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24 outubro 2006
18 agosto 2006
Só agora?
Leia esta notícia e tenha especial atenção ao último parágrafo. Está confirmado que a rebaldaria só tem inconvenientes.
Repito: um dia, se e quando houver na câmara outro tipo de autarcas, explicarei como se regula o mercado comercial em época de festas. Há soluções.
Outra questão, que deixo à consciência de cada um, é haver milhares de olhos a observar, impávidos, alguns indivíduos manifestamente ébrios que se põem à frente dos touros.
Repito: um dia, se e quando houver na câmara outro tipo de autarcas, explicarei como se regula o mercado comercial em época de festas. Há soluções.
Outra questão, que deixo à consciência de cada um, é haver milhares de olhos a observar, impávidos, alguns indivíduos manifestamente ébrios que se põem à frente dos touros.
16 agosto 2006
A festa continua viva...
A festa continua viva na saudação ao meu patrício, no aceno ao que passa mais ao largo, no aperto de mão a este, na piscadela de olho àquele, na bica à mesma mesa de café, nas conversas sobre isto e aquilo, nos risos e gargalhadas...
A festa continua viva porque não há distância que separe dois alcochetanos.
Hoje, em tempo real e a custos muitos baixos, eu posso ver o meu conterrâneo, falar com ele e ouvi-lo, independentemente do lugar do mundo onde se encontre. É verdade que aqui não podemos partilhar a mesa dos alimentos, mas todos, das Franças e Alemanhas às Américas e Austrálias, podemos virar os nossos olhos para o altar da alcochetanidade e gritar: "Alcochete/ ressurgirás do chão/ o teu corpo crescerá gigante/ e os teus braços levantarão bandeiras/ ondas do mar a cobrir de espuma a terra inteira/ a encher de coragem/ o peito dos homens".
A festa continua viva nos corações de todos os alcochetanos.
A festa continua viva porque não há distância que separe dois alcochetanos.
Hoje, em tempo real e a custos muitos baixos, eu posso ver o meu conterrâneo, falar com ele e ouvi-lo, independentemente do lugar do mundo onde se encontre. É verdade que aqui não podemos partilhar a mesa dos alimentos, mas todos, das Franças e Alemanhas às Américas e Austrálias, podemos virar os nossos olhos para o altar da alcochetanidade e gritar: "Alcochete/ ressurgirás do chão/ o teu corpo crescerá gigante/ e os teus braços levantarão bandeiras/ ondas do mar a cobrir de espuma a terra inteira/ a encher de coragem/ o peito dos homens".
A festa continua viva nos corações de todos os alcochetanos.
15 agosto 2006
Aguadeiros precisam-se
Sugiro à Direcção do Aposento do Barrete Verde que, no próximo ano, angarie verbas para a organização das festas fazendo circular pela vila umas carrocinhas engalanadas e carregadas de garrafas de água.
Num conhecido estabelecimento regular e licenciado, situado nas imediações do Largo de São João, cobraram-me a módica quantia de 0,60€ por um garrafa de 1/4 de litro de água!
Para não ir mais longe, num dos supermercados locais compram-se quase 30 garrafas iguais com esse dinheiro.
Creio que o Aposento poderá angariar boa maquia se as vender a 0,30€.
Consta para aí que raros comerciantes contribuem para a organização das festas, embora sejam os únicos a ganhar muito com elas. É preciso pagar-lhes na mesma moeda.
Um dia, se e quando houver na câmara outro tipo de autarcas, explicarei como se regula o mercado comercial em época de festas. Há soluções.
Num conhecido estabelecimento regular e licenciado, situado nas imediações do Largo de São João, cobraram-me a módica quantia de 0,60€ por um garrafa de 1/4 de litro de água!
Para não ir mais longe, num dos supermercados locais compram-se quase 30 garrafas iguais com esse dinheiro.
Creio que o Aposento poderá angariar boa maquia se as vender a 0,30€.
Consta para aí que raros comerciantes contribuem para a organização das festas, embora sejam os únicos a ganhar muito com elas. É preciso pagar-lhes na mesma moeda.
Um dia, se e quando houver na câmara outro tipo de autarcas, explicarei como se regula o mercado comercial em época de festas. Há soluções.
Rótulos:
autarcas,
colectividades,
comércio,
Festas do Barrete Verde
12 agosto 2006
Festa na rua
07 agosto 2006
04 agosto 2006
Pára tudo: viva a festa!

Creio que muita gente andava em busca do programa das Festas do Barrete Verde e das Salinas deste ano, entre 11 e 16 do corrente.
Está aqui, no sítio do Aposento do Barrete Verde. A ilustração do cartaz é do artista plástico José Salomão.
Já agora, vá até à página de entrada da sala de visitas electrónica e leia a mensagem do presidente da Direcção, Fernando Pinto.
Se quiser enviar-nos imagens das festas deste ano, estamos disponíveis para as inserir neste blogue. Veja na coluna à esquerda desta página a área Contactos.
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