoneidade de todos os intervenientes na organização da respectiva Feira, o que acontece é que provavelmente nem todos os elementos da organização teriam conhecimento ou a consciência das propensas promessas do Senhor Vereador face à criação de ingressos de entrada na Feira e o fim a que os mesmos se destinavam. Entendemos nós que, perante o que foi prometido e o que “ainda” se pretende cumprir, não é mais do que uma nítida falta de respeito, não só por quem pagou o seu ingresso julgando que o mesmo tinha um destino e acabou por ter outro, mas sobretudo uma enormíssima falta de consideração pela Cercima. Também não conseguimos entender como irá a Cercima receber apenas 1.400,00€ quando se registaram 23 mil entradas e atendendo a tudo o que foi dito na imprensa face ao valor dos ingressos.
Nós ainda acreditamos que fazer politica é algo superior a estas atitudes. Agora cada um que retire as suas ilações deste lamentável episódio que em nada abona o verdadeiro sentido da cidadania.
Fernando Pinto
Deputado Municipal Independente eleito pelo PS
bancadapsalcochete@gmail.com
17 janeiro 2010
Uma pequena Reflexão
Nem sempre o que parece é...
nem basta parecer para ser...
Digamos que, é muito mais fácil desviar as atenções do essencial, que dizer a verdade.
Este reporta o antigo artigo publicado pelo deputado da Assembleia Municipal da bancada do PS, para além de inúmeras inverdades, também foi utilizado um estudo que aquele organismo efectuou no concelho de Setúbal e não em Alcochete (ver texto mais a baixo).
Algumas perguntas ficarão no ar:
Será que tudo vale em prol da desacreditação popular?
Onde se utilizam formas não credíveis para atacar quem gere o concelho!
Os actos são para quem os pratica... ou talvez não...
Há algum tempo também a trás, o mesmo deputado referia que, nos concelhos onde o PS venceu o numero de eleitos eram menores que em Alcochete, por isso não justificava o aumento de mais um eleito a tempo inteiro.
Logo, resta-me dizer que, este mesmo deputado ficou aquém da real verdade...
È de salientar que, este Partido politico não gosta de dividir o poder com ninguém...
Basta para isso estarmos todos atentos à politica praticada pelo poder central...
Como munícipe deste concelho e porque sou uma pessoa atenta ao que se faz, desagrada-me que as forças vivas do mesmo não saibam construir em vez de destruir.
Os bons políticos são aqueles que independentemente da sua cor politica contribuem pela positiva, pela terra ou país...
Deixo aqui a minha reflexão, no início de um novo ano espero que possamos todos juntos contribuir para o melhor desenvolvimento deste cantinho à beira-mar.
A todos cumprimentos Alcochetanos.
nem basta parecer para ser...
Digamos que, é muito mais fácil desviar as atenções do essencial, que dizer a verdade.
Este reporta o antigo artigo publicado pelo deputado da Assembleia Municipal da bancada do PS, para além de inúmeras inverdades, também foi utilizado um estudo que aquele organismo efectuou no concelho de Setúbal e não em Alcochete (ver texto mais a baixo).
Algumas perguntas ficarão no ar:
Será que tudo vale em prol da desacreditação popular?
Onde se utilizam formas não credíveis para atacar quem gere o concelho!
Os actos são para quem os pratica... ou talvez não...
Há algum tempo também a trás, o mesmo deputado referia que, nos concelhos onde o PS venceu o numero de eleitos eram menores que em Alcochete, por isso não justificava o aumento de mais um eleito a tempo inteiro.
Logo, resta-me dizer que, este mesmo deputado ficou aquém da real verdade...
È de salientar que, este Partido politico não gosta de dividir o poder com ninguém...
Basta para isso estarmos todos atentos à politica praticada pelo poder central...
Como munícipe deste concelho e porque sou uma pessoa atenta ao que se faz, desagrada-me que as forças vivas do mesmo não saibam construir em vez de destruir.
Os bons políticos são aqueles que independentemente da sua cor politica contribuem pela positiva, pela terra ou país...
Deixo aqui a minha reflexão, no início de um novo ano espero que possamos todos juntos contribuir para o melhor desenvolvimento deste cantinho à beira-mar.
A todos cumprimentos Alcochetanos.
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